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quinta-feira, 13 de junho de 2019

Israel - A Terra Santa - O Solo Sagrado

Uma Historia de desafios e Grandes Conquistas!

INTRODUÇÃO

Quando lemos a Bíblia, deparamo-nos com centenas de nomes de lugares da Terra Santa, onde desenvolveu-se a maravilhosa História da Salvação. Movidos por irreprimível curiosidade, desejamos conhecer tudo isso "in lo­co". Nem sempre, porém, é possível fazê-lo.

- E por que não visitá-los, então, espiritualmente?

Apelemos, pois, à Geografia Bíblica. Nas asas de suas minuciosas e exatas descrições, voemos a Israel. Palmilhemos os lugares percorridos pelos patriarcas, profetas e apóstolos.

I - A HISTÓRIA DE ISRAEL COMEÇA NO CRESCENTE FÉRTIL

O Crescente Fértil, não obstante sua vital importância à História da Salvação, é um insignificante retângulo localizado na Ásia Ocidental. Encerrando uma área de 2.184.000 km , representa apenas a 234ª parte da superfície da Terra. Essa região estende-se em forma semicircular entre o Golfo Pérsico e o Sul da Palestina.

A história dessa região pode ser resumida em uma série de lutas entre os habitantes das serranias e as tribos nômades do deserto. Todos queriam apossar-se dessas fertilíssimas terras. O lado oriental dessas místicas paragens serviu de berço à humanidade e de cenário à primeira civilização. Em suas grandes depressões, ascenderam e caíram os impérios dos amorreus, assírios, caldeus e persas.

No Crescente Fértil, conhecido, também, como Mesopotâmia (literalmente "entre rios"), floresceram duas grandes civilizações: ao norte, a Assíria; ao Sul, a Babilônia ou ('aldeia. Os rios Tigre e Eufrates cercam esse misterioso território, ocupado, atualmente, pelo Iraque. O Jardim do Éden, segundo a narrativa bíblica, localizava-se nas nascentes de ambos os rios.

Foi em Ur dos Caldeus, uma das mais progressistas e desenvolvidas cidades do Crescente Fértil, que teve início a história de Israel. Tudo começou com a chamada de Abraão, o pai do povo escolhido.

II - VAMOS A ISRAEL?

A partir de agora, portanto, voaremos à Terra Santa. Será uma viagem muito interessante. Percorreremos planícies. Visitaremos cidades. Entraremos em Jerusalém, a cidade do Grande Rei. Mergulharemos no rio Jordão. Subiremos aos montes. Enfim, à semelhança dos espias de Josué, reconheceremos o solo sagrado, do qual mana leite e mel.

O solo sagrado por excelência

INTRODUÇÃO

Uma nação paupérrima territorialmente, assim é Israel, um dos menores países do mundo. Em seu exíguo solo, entretanto, desenrolou-se todo o nosso drama espiritual. Terra mística e abençoada, serviu de berço a patriarcas, profetas, juízes, reis, sábios e justos. Guardada pelo Todo-poderoso, acolheu em seus áridos regaços o Salvador da humanidade.

Não obstante suas acanhadas possessões geográficas. a Terra Santa sempre foi um pomo de discórdia entre os homens. Localizada no centro do globo, torna-se, a cada diamais polêmica. Todos preocupamo-nos com o seu futuro. Em seu amanhã, está o nosso porvir!

Com a criação do Estado de Israel, em 1948, a herança abraâmica centrou-se, mais visivelmente, em nossos estudos escatológicos. Divisamos, no renascimento do minúsculo país semita, a aproximação da volta de Cristo.

Vale a pena, portanto, conhecer a geografia das terras pisadas pelo meigo .Jesus. Israel é o solo sagrado por excelência.

I - NOMES DE ISRAEL

Tanto na história sagrada, como na secular, a Terra de Israel recebeu várias designações. Cada nome por ela recebido encerra um drama vivido pelo povo de Deus. Desde a Era Patriarcal até os nossos dias, as mais variadas nomenclaturas têm sido dadas ao território israelita. Para os hebreus, entretanto, o seu sagrado solo nunca deixará de receber esse carinhoso tratamento: Terra Prometida.

1 - Canaã

Após a dispersão da humanidade, ocorrida quando da construção da Torre de Babel, os descendentes de Canaã. filho de Cara e neto de Noé, fixaram-se nas terras que seriam entregues a Abraão. Isso ocorreu há mais de dois mil anos antes de Cristo. Nessas paragens, conhecidas por sua fertilidade e riquezas naturais, os cananeus multiplicaram-se sobremaneira.

Esse país, a partir de então, passou a ser conhecido como Canaã, o mais antigo nome do território israelita. Eis o significado literal desse nome: "habitantes de terras baixas". Tendo em vista essa etimologia, concluímos: os cananeus adoravam as planícies!

Os descendentes de Canaã, depreendemos das Sagradas Escrituras, dominavam do Mediterrâneo ao rio Jordão.

Com o passar dos séculos, Canaã passou a ter uma conotação poética. Lembra esse nome aos judeus, "...uma terra boa e ampla, terra que mana leite e mel" (Ex 3.8).

2 - Terra dos Amorreus

O território que Deus entregou aos judeus era conhecido na antiguidade, também como Terra dos Amorreus. Essa designação é encontrada tanto no Antigo Testamento, como nos escritos profanos. E um dos mais antigos nomes da Terra Santa.

3 - Terra dos Hebreus

De conformidade com a árvore genealógica de Sem, os israelitas são descendentes de Héber. O território judaico, por esse motivo, era conhecido, ainda como Terra dos Hebreus. Nesses rincões, os santos patriarcas forjaram a nacionalidade hebraica e deram corpo e colorido ao seu idioma.

A palavra hebreu, entretanto, segundo alguns exegetas, pode significar, de igual modo, "o que vem do outro lado, ou do além". Trata-se de uma referência à peregrinação abraâmica, de Ur a Canaã. Todavia, preferimos a primeira explicação, por estar mais de acordo com os reclamos da língua hebraica.

4 - Terra de Israel

Sob o comando de Josué, os israelitas tomaram Canaã, no Século XV a.C. A partir de então, passaram as possessões cananeias a ser designadas desta forma: Terra de Israel. Não há nomenclatura tão apropriada como essa! Ela encerra a maioria das promessas divinas a Abraão e compreende a essência das realizações terrestres do Milênio.

Esse é o nome mais comum da Terra Santa. Encontramo-lo, com freqüência, no Antigo Testamento. Constitui-se, ainda, em um perpétuo memorial: Esse território é de propriedade permanente do povo de Israel! Quer os gentios admitam ou não, a terra que mana leite e mel pertence à progênie abraâmica.

Após o cisma do reino salomônico, essa nomenclatura passou a designar, apenas, as terras ocupadas pelas 10 tribos do Norte, comandadas pelo idolatra e profano Jeroboão. Com os exílios, a Terra de Israel torna-se um nome esquecido. Durante mais de dois mil anos, o território israelita recebeu as mais vexatórias alcunhas. No entanto, com a criação do moderno Estado de Israel, todo o escárnio que pesava sobre os descendentes de Jacó foi tirado. Hoje, quando viajamos àquelas sagradas paragens, dizemos embevecidos: "Vou à 'Ferra de Israel."

5 - Terra de Judá

Depois de vencer os cananeus, .Josué passou a dividir a Terra da Promessa. Coube à tribo de Judá. uma herança localizada no Sul dessas inebriantes possessões. O território herdado pelo mais intrépido e bravo filho de Israel ficou conhecido como Terra de .Judá.

Contudo, após o cisma do reino davídico, ocorrido no ano 931 a.C, essa designação passou a incluir, também, as terras ocupadas pela tribo de Benjamim.

Terminado o cativeiro babilônico, em 538 a.C. o povo de Judá retorna à sua herança, sob o comando de Zorobabel. Inspirados pela liderança eficaz de Neemias, pela erudição de Esdras, pelo zelo sacerdotal de -Josué e pelo fervor profético de Ageu e Zacarias, os judeus reorganizam-se nacionalmente.

A partir desse renascimento parcial da soberania hebraica, as possessões abraâmicas passaram a ser designadas como Terra de Judá. E, seus habitantes, conseqüentemente, começaram a ser chamados de judeus.

6 - Terra Prometida

No Século XX a.C, Deus fez a seguinte promessa a Abraão: "Sai-te da tua terra, e da tua parentela e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei. E far-te-ei uma grande nação, e abençoar-te-ei, e engrandecerei o teu nome e tu serás uma bênção. E abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terra. Assim partiu Abrão, como o Senhor lhe tinha dito, e foi Ló com ele; e era Abrão da idade de setenta e cinco anos, quando saiu de Harã" (Gn 12.1-4).

Com essa sublime promessa de Deus a Abraão, o território israelita passou a ser conhecido como Terra Prometida. Esse nome, poético e trágico, evoca as mais elevadas recordações na peregrina alma do povo escolhido. Por causa desse chão de promessas, os israelitas, há mais de dois mil anos longe de seu lar, instalam-se em sua terra e provam estar a bênção abraâmica mais atual do que nunca.

7 - Terra Santa

Zacarias, um dos mais escatológicos profetas do Antigo Testamento, vaticinou: "Exulta, e alegra-te. ó filha de Sião. porque eis que venho, e habitarei no meio de ti. diz o Senhor. E naquele dia, muitas nações se ajuntarão ao Senhor, e serão o meu povo: e habitarei no meio de ti. e saberás que o Senhor dos Exércitos me enviou a ti. Então o Senhor possuirá a Judá como sua porção na terra santa, e ainda escolherá .Jerusalém" (Zc 2.10-12).

Não obstante as guerras, os embates políticos e os conflitos sociais, Israel é conhecido como a Terra Santa. Os judeus veneram-na como o solo de seus antepassados e o terreno de sua milenar esperança. Têm-se os cristãos como o berço do Salvador e o regaço da regeneração da raça humana. Para os árabes, trata-se de um campo etéreo e permeado de mistérios celestiais.

Em pleno alvorecer do Terceiro Milênio, milhares de caravanas judaicas, cristãs e árabes rumam à Terra Santa. Nenhum outro país é tão místico quanto Israel! Visitá-lo constitui-se no sonho de milhões de seres humanos.

8 - Palestina

Israel é conhecido, também, como Palestina. Esse nome é oriundo da palavra Filistia, que designava a faixa de terra habitada pelos antigos filisteus, localizada no Sudeste de Canaã, ao largo do mar Mediterrâneo. Esse povo era ferrenho inimigo dos hebreus e causou muitas dificuldades aos primeiros monarcas israelitas.

No período neo-testamentário, o historiador Flávio Josefo cognominou todo o território israelita de Palestina. Desde o domínio romano até a fundação do Estado de Israel, em 12 de maio de 1948, a terra dos judeus era conhecida em todo o mundo como Palestina. Atualmente, contu­do, o nome de Israel tornou-se. novamente, predominante.

II - LOCALIZAÇÃO

A Terra de Israel está localizada no continente asiático, a 30* de latitude Norte. Em toda a sua extensão ocidental, é banhada pelo mar Ocidental. Tendo em vista o seu posicionamento estratégico, constituiu-se, segundo Oswaldo Ronis, "num centro de gravidade para o mundo e as civilizações da antiguidade."

Acrescenta Ronis: "Do ponto de vista comercial, ficava na rota obrigatória do tráfego entre o Oriente e o Ocidente, bem como entre o Norte e o Sul; e, do ponto de vista político, igualmente passagem inevitável dos exércitos conquistadores das grandes potências ao seu redor, razão pela qual estas se interessavam por sua conquista e fortificação. Daí as devastações sofridas pela Palestina em repetidas ocasiões da sua história."

III - LIMITES BÍBLICOS

Ao norte, limita-se a Terra de Israel com a Síria e a Fenícia. Ao leste, com partes da Síria e o deserto arábico. Ao sul, com a Arábia. A oeste, com o mar Mediterrâneo.

Esses limites, entretanto, variavam de acordo com as tendências políticas e os movimentos militares de cada época. Constantemente, os israelitas tinham o seu território alargado ou diminuído. No tempo de Salomão, por exemplo, as fronteiras de Israel dilataram-se consideravelmente. Depois de sua morte, contudo, as possessões hebraicas foram diminuindo, até serem absorvidas pelos grandes impérios.

IV - LIMITES ATUAIS

O moderno Estado de Israel limita-se ao norte, com o Líbano; a leste, com a Síria e a Jordânia; ao sul, com o Egito; e, a oeste, com o mar Mediterrâneo. De exíguas dimensões, sua área não chega a 22.000 km. Como já dissemos, é um dos menores países do mundo.

No entanto, as fronteiras do território hebraico foram sobremodo alargadas durante a Guerra dos Seis Dias, ocorrida em junho de 1967. Depois desse conflito, os limites israelenses foram dilatados em aproximadamente 400 por cento.


Obras Consultadas
A Bíblia anotada por Dake
A Terra Santa em Cores - por Sami Awwad
A vida diária nos tempos de Jesus - Henri Daniel - Rops
Antigüidades Judaicas - Flávio Josefo
Assim vive Israel - Abraão de Almeida
Através da Geografia Bíblica, uma viagem à Terra de Deus - Wl Jl Goldsmith Dicionário da Bíblia - John Davis
Dicionário da Língua Portuguesa - Aurélio Buarque de Holanda
Dicionário Universal da Bíblia - Buckland
Enciclopédia Barsa
Enciclopédia de Assuntos Judaicos
Enciclopédia Mirador
Este é Israel - Marcos Margulies
Geografia Bíblica - Enéas Tognini
Geografia Bíblica - Osvaldo Ronis
Geografia Histórica da Bíblia - Netta Kenp de Monney
Geografia da Terra Santa - Enéas Tognini
História do Cristianismo - A. Knight
História Geral - Souto Maior
História da Grécia - Mario Curtis Giordani
História da Igreja Cristã - Jesse Lyman Hurbbut
História de Israel - Abba Eban
História de Israel - Samuel Shultz
História do povo de Israel - Simon Dubnowv
Iniciação à Economia - Silvio Barreti
Manual Bíblico - Henry Halley
Novo Dicionário da Bíblia - Edições Vida Nova
O Mundo do Novo Testamento - Dana Pequena
Enciclopédia Bíblica - Orlando Boyer
Período Interbíblico - Enéas Tognini
Povos e Nações do Mundo Bíblico - Antônio Neves de Mesquita

Fonte: Geografia Bíblica - Claudionor de Andrade - CPAD-1987
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terça-feira, 22 de maio de 2018

Israel - 3 mil anos de superações

Mais que 70 anos de independência, Israel celebra 3 mil anos de superações

Com uma história de desafios e grandes conquistas, Israel celebra neste 14 de maio a sua independência.

para ouvir o áudio, vá ao topo da pagina e dê pausa na rádio gospel


Na Segunda-feira (14/05/2018), Israel celebrou seus 70 anos de independência, marcada pela criação do seu Estado, após uma votação histórica da ONU em 1948. Com 33 votos a favor, 13 contra e 10 abstenções, a ONU aprovava a divisão daquelas terras entre um estado judeu e outro árabe.

Porém, sabe-se que a história do povo de Israel vai muito além do reconhecimento e da criação de seu estado com ajuda da ONU. Israel tem mais de 3.000 anos de história, marcados por intensas perseguições de outros países, mas também por superação a cada tentativa de seus inimigos em derrotá-lo, como pode ser visto no vídeo acima, produzido em português pelo Ministério das Relações Exteriores de Israel.

Os 300 anos de escravidão no Egito, o cativeiro da Babilônia e o domínio pelo império romano foram somente alguns dos registros bíblicos sobre os momentos difíceis que o povo de Israel vivenciou.

Posteriormente aos relatos bíblicos, os judeus continuaram sendo perseguidos, como em sua expulsão da Espanha (1492). Porém sua capacidade de resiliência sempre fez esse povo se reerguer e aos poucos, judeus de todas as partes do mundo começaram a migrar de volta para a terra de Israel.

Mas em 1933, se ergue na Alemanha, um ditador disposto a eliminar o povo judeu de onde quer que seu governo totalitário tivesse domínio. Hitler e o nazismo foram responsáveis pela morte de seis milhões de judeus, marcando o um dos maiores massacres da história da humanidade, nos tempos da Segunda Guerra Mundial.

Já após o final da Segunda Guerra e a derrota de Hitler (1945), ocorre a votação histórica da ONU em 1948, mas apesar do povo judeu celebrar a divisão das terras como uma vitória, o povo árabe não aceitou a decisão e iniciou uma guerra contra Israel.

A vitória nesta guerra foi do povo judeu, que viu sua nação prosperar como Estado Democrático. Porém ainda teria que enfrentar outro conflito que estava por vir, em 1967, com a Guerra dos Seis Dias.

Com este resumo da história de Israel, o que se vê é que neste 14 de maio, não se celebram apenas os 70 anos de sua independência, mas também os 3 mil anos de superações que marcaram toda a sua história.

Deus abençoe Israel!

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quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Arqueologia - Encontrado piscina onde eunuco etíope foi batizado

Arqueólogos encontram piscina onde eunuco etíope foi batizado por Filipe

Ein Hanya foi considerado o local onde o eunuco etíope foi batizado pelo evangelista Filipe, conforme é descrito em Atos 8:26-40.

A piscina da Era Bizantina foi descoberta em Ein Hanya, perto de Jerusalém.
(Foto: Assaf Peretz/Autoridade de Antiguidades de Israel)

Arqueólogos desenterraram uma piscina antiga perto de Jerusalém, onde o evangelista Filipe teria batizado o eunuco etíope. A descoberta faz parte de um parque natural que foi inaugurado na última quarta-feira (31/01) após cinco anos de escavações em Ein Hanya, nas montanhas da Judeia.

Além da piscina antiga, a Autoridade de Antiguidades de Israel revelou outras importantes descobertas bíblicas, como o capitel (extremidade superior de uma coluna) típico das estruturas reais da era do Primeiro Templo e uma das moedas mais antigas já descoberta em Jerusalém.

O achado mais significativo foi o grande sistema de piscinas da Era Bizantina encontrado no local. “Esta piscina foi construída no centro de um complexo espaçoso aos pés de uma igreja que ficava aqui. Colunatas cobertas foram construídas ao redor da piscina para dar acesso às asas residenciais”, disse a diretora da escavação, Irina Zilberbod.

Zilberbod acrescentou que a piscina pode ter sido usada para vários fins como irrigação, banhos, paisagismo e cerimônias batismais.

“Alguns comentaristas cristãos identificaram Ein Hanya como o local onde o eunuco etíope foi batizado, conforme é descrito em Atos 8:26-40”, disse o arqueólogo israelense Yuval Baruch.

“O batismo do eunuco por Filipe foi um dos eventos-chave na propagação do cristianismo. Portanto, identificar o lugar onde isso aconteceu manteve os estudiosos ocupados por muitas gerações e se tornou um ponto comum na arte cristã”, completou Baruch.

A piscina foi descoberta em Ein Hanya, perto de Jerusalém.
(Foto: Assaf Peretz/Autoridade de Antiguidades de Israel)

Muitos dos achados pelos arqueólogos foram datados na época do Primeiro Templo, cerca de 2.400 a 2.800 anos atrás. O principal achado desse período é o fragmento de um capitel — um elemento artístico típico das estruturas e propriedades dos reis daquele período.

Os arqueólogos estimam que Ein Hanya pode ter sido uma propriedade real durante o período do Primeiro Templo. “Depois da destruição do Primeiro Templo, o assentamento foi transformado em uma propriedade que era habitada por judeus”, disse a Autoridade de Antiguidades de Israel.

Outra descoberta significativa desse período é uma rara dracma grega, descrita como uma das moedas mais antigas descobertas em Jerusalém, datada entre 420 e 390 a.C.

Mais moedas, cerâmicas, vidros, telhas e peças de mosaico do período bizantino foram descobertos na escavação, levando os arqueólogos a dizer que foi durante esse período (séculos 4 a 6 d.C) que o local atingiu seu apogeu.

As escavações e trabalhos de conservação foram realizadas entre 2012 e 2016. O local faz parte do Parque Nacional do Vale de Refaim, a sudoeste de Jerusalém, e será aberto ao público gratuitamente dentro de alguns meses.

Fonte: GUIAME,
com informações Times of Israel
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quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

"Jerusalém é a capital de Israel, leia a Bíblia" , lembra Netanyahu

Em visita à França, primeiro-ministro de Israel manda recado ao mundo

O presidente francês, Emmanuel Macron (R), recebe o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu
após sua chegada ao palácio do Eliseu em 10 de dezembro de 2017 em Paris. 
/ AFP PHOTO / ludovic MARIN
O presidente francês, Emmanuel Macron, recebeu neste domingo (10), o primeiro-ministro de Israel Benjamin Netanyahu para uma visita oficial ao país. Durante a coletiva de imprensa, expressou sua desaprovação sobre o reconhecimento dos EUA de Jerusalém como capital de Israel e, ao mesmo tempo, pediu ao líder israelense que “mostre coragem” no avanço das negociações de paz.

“Essas declarações não promovem a segurança, especialmente a segurança de palestinos e israelenses”, disse Macron após três horas de conversações com o primeiro-ministro israelense.

Netanyahu, por sua vez, questionou: “Onde mais seria a capital de Israel, além de Jerusalém?”. O líder israelense enfatizou que desde a refundação do país (em 1948) a sede do governo e os tribunais estão localizados na cidade sagrada. Essa é uma tradição histórica e religiosa que é mencionada desde que a Bíblia foi escrita.

“Jerusalém nunca foi capital de nenhum outro povo”, disse ele, numa referência velada ao fato de não haver comprovação histórica que um “povo palestino” tenha se estabelecido algum dia na cidade.

“Paris é a capital da França. Jerusalém é a capital de Israel. Tem sido a capital de Israel por 3.000 anos, sendo capital do Estado moderno de Israel há 70 anos. Respeitamos sua história e suas escolhas e, como amigos, esperamos que respeitem as nossas”, enfatizou Netanyahu.  Ressaltando que há abundantes provas históricas da relação dos judeus com sua capital, disse que as tentativas da ONU e dos outros países em negar isso por motivações políticas são “um absurdo”. “Vocês podem ler sobre tudo isso em um livro muito bom chamado a Bíblia”

Falando com  Macron, mas com isso deixando claro ao mundo sua postura, assegurou “Isso também é essencial para a paz. Penso que a paz deve ser construída sobre o alicerce da verdade, sobre os fatos do passado e sobre o presente. Esta é a única maneira de construirmos um futuro pluralista e bem-sucedido”.

Por sua vez, Macron reiterou que “o congelamento da construção de assentamentos e medidas que mostrem confiança em relação à Autoridade Palestiniana são atos importantes para começarmos”.

Desde o anúncio de Trump, na quarta-feira, tem havido ataques na Cisjordânia, Jerusalém Oriental e Gaza, onde os palestinos protestaram. Nos confrontos com as forças de segurança, pelo menos 4 pessoas foram mortas. Vários foguetes foram disparados da Faixa de Gaza, mas foram interceptados ou caíram em áreas desertas.

Respondendo a Macron, Netanyahu disse que a paz não seria possível, a menos que os palestinos aceitassem que Jerusalém é a capital de Israel. Ele enfatizou que o mais importante em qualquer acordo de paz é que ambos os lados reconheçam que o outro tem o direito de existir. “Isso é o que bloqueia a paz israelense-palestina”, insistiu.

Lembrou ainda que deseja retomar as negociações, mas nunca obteve resposta dos palestinos. “Eu invoquei repetidamente o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, e eu faço isso aqui novamente, no Elysee. Isso é um gesto de paz. Nada poderia ser mais simples.”

Netanyahu também falou de um plano de paz regional “externo”, que veria a normalização com países árabes pavimentar o caminho para a paz com os palestinos. Publicamente, a ideia foi amplamente rejeitada pelo mundo árabe.

Anunciando que visitará Israel no ano que vem, Macron finalizou dizendo: “Israel é nosso amigo e não aceitamos ataques terroristas”.

Para ouvir o áudio vá ao topo da pagina e dê pausa na radio Gospel



Com informações de Times of Israel
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terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Jerusalém, capital de Israel - Discurso de Benjamin Netanyahu

Primeiro ministro de Israel, Benjamin Netanyahu - Discurso apos o presidente americano Donald Trump reconhecer Jerusalém como a capital de israel

Benjamin Netanyahu (Foto: Abir Sultan/AP)
Apenas setenta anos atrás, os judeus foram levados ao matadouro como ovelhas.

Sessenta anos atrás, não tínhamos país. Nenhum exército.

Sete países árabes declararam a guerra ao nosso pequeno estado judaico, apenas algumas horas após a sua criação!

Nós éramos apenas 650 judeus, contra o resto do mundo árabe! NENHUM FID (Exército de Defesa de Israel). Nenhuma força aérea poderosa, apenas pessoas corajosas com nenhum lugar para ir.. Líbano, Síria, Iraque, Jordânia, Egito, Líbia, Arábia Saudita, todos nos atacaram ao mesmo tempo.

O país que as Nações Unidas nos deram foi de 65% do deserto. O país estava no meio do nada.

35 anos atrás! Lutamos contra os três exércitos mais poderosos do Oriente Médio, e nós os varremos. Sim, em seis dias... Nós lutamos contra várias coalizões de países árabes, que possuíam os exércitos modernos e muitas armas soviéticas, e sempre os derrotamos!

Hoje nós temos:
• Um país;
• Um exército;
• Uma poderosa força aérea; *
• Uma economia de estado-da-arte que exporta milhões de dólares;
• Intel - Microsoft - A IBM desenvolve produtos em casa;
• Nossos médicos recebem prêmios por pesquisa médica. *



Nós fizemos o deserto florescer, e vender laranjas, flores e vegetais em todo o mundo.

Israel enviou seus próprios satélites para o espaço! Três satélites ao mesmo tempo!

Estamos orgulhosos de estar no mesmo ranking que:

• Estados Unidos, que tem 250 milhões de habitantes;
• A Rússia, que tem 200 milhões de habitantes;
• A China, que possui 1,3 bilhão de habitantes;
• Europa - França, Grã-Bretanha, Alemanha - com 350 milhões de habitantes.

Um dos poucos países do mundo a enviar objetos para o espaço! Israel é agora parte da família das potências nucleares, com os Estados Unidos, Rússia, China, Índia, França e Grã-Bretanha..

Nunca admitimos oficialmente, mas todos sabem, que apenas a sessenta anos atrás, fomos levados, envergonhados e sem esperança, para morrermos no deserto!

Nós extirpamos as ruínas fumegantes da Europa, ganhamos nossas guerras aqui com menos do que nada. Nós construímos nosso pequeno "Império" do nada.

Quem é o Hamas para nos assustar? Vocês me fazem rir!

A Páscoa foi celebrada; Não esqueçamos sobre o que a páscoa trata.

• Nós sobrevivemos ao Faraó.
• Nós sobrevivemos aos gregos.
• Sobrevivemos aos romanos.
• Sobrevivemos à inquisição na Espanha.
• Temos os pogroms na Rússia.
• Sobrevivemos a Hitler.
• Sobrevivemos aos alemães.
• Sobrevivemos ao Holocausto.
• Sobrevivemos aos exércitos de sete países árabes.
• Sobrevivemos a Saddam.
• Continuaremos a sobreviver aos inimigos presentes hoje também.

Pense em qualquer momento da história humana! Pense nisso! Para o povo judeu, a situação nunca foi melhor! Então vamos enfrentar o mundo.

Lembre-se: todas as nações ou culturas que uma vez tentaram nos destruir, já não existem hoje -  enquanto nós, ainda vivemos!

Os egípcios? Os gregos? Alexandre da Macedônia? Os romanos? (Alguém ainda fala latino estes dias?) O Terceiro Reich?

 E olhe para nós: a Nação da Bíblia. Os escravos do Egito. Ainda estamos aqui.

E nós falamos o mesmo idioma! Antes e agora! Os árabes ainda não sabem, mas aprenderão que há um Deus ... enquanto conservarmos nossa identidade, sobreviveremos.

Então, perdoe-nos:

• Por não nos preocuparmos.
• Não chorarmos.
• Não termos medo.

As coisas estão bem por aqui. Certamente poderiam melhorar.

No entanto: Não acredite na mídia, eles não dizem que nossas festas continuam a acontecer, que as pessoas continuam a viver, que as pessoas continuam saindo, que as pessoas continuam a ver amigos.

Sim, nossa moral é baixa. E daí? Somente porque choramos nossas mortes, enquanto outros se regozijam em derramar nosso sangue?. É por isso que vamos vencer, no final.

"Levanto meus olhos para os montes e questiono: de onde me virá o socorro?
O socorro virá do meu SENHOR, o Criador dos céus e da terra!
Ele não deixará que teus pés vacilem; não pestaneja Aquele que te guarda.
Certamente não! De maneira alguma cochila nem dormita o guarda de Israel.
O Eterno é o teu protetor diuturno; como sombra que te guarda, Ele está à tua direita.
Não te molestará o sol, durante o dia, nem de noite, a lua.
O SENHOR te guardará de todo o mal, Ele protegerá a tua vida!
Estarás sob a proteção do SENHOR, ao saíres e ao voltares, desde agora e para todo o sempre!" - Salmos 121.1-8
Texto amplamente divulgado na internet


GLORIA DEUS!
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domingo, 10 de dezembro de 2017

Jerusalém, a capital de Israel

E acontecerá naquele dia que farei de Jerusalém uma pedra pesada para todos os povos; todos os que a carregarem certamente serão despedaçados; e ajuntar-se-ão contra ela todo o povo da terra. Zacarias 12:3

A decisão do presidente dos Estados Unidos de assinar o reconhecimento oficial da cidade de Jerusalém como a capital de Israel, além de ser o cumprimento de uma promessa de campanha, foi também uma atitude que lavou a moral do povo americano na falta de seus presidentes desde 1995, quando foi proposto esse reconhecimento através da lei: “Jerusalem Embassy Act” de 1995, aprovada por 93 votos a 5 no Senado, e por 374 votos a 37 na Câmara de Representantes.

Segue um trecho dessa lei: “Desde 1950, a cidade de Jerusalém tem sido a capital do Estado de Israel (…). De 1948 a 1967, Jerusalém foi uma cidade dividida e cidadãos israelenses de todas as crenças, bem como cidadãos judeus de todos os Estados, tiveram negado seu acesso a locais sagrados controlados pela Jordânia. Em 1967, a cidade de Jerusalém foi reunificada durante a Guerra dos 6 Dias. Desde então, Jerusalém tem sido uma cidade administrada por Israel, e pessoas de todas as crenças religiosas tem tido assegurado acesso total a todos os locais sagrados dentro da cidade. Esse ano marca o 28º ano consecutivo em que Jerusalém tem sido administrada como uma cidade unificada, em que os direitos de todas as crenças tem sido respeitados e protegidos”.

Portanto, a lei americana de 1995, que foi cabalmente cumprida nesse dia 06 de dezembro,  já reconhecia Jerusalém como capital de Israel e autorizava a transferência da embaixada dos EUA em Israel para Jerusalém. No entanto ela foi preterida sistematicamente por Clinton, Bush e Obama, levando 22 anos para ser cumprida.

As declarações de Donald Trump em seu discurso destacou a posição de Israel entre as nações: “Israel é uma nação soberana e tem o direito”, não deixou de fora a importância da Cidade Santa para os judeus, cristãos e muçulmanos e enfatizou Israel como um exemplo de democracia (diga-se de passagem a única do tipo no Oriente Médio): “Jerusalém não é somente o coração de três grandes religiões, mas é também o coração de uma das mais bem-sucedidas democracias do mundo”. Ainda preciso destacar o que o presidente norte-americano chamou de óbvio: “Finalmente reconhecemos o óbvio: Jerusalém é a capital de Israel. É um reconhecimento da realidade. É o certo a se fazer e precisa ser feito.” E por último o presidente reafirmou que sua decisão não pretende acabar com o compromisso de um acordo de paz envolvendo ambos os povos em conflito na Terra Santa: “Queremos um acordo que seja ótimo para israelenses e palestinos”.

Após as declarações do Presidente Trump sobre reconhecer Jerusalém como a capital de Israel, o Primeiro Ministro de Israel Benjamin Netanyahu declarou em seu pronunciamento de gratidão que: “não haverá nenhuma mudança no estatus quo dos locais sagrados. Israel sempre garantirá liberdade de culto pra judeus, cristãos e muçulmanos.”

Então, por quê todo esse frenesi internacional com a decisão do Presidente Trump em reconhecer Jerusalém como a capital de Israel e da transferência da embaixada americana de Tel Aviv para a capital Jerusalém? Pretendo responder essa pergunta Politicamente (o presente de Israel), Biblicamente (o passado de Israel) e Profeticamente (o futuro de Israel).

Politicamente, porque em 1947, quando a Assembleia Geral da ONU decidiu pelo plano de partilha da Palestina entre um Estado árabe e outro judeu, Jerusalém foi designada como “corpus separatum” (corpo separado), sob controle internacional. No dia 14 de maio de 1948 houve a declaração da Independência do Estado de Israel. O plano, porém, não chegou a ser implementado, pois os árabes rejeitaram a decisão soberana da ONU e no dia seguinte (15/05/1948), iniciou-se a guerra da Independência, onde cinco nações árabes (Egito, Jordânia, Síria, Líbano e Iraque) atacaram o recém formado Estado Judeu com o claro objetivo de “afogar os judeus no mar”. Ao final do conflito, Jerusalém foi dividida, com a parte ocidental sob controle de Israel e a parte oriental controlada pela Jordânia.

De 1949 a 1967 (18 anos) Jerusalém oriental esteve sob domínio jordaniano e nunca foi declarada capital de qualquer que seja o povo, os lugares sagrados para os judeus foram proibidos de serem visitados. Até que em 1967, uma nova aliança entre Egito, Síria e Jordânia foi estabelecida e as emissoras de rádio, árabes, transmitiam  programas em hebraico que anunciavam à população israelense que seu fim estava próximo. Israel invocou direito de defesa e desencadeou um ataque preventivo. Ao fim de seis dias de combate, a Judéia, a Samaria, Gaza, a Península do Sinai e o planalto do Golan estavam sob o controle de Israel. A cidade de Jerusalém, que estivera dividida entre Israel e Jordânia desde de 1949, foi reunificada sob autoridade de Israel, na chamada Guerra dos 6 Dias. Em Jerusalém estão o parlamento israelense, as casas do primeiro ministro e presidente de Israel, além dos ministérios.

Após 1967 a ONU estabeleceu que o status de Jerusalém deveria ser definido em negociações entre israelenses e palestinos, o que responderia ao fato de as embaixadas ainda estarem em Tel Aviv. Além, do agravante em que a Autoridade Palestina deseja que a parte leste de Jerusalém seja a capital de seu almejado Estado. Colocando a cidade de Jerusalém em disputa, trazendo maiores desentendimento entre os dois povos. Biblicamente Jerusalém pertence a Israel desde a conquista do Rei Davi, por volta do ano mil a.C. (2 Samuel 5:4-9), e apesar do cativeiro babilônico (586 a.C.) e a destruição pelos romanos (70 d.C.), a cidade sempre permaneceu como centro da vida política, religiosa e cultural do povo judeu como inspirado e eternizado no Salmo 137:5-6 “Se eu me esquecer de ti, ó Jerusalém, esqueça-se a minha direita da sua destreza. Se me não lembrar de ti, apegue-se-me a língua ao meu paladar; se não preferir Jerusalém à minha maior alegria” e jamais foi capital de qualquer reino dominante da região (Romano 63 a.C. – 313 d.C., Bizantino 313-636 d.C., Árabe 636-1099 d.C., Cruzados 1099-1291 d.C., Mameluco 1291-1516 d.C., Otomano 1517-1917 d.C., Britânico 1917-1948 d.C.).

Profeticamente, Jerusalém como apontou o profeta: “Eis que eu farei de Jerusalém um copo de tremor para todos os povos em redor” (Zacarias 12:2a). Antes mesmo de Washington aprovar a decisão de 1995 a mídia internacional já ecoava em tom apocalíptico as preocupações da comunidade internacional com a medida. Dando voz a líderes da União Europeia (UE), da Liga Árabe e de diversos países que temem danos ainda maiores à estabilidade na região.

Contudo, foram esses tais “líderes” que trouxeram um discurso inflamado de ódio, rejeição e de confrontação e não de diálogo em busca de um possível acordo de paz entre as partes. O líder da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas, advertiu em conversa telefônica com o presidente americano sobre as “consequências perigosas” de tal decisão para os esforços de paz no Oriente Médio, bem como para a segurança e estabilidade da região. Enquanto o grupo terrorista Hamas ameaçou iniciar uma nova intifada – rebelião popular ou levante – contra Israel. O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, ameaçou em discurso televisionado que “Jerusalém é uma linha vermelha para os muçulmanos”. Já no dia seis de dezembro foguetes foram disparados de Gaza contra Israel e manifestações contra a decisão americana foram realizadas em Jerusalém, por palestinos.

Quanto as  acusações de que Donald Trump estaria causando instabilidade na região ou no mundo, pode-se dizer que o mundo nunca realmente foi um lugar seguro. Somente no século passado tivemos duas guerras mundiais com mais de 1000 milhões  de vítimas entre mortos e feridos e do início do século pra cá já temos contemplado várias guerras regionais e civis. E não parece que os muçulmanos radicais precisam realmente de um motivo para realizarem atentados terroristas contra os infiéis, judeus e cristãos. Vemos assim o cumprimento das palavras do Senhor  Jesus: “E ouvireis de guerras e de rumores de guerras; olhai, não vos assusteis, porque é mister que isso tudo aconteça, mas ainda não é o fim. Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino” (Mateus 24:6-7a). Portanto, nossa real preocupação deve ser com a proposta de uma paz mundial “Pois que, quando disserem: Há paz e segurança, então lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida, e de modo nenhum escaparão” (1 Tessalonicenses 5:3). O cenário está sendo preparado. Maranata!

por Alexandre Dutra

Aqui eu Aprendi!
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