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quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

A verdade Histórica sobre o 25 de Dezembro

Céticos zombam da Bíblia. Cientistas ateus prendem-se a descobertas mal analisadas para provar em suas teorias a não-existência de Deus. Teólogos modernistas tentam fragmentar a fé cristã, difundindo conceitos onde Deus é classificado como um adaptador do que já existe, e não o Criador. Como defender a nossa fé de tais ataques?
Neste "post" a prioridade é fortalecer a apologia da fé em Cristo (livro Apologia da Fé Cristã de Abraão de Almeida).
Deus é Soberano, Criador e Único.
Com a ajuda do Espírito Santo, espero que, através do exposto, "idolatrias", ou melhor, "semelhanças que nos rodeiam" e, por muitas vezes, nos fazemos de cegos, sejam derribadas e a Verdade Única (Jesus) brilhe como Resplandecente Estrela da manhã.

Somos enganados ou permitimos ser?

Verdade histórica sobre o 25 de dezembro – Dados históricos da Enciclopédia Britânica

A Bíblia faz a narrativa em Gênesis 9: 20-28 e 10: 6-12 da história de Cão, filho de Noé, e sua descendência. Cão, ao zombar de seu pai porque estava embriagado e nu, teve sua geração amaldiçoada por Noé. Entre os filhos de Cão, estava um que se chamava Cuxe. Embora as crônicas das famílias descritas na Bíblia não citem os nomes das mulheres, Cuxe se casou com uma mulher que se chamava Semíramis, segundo livros históricos que contam a história da antiga civilização Babilônica. Cuxe e Semíramis tiveram um filho chamado Ninrode que, segundo a Bíblia, foi um grande caçador diante do Senhor e o Primeiro homem poderoso na Terra.

Quem era Ninrode? Ninrode era bisneto de Noé. O pai de Ninrode se chamava Cuxe, o pai de Cuxe era Cã; e o pai de Cã era Noé. Noé era bisavô de Ninrode.

Ninrode! Que nome e que legado!
"O nome Ninrode vem da palavra hebraica marad "

Ninrode significa “ele se rebelou" ou "rebelião" ou "Nós nos rebelaremos”. De fato, Ninrode era a personificação da rebeldia. Embora a Bíblia diga que ele era um poderoso caçador diante do Senhor, apontava apenas para a sua profissão. O fato de dizer que ele foi o primeiro poderoso na Terra indica que foi o primeiro homem a exercer influência sobre os outros homens. Para se ter uma ideia disso, seu reinado começou em Babel, de onde se originou a cidade da Babilônia. Outras cidades rebeldes foram provenientes do governo de Ninrode, como Nínive, por exemplo. Tão poderoso se tornou Ninrode na face da Terra, que passou a exigir de seus súditos que o tratassem como um deus, se auto-denominando o deus Sol, o “Astro – Rei”.

Provavelmente foi um dos líderes no movimento de construção da Torre de Babel, mais uma vez se rebelando à ordem do Senhor. O objetivo em se construir a grande torre que alcançasse o Céu era para que todos os homens vivessem juntos. Desta forma, quando se afastavam demais e se perdiam, podiam logo localizar onde todos estavam reunidos ao avistar a “grande torre”. A ordem dada por Deus aos homens era a de que eles se multiplicassem e se espalhassem pela terra, não que se ajuntassem e vivessem sempre juntos. Desta forma, Deus teve que intervir, confundindo as línguas em Babel. (leitura: Gênesis cap.9.1 e cap.11)

Após a morte de Cuxe, Ninrode possuiu para si a própria mãe, Semíramis. Não bastasse tudo isso, exigia de seus súditos e começou a designar sacerdotes para que oferecessem cultos de adoração a ele mesmo e ao sol. Nestes cultos, rituais que envolviam sexo e orgias foram instituídos. Segundo livros históricos, os homens derramavam seu sêmen em taças e davam para as mulheres presentes beberem. A sacerdotisa principal das mulheres que adoravam ao sol através das orgias era Semíramis, mãe e agora esposa de Ninrode, que também passou a se auto-denominar a deusa lua.
Quando Ninrode morreu, Semíramis ocultou o seu corpo e criou uma história mística de que seu marido havia retornado ao Céu e tomado o seu lugar no Universo: o deus sol, o Astro Rei. Não obstante, tempos depois Semíramis apareceu grávida.  Como poderia agora ela estar grávida, se o marido, que era filho, já havia falecido? Era óbvio que havia tido um filho fora do casamento.
Semíramis então inventa outra história mística: “deus me engravidou. O nosso deus sol veio me visitar e me possuiu. Terei um filho de “deus” ”. Chamou este filho de Tamuz; (Ezequiel 8:14 – 18), que nasceu exatamente 25 de dezembro. Coincidência?
E agora outra história mística surge: Tamuz era o próprio Ninrode reencarnado. O “deus” Sol veio à terra novamente na pessoa de Tamuz; cria-se então a teoria da reencarnação.
Certa vez, Tamuz, ainda garoto, caçando no mato, foi morto por um animal e seu corpo foi encontrado sobre um tronco de árvore. Mais uma vez, para não dar a notícia de que um “deus” havia morrido, Semíramis espalha a notícia de que novamente ele havia voltado ao Céu e assumido seu lugar como sol. Naquele tronco onde o corpo foi encontrado, tempos depois, nasceu um pinheiro, que logo também foi alvo de mais uma história mística.
até mesmo os deuses nórdicos manteve
o "Ninrod" culto da antiga  Babilônia
Semíramis passou a dizer que aquele pinheiro era um presente do deus sol simbolizando o seu renascimento, ou seja, Ninrode, o deus sol, renasceu e voltou à terra na forma de Tamuz. Então, estabeleceu-se a prática de, todo aniversário de Tamuz, em 25 de dezembro, cortar um pinheiro, levá-lo para dentro de casa e enfeitá-lo com adornos de ouro e prata.
Jeremias 10.3-9 “pois os costumes dos povos são vaidade; corta-se do bosque um madeiro e se lavra com machado pelas mãos do artífice. Com prata e com ouro o enfeitam, com pregos e com martelos o firmam, para que não se mova. São como o espantalho num pepinal, e não podem falar; necessitam de quem os leve, porquanto não podem andar. Não tenhais receio deles, pois não podem fazer o mal, nem tampouco têm poder de fazer o bem. Ninguém há semelhante a ti, ó Senhor; és grande, e grande é o teu nome em poder. Quem te não temeria a ti, ó Rei das nações? pois a ti se deve o temor; porquanto entre todos os sábios das nações, e em todos os seus reinos ninguém há semelhante a ti. Mas eles todos são embrutecidos e loucos; a instrução dos ídolos é como o madeiro. Trazem de Társis prata em chapas, e ouro de Ufaz, trabalho do artífice, e das mãos do fundidor; seus vestidos são de azul e púrpura; obra de peritos são todos eles”.

Decorando a árvore de Natal na imitação
dos antigos ritos pagãos
O ritual de adoração ao deus sol através do pinheiro se estendia por todo o mês, onde suas sacerdotisas choravam a morte de Tamuz, e no dia de seu aniversário, 25 de dezembro, trocavam presentes entre si, que eram depositados aos pés dos pinheiros.

Ezequiel 8: 14 ”Depois me levou à entrada da porta da casa do Senhor, que olha para o norte; e eis que estavam ali mulheres assentadas chorando por Tamuz”.

As bases religiosas criadas por Ninrode e Semíramis foram usadas pelas religiões e até hoje são fortemente influentes nas histórias dos credos:

E "toda" Terra jaz no poder da antiga Babilônia
e do feitiço lançado por Ninrod e sua mãe.

Babilônia (2.500 a.C)
Ninrode: o “deus maior”, o Sol
Tamuz: o filho do deus sol
Semíramis: a mãe de deus; a “Rainha dos Céus”;

Ao longo do tempo, outros reinos foram adotando estas crenças, como a Pérsia. Os nomes dos seus “deuses” foram mudados, mas a história prevaleceu.







Egito (1.200 a.C.)
Ninrode, o deus sol = Oziris
Semíramis, a rainha dos céus = Isis
Tamuz, o filho de deus = Horus




Com Alexandre, o Grande, nasce o império da Grécia, e as mesmas divindades são importadas para a crença grega (500 a.C)


Ninrode, o deus sol = Zeus
Semíramis, a rainha dos céus = Afrodite
Tamuz, o filho de deus = Eros




E, finalmente, o império romano (27 a.C)

Ninrode, o deus sol = Apolo
Semíramis, a rainha dos céus = Vênus
Tamuz, o filho de deus = Cupido

O império Romano foi definitivo para se acrescentar ao cristianismo esta história pagã. 

Sendo um império que sempre influenciou, abusou e manipulou das nações existentes na época, sentiu-se ameaçado com o avanço e a repercussão do Evangelho por toda a parte. E como já diz o ditado: “Se não pode com o inimigo, junte-se a ele”, resolveu aderir ao movimento do cristianismo, adaptando suas crenças e seus rituais pagãos à nova igreja romana, Católica. Agora trazendo à imagem de Semíramis em “Virgem Maria”, que não perdeu o título de rainha dos céus; a imagem de Tamuz em Jesus Cristo, e a de Ninrode no próprio Deus;

O Imperador Aureliano estabeleceu em 275 que todos os fiéis e não fiéis obrigatoriamente comemorassem o Natal na data que foi estabelecida pelas autoridades romanas. Isto se dava com a comemoração da natividade da festa pagã, ou seja, do sol invicto. Todos deveriam participar dessa manifestação festiva, por isso foi oficializada aproximadamente no ano 336 por Constantino (séc. VI).


"Não terás outros deuses diante de mim.
Não farás para ti imagem esculpida, nem figura alguma do que há em cima no céu, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra.
Não te encurvarás diante delas, nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniquidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam.
e uso de misericórdia com milhares dos que me amam e guardam os meus mandamentos." Êxodo 20. 3-6

Jesus afirmou: “Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a Ele servirás”. (Mt. 4:10).
A expressão usada pelo Mestre “só a Ele servirás”, indica que Deus é o único (de todo universo) que merece adoração ou ser servido (cultuado, venerado), porque Ele tudo criou.
"Temei a Deus, e dai-lhe glória; porque é chegada a hora do seu juízo; e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas" Apocalipse 14:7


João 2:4 - "Aquele que diz eu O conheço e não guarda os seus mandamentos, é mentiroso e nele não está a verdade."

Não desvie a tua adoração!

Imagens de escultura não podem falar, nem ouvir e nem tampouco, fazer algo por nós (por você)
"Os ídolos deles são prata e ouro, obra das mãos dos homens.
Têm boca, mas não falam; olhos têm, mas não vêem.
Têm ouvidos, mas não ouvem; narizes têm, mas não cheiram.
Têm mãos, mas não apalpam; pés têm, mas não andam; nem som algum sai da sua garganta.
A eles se tornem semelhantes os que os fazem, assim como todos os que neles confiam." Salmo 115:4-13

"Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento." Mateus 22:37



Conhecendo os elementos da Festa
Árvore de Natal
Já  falamos acima (Isaías 44: 19). Também os ancestrais acreditavam que se podia invocar espíritos de mortos através das árvores (Tal prática pode ser vista livremente no filme de Walt Disney, denominado “Pocahontas”, que por sinal significa “espírito invocado do abismo”).
"Não plantarás nenhuma árvore como asera, ao pé do altar do Senhor teu Deus, que fizeres,"

ou, em outra versão:
“Não estabelecerás poste-ídolo, plantando qualquer árvore junto ao altar do Senhor teu Deus que fizeres para ti.” (Deuteronômio 16:21)

Guirlandas
São memorial de consagração. Parece estúpido, mas é verdade. Em grego é stephano, em latim corona. Podem ser entendidas como enfeites, oferendas, ofertas para funerais, celebração memorial aos deuses, à vitalidade do mundo vegetal, celebração nos esportes, celebração das vítimas que eram sacrificadas aos deuses pagãos. Para tudo isso serviam as guirlandas.

Essas coroas verdes que colocávamos nas portas da nossa casa significam um adorno de chamamento e legalidade de entrada de deuses. Elas ficam nas portas porque são as boas vindas, lugar de entrada. São um símbolo relacionado ao deus Apolo, trazem honra a Zeus, homenageiam a Demeter que em latim é Ceres, ou seja, Semírames, a mãe de Tamuz, mãe e esposa de Ninrode. Era um cerimonial oferecido a Ninrode, Semírames e Tamuz. E onde elas estão? Na porta das casas, das lojas, dos consultórios. Também reproduz a idéia da virgem que dará à luz um filho e essa virgem se apresenta com a guirlanda na sua cabeça e a espiga de milho na sua mão, dando sinal de fertilidade. No Egito aparece como Ísis e Osíris, na Índia como Isva e Isvra, na Ásia como Cibele e Dionísio, em Roma como Fortuna e Júpiter, na Grécia como Irene e Plutos, e na Babilônia como Semírames e Ninrode; todos eles exigiam as guirlandas. Aparecem também como sinal de reverência a Frígio da agricultura, ou seja, Sabázio, um deus a quem os alimentos são consagrados.
Não há uma só conotação em relação ao nascimento de Jesus. A Bíblia nunca anunciou que Jesus pede guirlandas, ou que tenha recebido guirlandas no seu nascimento, porque em Israel já era sabido que fazia parte de um ritual pagão. Só existe uma guirlanda na Bíblia e esta foi feita por Roma, para colocar na cabeça de Jesus no dia da sua morte. Não há outra guirlanda, a não ser esta de espinhos, feita como símbolo de escárnio.

Duendes ou gnomos
São ligados à imagem do Papai Noel (veja abaixo).

São os ajudantes do bom velhinho. Segundo o dicionário Aurélio, a palavra “duende ou gnomo” refere-se a espíritos feios e de baixa estatura, que surgem e habitam debaixo da terra, onde escondem seus tesouros. Também têm sua imagem intimamente ligado ao uso de drogas e fumos. Habitam nas florestas, em árvores ou debaixo da terra, e aprontam com qualquer pessoas que adentra em seus territórios. 

Espíritos feios que habitam debaixo da terra, influenciam o uso de drogas e ainda aprontam com os “intrusos”… Preciso falar mais alguma coisa para percebermos do que estamos tratando?



Papai Noel
Papai Noel não é um santo, é um ídolo. Você só tem um papai que é Deus. Não podemos receber Noel no lugar de Deus! Nós só temos um Pai espiritual. A Enciclopédia Britânica, 11ª edição, vol. 19, pg. 648-649 diz: “São Nicolau, bispo católico do século V; Bispo de Mira, santo venerado pelos gregos e latinos em dezembro… conta-se a lenda segundo a qual presenteava ocultamente três filhas de um homem muito pobre… deu origem ao costume de dar presentes em secreto na véspera do dia de São Nicolau (6 de dezembro), data que depois foi transferida para o Natal”. Daí a associação do Natal a São Nicolau. Esta figura foi canonizada para roubar a adoração. Qualquer ídolo está relacionado a vaidade.

O objetivo principal das trevas é arrancar a nossa visão de Cristo e trazer figuras de substituição, fazer crescer no coração do povo uma visão errada do que é Reino de Deus. Há uma mistura do hedonismo com idolatria. O hedonismo é aquilo que está ligado ao glutônico, à sedução ambiental, àquilo que traz prazer pela indumentária. 

Como alguém pode aceitar uma estória que fala sobre um velhinho que sai numa noite só por todo o mundo, de casa em casa, entregando presentes? E se você sabe que Papai Noel não existe, que é só brincadeirinha, por que faz tudo o que exige o ritual do Natal? Por que ilude seus filhos com essa estória? Por que permite que uma mentira se torne realidade em sua casa? “Como o louco que atira tições, flechas, e morte, assim é o homem que engana o seu próximo, e diz: fiz isso por brincadeira.” (Provérbios 26:18-19)

Características da festa dos Solstícios
Preste atenção nas características da festa dos solstícios e veja que não há igualdade alguma com as festas do Senhor.

• Glutonaria
Um grande banquete deveria ser feito. A glutonaria era tão estimulada nessas festas que já existia um lugar reservado para vomitar. As pessoas comiam, comiam, vomitavam e voltavam a comer. O que acontece hoje? Todas as famílias têm que fazer uma ceia. E por que comer e beber? Porque é sinal de aliança. O banquete dos solstícios tinha início à meia noite. A que horas começa a ceia do Natal? Meia noite também. Celebrar o Natal com banquetes é dizer que está fazendo aliança com Talmuz, com Ninrode e os deuses da Babilônia. Não podemos participar da bênção e da maldição. ( I Coríntios 10:6-14 )
• Confusão de identidade
Há uma confusão do verdadeiro objetivo. Noel muda de figura e aparece em fevereiro como Rei Momo; é o mesmo demônio com a mesma raiz. É um ritual onde o prefeito entrega para esse principado a chave da cidade dizendo que naqueles dias ele pode reinar. Declaramos que a herança babilônica de confusão de identidade não vai permanecer na nossa geração. Um dos rituais do Carnaval é mudar a imagem: homens se vestem de mulher, de bichos, mulheres se vestem de homem, etc. Confundem a sua identidade; se vestem de animais misturando a visão da divindade e exaltando a criação, não o Criador. A festa dos solstícios exigia que o homem se transfigurasse e de igual modo as mulheres, trazendo a confusão de identidade, onde o lema era: ninguém é de ninguém. A mesma frase é usada hoje no Carnaval.

• Exaltação a deuses
Tudo tem um propósito e as festas pagãs têm o objetivo de adorar deuses falsos. Hoje no Natal qual é o deus que aparece? Um deus impotente, um deus menino. Só que Jesus já cresceu, já morreu, já ressuscitou e vai voltar para buscar sua noiva. Quem está olhando para baixo, contemplando um menino vai estar distraído e não perceberá a volta do Senhor Jesus. É claro que estamos falando de um retrato espiritual.

• Culto à sensualidade
A festa dos solstícios tinha a intenção de mostrar a sensualidade dos seus participantes, chamar a atenção pela beleza exposta. As vitrines da cidade hoje não oferecem uma roupa digna de uma festa “religiosa”. Por quê? Porque o ritual da festa exige sensualidade. Infelizmente, esse contexto se faz presente entre nós.

• Consagração da orgia liberada dentro do templo
O lema era: carne liberada – sarkós – a sensualidade já tinha sido efetivada e, no altar consagrado aos deuses, eram realizadas orgias sexuais. Eles diziam que era um nível de consagração à fertilidade. A deusa da fertilidade era a deusa casada com o sol, um casamento entre Íris e Osíris. Era a liberação da carne em cem por cento. O princípio era agir pelo curso do desejo, fazer o que quiser. Sabendo que a humanidade iria absorver isso, o paganismo romano casou Jesus com uma imoralidade dessas.
A ideia central do paganismo era incutir na cabeça dos fiéis a ideia de que Jesus era esse sol que tinha chegado. Tertuliano, um teólogo católico, levantou-se no segundo século e disse: Jesus não é deus sol e o sol não é o deus dos cristãos. O Deus dos cristãos foi aquele que criou o sol; a criatura e a criação não têm poder sobre o Criador. Por isso protestamos: o Natal está casado com o paganismo. Uma aliança feita entre “Jesus” e o deus sol tem o nosso protesto. Você também pode protestar contra isso. Augustinho disse: “Claramente afirmo que esse comportamento é herético. Os cristãos não têm a ver com o deus sol e a festa dos solstícios.” Orígenes disse que “Jesus não é faraó para receber honra natalícia.”
Cristo como deus sol é um absurdo. Ele é Criador! “Ele (Jesus) é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda criação; pois nele foram criadas todas as coisas, nos céus e na terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam soberanias, quer principados, quer potestades. Tudo foi criado por meio dele e para ele. Ele é antes de todas as coisas; nele tudo subsiste. Ele é a cabeça do corpo, a Igreja. Ele é o princípio, o primogênito dentre os mortos, para em todas as coisas ter a primazia, porque aprouve a Deus que nele residisse toda plenitude.” (Colossenses 1:15-19). Jesus criou todas as coisas, inclusive o sol. Ele é o sol da justiça, não o deus sol.


Aqui eu Aprendi!

4 comentários:

  1. A paz do senhor amado,vi visitar e já estou te seguindo ,parabéns pelo blog e a matéria muito instrutiva ,deus continue te abençoando!
    Se quiser fazer uma visita no meu blog ficarei feliz com sua presença;
    http://lendoaprendendoevivendo.blogspot.com.br/

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  2. Muito esclarecedor este artigo. Vou divulgar no meu blog e nas redes sociais.

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  3. Eu já tinha ouvido falar sobre o significado do natal, mas verdadeiramente aqui eu aprendi com riquezas de detalhes. Parabéns pela postagem PR Ismael.
    Aproveitando esta oportunidade estou seguindo este blog abençoado através do meu blog “Graça e Amor” http://gracaeamor.blogspot.com.br/

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