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domingo, 15 de outubro de 2017

' UNESCO: "teatro do absurdo" ' - diz Benjamin Netanyahu

Após EUA, Israel também anuncia saída da Unesco

Benjamin Netanyahu critica UNESCO: “teatro do absurdo”

O governo de Israel também anunciou nesta quinta-feira (12/10) sua saída da Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (UNESCO).

A decisão foi anunciada logo após os Estados Unidos terem comunicado que vão se desligar da agência. Representantes dos dois países acusam a entidade de ter uma postura propositalmente anti-israelense.

O primeiro-ministro de Israel Benjamin Netanyahu pediu que Ministério do Exterior preparasse a retirada oficial. Em nota, ele elogiou a postura do governo Trump: “Essa é uma decisão corajosa e moral, porque a Unesco se tornou um teatro do absurdo. Ao invés de preservar a História, distorce”.

Os EUA já haviam cortado o financiamento à Unesco em 2011, quando o órgão decidir incluir a Autoridade Palestina como membro pleno. Em 2013, Israel perdeu seu direito a voto na Unesco quando suspendeu o repasse de fundos.

O embaixador israelense na Unesco Carmel Shama-Hacohen acredita que a retirada dos Estados Unidos da Unesco é “o início de uma nova era”, e pediu que Netanyahu fizesse a mesma coisa.

Em pronunciamento oficial, argumentou que a Unesco havia se tornado “uma organização absurda, que perdeu seu caminho a favor de considerações políticas de alguns países”.

O embaixador de Israel na ONU, Danny Danon, reiterou que a Unesco era um fórum anti-Israel que já não segue o objetivo inicial. Ele afirmou que a Unesco estava agora “pagando o preço” pelas decisões “vergonhosas” que adotou contra Israel, citando “uma nova era” que se aproxima da ONU, na qual a “discriminação anti-Israel” tem consequências.

A agência das Nações Unidas está em meio a um processo para a escolha de um novo diretor. Nos próximos dias será eleito o sucessor da búlgara Irina Bokova. Os candidatos mais fortes são oriundos do Qatar e do Egito, países islâmicos que devem manter a política de oposição a Israel.

com informações  Times of Israel 

Fonte: GOSPELPRIME

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domingo, 9 de julho de 2017

UNESCO afirma que "Hebrom é patrimônio da Palestina"

UNESCO rasga Bíblia e afirma que Hebrom é “Patrimônio da Palestina”

Cidade Velha de Hebrom e o Túmulo dos Patriarcas são reconhecidamente parte da história judaica

O túmulo dos Patriarcas é o segundo sítio mais sagrado do judaísmo 
e o quarto no Islã  (AFP)
A decisão mais recente da A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) voltou a mostrar como a ONU está dominada pela agenda islâmica.
Em outra decisão controversa, aprovada nesta sexta-feira (07/07/2017), a UNESCO declarou que a Cidade Velha de Hebrom e o Túmulo dos Patriarcas, são Patrimônios Mundiais do Estado da Palestina. Em uma eleição secreta, 12 países votaram a favor da inclusão, três foram contra e seis se abstiveram.
Obviamente, a decisão foi duramente criticada por Israel. Nem mesmo a pressão diplomática exercida pelos EUA teve resultado. Recentemente, a embaixadora americana nas Nações Unidas, Nikki Haley, fez um apelo ao secretário-geral da ONU, António Guterres e à diretora-geral da Unesco, Irina Bokova, para que se opusessem à decisão.
A vice-ministra de Relações Exteriores de Israel Tzipi Hotovely classificou a votação como um “emblema de vergonha para a Unesco, que de tempos em tempos prefere ficar ao lado da mentira”. Já o ministro da Defesa israelense, Avigdor Liberman, repudiou a votação, dizendo que isso revela como a Unesco é uma “organização política, vergonhosa e antissemita”.
Por outro lado, o ministro das Relações Exteriores da Autoridade Nacional Palestina Riyad al-Maliki, comemora: “Essa votação é considerada um sucesso na batalha diplomática que Palestina luta em todas as frentes. Apesar da campanha de Israel, que espalha mentiras, distorções e fatos falsificados sobre os direitos dos palestinos, o mundo aprovou nosso direito de registrar Hebron e a Mesquita de Ibrahim [nome islâmico do local onde Abraão está enterrado] sob a soberania da Palestina e como Patrimônios Mundiais”.
Considerada sagrada para judeus, cristãos e muçulmanos, em Hebron fica a construção conhecida como Túmulo dos Patriarcas, onde segundo a tradição estão sepultados Abraão e Sara, Isaac e Rebeca, Jacó e Lea.
Para as autoridades israelenses, a decisão da UNESCO de classificar a cidade como propriedade “islâmica”, equivale a rasgar a Bíblia, negando os cerca de 4.000 anos de presença judaica na região. Conforme o Livro de Gênesis, ali viveu e foi sepultado Abraão, o pai dos judeus. O próprio termo “hebreu” é uma derivação de Hebrom.
Desde 2011, quando a Palestina foi reconhecida como estado-membro pela Unesco, este é o terceiro Patrimônio Mundial entregue a eles. Os outros foram a Basílica da Natividade e a Terra das Oliveiras e Vinhedos, em Belém. Em maio o Brasil votou junto com os países muçulmanos na resolução da ONU que negava a soberania de Israel sobre Jerusalém.
tentativa islâmica de reescrever a história e usar os povos palestinos para gradativamente retirar de Israel o domínio de sua terra é uma estratégia que vem sendo posta em prática há décadas. 
com informações de Daily Mail  e  BBC

Fonte: GospelPrime
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terça-feira, 15 de novembro de 2016

Arqueologia - Inscrição Islâmica reconhece ligação de Judeus com Monte Moriá

Inscrição islâmica milenar reconhece ligação de judeus com Monte do Templo, em Israel

Inscrição islâmica da Mesquita de Umar, em Nuba. (Foto: Jerusalém Post)
A inscrição da mesquita de Umar, em Nuba se refere ao local do Monte do Templo, como "a rocha do Bayt al-Maqdis" ("O Templo Sagrado") - uma tradução literal do termo hebraico para o templo de Jerusalém.

Uma inscrição encontrada recentemente em uma mesquita, perto de Hebrom (Israel) oferece uma visão sobre como, até meados do século 20, o mundo muçulmano considerou a Cúpula da Dourada de Jerusalém (ou "Cúpula da Rocha") como a sucessora de dois antigos santuários judaicos que antigamente estiveram no topo do Monte do Templo, como já citado na Bíblia.

A inscrição da mesquita de Umar, em Nuba (uma aldeia situada a quase 26 quilômetros a sudoeste de Jerusalém), menciona a vila como uma doação para a Cúpula e a Mesquita Al-Aqsa. Mas o que é impressionante é que a Cúpula da Rocha é referida no texto como "a rocha do Bayt al-Maqdis" ("O Templo Sagrado") - uma tradução literal do termo hebraico para o templo de Jerusalém que os primeiros muçulmanos usaram para se referir a Jerusalém como um todo, e ao santuário da Cúpula Dourada em particular.

A tradição local atribuiu a construção da mesquita ao Califa Umar ibn al-Khattab. Sob sua regência os exércitos árabes conquistaram Jerusalém e o resto da Palestina bizantina em meados do século VII. Foi sob o seu eventual sucessor Abd al-Malik, o quinto califa, que a construção da mesquita foi concluída em 691 d.C..

O bloco de calcário no qual o manuscrito foi esculpido está acima do 'mihra'b da mesquita (o nicho apontando para Meca), e diz: "Em nome de Deus, o misericordioso, o compassivo, este território, Nuba, e todos os seus limites e toda a sua área, são uma doação à rocha de Bayt al-Maqdis e à mesquita de Al-Aqsa, como foi dedicado pelo comandante do fiel, Umar ibn al-Khattab para a glória de Allah".

Dois eruditos muçulmanos que anteriormente descreveram a inscrição, a atribuíram ao século VII, o tempo de Umar. Mas os pesquisadores israelenses, que apresentaram suas descobertas durante uma conferência sobre a arqueologia de Jerusalém na semana passada, a dataram nos séculos IX ou X, baseando-se na ortografia e formulação da escrita árabe comparadas às inscrições dedicatórias das mesquitas em Ramle e Bani Naim.

Garotos Judeus olham para o Monte do Templo e Muro das Lamentações, em Jerusalém. (Foto: Reuters)

Histórico negado

Em duas resoluções recentemente votadas na UNESCO (ONU), os laços dos judeus com o Monte do Templo foram negados e o local irá passar a ser oficialmente chamado apenas por seus nomes muçulmanos "Mesquita Al-Aqsa / Al-Haram Al-Sharif".

As decisões foram duramente criticadas pelo primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, que as chamou de "teatro do absurdo".

"Obviamente, eles nunca leram a Bíblia", disse o governante na época. "Mas gostaria de aconselhar os membros da UNESCO a visitarem o Arco de Tito, em Roma, onde eles podem ver o que os romanos levaram para lá, depois de terem destruído e saqueado o Monte do Templo há dois mil anos. É possível ver gravado no arco o menorah de sete braços, que é o símbolo do povo judeu, bem como o símbolo do Estado judaico hoje".

"Certamente a UNESCO vai dizer que o imperador Tito era uma parte da propaganda sionista", acrescentou.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO JERUSALÉM POST


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terça-feira, 25 de outubro de 2016

UNESCO nega "qualquer ligação" dos Judeus com o Monte do Templo

O primeiro-ministro de Israel Benjamin Netanyahu respondeu à decisão, com críticas.

"Obviamente, eles nunca leram a Bíblia"

"Dizer que Israel não tem conexão com o Monte do Templo e Muro das Lamentações é como dizer que a China não tem conexão com a Grande Muralha da China ou que o Egito não tem conexão com as pirâmides. Com esta decisão absurda, a UNESCO perdeu o pouco de legitimidade que alguma vez já teve. No entanto, acredito que a verdade histórica vai prevalecer".

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) anunciou em 13/10/2016 - quinta-feira - que o Monte do Templo, em Jerusalém, “não tem ligação” com os judeus.

A resolução associa somente nomes muçulmanos aos locais sagrados da Cidade Antiga. Vinte e quatro países-membros assinaram o documento e 26 se abstiveram. Apenas EUA, Reino Unido, Lituânia, Holanda, Estônia e Alemanha votaram contra.

A determinação foi concluída durante um encontro em Paris, reiterando uma votação similar realizada em abril.  Ao desconsiderar os laços históricos do local, a ONU virtualmente entrega o Muro Ocidental [Muro das Lamentações] aos palestinos.

A decisão foi classificada por Israel como “antissemita e absurda”, sendo severamente criticada pelo que chama de “abusos provocativos que violam a santidade e a integridade” da área.

Esse é um duro golpe diplomático contra Israel, que podia ser antecipado após a decisão no ano passado da UNESCO entregando dois locais sagrados para os judeus ao controle de muçulmanos.

O Túmulo de Raquel, perto de Belém, e a Caverna dos Patriarcas em Hebrom, estão desde outubro de 2015 na mão dos palestinos. Na ocasião, a proposta incluía o Muro das Lamentações, considerando-o uma extensão da mesquita de al-Aqsa. Contudo, foi retirado da proposta final por pressão de países aliados de Israel. Um ano depois, a proposta foi aceita.

De acordo com o jornal Ynet News, o Ministério israelense das Relações Exteriores entregou um panfleto mostrando a inegável conexão histórica dos judeus com Jerusalém. Ele foi distribuído a todos os 120 delegados permanentes da UNESCO cujos países têm relações diplomáticas com Israel.

Fugindo da tradição, Israel buscou a ajuda inclusive da Santa Sé, argumentando que isso também iria prejudicar os cristãos. O Vaticano não se manifestou oficialmente.

Os representantes da Palestina estão buscando, entre outras coisas, nomear um observador permanente da UNESCO em Jerusalém. O objetivo seria forçar a condenação das atividades israelenses em territórios disputados.

A julgar pela decisão de hoje, a ONU acabará cedendo à pressão e intervindo em território israelense, forçando o reconhecimento da Palestina como Estado independente, cuja capital seria Jerusalém Ocidental.

Prime Minister Benjamin Netanyahu (Photo: Ohad Zwigenberg)
“Obviamente, eles nunca leram a Bíblia”

O primeiro-ministro de Israel Benjamin Netanyahu protestou contra a decisão da ONU. “O teatro do absurdo continua com a UNESCO. Hoje, a organização tomou sua decisão mais bizarra, dizendo o povo de Israel não possui nenhuma ligação com o Monte do Templo e o Muro das Lamentações. Obviamente, eles nunca leram a Bíblia”, disparou.

Foi mais incisivo, pedindo: “gostaria de aconselhar os membros da UNESCO que visitem o Arco de Tito, em Roma, onde poderão ver o que os romanos levaram para Roma após terem destruído e saqueado o Monte do Templo dois mil anos atrás. Poderão ver gravado no Arco, o menorah de sete braços, que é o símbolo do povo judeu, bem como o símbolo do Estado judaico hoje.”

Cumprimento profético

O Conselho Executivo da UNESCO tem 58 países membros. A maioria deles é de nações muçulmanas, o que garante o apoio aos palestinos. Como a Palestina não é reconhecida como nação e tampouco é membro da comissão, seis Estados árabes apresentaram a proposta em nome dos palestinos: Argélia, Egito, Kuwait, Marrocos, Tunísia e Emirados Árabes Unidos.

Segundo o documento, o Muro das Lamentações passaria a se chamar Al-Buraq Plaza. Buraq é o nome do cavalo alado que teria levado Maomé em sua viagem mística a Jerusalém. Também faria parte desse “complexo palestino” a Porta de Mughrabi, que dá acesso ao local.

Também pedem “ações” da ONU contra o que denominam “a capital ocupada da Palestina”.

Em outras palavras, conseguiriam ampliar o domínio palestino justamente no local mais sagrado para o judaísmo. Ao mesmo tempo, forçariam o reconhecimento que a Autoridade Palestina tem direito a parte Oriental de Jerusalém, conquistada por Israel na Guerra de 1967.

A Esplanada das Mesquitas é o terceiro lugar mais sagrado do islã e a Jordânia tem a custódia deste santuário, segundo o tratado de paz entre ambos países de 1994. Segundo a Bíblia e a arqueologia, é nesse local, no alto no Monte Moriá, que ficava o templo de Salomão e posteriormente foi edificado o Segundo Templo, pelo governador romano Herodes.

Os incidentes e a luta pelo Templo se reascenderam no último ano, após os sucessivos anúncios por parte de judeus religiosos que estaria tudo pronto para a construção do Terceiro Templo no local.

Os judeus veem a reconstrução do Templo como parte do cumprimento das profecias do Antigo Testamento e anúncio da vinda do Messias.

Protestos em Israel contra voto do Brasil na UNESCO

Na quinta-feira (20/10), vários pastores evangélicos, acompanhado de um grupo de turistas vindos do Brasil fizeram uma manifestação em frente à Embaixada do Brasil no país, em Tel Aviv.

Era um protesto contra o voto do Brasil na Agência da ONU para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) que negava qualquer ligação dos judeus com o Monte do Templo.

O resultado final gerou revolta em organizações judaicas e cristãs no mundo todo. Por causa disso, os pastores evangélicos que foram a Israel para a festa judaica de Sucot [Tabernáculos] decidiram vocalizar sua insatisfação diante da embaixada.

ICEJ 2016 Festa dos Tabernáculos 
mostrando apoio cristã internacional para Israel
(Foto Vimeo Screenshot)
O apoio a Israel

Milhares de cristãos, vindos de mais de 90 nações, chegaram a Jerusalém para celebrar o Sucot, também conhecido como Festa dos Tabernáculos. Para muitos essa era uma resposta “profética” de que apesar das decisões dos seus governos, eles continuariam ao lado do povo judeu.

A Embaixada Cristã Internacional de Jerusalém realizou a 37ª anual Festa dos Tabernáculos para Cristãos, que inclui conferências e cultos de adoração. Segundo eles, a reunião é um claro cumprimento da profecia descrita em Zacarias 14:16.

As comemorações duraram uma semana – 16 a 21 de outubro – e foram marcadas pela manifestação de total apoio dos cristãos a Israel.

Segundo a tradição judaica, o Sucot tem um significado para todas as nações do mundo. Nos tempos bíblicos, 70 touros eram trazidos para serem sacrificados no Templo. O número representava o que seria o mundo conhecido na época: 70 nações.

A celebrações desse ano contou com dezenas de parlamentares cristãos pró-Israel e funcionários do governo de mais de vinte países. A Embaixada Cristã afirmou que 2016 teve um número recorde de peregrinos vindos da China e de países de língua espanhola, confirmando a tendência dos últimos anos do aumento de fluxo da América Latina e da Ásia.

O tema esse ano foi “Todas as famílias”, referindo-se à família espiritual que identifica sua linhagem até o patriarca Abraão, chamado de “pai de nações”. O número estimado de participantes passou de cinco mil.

Fonte: Gospel_Prime 
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quarta-feira, 9 de março de 2016

Antigo Testamento, um "Tesouro Mundial"

Antigo Testamento é reconhecido pela UNESCO como "Tesouro Mundial"

Exemplar é a cópia completa mais antiga da Bíblia Hebraica

A.T é reconhecido pela Unesco como
"tesouro mundial"
Conhecida como “Códice de Alepo”, o manuscrito contendo parte do Antigo Testamento foi escrito por volta do ano 930 depois de Cristo, em Tiberíades, uma cidade costeira perto do mar da Galileia.

Originalmente tinha 487 folhas, mas apenas 294 continuam preservadas. A maior parte do Pentateuco, os primeiros 5 livros da Bíblia, foi perdida, bem como os últimos livros: Eclesiastes, Jô, Ester e Esdras. (uma média de 190 paginas foram perdidas)

Durante séculos ele foi sendo cuidado por diferentes comunidades judaicas, tendo ficado por muito tempo no Egito. Roubado durante as Cruzadas, por volta de 1330, acabou ficando em Alepo, na Síria, onde recebeu o apelido pelo qual é melhor conhecido.

Voltou para Israel em 1958, sendo levado para o Museu do Livro, em Jerusalém em meados dos anos 1980. Continua em exibição no local até hoje.

Depois de anos analisando, a Organização das Nações Unidas para a educação, a ciência e a cultura (UNESCO) finalmente aceitou colocar o livro no Registo da Memória do Mundo.

Oficialmente é um “tesouro mundial”, denominação que recebem algumas das mais importantes descobertas da história da humanidade. Embora não seja a cópia mais antiga do Antigo Testamento, a UNESCO considera que ele tem valor especial por ser a mais completa. 
Com informações de Gospel Herald

O Códice de Aleppo foi escrito em Tiberíades, na Galileia, por volta do século 10 d.C. Com suas quase 500 páginas de pergaminho, é considerada a mais antiga cópia conhecida da Bíblia completa.


Bíblia com mais de 1500 anos - a mais antiga do mundo
Com mais de 15 séculos de idade, a Autoridade de Antiguidades de Israel (AAI) foi capaz de decifrar um dos pergaminhos hebraicos mais antigos já encontrados. O deteriorado pergaminho do século VI d.C, foi encontrado em 1970, numa sinagoga em Ein Gedi, perto do Mar Morto.
A tecnologia de ponta desenvolvida em Israel conseguiu revelar do que se tratava; “A tecnologia mais avançada disponível nos permitiu desvendar o pergaminho, que fazia parte de uma Bíblia de 1500 anos de idade”, explicou Pnina Shor. O estado precário da peça encontrada em uma escavação em 1970 devia-se a ela ter sobrevivido ao incêndio que provavelmente destruiu a sinagoga.
“Depois dos Manuscritos do Mar Morto, esta é a descoberta mais significativa de uma Bíblia escrita”, reiterou Shor em uma coletiva a imprensa em Jerusalém.
Com informações de Israel National News

Os 870 rolos do Manuscritos do Mar Morto foram descobertos entre 1947 e 1956 nas grutas de Qumran, perto do Mar Morto. O documento mais antigo deles remonta ao século III a.C e o mais recente por volta do ano 70 d.C., quando as tropas romanas destruíram o segundo templo e toda a Jerusalém.

Fontes:


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