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quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Mahdismo - o Califa final ou o AntiCristo

"E todo o espírito que não confessa que Jesus Cristo veio em carne não é de Deus; mas este é o espírito do anticristo, do qual já ouvistes que há de vir, e eis que já agora está no mundo." 1 João 4:3

De acordo com Joel Richardson, um estudioso da Bíblia respeitado na escatologia bíblica e islâmica; ele escreve: “Como vimos nas tradições islâmicas e estudiosos muçulmanos, o Mahdi, como o Anticristo, também está profetizado para ser um líder mundial político e militar inigualável por qualquer outro em toda a história do mundo. O Mahdi é dito que “lutar contra as forças do mal, liderar uma revolução mundial e criar uma nova ordem mundial baseada na justiça, retidão e virtude.” Neste momento, de acordo com a tradição islâmica, o Mahdi é dito para presidir a Terra inteira como o Califa final do Islã. E, claro, os muçulmanos, “assumir a administração do mundo em suas mãos e o Isla será vitorioso sobre todas as religiões”.

"Filhinhos, é já a última hora; e, como ouvistes que vem o anticristo, também agora muitos se têm feito anticristos, por onde conhecemos que é já a última hora." 1 João 2:18

Embora para os cristãos a Bíblia seja um livro que não envelhece nem muda, a sua interpretação (teologia) sempre foi influenciada por situações históricas.

Durante o segundo e terceiro séculos depois de Cristo, muitos pais da igreja eram antissemitas em suas interpretações. Vários escritos comprovam isso, como os de Irineu (Heresias, vol. 302) e Hipólito (De Christo et Antichristo).

Ambos ensinavam que o anticristo seria um judeu da tribo de Dã, segundo a interpretação de Jeremias 8: 15-16 e outras passagens do Antigo Testamento. Durante o período da Reforma protestante, Lutero, Calvino, Melâncton, Bucer, Beza, Calisto, Bengel e quase todos os escritores protestantes da Europa diziam que o papa era o Anticristo.

Existe ainda um grupo minoritário, que defende que o anticristo não seria uma pessoa, mas um sentimento e que foi visto na história em figuras como os imperadores Nero e Vespasiano e também em Adolf Hitler.

Se a identidade ainda é um mistério, sobre as características a maioria concorda. Mais recentemente, eruditos tem escrito livros tentando mostrar que o cenário histórico aponta para a vinda do anticristo dentre o Islã. Perry Stone estudou o assunto por mais de 30 anos. Ele vem afirmando em seus DVD e artigos que o Anticristo será um muçulmano.

Autor de vários livros, Stone afirma que embora o entendimento tradicional é que o Anticristo seria um líder político/militar. Atualmente, existem no mundo cerca de 1,6 bilhão de muçulmanos e que eles nunca seguiriam um líder judeu ou cristão. Existem 52 nações cuja população é predominantemente islâmica e está na mão delas a maior parte da produção de petróleo do mundo.

O pastor Stone aponta para a estátua do capítulo 2 do Livro de Daniel. Lembra que os impérios representados têm paralelos com os animais listados no capítulo 7. Todos eles eram grandes opositores e/ou invadiram Israel. O último desses impérios seria o califado Otomano, que acabou após a primeira guerra mundial, mas tenta ressurgir pelas mãos dos jihadistas como Estado Islâmico.

Um dos motivos para Perry Stone defender essa crença é um estudo profundo que fez da percepção que os muçulmanos possuem do Apocalipse. O mesmo pensa Joel Richardson, outro estudioso do assunto. Ele já escreveu livros sobre o assunto, incluindo “The Islamic Antichrist” e “Mideast Beast: The Scriptural Case for an Islamic Antichrist”.

De fato em nossos dias, mais de dois terços do um bilhão de muçulmanos que vivem no planeta esperam que o Mahdi venha logo, indica uma pesquisa recente do Instituto Pew Research.

Vejamos a comparação:



O objetivo do movimento muçulmano contemporâneo é eliminar toda a autoridade que não seja Alá e seu profeta; para eliminar o nacionalismo em todas as suas formas e formas, em particular, o Estado-nação; para unir toda a civilização islâmica baseada no conceito de taweed (unidade de Allah) “Dr. Kalim Siddique, director:. Instituto Muçulmano de Londres.


"Quem é o mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? É o anticristo esse mesmo que nega o Pai e o Filho. Qualquer que nega o Filho, também não tem o Pai; mas aquele que confessa o Filho, tem também o Pai. Portanto, o que desde o princípio ouvistes permaneça em vós. Se em vós permanecer o que desde o princípio ouvistes, também permanecereis no Filho e no Pai." 1 João 2:22-24

Esta é talvez uma das razões mais fortes para ligar o Islã ao Anti-Cristo!
O Islã diz que Jesus (ou Issa, como o chamam) era apenas um Bom profeta e não o Filho de Deus!

Anticristo = negar que Jesus Cristo é o Filho de Deus (Filiação) e TAMBÉM negar que Ele (Jesus) é Deus (Divindade).

Quem tem ouvidos ouça o que o Espírito diz às Igrejas...

Fonte:
Joel Richardson mostra porque o anticristo e seu império deve vir do Oriente Médio e não da Europa - richardson.charismamag.com
Com informações de Charisma News 


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segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Mahdismo - O que é um Iman?

O esperado pelos muçulmanos - o 12º Iman (Imã Mahdi)

O que é um Imã?
Segundo a crença islâmica, o Imã é um líder ou governante ungido. Especialmente entre as crenças xiitas, acredita-se que o Imã (embora não obrigatório) seja um líder ou clérigo de oração quando a palavra é maiúscula. Os sunitas também acreditam que um Imã pode ser um profeta. Os xiitas acreditam que nem todos os profetas podem ser um Imã mas que um Imã também pode ser um profeta. Diz-se que o Imã é ungido por Alá e um exemplo perfeito de como liderar a humanidade em todos os sentidos.

A interpretação xiita é que somente Alá pode nomear um Imã e que nenhum homem tem o poder de fazê-lo. Diz-se que o 12º Imã é um descendente do profeta Maomé e possui um estado divino assim como cada um dessa sucessão de filhos. O 12º Imã também é chamado de Imã Oculto e Mahdi (divinamente guiado).

Quem é o 12º Imã?
Entre os xiitas (predominantes no Irã), existe uma profecia sobre o 12º Imã, o grande salvador espiritual. Este Imã é chamado de Abu al-Qasim Muhammad ou também chamado de Muhammad Mahdi al. Diz-se que ele era um filho do 11º Imã, Hasan al-Askari, e sua mulher, a neta de um imperador. Há declarações contraditórias de que seu nome era Fátima ou Nargis Khatoon.

A maioria dos relatos da história dizem que Al Mahdi escondeu-se como uma criança em torno da idade de 5 anos (cerca do 13º século). Acredita-se que ele tenha se "escondido" em cavernas desde então, mas que vai voltar sobrenaturalmente pouco antes do Dia do Juízo. De acordo com a Hadith (registros dos preceitos do profeta Maomé), os critérios para o Imã Oculto são:

- Será um descendente de Maomé e filho de Fátima
- Terá uma testa larga e nariz pontudo
- Retornará pouco antes do fim do mundo
- Sua aparição será precedida por uma série de eventos proféticos durante 3 anos de caos, tirania e opressão mundiais
- Fugirá de Medina a Meca, milhares de pessoas prometerão lealdade a ele
- Reinará sobre os árabes e o mundo por 7 anos
- Erradicará toda a tirania e opressão, trazendo harmonia e paz total
- Liderará uma oração em Meca, durante a qual Jesus estará ao seu lado e a ele se unirá

Notavelmente, a teoria do 12º Imã faz grande parte das atuais preocupações mundiais com o Irã. O presidente xiita muçulmano do Irã, Ahmadinejad (Agosto 2005 - Agosto 2013) , está profundamente comprometido ao messias islâmico, Al Mahdi. Muitos ao longo dos anos têm afirmado ser o Imã Oculto, mas Ahmadinejad acredita que ele ainda esteja por vir. Ele alega que deva pessoalmente preparar o mundo para a vinda de Mahdi. Para que possa ser salvo, o mundo deve estar em um estado de caos e de subjugação. Ahmadinejad afirma que ele foi “dirigido por Alá para preparar o caminho para o aparecimento glorioso do Mahdi". Esta diretriz apocalíptica inclui algumas proclamações muito assustadoras.

Por que isso é tão importante agora?
Enquanto os cristãos aguardam a segunda vinda de Jesus, os judeus esperam pelo Messias e os muçulmanos esperam pelo 12º Imã. No entanto, dos três, Mahdi, o designado por Alá, é o único que exige um caminho violento para conquistar o mundo. Ahmadinejad e seu gabinete afirmam ter um "contrato assinado" com al Mahdi no qual eles se comprometeram a executar essa tarefa.

O que esta tarefa envolve?
À luz das preocupações sobre a capacidade nuclear do Irã, Mahmoud Ahmadinejad tem afirmado que Israel deveria ser apagado do mapa. Durante o seu discurso às Nações Unidas em setembro de 2005, ele afirmou ter sido envolvido por uma aura de luz e sentiu uma mudança na atmosfera durante a qual ninguém que estava presente conseguia piscar os olhos. Diz-se que o primeiro-ministro do Irã também falou em termos apocalípticos e parecia apreciar o conflito com o Ocidente, o qual ele chama de o Grande Satã. Tudo isso ocorre enquanto ele proclama que tem que preparar o mundo para a vinda de Mahdi por meio de um mundo totalmente sob o controle muçulmano.[A]

A DOUTRINA DO MAHDISMO
De acordo com a tradição xiita, os Doze Imãs, descendentes de Ali Ibn Abi Talib (Imã Ali), primo e genro do profeta Maomé, foram dotados de qualidades divinas que os capacitaram a conduzir os crentes xiitas e para operarem como emissários de Alá na terra. No entanto, quando o Décimo Segundo Imã, Muhammad Al-Mahdi,[1] desapareceu no ano 941 d.C., sua conexão com os crentes xiitas foi rompida. Desde então, foi ordenado aos xiitas que aguardem pelo retorno dele a qualquer momento.

Nesse ínterim, os clérigos xiitas mais destacados são considerados representantes dos Imãs. Assim, eles têm autoridade para tratar dos assuntos da comunidade xiita, principalmente nas esferas religiosa e jurídica, até que o Imã Oculto retorne, lidere a comunidade xiita e a liberte de seus sofrimentos.

De acordo com a crença xiita, durante o período da ausência do Mahdi (período esse denominado ghaibat ou “ocultação”), ninguém, exceto Deus, sabe a hora do retorno do Mahdi, e nenhum homem pode pressupor ou prever quando essa hora chegará. Com o reaparecimento do Mahdi, todos os males serão reparados, a justiça divina será instaurada e a verdade do islamismo xiita será reconhecida pelo mundo inteiro(mahdismo).[2]

O MAHDISMO E O REGIME ISLÂMICO NO IRÃ
Desde o estabelecimento do regime islâmico, em 1979, até a ascensão ao poder de Mahmoud Ahmadinejad, em agosto de 2005, o mahdismo vinha sendo uma doutrina religiosa e uma tradição que não possuía nenhuma manifestação política. O sistema político funcionava independentemente dessa crença messiânica e da expectativa do retorno do Mahdi. Foi apenas com a presidência de Ahmadinejad que essa doutrina religiosa tornou-se uma filosofia política e foi levada a um lugar central na política.

Durante a era do aiatolá Ruhollah Khomeini, fundador do regime islâmico do Irã, o mahdismo permaneceu fora do âmbito político. Sem dúvida, porém, a era de Khomeini foi caracterizada pelo fervor messiânico. Os iranianos atribuíam qualidades messiânicas a ele e lhe conferiram o título de “Imã”, que até então havia sido reservado para os Doze Imãs. Na verdade, a chegada de Khomeini ao poder foi vista na época como a realização da profecia que dizia respeito ao retorno do Mahdi.

A instauração do Governo do Jurisprudente(velayat-e faqih) por Khomeini no Irã motivou uma transformação no xiismo, substituindo sua tradicional passividade por uma perspectiva mais ativa. Como parte dessa mudança, Khomeini afirmou que os xiitas não deveriam apenas aguardar passivamente pelo retorno do Mahdi, mas deveriam ativamente preparar o terreno para seu retorno e para a libertação da comunidade xiita. Um componente dessa abordagem ativa foi a tomada do poder pelos clérigos. Entretanto, Khomeini manteve a doutrina do mahdismo na periferia da esfera política. Ele nem afirmou possuir uma conexão direta com Deus, nem presumiu prever a hora do retorno do Mahdi.

Após a morte de Khomeini em 1989, o mahdismo teve um declínio no Irã. As administrações de Ali Akbar Hashemi Rafsanjani (1989-1997) e de Mohammad Khatami (1997-2005) mantiveram uma estreita separação entre a política e o mahdismo – uma política que mudaria com a presidência de Ahmadinejad.[3]

IDEOLOGIA
Trecho do discurso feito no Seminário Internacional sobre a Doutrina do Mahdismo pelo aiatolá Mohammad Taqi Mesbah-e Yazdi - "Um dos aspectos ideológicos da doutrina mahdista é [sua] universalidade, uma vez que o Mahdi vem para estabelecer justiça e retidão no mundo inteiro. Um outro aspecto é a disseminação da justiça e da retidão [segundo a lei de] um único homem, um único centro, e um único sistema. Como o Imã Oculto é o responsável pela disseminação da justiça e da retidão, o mundo precisará ter um único centro e governo (...) para que possa sair de um estado de [divisão] e estabelecer um único governo [universal] dirigido pelo [Imã Oculto], e todo tipo de opressão e de exploração será [então] banido do mundo”.[B]

Leia também:

Notas:
[1] O Décimo Segundo Imã, o messias xiita, também é chamado Muhammad Al-Muntazar (“O Esperado”), Imã Al-Zaman (“o Imã das Eras”) e “o Imã Oculto”.
[2] Sobh-e Sadeq (Irã), 30 de Abril de 2007.
[3] Para detalhes sobre a ascensão de Ahmadinejad ao poder e sobre a "Segunda Revolução Islâmica", ver MEMRI Inquiry and Analysis nº253, "The Second Islamic Revolution" em Iran: Power Struggle at the Top", 17 de novembro de 2005 www.memri.org/bin/articles.cgi?Page=archives&Area=ia&ID=IA25305.

Fonte:
[A] via Assuntos populares - 12º Madhi 
[B] via Beth Shalom - Mahdismo - Revista Notícias de Israel-novembro_2009 (extraído de Middle East Media Research Institute [Instituto de Pesquisa Sobre a Mídia do Oriente médio] - www.MEMRI.org )
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sábado, 14 de novembro de 2015

Mahdismo - O Islâ e o Retorno do Mahdi

"Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas, e farão tão grandes sinais e prodígios que, se possível fora, enganariam até os escolhidos." Mateus 24:24

Os cristãos anunciam a vinda do Cristo (Jesus), judeus aguardam o Messias prometido, os hindus esperam pelo Krishna, os budistas aguardam a vinda do buddha maitreya, os muçulmanos aguardam o Iman Mahdi ou messias, e a nova era aguarda a vinda o Maitreya. 

Mais de dois terços do um bilhão de muçulmanos que vivem no planeta esperam que o Mahdi venha logo, indica a nova pesquisa Pew Research. Para a maioria deles, o Mahdi será o último imã profeta islâmico, que virá governar o mundo e derrotar os inimigos dos que servem a Alá.

Os resultados confirmam as previsões do autor cristão Joel Richardson, que lançou recentemente o livro “The Middle East Beast”, uma continuação do seu best-seller de 2009: “O Anticristo islâmico”.

Richardson tem sido criticado repetidamente por alertar os cristãos que muitos muçulmanos vêem na vinda Mahdi o que a Bíblia chama de o “Falso profeta”, que deve acompanhar o Anticristo em seu reino de sete anos.

A pesquisa divulgada pelo Instituto Pew Research mostra que no Oriente Médio, Norte da África, Sul da Ásia e Sudeste da Ásia “metade ou mais muçulmanos acreditam que vão viver para ver a vinda do Mahdi”. Esta expectativa é mais difundida no Afeganistão (83 %), Iraque (72 %), Tunísia (67 %), Turquia (68%) e Malásia (62 %).

“Em alguns países com populações sunitas e xiitas maiores, os pontos de vista sobre o retorno do Mahdi diferem. No Iraque, por exemplo, os xiitas são mais propensos do que os sunitas a esperar que o Mahdi venha em breve. No Azerbaijão, a diferença entre os dois grupos também é grande (25 pontos percentuais)”, disse o relatório. “As diferenças entre xiitas e sunitas sobre esta questão reflete o papel mais central que o retorno do Mahdi desempenha no islamismo xiita.”

Em resumo, estima-se que 672 milhões muçulmanos esperam testemunhar em breve o regresso do Mahdi. “Agora, pela primeira vez, um estudo abrangente, incluindo dezenas de milhares de muçulmanos, em mais de 23 países, pergunta se eles acreditavam que a vinda do Mahdi era iminente, que ocorreria em breve. Os resultados provam conclusivamente o que já venho alertando há muito tempo”, escreveu Joel Richardson.

O projeto Pew mostra ainda o que os muçulmanos acreditam sobre anjos, predestinação, vida após a morte, céu e inferno. Além disso, eles crêem que o Mahdi virá acompanhado de Jesus, que deverá negar o cristianismo e mostrar que o Islã é o penhor da fidelidade a Deus.

Os resultados do Pew sobre a crença no Mahdi:


“Outro fator importante que eu tenho ressaltado há anos, é que, embora os líderes do Irã regularmente façam muito alarde sobre o Mahdi – muitas vezes referindo-se a ele como o 12º Imã… Os estudiosos muçulmanos iranianos desenvolveram uma teologia muito profunda sobre o assunto… No meu livro ‘Anticristo Islâmico: A verdade chocante sobre a verdadeira natureza da besta” eu alerto as pessoas para observarem o mundo assustador das visões apocalípticas islâmicas, comparando-as com as profecias bíblicas sobre a vinda do Anticristo… O mundo deveria, de fato, ficar muito preocupado.

No meu novo livro, ‘A Besta do Oriente Médio’, eu demonstro como o anticristo será islâmico. É hora de o mundo cristão acordar e cair de joelhos em oração”, explica Joel Richardson.

Com informações WND 
via GospelPrime -Notícias 

Sugestão de leitura: Islamismo 
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segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Entendendo a invasão islâmica

... e temos a frase de Victor Hugo "Quem poupa o lobo, sacrifica a ovelha"

ENTENDENDO A INVASÃO DE IMIGRANTES ISLÂMICOS NA EUROPA
por Julio Severo

Um amigo americano, que está neste momento em Budapeste, na Hungria, acabou de se comunicar comigo dizendo que os imigrantes que estão invadindo a Europa são, em boa parte, homens de 19 a 35 anos — perfil de aptidão ao serviço militar. No caso deles, idade própria para a guerra islâmica. Essa é uma invasão planejada. Eles não estão simplesmente fugindo das guerras no Oriente Médio. Eles estão levando as guerras islâmicas do Oriente Médio para islamizar a Europa.

Sobre a afirmação, muitas vezes usada como desculpa para facilitar a invasão muçulmana na Europa, de que “crianças e mulheres estão também morrendo,” o caso mais chocante nesse sentido ocorreu nesta semana na Turquia, país radicalmente islâmico que está financiando a expansão do islamismo na América Latina. A Turquia também ajuda a sustentar o Estado Islâmico, que massacra cristãos. A guerra que a Turquia sustenta na Síria afeta especialmente os cristãos, mas o que se vê não são multidões de cristãos tendo permissão de “invadir” a Europa em busca de asilo. O que vemos são muçulmanos. E no caso da criança morta na praia na Turquia, em vez das manchetes ocidentais cobrarem “Por que a Turquia, a Arábia Saudita e outros países islâmicos nada fazem pelas suas crianças?” estão cobrando da Europa, como se por causa dessa criança morta por omissão dos muçulmanos turcos, os europeus tivessem a obrigação de acolher os milhares de jovens terroristas islâmicos que estão invadindo a Europa.
A Arábia Saudita é multibilionária e tem condições de ajudar todos os islâmicos que estão invadindo a Europa. A Arábia Saudita tem dinheiro para investir na guerra da Síria e no sustento do Estado Islâmico. A Arábia Saudita tem dinheiro para investir na mídia americana (que está usando a imagem da criança morta na Turquia para forçar a Europa a arreganhar suas portas aos islâmicos).
Por que a mídia ocidental não cobra a compaixão, solidariedade e ajuda humanitária da Arábia Saudita e Turquia, que têm dinheiro de sobra para investir na islamização do Ocidente?
É possível também que a Arábia Saudita e outros países islâmicos estejam por trás, de alguma forma, da onda interminável de islâmicos que está invadindo a Europa. Um amigo missionário, com quem almocei semanas atrás, me contou que a Turquia facilita grandemente a passagem de terroristas do Estado Islâmico para a Europa, inclusive lhes fornecendo passaportes. Esse amigo trabalha na Turquia e vê tudo bem de perto.
Há relatos de que quando há cristãos entre as multidões islâmicas invadindo a Europa, eles são jogados ao mar e mortos. Compaixão não é característica dos seguidores do pedófilo Maomé.
Eu não estranharia se tivessem planejado a morte da criança na praia da Turquia islâmica como forma de propaganda. Afinal, mais de 100 mil cristãos são martirizados por ano pelo islamismo, mas esse número elevadíssimo de cristãos massacrados nunca é usado pela mídia ocidental para cobrar compaixão, justiça e ajuda humanitária para eles O sangue continua sendo derramado, todos os dias. Diante dessa indiferença colossal para com os cristãos, o que é para os muçulmanos sacrificar algumas mulheres e crianças para forçar a compaixão da Europa a receber islâmicos que matam cristãos como se fosse matar uma galinha?
Em boa parte, a crise sem precedentes que a Europa está sofrendo com a imigração ilegal islâmica vindo da África e Oriente Médio é culpa das políticas dos EUA. É uma dura e muito bem merecida lição sobre as consequências da intromissão.
A Europa havia decidido se aliar aos EUA na aventura militar de derrubar o ditador islâmico Muammar Gaddafi. Com a derrubada dele, grupos terroristas islâmicos ocuparam espaços e hoje os cristãos da Líbia sofrem perseguições como nunca sofreram antes e, para piorar, a Líbia se tornou um importante ponto para a imigração ilegal para a Europa — coisa que nunca aconteceu sob Gaddafi.
A imigração muçulmana vindo da África é sem precedentes.
Gaddafi segurava as pontas da imigração ilegal. Sem Gaddafi, as comportas foram abertas.
A Europa tem apoiado os EUA em suas intromissões na Síria para derrubar Assad, o único ditador islâmico secular que protege os cristãos no Oriente Médio. O resultado das intromissões que estão matando cristãos é a criação do Estado Islâmico, onde uma boa parte dos integrantes eram militantes islâmicos treinados pelos EUA para acabar com Assad. O tirou saiu pela culatra.
Informações do WND indicam que as mais elevadas autoridades do governo de Obama criaram o ISIS, que é o principal desestabilizador no Iraque e Síria, ocasionando a fuga de muçulmanos para a Europa.
O que a Europa deveria fazer, se tivesse um líder capaz e inteligente, é mandar a conta dessa lambança (e os milhares de imigrantes africanos e sírios muçulmanos) para o governo dos EUA e gravar na memória: nunca mais se envolver nas aventuras de intromissão do governo dos EUA. A Europa deveria se opor frontalmente, inclusive com meios militares, às intromissões dos EUA que afetam diretamente a soberania europeia.
Além de fretar navios para os EUA com os invasores muçulmanos, a Europa também deveria fretá-los para a Arábia Saudita e Turquia e dizer em alto e bom som: Chega de cobrar compaixão de nós. Pratiquem agora sua compaixão para com seus irmãos religiosos. Usem suas fortunas de proselitismo para cuidar de seu povo e suas crianças.
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sexta-feira, 6 de março de 2015

Estado Islâmico e a sede de destruição!

Estado Islâmico (IE) destrói antiga capital assíria no Iraque

 

"Jihadistas usam veículos pesados para demolir Nimrod", antiga capital assíria fundada no século XIII a.C


Trabalhadores iraquianos limpam estátua assíria de leão alado em Nimrod em julho de 2001. 
Ministério iraquiano informou nesta sexta-feira que Estado Islâmico iniciou destruição do sítio arqueológico no Iraque - Karim Sahib / AFP

BAGDÁ — Usando veículos pesados, o Estado Islâmico iniciou um processo de demolição da antiga cidade assíria de Nimrod, no Norte do Iraque, informou o Ministério do Turismo e Antiguidades do país nesta quinta-feira.

“O Estado Islâmico atacou a cidade histórica de Nimrod e começou a destruí-la com veículos pesados”, disse o Ministério em sua página de Facebook.

A notícia foi confirmada por um funcionário do Gabinete de Antiguidades, que contou que a destruição começou após as orações do meio-dia de quinta-feira e que veículos pesados estão sendo usados para destruir a cidade.

A destruição ocorre dias após a divulgação de um vídeo no qual jihadistas destroem esculturas ( museu de Mossul ) pré-islâmicas no Norte do país, informou nesta quinta-feira o Ministério do Turismo.

— Até agora não conseguimos medir a extensão do dano — disse o funcionário, que pediu anonimato.

A Unesco condenou o ataque, classificando-o como um crime de guerra.

"Não podemos permanecer em silêncio. A destruição deliberada do patrimônio cultural constitui um crime de guerra", declarou em comunicado Irina Bokova, diretora-geral da organização.

Nimrod, uma cidade fundada no século XIII a.C, está situada nas margens do rio Tigre, a cerca de 30 km de Mossul. A cidade foi ocupada por diversos povos entro o século VI a.C e o período helenístico, mas seu momento mais importante aconteceu sob o domínio assírio, quando o imperador assírio Assurnasirpal II fez de Nimrod a capital de seu império, em 879 a.C.

A cidade permaneceu como residência real e capital administrativa do império assírio até o reinado de Sargão II entre 721 e 705 a.C, embora Assaradão tenha reconstruído a maior parte da cidadela durante seu reinado entre 681 e 669 a.C.

Vários arqueólogos expressaram temores de que o Estado islâmico possa destruir outros locais históricos. Além de Nimrod, a cidade de Hatra, considerada Patrimônio Mundial da Unesco, está em perigo, eles dizem.

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Créditos: Informações Agências Internacionais/Oglobo 
Fonte: Mensagem Edificante para Alma - Josiel Dias 

O Estado Islâmico (EI) tem promovido cada vez mais uma interpretação purista do islamismo sunita, e sua radicalização tem mirado vestígios da civilização assíria, de origem cristã. Seus membros rejeitam santuários religiosos de qualquer tipo e consideram que os muçulmanos xiitas, majoritários no Iraque, são hereges.


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quarta-feira, 4 de março de 2015

Islã - Alá - Muçulmanos - algumas passagens do Corão

Islã Significa Submissão

O que leva muçulmanos a morrerem em nome de Alá, explodindo a si mesmos e a outras pessoas? Por que os muçulmanos têm o direito de construir livremente quantas mesquitas quiserem em países democráticos, enquanto os cristãos e judeus não podem edificar igrejas ou sinagogas em países muçulmanos? Existem mais de 200 passagens do Corão conclamando os muçulmanos à luta contra cristãos, judeus e não-cristãos. A palavra islã significa submissão a Alá, submissão à sua vontade. Abaixo apresentamos algumas das passagens do Corão que ajudarão a encontrar respostas para as perguntas citadas:
"E matai-os onde quer que os encontreis. E expulsai-os... matai-os (cristãos e judeus). Tal é o castigo dos descrentes" (Sura 2.191).
"...Não tomeis amigos entre eles até que emigrem para Deus. Se virarem as costas e se afastarem, capturai-os e matai-os onde quer que os acheis. E não tomeis nenhum deles por confidente ou aliado... capturai-os e matai-os onde quer que os encontreis, porque sobre eles vos concedemos poder absoluto" (Sura 4.89,91).
"Mas quando os meses sagrados tiverem transcorrido, matai os idólatras onde quer que os encontreis, e capturai-os e cercai-os e usai de emboscadas contra eles" (Sura 9.5).
O Corão obriga todo muçulmano a converter os cristãos e judeus ao islamismo ou a exterminá-los.
"Os judeus dizem: ‘Ezra é filho de Deus’. E os cristãos dizem: ‘O Messias é o filho de Deus’. Essas são suas asserções. Erram como erravam os descrentes antes deles. Que Deus os combata!" (Sura 9.30).
"Devereis combatê-lo (o povo não-muçulmano, os judeus e cristãos) até que se submeta ao islã" (Sura 48.16).
" vós que credes, combatei os descrentes que estão próximos de vós. E que sintam dureza em vós! E sabei que Deus está com os piedosos" (Sura 9.123).
"Os que descrêem e desviam os outros do caminho de Deus e depois morrem na descrença, Deus nunca lhes perdoará. Não fraquejeis e não faleis de paz quando fordes os vencedores. Pois Deus está convosco e observa o que fazeis" (Sura 47.34-35).
Citações: "O Alcorão", publicado pela "Associação Cultural Internacional Gibran", tradução de Mansour Challita.
As opiniões expressas nos artigos assinados são de responsabilidade dos seus autores.
Fonte: Beth-Shalom 


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...recapitulando:

Islamismo ou Islã é uma religião monoteísta fundada pelo profeta Maomé no início do século VII. "Islã" é uma palavra árabe que significa "submissão" ou "rendição" e se refere àqueles que obedecem a “Alá”. Aquele que segue a fé Islâmica é chamado de muçulmano.
Meca, situada na Arábia Saudita, é a cidade sagrada dos muçulmanos, sua fundação é atribuída aos descendentes de Ismael, primeiro filho de Abraão. Foi em Meca que nasceu e está enterrado o Profeta Maomé.
...leia mais em:  Islamismo 
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terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Jordânia - e os ataques ao Estado Islâmico (EI)

Jordânia diz ter realizado 56 ataques aéreos em três dias contra o EI



Bombardeio foi intensificado em reduto de militantes no nordeste da Síria.


Ataques são resposta a assassinato brutal de piloto jordaniano.



O chefe da força aérea da Jordânia, General Mansur Al-Jobur, disse neste domingo (08/02/2015) que os aviões caça de seu país haviam realizado 56 ataques em três dias de bombardeio intensificado visando um reduto de militantes do Estado Islâmico no nordeste da Síria.

A Jordânia lançou os bombardeios contra posições do grupo jihadista na Síria e no Iraque na quinta-feira (5) em resposta ao assassinato brutal de um piloto jordaniano capturado, uma ação militar que continuou no sábado (7).

O general Mansur Al-Jobur afirmou que os ataques destruíram 20% da capacidade militar do EI, embora não tenha especificado os locais.
"No primeiro dia de campanha para vingar o nosso piloto, destruímos 19 alvos, incluindo campos de treinamento e equipes", disse ele.
Outros 18 alvos, incluindo depósitos de combustível, de munições e centros logísticos foram bombardeados na sexta-feira, e no sábado, as forças jordanianas destruíram mais 19 alvos, incluindo quartéis e centros residenciais.
"Até agora, a campanha já destruiu 20% da capacidade de combate", afirmou o general.

Na sexta-feira (6), após os primeiros ataques, o Estado Islâmico disse que Kayla Jean Mueller, uma refém americana de 26 anos mantida pelo grupo, tinha morrido em um dos bombardeios jordanianos.
O EI afirmou que a jovem morreu quando um avião da Jordânia atingiu o edifício em que estava sendo mantida em Raqa, na Síria. Os Estados Unidos não confirmaram a informação.
Caça jordaniano é visto na base de Mowafak Al-Salti, na Jordânia, em foto de 4 de fevereiro. (Foto: Forças Armadas da Jordânia/AP)
Piloto executado
O piloto jordaniano piloto Muath al-Kasaesbez, capturado em dezembro de 2014 após a queda de seu avião em um ataque da coalizão liderada pelos EUA, foi morto pelo Estado Islâmico. Um vídeo divulgado pelo grupo mostra o piloto em uma jaula, sendo queimado vivo.

Após o anúncio da execução, a Jordânia executou uma prisioneira iraquiana que estava no corredor da morte no país e cuja soltura era exigida pelo grupo jihadista. Em seguida, iniciou os ataques aéreos.

A Jordânia afirmou que os ataques são apenas o início da "vingança" pela execução de seu piloto, queimado vivo, e destacou que "erradicará" a organização jihadista.
"A Jordânia perseguirá com todas as forças a organização onde quer que esteja", afirmou o ministro das Relações Exteriores, Naser Judeh.

"Qualquer membro do Daesh (acrônimo em árabe do EI) é um alvo. Nós os perseguiremos e os erradicaremos (...) Estamos na primeira linha, é a nossa batalha", completou o ministro.


Apoio dos Emirados
Ainda no domingo (08/02/15), um esquadrão de caças-bombardeiros F-16 enviado pelos Emirados Árabes Unidos chegou á Jordânia, em apoio ao país na luta contra os jihadistas do grupo Estado Islâmico (EI). De acordo coma as Forças Armadas Jordanianas, o esquadrão dos Emirados está acompanhado de "tripulações inteiras de pilotos, técnicos, equipes e naves estratégicas e empregados para que os aviões sejam reabastecidos no ar".

Fonte:
O Dia - mundo & Ciência 
portal G1 - mundo 

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