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segunda-feira, 17 de abril de 2017

A construção do Terceiro Templo - O Anticristo

A construção do Terceiro Templo e sua ligação com o Anticristo

A Bíblia claramente ensina que um novo templo - O Terceiro Templo - será construído no futuro. O primeiro templo foi o que Salomão construiu, destruído em 586 a.C. O Segundo Templo (516 a.C a 70 d.C) foi construído depois que os judeus voltaram do cativeiro babilônico. A plataforma em que se sentou foi grandemente expandida e embelezada pelo rei Herodes, assim como o próprio templo, mas como os sacrifícios nunca foram interrompidos durante esta renovação e expansão, o novo templo ainda era considerado o Segundo Templo.
F
O Terceiro Templo existirá durante a Grande Tribulação. Daniel refere-se a este templo quando diz que "o príncipe que há de vir" (o Anticristo) entrará nele e parará os sacrifícios no meio da Tribulação (Daniel 9:27). O apóstolo Paulo menciona isso quando declara que o "homem da iniquidade" profanará o templo entrando nele e se declarando Deus (2 Tessalonicenses 2: 3-4). O Terceiro Templo também é mencionado no livro de Apocalipse quando João é instruído a medi-lo - uma maneira simbólica de dizer-lhe para avaliar sua condição espiritual (Apocalipse 11: 1-2). Isso levanta a questão de quando exatamente o templo será reconstruído?

A Bíblia não revela a resposta a esta pergunta. Tudo o que diz com certeza é que o templo estará em existência quando o Anticristo se revelar (2 Tessalonicenses 2: 3-4), e isso estará no meio da Tribulação (Daniel 9:27). Uma vez que este será apenas três anos e meio na Tribulação, muitos concluíram que o templo provavelmente será reconstruído antes da Tribulação começa, porque como um edifício tão magnífico poderia ser construído em tão curto período de tempo?

Mas esta conclusão negligencia o fato de que o templo pode ser literalmente ressuscitado durante a noite! Isso porque os judeus planejam erguer um templo de tenda como o Tabernáculo de Moisés, e estão prontos para fazê-lo a qualquer momento. Tudo foi preparado. Uma vez que este templo temporário é colocado, eles vão retomar os sacrifícios e, em seguida, começar a construir uma estrutura mais permanente ao redor e acima do temporário.

Atualmente existem dois grandes obstáculos à reconstrução do Terceiro Templo. Um pertence à sua localização. O próximo templo só pode ser construído onde os dois templos anteriores estavam, o Santo dos Santos deve estar no local exato. Mas ninguém sabe com certeza onde os templos anteriores estavam localizados no Monte do Templo. A maioria dos estudiosos acreditam que eles estavam onde a Cúpula da Rocha está atualmente. Essa conclusão pode estar errada, mas não há como provar a localização exata sem realizar escavações arqueológicas no Monte do Templo, algo que atualmente é proibido pelos muçulmanos. Se o Terceiro Templo deve ser construído onde a Cúpula da Rocha está agora, então essa estrutura muçulmana deve primeiro ser removida pelo Homem ou Deus. Poderia, naturalmente, ser queimado ao chão por um sabotador, ou poderia ser destruído por um terremoto.

O segundo obstáculo é a atitude do povo judeu e seus líderes. Atualmente, não há desejo entre eles de construir um terceiro templo. O israelita médio é muito secular. Ele sabe que qualquer tentativa de construir um terceiro templo resultaria numa guerra imediata com os muçulmanos. Apenas um punhado de judeus ultraortodoxos têm uma paixão pelo Terceiro Templo. Foram eles que fizeram todos os preparativos. Mas eles não têm apoio popular. Algo terá de acontecer para criar uma onda de orgulho nacionalista que exigirá um novo templo. Este evento catalisador poderia ser a descoberta da Arca da Aliança.

Há uma possibilidade distinta que os templos antigos não foram localizados onde a Cúpula da Rocha atualmente se senta. Há forte evidência de que sua localização estava ao norte da Cúpula e que o altar sacrificial dentro da Cúpula era o que Salomão construiu "no meio da corte" para lidar com os milhares de sacrifícios especiais que ele ofereceu ao Senhor no dia em que o Primeiro Templo foi dedicado (2 Crônicas 7: 7). Se for assim, então o Terceiro Templo poderia ser construído ao norte da Cúpula da Rocha, colocando a Cúpula na Corte dos Gentios. Esta pode ser a solução que o Anticristo apresentará quando negociar a paz entre os judeus e os árabes (Daniel 9:27).

Para resumir, definitivamente haverá um terceiro templo. É muito provável que seja erguido no início da Tribulação sob a forma de um templo de tenda, como o Tabernáculo de Moisés. Uma estrutura mais permanente será construída em torno e acima dela. O Anticristo profanará este templo no meio da Tribulação.

O Terceiro Templo será destruído na Segunda Vinda de Jesus. O grande terremoto naquele tempo mudará radicalmente a topografia de Jerusalém e de toda a terra (Apocalipse 6: 12-17). Em Jerusalém resultará na provisão de uma área de nível muito grande onde o Templo Milenar será construído. Este é o templo do qual Jesus reinará sobre toda a terra. É descrito em detalhes em Ezequiel 40-46.

****
Deus nos abençoe e nos ajude a permanecermos fieis até a volta de Cristo.

Autor Dr. David R. Reagan

Fonte: A Tenda na Rocha - Wilma Rejane

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Arqueologia - Inscrição Islâmica reconhece ligação de Judeus com Monte Moriá

Inscrição islâmica milenar reconhece ligação de judeus com Monte do Templo, em Israel

Inscrição islâmica da Mesquita de Umar, em Nuba. (Foto: Jerusalém Post)
A inscrição da mesquita de Umar, em Nuba se refere ao local do Monte do Templo, como "a rocha do Bayt al-Maqdis" ("O Templo Sagrado") - uma tradução literal do termo hebraico para o templo de Jerusalém.

Uma inscrição encontrada recentemente em uma mesquita, perto de Hebrom (Israel) oferece uma visão sobre como, até meados do século 20, o mundo muçulmano considerou a Cúpula da Dourada de Jerusalém (ou "Cúpula da Rocha") como a sucessora de dois antigos santuários judaicos que antigamente estiveram no topo do Monte do Templo, como já citado na Bíblia.

A inscrição da mesquita de Umar, em Nuba (uma aldeia situada a quase 26 quilômetros a sudoeste de Jerusalém), menciona a vila como uma doação para a Cúpula e a Mesquita Al-Aqsa. Mas o que é impressionante é que a Cúpula da Rocha é referida no texto como "a rocha do Bayt al-Maqdis" ("O Templo Sagrado") - uma tradução literal do termo hebraico para o templo de Jerusalém que os primeiros muçulmanos usaram para se referir a Jerusalém como um todo, e ao santuário da Cúpula Dourada em particular.

A tradição local atribuiu a construção da mesquita ao Califa Umar ibn al-Khattab. Sob sua regência os exércitos árabes conquistaram Jerusalém e o resto da Palestina bizantina em meados do século VII. Foi sob o seu eventual sucessor Abd al-Malik, o quinto califa, que a construção da mesquita foi concluída em 691 d.C..

O bloco de calcário no qual o manuscrito foi esculpido está acima do 'mihra'b da mesquita (o nicho apontando para Meca), e diz: "Em nome de Deus, o misericordioso, o compassivo, este território, Nuba, e todos os seus limites e toda a sua área, são uma doação à rocha de Bayt al-Maqdis e à mesquita de Al-Aqsa, como foi dedicado pelo comandante do fiel, Umar ibn al-Khattab para a glória de Allah".

Dois eruditos muçulmanos que anteriormente descreveram a inscrição, a atribuíram ao século VII, o tempo de Umar. Mas os pesquisadores israelenses, que apresentaram suas descobertas durante uma conferência sobre a arqueologia de Jerusalém na semana passada, a dataram nos séculos IX ou X, baseando-se na ortografia e formulação da escrita árabe comparadas às inscrições dedicatórias das mesquitas em Ramle e Bani Naim.

Garotos Judeus olham para o Monte do Templo e Muro das Lamentações, em Jerusalém. (Foto: Reuters)

Histórico negado

Em duas resoluções recentemente votadas na UNESCO (ONU), os laços dos judeus com o Monte do Templo foram negados e o local irá passar a ser oficialmente chamado apenas por seus nomes muçulmanos "Mesquita Al-Aqsa / Al-Haram Al-Sharif".

As decisões foram duramente criticadas pelo primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, que as chamou de "teatro do absurdo".

"Obviamente, eles nunca leram a Bíblia", disse o governante na época. "Mas gostaria de aconselhar os membros da UNESCO a visitarem o Arco de Tito, em Roma, onde eles podem ver o que os romanos levaram para lá, depois de terem destruído e saqueado o Monte do Templo há dois mil anos. É possível ver gravado no arco o menorah de sete braços, que é o símbolo do povo judeu, bem como o símbolo do Estado judaico hoje".

"Certamente a UNESCO vai dizer que o imperador Tito era uma parte da propaganda sionista", acrescentou.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO JERUSALÉM POST


Aqui eu Aprendi!

terça-feira, 25 de outubro de 2016

UNESCO nega "qualquer ligação" dos Judeus com o Monte do Templo

O primeiro-ministro de Israel Benjamin Netanyahu respondeu à decisão, com críticas.

"Obviamente, eles nunca leram a Bíblia"

"Dizer que Israel não tem conexão com o Monte do Templo e Muro das Lamentações é como dizer que a China não tem conexão com a Grande Muralha da China ou que o Egito não tem conexão com as pirâmides. Com esta decisão absurda, a UNESCO perdeu o pouco de legitimidade que alguma vez já teve. No entanto, acredito que a verdade histórica vai prevalecer".

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) anunciou em 13/10/2016 - quinta-feira - que o Monte do Templo, em Jerusalém, “não tem ligação” com os judeus.

A resolução associa somente nomes muçulmanos aos locais sagrados da Cidade Antiga. Vinte e quatro países-membros assinaram o documento e 26 se abstiveram. Apenas EUA, Reino Unido, Lituânia, Holanda, Estônia e Alemanha votaram contra.

A determinação foi concluída durante um encontro em Paris, reiterando uma votação similar realizada em abril.  Ao desconsiderar os laços históricos do local, a ONU virtualmente entrega o Muro Ocidental [Muro das Lamentações] aos palestinos.

A decisão foi classificada por Israel como “antissemita e absurda”, sendo severamente criticada pelo que chama de “abusos provocativos que violam a santidade e a integridade” da área.

Esse é um duro golpe diplomático contra Israel, que podia ser antecipado após a decisão no ano passado da UNESCO entregando dois locais sagrados para os judeus ao controle de muçulmanos.

O Túmulo de Raquel, perto de Belém, e a Caverna dos Patriarcas em Hebrom, estão desde outubro de 2015 na mão dos palestinos. Na ocasião, a proposta incluía o Muro das Lamentações, considerando-o uma extensão da mesquita de al-Aqsa. Contudo, foi retirado da proposta final por pressão de países aliados de Israel. Um ano depois, a proposta foi aceita.

De acordo com o jornal Ynet News, o Ministério israelense das Relações Exteriores entregou um panfleto mostrando a inegável conexão histórica dos judeus com Jerusalém. Ele foi distribuído a todos os 120 delegados permanentes da UNESCO cujos países têm relações diplomáticas com Israel.

Fugindo da tradição, Israel buscou a ajuda inclusive da Santa Sé, argumentando que isso também iria prejudicar os cristãos. O Vaticano não se manifestou oficialmente.

Os representantes da Palestina estão buscando, entre outras coisas, nomear um observador permanente da UNESCO em Jerusalém. O objetivo seria forçar a condenação das atividades israelenses em territórios disputados.

A julgar pela decisão de hoje, a ONU acabará cedendo à pressão e intervindo em território israelense, forçando o reconhecimento da Palestina como Estado independente, cuja capital seria Jerusalém Ocidental.

Prime Minister Benjamin Netanyahu (Photo: Ohad Zwigenberg)
“Obviamente, eles nunca leram a Bíblia”

O primeiro-ministro de Israel Benjamin Netanyahu protestou contra a decisão da ONU. “O teatro do absurdo continua com a UNESCO. Hoje, a organização tomou sua decisão mais bizarra, dizendo o povo de Israel não possui nenhuma ligação com o Monte do Templo e o Muro das Lamentações. Obviamente, eles nunca leram a Bíblia”, disparou.

Foi mais incisivo, pedindo: “gostaria de aconselhar os membros da UNESCO que visitem o Arco de Tito, em Roma, onde poderão ver o que os romanos levaram para Roma após terem destruído e saqueado o Monte do Templo dois mil anos atrás. Poderão ver gravado no Arco, o menorah de sete braços, que é o símbolo do povo judeu, bem como o símbolo do Estado judaico hoje.”

Cumprimento profético

O Conselho Executivo da UNESCO tem 58 países membros. A maioria deles é de nações muçulmanas, o que garante o apoio aos palestinos. Como a Palestina não é reconhecida como nação e tampouco é membro da comissão, seis Estados árabes apresentaram a proposta em nome dos palestinos: Argélia, Egito, Kuwait, Marrocos, Tunísia e Emirados Árabes Unidos.

Segundo o documento, o Muro das Lamentações passaria a se chamar Al-Buraq Plaza. Buraq é o nome do cavalo alado que teria levado Maomé em sua viagem mística a Jerusalém. Também faria parte desse “complexo palestino” a Porta de Mughrabi, que dá acesso ao local.

Também pedem “ações” da ONU contra o que denominam “a capital ocupada da Palestina”.

Em outras palavras, conseguiriam ampliar o domínio palestino justamente no local mais sagrado para o judaísmo. Ao mesmo tempo, forçariam o reconhecimento que a Autoridade Palestina tem direito a parte Oriental de Jerusalém, conquistada por Israel na Guerra de 1967.

A Esplanada das Mesquitas é o terceiro lugar mais sagrado do islã e a Jordânia tem a custódia deste santuário, segundo o tratado de paz entre ambos países de 1994. Segundo a Bíblia e a arqueologia, é nesse local, no alto no Monte Moriá, que ficava o templo de Salomão e posteriormente foi edificado o Segundo Templo, pelo governador romano Herodes.

Os incidentes e a luta pelo Templo se reascenderam no último ano, após os sucessivos anúncios por parte de judeus religiosos que estaria tudo pronto para a construção do Terceiro Templo no local.

Os judeus veem a reconstrução do Templo como parte do cumprimento das profecias do Antigo Testamento e anúncio da vinda do Messias.

Protestos em Israel contra voto do Brasil na UNESCO

Na quinta-feira (20/10), vários pastores evangélicos, acompanhado de um grupo de turistas vindos do Brasil fizeram uma manifestação em frente à Embaixada do Brasil no país, em Tel Aviv.

Era um protesto contra o voto do Brasil na Agência da ONU para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) que negava qualquer ligação dos judeus com o Monte do Templo.

O resultado final gerou revolta em organizações judaicas e cristãs no mundo todo. Por causa disso, os pastores evangélicos que foram a Israel para a festa judaica de Sucot [Tabernáculos] decidiram vocalizar sua insatisfação diante da embaixada.

ICEJ 2016 Festa dos Tabernáculos 
mostrando apoio cristã internacional para Israel
(Foto Vimeo Screenshot)
O apoio a Israel

Milhares de cristãos, vindos de mais de 90 nações, chegaram a Jerusalém para celebrar o Sucot, também conhecido como Festa dos Tabernáculos. Para muitos essa era uma resposta “profética” de que apesar das decisões dos seus governos, eles continuariam ao lado do povo judeu.

A Embaixada Cristã Internacional de Jerusalém realizou a 37ª anual Festa dos Tabernáculos para Cristãos, que inclui conferências e cultos de adoração. Segundo eles, a reunião é um claro cumprimento da profecia descrita em Zacarias 14:16.

As comemorações duraram uma semana – 16 a 21 de outubro – e foram marcadas pela manifestação de total apoio dos cristãos a Israel.

Segundo a tradição judaica, o Sucot tem um significado para todas as nações do mundo. Nos tempos bíblicos, 70 touros eram trazidos para serem sacrificados no Templo. O número representava o que seria o mundo conhecido na época: 70 nações.

A celebrações desse ano contou com dezenas de parlamentares cristãos pró-Israel e funcionários do governo de mais de vinte países. A Embaixada Cristã afirmou que 2016 teve um número recorde de peregrinos vindos da China e de países de língua espanhola, confirmando a tendência dos últimos anos do aumento de fluxo da América Latina e da Ásia.

O tema esse ano foi “Todas as famílias”, referindo-se à família espiritual que identifica sua linhagem até o patriarca Abraão, chamado de “pai de nações”. O número estimado de participantes passou de cinco mil.

Fonte: Gospel_Prime 
Aqui eu Aprendi!

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Descendentes de Davi e o direito ao Monte do Templo

Descendentes do rei Davi vão à Justiça para reaver posse do Monte do Templo, em Jerusalém

A iniciativa que convoca os judeus de todo o mundo para colaborar com a reconstrução do Templo em Jerusalém não é a única envolvendo o Monte da cidade mais importante para as três principais religiões do planeta: um grupo descendente de Davi moveu uma ação na Justiça para reaver a propriedade do terreno.

Os professores Boruch Fishman e Israel Aurbach fizeram um trabalho de pesquisa sobre a genealogia do rei Davi e listou todos os seus descendentes do sexo masculino. Com esse trabalho documentado, Fischman criou uma entidade legal para representar todos esses descendentes, chamada Canfei Nesharim L’Maan Hakahal (“Asas de Águia para a Assembleia”, em tradução livre), segundo informações do Israel Breaking News.

Atendo-se a um fato histórico, os professores argumentam que Davi comprou o terreno onde o Templo original seria erguido, e diante disso, o Monte deveria ser transferido a seus descendentes como herança.

A lógica é aprofundada com uma explicação sociocultural a respeito das propriedades de terra em Israel. O advogado da entidade, Baruch Ben Yosef, explica que o Monte do Templo não foi registrado pela Autoridade da Terra de Israel, abrindo uma brecha jurídica: “O fato de hoje o Monte do Templo estar sob a autoridade do Waqf [islâmicos] ou da Jordânia não dá um direito legal à propriedade”, pontuou.

Yosef destaca que menos de 10% do território de Israel são formados por propriedades privadas. Pouco mais de 90% é propriedade do governo, tendo seus registros no Fundo Nacional Judaico e na Administração das Terras de Israel.

Dessa forma, quando uma propriedade é comprada em Israel, ela deve ser registrada nessas autoridades. O Monte do Templo não consta como uma propriedade listada nessas entidades, o que reforça o argumento de que é uma herança dos descendentes de Davi.

“Uma vez sendo propriedade privada, as pessoas que são da linhagem do rei Davi têm uma reivindicação legal. Entretanto, a Autoridade da Terra de Israel não vai fazer nada sem uma ordem judicial do Supremo Tribunal”, prevê o advogado.

Atualmente, o Monte do Templo em Jerusalém é ocupado pela mesquita Al-Aqsa (foto), conhecida por seu domo dourado. O controle da área está com as Forças Armadas da Jordânia, que regulam o acesso ao local.

O Instituto do Templo, uma entidade formada por judeus ultra ortodoxos têm planos para reerguer o templo construído pelo rei Salomão e destruído em 586 a.C. O segundo, construído 51 anos depois, foi destruído no ano 70 d.C. pelos romanos.

Fonte: Gospel+ internacional 


Sugestão de Leitura:
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domingo, 28 de agosto de 2016

Reconstrução do Templo em Jerusalém - Apocalipse

Convocação a judeus de todo o mundo para reconstrução do Templo em Jerusalém é vista como sinal do Apocalipse

Uma entidade judaica lançou uma campanha mundial para convocar os judeus para reconstruírem o Templo de Salomão, no monte em Jerusalém onde hoje existe a mesquita Al-Aqsa, uma das mais importantes do islamismo.

O segundo Templo judaico erguido no local foi destruído há quase dois mil anos, durante a ocupação romana. Para os judeus, os dois milênios sem o templo que foi construído de acordo com ordens específicas de Deus são um tempo de lamentação, e até os casamentos judaicos fazem menção a esse fato, quando na cerimônia o noivo quebra com o pé uma taca envolta em um pano, lembrando a destruição da edificação.

A construção do terceiro é associada, no cristianismo, às revelações do Apocalipse e segundo muitos teólogos, representaria a aproximação com o início da Grande Tribulação e o surgimento do anticristo.

O responsável pelos planos de reconstrução é o Instituto do Templo, que vem, ao longo dos anos, arrecadando valores para financiar a obra, além de refazer todos os objetos ritualísticos, como por exemplo, a menorá de ouro, o incensário e o novo véu, feito para ser posto na entrada do santo dos santos. Somente a menorá consumiu 90 quilos de ouro e custou R$ 3,2 milhões.

Na nova campanha de convocação a todos os judeus do mundo, o Instituto do Templo aproveitou a proximidade da celebração do Tisha B’Av, que lembra a destruição do segundo templo pelos romanos, no ano 70 d. C.

“O nosso objetivo é de despertar a consciência do povo judeu e de toda a humanidade para o papel central que o santo Templo representa para a vida da humanidade”, disse Chaim Richman, rabino cofundador do Instituto sediado em Jerusalém.

Contexto
A reconstrução do Templo de Salomão no monte em Jerusalém pode desencadear uma verdadeira guerra, afinal, atualmente o espaço é ocupado pelos muçulmanos e controlado pelo exército da Jordânia.

Alheios a isso, os judeus ortodoxos do Instituto querem reerguer o principal símbolo de sua religião, e acreditam, inclusive, que com a demolição da mesquita Al-Aqsa podem encontrar a Arca da Aliança em túneis que existiam sob o primeiro Templo e que hoje estão soterrados.

O primeiro-ministro de Israel afirmou, em dezembro de 2015, que o país poderia facilmente demolir a mesquita, mas não queria fazer isso com confronto. No entanto, posteriormente o ministro da Habitação, Uri Ariel, voltou ao assunto e disse que um templo judaico seria construído no local.

O Instituto intensificou seus preparativos após o nascimento de uma novilha vermelha, fato que não ocorria em Israel desde o ano em que o segundo templo foi destruído. As cinzas desse animal são necessárias para um ritual de purificação dos sacerdotes.

“Na verdade, o destino de todo o mundo depende da novilha vermelha, pois suas cinzas são o único ingrediente que falta para o restabelecimento da pureza, e portanto a reconstrução do Templo Sagrado”, disse um membro do Instituto do Templo. O animal representa, ainda, no contexto atual, a chegada do Messias para os judeus.

Aparentemente, todo o projeto para a reconstrução do templo está pronto. Uma maquete virtual foi apresentada tempos atrás, com detalhes. Chaim lembrou que “um terço de todos os mandamentos da Torá dizem respeito à construção do serviço no Templo Sagrado”, explicando a importância da edificação para a religião. Ele também lamentou que, por conta da inexistência do templo, os ritos judaicos estão incompletos: “Hoje, não apenas lamentamos a destruição dos dois Templos Sagrados, mas também nossa incapacidade de cumprir um terço da Torá”.

Hoje, no local, resta apenas uma parte do muro que guardava os templos destruídos, e o local é o famoso Muro das Lamentações, onde judeus vão fazer suas orações, e turistas, suas fotos.

Desde 1967 os judeus são proibidos de fazer orações no local. Na época, após a Guerra dos Seis Dias, Israel retomou o controle de Jerusalém, mas teve que concordar com a entrega do controle do Monte à Jordânia, para impedir que a mesquita fosse destruída. Recentemente, em prevenção a conflitos religiosos, Israel proibiu que homens muçulmanos com idades entre 16 e 60 anos acessassem o local.

O Apocalipse
A construção do Terceiro Templo é descrita no Apocalipse como um dos eventos que caracterizarão o reinado do anticristo, já na Grande Tribulação.

Uma linha interpretativa da escatologia cristã vê a reconstrução do templo em Jerusalém como a condição determinante para o surgimento do anticristo, conforme a interpretação da profecia do capítulo 9 de Daniel.

Outra corrente entende que a reconstrução só acontecerá após o arrebatamento da Igreja, durante a Grande Tribulação, enquanto uma terceira acredita que o templo só será reconstruído durante o reino milenar de Cristo na Terra.

Vejamos o vídeo  (para ouvir vá ao topo da pagina e dê pausa na rádio gospel)


Fonte: Gospel+ notícias mundo cristão
por Tiago chagas

Sugestão de leitura:
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quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

O Terceiro Templo em Jerusalém


A PREPARAÇÃO PARA O TERCEIRO TEMPLO

O Arrebatamento da Igreja é o próximo evento importante na cronologia de Deus relacionada às atividades proféticas. Já não há mais profecias a serem cumpridas antes que ocorra o Arrebatamento. Ele é iminente, isto é, pode acontecer a qualquer momento. Na verdade, não existe nada, a não ser a graça longânima e a misericórdia de Deus, que possa impedi-lo de ocorrer imediatamente.

No entanto, embora não existam sinais para o Arrebatamento, há pelo menos um importante indicador de que ele está próximo, às portas. Esse indicador é a situação em que se encontram os preparativos para o próximo Templo Judeu a ser construído no monte do Templo, em Jerusalém.

O rabino Nachman Kahane, um rabino líder em Jerusalém, nascido em 1937, crê que um Templo será construído no monte do Templo enquanto ele ainda estiver vivo; e ele diz que tudo está pronto para que o Templo seja construído ainda hoje.

O mundo conheceu apenas dois Templos Judeus: o Primeiro, construído no monte do Templo pelo rei Salomão, durou 390 anos, antes que os babilônios o destruíssem no ano 586 a.C. O Segundo, construído depois do Cativeiro na Babilônia, no mesmo local (Esdras 2.68; Esdras 6.7), permaneceu durante 585 anos, antes de ser destruído pelos romanos no ano 70 d.C. O cenário dos tempos do fim na Palavra Profética de Deus anuncia que haverá um Templo Judeu quando o Anticristo reinar sobre o mundo.

O rabino Kahane treinou todos aqueles que estão na liderança desse esforço para a reconstrução; e foram seus alunos que deram início ao Instituto do Templo, em 1987, no bairro judeu na Cidade Velha de Jerusalém. O Instituto tem treinado homens para o serviço no Templo e acumulado todos os implementos necessários para o Templo, inclusive a mesa da proposição, o altar do incenso, e a menorá de ouro. A menorá, atualmente em exposição em frente à praça do Muro Ocidental em Jerusalém, é recoberta com aproximadamente 45 quilos de puro ouro e seu valor é de cerca de 2 milhões de dólares americanos.

Muitos acham que a menorá original, um candelabro com sete hastes, foi levada para Roma depois que o Segundo Templo foi destruído, porque um alto-relevo no Arco de Tito em Roma parece retratar exatamente isso. A menorá original pode ainda estar em Roma. O Instituto do Templo a reconstruiu meticulosamente.

Além disso, o Instituto do Templo também crê saber a localização da Arca da Aliança, que foi vista pela última vez no Templo de Salomão. Dois rabinos e um ativista judeu, todos trabalhando em atividades da reconstrução do Terceiro Templo, dizem já ter estado no local.

Outras atividades

O rabino Yehuda Glick, presidente da Temple Mount Heritage Foundation (Fundação da Herança do Monte do Templo), guia excursões de judeus ao monte do Templo para aumentar a familiaridade com este que é o mais sagrado de todos os sítios judeus, antes que o próximo Templo seja construído. Há alguns anos, ele levou a uma excursão educativa um grupo de 10 soldados pára-quedistas das Forças de Defesa de Israel (FDI). Este foi um marco, por se tratar da primeira vez que tropas da FDI uniformizadas estiveram no monte do Templo em uma década.

Os pára-quedistas, disse o rabino Glick, têm um “relacionamento especial” com o monte do Templo. Eles tomaram aquela elevação para Israel na Guerra dos Seis Dias, em 1967, o que levou à reunificação de Jerusalém.

Embora o monte do Templo seja o mais sagrado sítio do judaísmo, o povo judeu não tem permissão para orar ali, nem para subir nele em grandes grupos, porque ele é controlado pelo Waqf muçulmano. Israel deu ao Waqf o controle como um gesto de boa vontade depois da reunificação da cidade em 1967.

Os Fiéis do Monte de Templo, de Gershon Salomon, têm uma pedra fundamental pronta para quando for dado início à construção. Diz-se que ela foi consagrada com água do poço bíblico de Siloé e cortada com diamantes. O rabino Glick está convocando o povo judeu para se unir e fazer todo esforço possível para visitar esse local sagrado e se concentrar em reconstruir o Templo. Durante vários anos, ele dirigiu os esforços do Instituto do Templo no sentido de se prepararem para a reconstrução.

Perto de Jericó, no vale do rio Jordão, um centro de treinamento educa homens, que crêem ser da tribo de Levi e da família sacerdotal, sobre como servir no próximo Templo. Nos últimos 25 anos esse centro já treinou milhares vindos de todas as partes do mundo. Muitas das vestes sacerdotais estão preparadas e guardadas. O rabino Kahane, que recebeu o primeiro conjunto de vestes sacerdotais, o guarda em seu armário, pronto para ser vestido imediatamente. Foram anos de pesquisa para se confeccionarem essas vestes:
Fibras de linho especiais foram importadas da Índia e muitas viagens ao exterior foram necessárias para se obter as cores corretas para as roupas. Emissários chegaram a ir a Istambul, para comprar os casulos das montanhas, dos quais se extrai o correto tom de carmesim. O segredo do tom certo de azul ficou perdido desde a destruição do Segundo Templo, até que a organização não-lucrativa Ptil Tekhelet o identificou como sendo o murex trunculus, ou hexaplex trunculus, o molusco corante listrado que se encontra nas proximidades do mar Mediterrâneo.[1]
Além disso, as 4.000 harpas necessárias para os levitas tocarem as músicas do Templo, como foi requerido pelo rei Davi em 2 Crônicas 23.5, estão perto de serem completadas pelos artífices da Casa de Harrari.


O rabino Yoel Keren acredita que o Terceiro Templo será construído seguindo os detalhes descritos em Ezequiel 40-46; mas primeiro o povo judeu construirá uma estrutura menos extravagante, como fez quando o Segundo Templo foi edificado 2.500 anos atrás.

O que está por vir

O cenário do final dos tempos na Palavra de Deus exige que um Templo Judeu esteja erigido quando o Anticristo governar o mundo. Ele o profanará e o povo judeu será forçado novamente a deixar o Templo porque se manterá fiel a Deus e se recusará a adorar o Anticristo (Dn 9.27).

Em Seu Sermão no monte das Oliveiras (Mt 24-25), Jesus confirmou a profecia de Daniel. Ele chamou a profanação de “o abominável da desolação” e disse que ela ainda não havia acontecido (Mt 24.15).

Algum dia, o Messias, Jesus, voltará para Jerusalém e construirá Seu Templo nesse pedaço de terra (Zc 1.16; Zc 6.12); e, a partir desse Templo do Milênio, Ele governará o mundo (Zc 6.13). Esse templo é descrito em detalhes vívidos e precisos em Ezequiel 40-46. Nada que tenha sido construído até agora se encaixa na descrição de Ezequiel. Nem o Tabernáculo, nem o Primeiro Templo edificado pelo rei Salomão, nem mesmo o Segundo Templo que foi dedicado por Zorobabel e magnificamente restaurado por Herodes o Grande. Sequer a estrutura desenhada na prancha de projetos de hoje será aquele Templo; essa estrutura será o Templo da Tribulação; que deverá estar em funcionamento na metade do período de sete anos que se denomina “tempo de angústia para Jacó” (Jr 30.7).

Existe um obstáculo principal para a construção do Terceiro Templo: a edificação muçulmana cuja cúpula é coberta de ouro, o Domo da Rocha, que ocupa o monte do Templo. Não é uma mesquita, mas um edifício islâmico.


Algumas pessoas sugerem que um Templo Judeu poderia existir ao lado do Domo da Rocha, ambos partilhando do monte do Templo. Mas, falei com muitos líderes do movimento para a reconstrução que crêem que o Domo da Rocha terá que ser removido. Quando lhes perguntei como eles planejam fazer isso acontecer, disseram que não planejam. Eles pensam deixar esse detalhe para o Messias, mas querem estar prontos para começar a construção quando Ele abrir o caminho.


Você está preparado para o Arrebatamento da Igreja? Se está, viva pura e produtivamente para estar cheio de alegria quando ouvir o glorioso som da trombeta de Deus nos chamando para casa (1Ts 4.15-17). Acordo todas as manhãs com a expectativa de que este será o dia. À luz de tudo o que está acontecendo para a preparação de um Templo Judeu no monte do Templo, faríamos o certo se mantivéssemos nossos ouvidos bem abertos para o brado do Senhor, a voz do arcanjo e o chamado da trombeta de Deus. (Jimmy De Young - Israel My Glory - http://www.chamada.com.br)

Nota: 
  1. Danielle Kubes, “Third temple Preparations Begin with Priestly Garb”, The Jerusalem Post, 1 de julho de 2008, citado pelo Instituto do Templo, www.templeinstitute.org/archive/03-07-08.htm.  

Sugestão leitura:
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