Membros / Amigos

Conheça mais de nossas Postagens

Research - Digite uma palavra ou assunto e Pesquise aqui no Blog

Mostrando postagens com marcador Irã. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Irã. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

"Aliança Profética" Ezequiel 38

Aliança “profética” de Rússia, Irã e Turquia se fortalece após morte de embaixador

Países anunciam que darão “passos imediatos” para processo de paz no Oriente Médio


Aliança "profética" de
Rússia, Irã e Turquia se fortalece
Um dia após assassinato de embaixador russo em Ancara, ministros de Defesa e de Relações Exteriores de Rússia, Turquia e Irã se reuniram em Moscou nesta terça (20/11/2016). Ao contrário de uma declaração de guerra, alardeado por muitos jornais, decidiram dar “passos imediatos” para obterem uma resolução pacífica do conflito na Síria.

O Kremlin ressaltou que o assassinato do embaixador Andrei Karlov em solo turco foi uma provocação, mas que isso “não afetará os atuais esforços diplomáticos”.

Sergei Shoigu, ministro da Defesa russo, afirmou à imprensa: “Especialistas trabalham hoje em um texto da Declaração de Moscou sobre passos imediatos para impulsionar a resolução da crise síria. Este é um documento consistente e muito necessário”.

Ele e o ministro da Defesa do Irã, Hussein Dehgan, também deixaram claro que “todas as anteriores tentativas de pactuar ações conjuntas empreendidas pelos EUA e seus parceiros estavam condenadas ao fracasso. Nenhum deles tinha influência real sobre a situação no terreno”.

“Uma solução política é a melhor solução, é nisso em que acreditamos”, ressaltou Mevlüt Çavuşoğlu, ministro de Relações Exteriores da Turquia. Javad Zarif, ministro de Relações Exteriores do Irã, disse que a união trilateral deve cooperar para “acabar com o terrorismo que está mantendo todos como reféns na Síria e no Oriente Médio”.

Segundo o documento divulgado, os três países esperam “serem fiadores e solucionar conjuntamente os assuntos relacionados com a situação na Síria”. A medida causará impacto em todo o Oriente Médio, pois Rússia e Irã sempre estiveram do mesmo lado na guerra da Síria, apoiando o governo de Bashar al-Assad.

Contudo, até aqui a Turquia estava ao lado dos Estados Unidos e da coalização internacional que tentam derrubar Assad e apoia os chamados “rebeldes moderados”.

Russos e turcos vinham se aproximando nas últimas semanas, por causa dos acordos de cessar-fogo e de evacuação de civis da cidade de Aleppo.

Recentemente, a revista francesa Atlantico mostrou que havia muitos interesses comuns que uniam países tão diferentes. O primeiro-ministro da Turquia, Erdogan, sabe que não pode ficar contra a Rússia devido a antigos acordos econômicos, militares e políticos. Então, o premiê está promovendo uma “virada” na sua política externa.

Além disso, os três países têm uma atitude comum em relação ao Ocidente, que consideram “arrogante” e “pronto para interferir”.  Alain Rodier, diretor do Centro francês de Pesquisa e Inteligência, lembra que os três países compartilham a intenção de ultrapassar Washington que, segundo eles, quer impor as suas regras na política internacional.

Ezequiel  37  a  39

O Doutor Mark Hitchcock, autor de dezenas de livros sobre profecias bíblicas afirma que as notícias que estampam os jornais de hoje revelam a existência de uma nova aliança de nações que repetem os tempos bíblicos, e seu inimigo comum seria Israel.

Ele aponta especificamente para uma profecia encontrada em Ezequiel 38, que parece estar cada vez mais próxima de se cumprir. Conhecida como a guerra de Gogue e Magogue, o texto fala sobre uma aliança de nações que se unem para irem contra Israel.

O que torna este último século diferente dos outros, disse Hitchcock, é que Israel foi novamente reconstituído, conforme descrito em Ezequiel 37, na profecia dos “ossos secos”.

Ele diz que nações como Rússia, Irã, Líbia e Turquia nunca foram aliadas ao longo da história, mas nos últimos tempos esses países parecem estar formando alianças enquanto sua postura com Israel não é muito amigável.

“Todas as nações de Ezequiel 38 são identificáveis hoje e estão fazendo alianças umas com as outras”, disse Hitchcock. Haverá grandes poderes mundiais unidos nessa batalha, lembra o especialista:

1 – a federação de 10 reinos, que constitui a forma final do quarto grande Império Mundial (uma União Europeia modificada, que está perdendo membros);
2 – a federação do Norte, (pode ser a Rússia);
3 – Meseque, Tubal e Togarma (regiões da Turquia);
4 – Pérsia, povos além do Eufrates (atual Irã);
4 – os reis do Sul, poder ou coligação de poderes do Norte da África (Líbia e Sudão)

Embora a hostilidade dos quatro primeiros seja de uns contra os outros e contra Israel (Zc 12.2,3; 14.2), é particularmente contra o Deus de Israel que eles lutam (Sl 2.2; Is 34.2; Zc 14.3; Ap 16.14; 17.14; 19.11,14,15,19,21).

Enquanto essa profecia pode ser perturbadora para alguns, Hitchcock tem certeza que ela pode oferecer conforto também. “Deus está sempre no controle”, sublinha.

Fonte: Gospel Prime notícias
The Jerusalem Post
Revista Atlantico
Aqui eu Aprendi!

terça-feira, 12 de abril de 2016

O Irâ e o Cristianismo

Irã tem a população evangélica que mais cresce no mundo

O número de pessoas que estão se juntando a estas igrejas chega perto de um milhão, de acordo com estimativas da Portas Abertas.

As igrejas domésticas cristãs são consideradas ilegais, e são frequentemente confrontadas com ameaças de prisão.
(Foto: Reuters/Thomas Peter)
Embora o Irã seja classificado como o 9º país que mais sofre de perseguição religiosa no mundo, de acordo com a classificação feita pela organização Portas Abertas, milhares de pessoas tem se convertido ao cristianismo e frequentado igrejas subterrâneas nas casas.

De acordo com Emily Fuentes, porta-voz da Portas Abertas, o número de pessoas que estão se juntando a estas igrejas chega perto de um milhão. Com base em sua trajetória, ela ainda afirma que o Irã tem a população evangélica que cresce mais rápido no mundo.

"As igrejas domésticas estão tendo um crescimento tão rápido em conversões, que é inigualável com qualquer outro país do Oriente Médio", disse ela.

A República Islâmica do Irã é baseada em uma teocracia muçulmana xiita. Por isso, as igrejas domésticas cristãs são consideradas ilegais, e são frequentemente confrontadas com ameaças de prisão.

Segundo a Comissão sobre Liberdade Religiosa Internacional dos EUA, o governo do Irã usa as leis religiosas como um meio de impedir as pessoas de exercerem os seus direitos de liberdade de crença, protegidos internacionalmente.

No entanto, estas mesmas leis religiosas impulsionaram o drástico aumento no número de convertidos. A gravidade da perseguição e a insatisfação com o regime islâmico levaram as pessoas a procurar o cristianismo.

"Para o vazio nos corações dos iranianos, a mensagem do Evangelho de um Salvador que os ama a ponto de morrer por eles é como uma doce música", disse o porta-voz do ministério Iran Alive Ministries.

Fonte: GUIAMEcom informações CHRISTIAN TODAY

Continuemos em oração pelas nações! 
Aqui eu Aprendi!

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Mahdismo - O que é um Iman?

O esperado pelos muçulmanos - o 12º Iman (Imã Mahdi)

O que é um Imã?
Segundo a crença islâmica, o Imã é um líder ou governante ungido. Especialmente entre as crenças xiitas, acredita-se que o Imã (embora não obrigatório) seja um líder ou clérigo de oração quando a palavra é maiúscula. Os sunitas também acreditam que um Imã pode ser um profeta. Os xiitas acreditam que nem todos os profetas podem ser um Imã mas que um Imã também pode ser um profeta. Diz-se que o Imã é ungido por Alá e um exemplo perfeito de como liderar a humanidade em todos os sentidos.

A interpretação xiita é que somente Alá pode nomear um Imã e que nenhum homem tem o poder de fazê-lo. Diz-se que o 12º Imã é um descendente do profeta Maomé e possui um estado divino assim como cada um dessa sucessão de filhos. O 12º Imã também é chamado de Imã Oculto e Mahdi (divinamente guiado).

Quem é o 12º Imã?
Entre os xiitas (predominantes no Irã), existe uma profecia sobre o 12º Imã, o grande salvador espiritual. Este Imã é chamado de Abu al-Qasim Muhammad ou também chamado de Muhammad Mahdi al. Diz-se que ele era um filho do 11º Imã, Hasan al-Askari, e sua mulher, a neta de um imperador. Há declarações contraditórias de que seu nome era Fátima ou Nargis Khatoon.

A maioria dos relatos da história dizem que Al Mahdi escondeu-se como uma criança em torno da idade de 5 anos (cerca do 13º século). Acredita-se que ele tenha se "escondido" em cavernas desde então, mas que vai voltar sobrenaturalmente pouco antes do Dia do Juízo. De acordo com a Hadith (registros dos preceitos do profeta Maomé), os critérios para o Imã Oculto são:

- Será um descendente de Maomé e filho de Fátima
- Terá uma testa larga e nariz pontudo
- Retornará pouco antes do fim do mundo
- Sua aparição será precedida por uma série de eventos proféticos durante 3 anos de caos, tirania e opressão mundiais
- Fugirá de Medina a Meca, milhares de pessoas prometerão lealdade a ele
- Reinará sobre os árabes e o mundo por 7 anos
- Erradicará toda a tirania e opressão, trazendo harmonia e paz total
- Liderará uma oração em Meca, durante a qual Jesus estará ao seu lado e a ele se unirá

Notavelmente, a teoria do 12º Imã faz grande parte das atuais preocupações mundiais com o Irã. O presidente xiita muçulmano do Irã, Ahmadinejad (Agosto 2005 - Agosto 2013) , está profundamente comprometido ao messias islâmico, Al Mahdi. Muitos ao longo dos anos têm afirmado ser o Imã Oculto, mas Ahmadinejad acredita que ele ainda esteja por vir. Ele alega que deva pessoalmente preparar o mundo para a vinda de Mahdi. Para que possa ser salvo, o mundo deve estar em um estado de caos e de subjugação. Ahmadinejad afirma que ele foi “dirigido por Alá para preparar o caminho para o aparecimento glorioso do Mahdi". Esta diretriz apocalíptica inclui algumas proclamações muito assustadoras.

Por que isso é tão importante agora?
Enquanto os cristãos aguardam a segunda vinda de Jesus, os judeus esperam pelo Messias e os muçulmanos esperam pelo 12º Imã. No entanto, dos três, Mahdi, o designado por Alá, é o único que exige um caminho violento para conquistar o mundo. Ahmadinejad e seu gabinete afirmam ter um "contrato assinado" com al Mahdi no qual eles se comprometeram a executar essa tarefa.

O que esta tarefa envolve?
À luz das preocupações sobre a capacidade nuclear do Irã, Mahmoud Ahmadinejad tem afirmado que Israel deveria ser apagado do mapa. Durante o seu discurso às Nações Unidas em setembro de 2005, ele afirmou ter sido envolvido por uma aura de luz e sentiu uma mudança na atmosfera durante a qual ninguém que estava presente conseguia piscar os olhos. Diz-se que o primeiro-ministro do Irã também falou em termos apocalípticos e parecia apreciar o conflito com o Ocidente, o qual ele chama de o Grande Satã. Tudo isso ocorre enquanto ele proclama que tem que preparar o mundo para a vinda de Mahdi por meio de um mundo totalmente sob o controle muçulmano.[A]

A DOUTRINA DO MAHDISMO
De acordo com a tradição xiita, os Doze Imãs, descendentes de Ali Ibn Abi Talib (Imã Ali), primo e genro do profeta Maomé, foram dotados de qualidades divinas que os capacitaram a conduzir os crentes xiitas e para operarem como emissários de Alá na terra. No entanto, quando o Décimo Segundo Imã, Muhammad Al-Mahdi,[1] desapareceu no ano 941 d.C., sua conexão com os crentes xiitas foi rompida. Desde então, foi ordenado aos xiitas que aguardem pelo retorno dele a qualquer momento.

Nesse ínterim, os clérigos xiitas mais destacados são considerados representantes dos Imãs. Assim, eles têm autoridade para tratar dos assuntos da comunidade xiita, principalmente nas esferas religiosa e jurídica, até que o Imã Oculto retorne, lidere a comunidade xiita e a liberte de seus sofrimentos.

De acordo com a crença xiita, durante o período da ausência do Mahdi (período esse denominado ghaibat ou “ocultação”), ninguém, exceto Deus, sabe a hora do retorno do Mahdi, e nenhum homem pode pressupor ou prever quando essa hora chegará. Com o reaparecimento do Mahdi, todos os males serão reparados, a justiça divina será instaurada e a verdade do islamismo xiita será reconhecida pelo mundo inteiro(mahdismo).[2]

O MAHDISMO E O REGIME ISLÂMICO NO IRÃ
Desde o estabelecimento do regime islâmico, em 1979, até a ascensão ao poder de Mahmoud Ahmadinejad, em agosto de 2005, o mahdismo vinha sendo uma doutrina religiosa e uma tradição que não possuía nenhuma manifestação política. O sistema político funcionava independentemente dessa crença messiânica e da expectativa do retorno do Mahdi. Foi apenas com a presidência de Ahmadinejad que essa doutrina religiosa tornou-se uma filosofia política e foi levada a um lugar central na política.

Durante a era do aiatolá Ruhollah Khomeini, fundador do regime islâmico do Irã, o mahdismo permaneceu fora do âmbito político. Sem dúvida, porém, a era de Khomeini foi caracterizada pelo fervor messiânico. Os iranianos atribuíam qualidades messiânicas a ele e lhe conferiram o título de “Imã”, que até então havia sido reservado para os Doze Imãs. Na verdade, a chegada de Khomeini ao poder foi vista na época como a realização da profecia que dizia respeito ao retorno do Mahdi.

A instauração do Governo do Jurisprudente(velayat-e faqih) por Khomeini no Irã motivou uma transformação no xiismo, substituindo sua tradicional passividade por uma perspectiva mais ativa. Como parte dessa mudança, Khomeini afirmou que os xiitas não deveriam apenas aguardar passivamente pelo retorno do Mahdi, mas deveriam ativamente preparar o terreno para seu retorno e para a libertação da comunidade xiita. Um componente dessa abordagem ativa foi a tomada do poder pelos clérigos. Entretanto, Khomeini manteve a doutrina do mahdismo na periferia da esfera política. Ele nem afirmou possuir uma conexão direta com Deus, nem presumiu prever a hora do retorno do Mahdi.

Após a morte de Khomeini em 1989, o mahdismo teve um declínio no Irã. As administrações de Ali Akbar Hashemi Rafsanjani (1989-1997) e de Mohammad Khatami (1997-2005) mantiveram uma estreita separação entre a política e o mahdismo – uma política que mudaria com a presidência de Ahmadinejad.[3]

IDEOLOGIA
Trecho do discurso feito no Seminário Internacional sobre a Doutrina do Mahdismo pelo aiatolá Mohammad Taqi Mesbah-e Yazdi - "Um dos aspectos ideológicos da doutrina mahdista é [sua] universalidade, uma vez que o Mahdi vem para estabelecer justiça e retidão no mundo inteiro. Um outro aspecto é a disseminação da justiça e da retidão [segundo a lei de] um único homem, um único centro, e um único sistema. Como o Imã Oculto é o responsável pela disseminação da justiça e da retidão, o mundo precisará ter um único centro e governo (...) para que possa sair de um estado de [divisão] e estabelecer um único governo [universal] dirigido pelo [Imã Oculto], e todo tipo de opressão e de exploração será [então] banido do mundo”.[B]

Leia também:

Notas:
[1] O Décimo Segundo Imã, o messias xiita, também é chamado Muhammad Al-Muntazar (“O Esperado”), Imã Al-Zaman (“o Imã das Eras”) e “o Imã Oculto”.
[2] Sobh-e Sadeq (Irã), 30 de Abril de 2007.
[3] Para detalhes sobre a ascensão de Ahmadinejad ao poder e sobre a "Segunda Revolução Islâmica", ver MEMRI Inquiry and Analysis nº253, "The Second Islamic Revolution" em Iran: Power Struggle at the Top", 17 de novembro de 2005 www.memri.org/bin/articles.cgi?Page=archives&Area=ia&ID=IA25305.

Fonte:
[A] via Assuntos populares - 12º Madhi 
[B] via Beth Shalom - Mahdismo - Revista Notícias de Israel-novembro_2009 (extraído de Middle East Media Research Institute [Instituto de Pesquisa Sobre a Mídia do Oriente médio] - www.MEMRI.org )
Aqui eu Aprendi!

domingo, 15 de novembro de 2015

Terrorismo na França - o massacre

Estado Islâmico assume autoria dos atentados França/Paris

Desde 1944 a situação na França não era tão tensa. O país fechou suas fronteiras e estão em “alerta máximo”, após os atentados de sexta-feira (13/11/2015). Bombas foram explodidas do lado de fora do estádio onde jogavam as seleções da França e da Alemanha.

O número de mortos confirmadas passa de 130 pessoas, além de dezenas feridas em uma série de tiroteios e explosões de homens-bomba ocorridas no início da noite. A casa de shows Bataclan, no 11º distrito, foi invadida por homens armados que fizeram cerca de 100 reféns. Nas primeiras horas, o que a mídia divulgava era que tudo estava sendo investigado e evitava-se ‘acusar’ os imigrantes.

Os telejornais do Brasil não usaram os termos “ataque terrorista”, mas segundo o site France 24 (mídia local) os atiradores gritavam ”Allahu Akbar” (Deus é grande) antes de começarem a disparar nas vítimas. Esse é a declaração de guerra santa (jihad) usada no mundo todo.

Diferentes sites europeus e americanos atribuíram o ataque ao Estado Islâmico, grupo extremista que tem constantemente ameaçado a Europa com a jihad. A Newsweek mostrou que mensagens nas redes sociais “comemoram” o sucesso dos atentados com a hashtag em árabe #باريس_تشتعل que pode ser traduzida por “Paris está em chamas”.

O Irish Times afirma que apoiadores do Estado Islâmico estão avisando pelo Twitter que Roma, Londres e Washington são os próximos alvos.

Também há notícias que testemunhas dizem ter ouvido antes das explosões gritos de “Isso é pela Síria”. A França é aliada dos Estados Unidos e Reino Unido numa série de ataques a alvos do EI na Síria e no Iraque. A Itália é mencionada pelos jihadistas como um de seus alvos preferenciais desde que o califado foi decretado.

O jornal inglês Telegraph disse na matéria de capa que os ataques de Paris são um “alerta” para o Reino Unido, uma vez que o combatente do EI que aparecia nos vídeos de execução, apelidado de Jihad John foi morto na manhã de hoje em um ataque de drones da coalizão.

Todos esses fatos colaboram para o que especialistas vem dizendo desde a invasão de milhares de refugiados que estão entrando na Europa nos últimos meses, fugindo dos conflitos no Oriente Médio. O maior temor dos governos é que soldados do EI se infiltrem em solo europeu e formem células terroristas.

Como a França tem sido uma das maiores defensoras da entrada dos refugiados, ficou numa posição constrangedora. Neste sábado (14/11), veio a confirmação que alguns dos homens-bomba eram sírios que entraram no país recentemente. Um comunicado do grupo terrorista Estado Islâmico assumiu o massacre.


Ele diz: “E nome de Alá, o mais Misericordioso, o Mais Beneficente
Alá (ta’ala) disse: Eles pensaram que suas fortalezas iriam defendê-los de Alá, mas Alá veio sobre eles de onde eles não esperavam, e infundiu o terror em seus corações para que eles destruíssem suas casas através de suas próprias mãos e pelas mãos dos fiéis. Então fiquem avisados, ó povo de visão. (Al-Hashr: 2).
Em uma batalha abençoada cujo sucesso foi possibilitado por Alá, um grupo de fiéis soldados do Califado (que Alá os fortaleça e dê suporte), começou estabelecendo alvos na capital da prostituição e do vício, a maior mensageira da cruz na Europa, Paris. Este grupo de fiéis era formado por jovens que se afastaram da vida mundana e avançaram em direção aos seus inimigos na esperança de serem mortos em nome de Alá, fazendo isso em apoio a sua religião, ao seu Profeta (que a bênção e paz estejam com ele), e seus aliados. Eles o fizeram a despeito de seus inimigos. Assim, eles foram sinceros com Alá — nós o consideramos — e Alá concedeu a vitória às suas mãos e lançou o terror no coração dos “cruzados” em sua própria terra natal.
E assim oito irmãos equipados com cintos de explosivos e armas de fogo atacaram precisamente os alvos escolhidos no centro da capital da França. Esses alvos incluiram o Stade de France durante uma partida de futebol — entre os times da Alemanha e França, ambas nações cruzadas — na qual compareceu o imbecil da França (François Hollande), o Bataclan, onde centenas de pagãos se reuniram em uma festa idólotra e perversa. Ocorreram também ataques simultâneos a outros alvos no 10º, 11º e 18º distritos. Paris tremeu sob os pés de seus cruzados, e suas ruas tornaram-se estreitas para eles. O resultado dos ataques é nada menos que 200 cruzados mortos e muitos feridos. Todo louvor e o mérito pertencem a Alá.
Alá abençoou nossos irmãos e concedeu a eles o que eles desejavam. Eles detonaram os cintos explosivos nas massas de descrentes depois de esgotar suas munições. Que Alá os aceite entre os mártires e permita que nos juntemos a eles.
Que a França e todos que seguem o seu caminho saibam que continuarão sendo os principais alvos do Estado Islâmico e que continuarão a sentir o cheiro da morte enquanto seguirem o caminho das cruzadas, enquanto se atreverem a insultar nosso Profeta, e enquanto se vangloriarem de sua guerra contra o Islã na França e de suas ofensivas aéreas contra os muçulmanos na terra do Califado.
Este é apenas o começo. E é também um aviso para aqueles que queiram meditar e tirar lições.
Alá é grande
(A Alá pertence toda a honra, e a Seu Mensageiro e aos fiéis, mas os hipócritas não o sabem) [Al- munafiqun : 8]”
"É um ato de guerra que foi cometido por um exército terrorista, um exército jihadista, o Daesh, contra a França", disse Hollande, usando a sigla em árabe para o Estado Islâmico. "É um ato de guerra que foi preparado, organizado e planejado no exterior, com cumplicidade de dentro da França."
Hollande prometeu uma resposta "implacável" aos atos de terror e decretou três dias de luto nacional.

Em entrevista coletiva no início da noite deste sábado (14/11/2015), no horário local, o procurador-geral de Paris apresentou novas informações sobre os ataques que ocorreram na noite de ontem na capital da França. De acordo com François Molins, até o momento foram contabilizados 129 mortos e 352 feridos, sendo que 99 pessoas estão em situação de saúde considerada crítica.

Molins apresentou uma cronologia dos ataques. Os terroristas usaram pelo menos dois veículos até os seis locais dos atentados, o que sugere que a ação foi coordenada entre grupos. Eles, aparentemente, teriam se divido em três equipes armadas, no período de meia hora: uma no Stade de France, outra usando um carro preto Seat, visto em vários locais onde ocorreram tiroteios, e a terceira utilizando um carro Polo VW preto.

As investigações tiveram início na noite de ontem e ainda estão em andamento.

"As informações são limitadas, ainda estamos no começo, estamos juntando as evidências para saber o que aconteceu, e por isso temos que manter o sigilo", disse Molins.

Foi confirmado que sete terroristas morreram.

charge do cartunista Bennet
OS ATAQUES
O primeiro ataque ocorreu no Stade de France, às 21h20 de sexta-feira, com uma explosão no portão D (Saint-Denis, região norte de Paris). Dois corpos foram encontrados ali: um deles com um cinto de explosivos e baterias e o outro, de um pedestre. O presidente da França, François Hollande, e o ministro de Relações Exteriores da Alemanha assistiam a um jogo entre os dois países no estádio.

Logo depois, às 21h25, frequentadores do restaurante Petit Cambodge e do bar Le Carillon, no 10º distrito da cidade, foram atacados por homens armados que chegaram em um veículo preto: ali 15 morreram e 10 ficaram feridos.

Às 21h30, houve a segunda explosão no estádio. Foi encontrado o corpo de mais um homem vestindo um cinto com explosivos no portão H.

Às 21h32, um tiroteio foi registrado em frente ao bar A La Bonne Bière, no 11º distrito da cidade, com 5 mortos e 8 feridos. Cerca de 100 cápsulas de balas foram encontradas no lugar, de acordo com as investigações. O atirador havia chegado ao local em um carro preto.

Às 21h36, 19 pessoas foram mortas por atiradores no terraço do restaurante La Belle Equipe, e 9 pessoas ficaram feridas. 

Por volta de 21h40, um homem-bomba detonou seus explosivos no restaurante Le Comptoir Voltaire, no 11º distrito, ferindo gravemente uma vítima.

Também às 21h40, um carro foi estacionado em frente à sala de concertos Bataclan, onde houve o maior número de mortos. Vários atiradores entraram no local, onde se passava um show da banda norte-americana Eagles of Death Metal, e abriram fogo. Morreram 89 e muitas ficaram feridas. Os homens armados teriam feito menções rápidas ao Iraque e à Síria durante o ataque. Neste local, dois terroristas acionaram os cintos com explosivos que usavam presos ao corpo e um terceiro terrorista foi morto pela polícia.

Às 21h53, um terceiro homem-bomba aciona seus explosivos no Stade de France.

No sábado, 0h20, forças de segurança fazem uma ação no Bataclan para libertar as vítimas mantidas reféns por cerca de duas horas dentro da sala de concertos, momento em que dois terroristas acionam seus explosivos e um outro é morto pela polícia.

Estas informações foram obtidas, em parte, a partir de imagens de câmeras de monitoramento nos locais onde ocorreram os atentados.

Fontes: 


Leia também:
Aqui eu Aprendi!

sábado, 14 de novembro de 2015

Mahdismo - O Islâ e o Retorno do Mahdi

"Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas, e farão tão grandes sinais e prodígios que, se possível fora, enganariam até os escolhidos." Mateus 24:24

Os cristãos anunciam a vinda do Cristo (Jesus), judeus aguardam o Messias prometido, os hindus esperam pelo Krishna, os budistas aguardam a vinda do buddha maitreya, os muçulmanos aguardam o Iman Mahdi ou messias, e a nova era aguarda a vinda o Maitreya. 

Mais de dois terços do um bilhão de muçulmanos que vivem no planeta esperam que o Mahdi venha logo, indica a nova pesquisa Pew Research. Para a maioria deles, o Mahdi será o último imã profeta islâmico, que virá governar o mundo e derrotar os inimigos dos que servem a Alá.

Os resultados confirmam as previsões do autor cristão Joel Richardson, que lançou recentemente o livro “The Middle East Beast”, uma continuação do seu best-seller de 2009: “O Anticristo islâmico”.

Richardson tem sido criticado repetidamente por alertar os cristãos que muitos muçulmanos vêem na vinda Mahdi o que a Bíblia chama de o “Falso profeta”, que deve acompanhar o Anticristo em seu reino de sete anos.

A pesquisa divulgada pelo Instituto Pew Research mostra que no Oriente Médio, Norte da África, Sul da Ásia e Sudeste da Ásia “metade ou mais muçulmanos acreditam que vão viver para ver a vinda do Mahdi”. Esta expectativa é mais difundida no Afeganistão (83 %), Iraque (72 %), Tunísia (67 %), Turquia (68%) e Malásia (62 %).

“Em alguns países com populações sunitas e xiitas maiores, os pontos de vista sobre o retorno do Mahdi diferem. No Iraque, por exemplo, os xiitas são mais propensos do que os sunitas a esperar que o Mahdi venha em breve. No Azerbaijão, a diferença entre os dois grupos também é grande (25 pontos percentuais)”, disse o relatório. “As diferenças entre xiitas e sunitas sobre esta questão reflete o papel mais central que o retorno do Mahdi desempenha no islamismo xiita.”

Em resumo, estima-se que 672 milhões muçulmanos esperam testemunhar em breve o regresso do Mahdi. “Agora, pela primeira vez, um estudo abrangente, incluindo dezenas de milhares de muçulmanos, em mais de 23 países, pergunta se eles acreditavam que a vinda do Mahdi era iminente, que ocorreria em breve. Os resultados provam conclusivamente o que já venho alertando há muito tempo”, escreveu Joel Richardson.

O projeto Pew mostra ainda o que os muçulmanos acreditam sobre anjos, predestinação, vida após a morte, céu e inferno. Além disso, eles crêem que o Mahdi virá acompanhado de Jesus, que deverá negar o cristianismo e mostrar que o Islã é o penhor da fidelidade a Deus.

Os resultados do Pew sobre a crença no Mahdi:


“Outro fator importante que eu tenho ressaltado há anos, é que, embora os líderes do Irã regularmente façam muito alarde sobre o Mahdi – muitas vezes referindo-se a ele como o 12º Imã… Os estudiosos muçulmanos iranianos desenvolveram uma teologia muito profunda sobre o assunto… No meu livro ‘Anticristo Islâmico: A verdade chocante sobre a verdadeira natureza da besta” eu alerto as pessoas para observarem o mundo assustador das visões apocalípticas islâmicas, comparando-as com as profecias bíblicas sobre a vinda do Anticristo… O mundo deveria, de fato, ficar muito preocupado.

No meu novo livro, ‘A Besta do Oriente Médio’, eu demonstro como o anticristo será islâmico. É hora de o mundo cristão acordar e cair de joelhos em oração”, explica Joel Richardson.

Com informações WND 
via GospelPrime -Notícias 

Sugestão de leitura: Islamismo 
Aqui eu Aprendi!

quinta-feira, 12 de março de 2015

A hora da verdade sobre o Islã

A Hora da Verdade sobre o Islã
por Dave Hunt

O Que é Ser Fanático?
Pode-se chamar o líder espiritual de uma nação de “fanático”? É razoável descrever assim a um homem que é reconhecido mundialmente como o representante de sua religião? Quem conhece melhor sua religião do que o próprio líder espiritual? O aiatolá Khomeini do Irã demonstrou isso quando declarou: “A alegria maior no islã é matar e ser morto por Alá”.[1] Isso é fanatismo?

Pode-se chamar o fundador de uma das maiores religiões do mundo de fanático? Maomé, que juntamente com seus seguidores massacrou milhares de pessoas para estabelecer e espalhar o islã, disse aos muçulmanos: “Matem a quem não aceitar nossa fé...”[2] “Recebi a ordem de Alá para lutar com as pessoas até que elas testifiquem que não há outro deus além de Alá e que Maomé é o seu profeta”.[3]

Maomé era um fanático? São fanáticos aqueles que lhe obedecem hoje em dia, impondo a pena de morte aos muçulmanos que se convertem a outra religião (como ocorre no Afeganistão, nos Emirados Árabes, no Paquistão, na Arábia Saudita e no Sudão)? Precisamos de uma nova definição de “fanático”?


Terrorista e Prêmio Nobel da Paz
Existe uma certa hipocrisia no modo irado com que os Estados Unidos e o mundo agora estão vendo o terrorismo. O terrorista mais maligno, sanguinário e bem-sucedido da História, Yasser Arafat, recebeu o prêmio Nobel da Paz e foi aclamado como um líder de Estado. Para seus possíveis imitadores ele é a prova cabal de que o terrorismo vale a pena. As Nações Unidas, a União Européia e incontáveis líderes políticos e religiosos aliaram-se a ele em seu terrorismo contra Israel. Arafat e sua OLP são detentores de alguns recordes: o maior seqüestro (quatro aeronaves de uma só vez) – igualado com os atentados de 11 de setembro de 2001 – o maior número de reféns de uma só vez (300), o maior número de pessoas assassinadas em um aeroporto, o maior resgate já recebido (US$ 5 milhões, pagos pela Lufthansa), a maior variedade de alvos (um avião com 40 passageiros civis, cinco navios de passageiros, 30 embaixadas ou missões diplomáticas, além de incontáveis depósitos de combustível e fábricas), etc.[4] Ao invés de ser julgado por um tribunal internacional, como os líderes nazistas e sérvios, os atos sangrentos de Arafat lhe garantiram aceitação e fizeram dele um “líder pela paz”!


Recompensas no Paraíso
Seria ingenuidade extrema imaginar que os terroristas que estão dispostos a se tornar homens-bomba em Israel ou a explodir um avião, o que custará sua própria vida e a de muitas outras pessoas, estão fazendo algo por uma causa humanitária. Sua coragem vem de uma doutrina específica do islã. Abu-Bakr, o primeiro califa a suceder Maomé (e um dos poucos a quem Maomé prometeu o paraíso sem a necessidade de martírio), declarou que, mesmo que estivesse com um pé dentro do paraíso, não poderia confiar que Alá o deixaria entrar. No islã, a única maneira de alguém chegar com certeza ao paraíso é sacrificar sua própria vida na jihad. Para o muçulmano, é proibido o suicídio como ato contra a própria vida, mas quando ele sacrifica a vida para matar infiéis, isso lhe traz a maior das recompensas.
Qual é a recompensa, no paraíso, para o mártir da jihad? A promessa é que ele receberá um palácio feito de pérolas que possui 70 mansões; dentro de cada mansão existem 70 casas. Em cada casa há uma cama com 70 lençóis e, em cada lençol, uma bela virgem. Ele recebe a garantia de que terá o apetite e a força de 100 homens para a comida e para o sexo. Esse é um sonho fantástico, alimentado pelos meninos muçulmanos desde sua tenra infância. Apenas essa motivação já é suficiente para lhes dar a coragem e a determinação inabaláveis para treinar e executar atos terroristas em que sacrificarão suas vidas, trazendo morte e destruição para “os inimigos de Alá”.


Uma Religião Fundamentada na Violência
É verdade que a imensa maioria dos muçulmanos é amante da paz e afirma que se opõe ao terrorismo. Naturalmente eles têm nossa simpatia, mas deveriam estar se questionando por que seguem uma religião fundada através da violência, que desde o início tem sido imposta pela espada. Sob a liderança de Maomé no século VII, milhares de árabes (e muitos judeus e cristãos) da Península Arábica foram mortos pelos ferozes “guerreiros santos” do islã, que impunham a aceitação daquela religião no mundo árabe. Com a morte de Maomé, a maioria dos árabes abandonou o islã, imaginando que finalmente ficariam livres. Rapidamente, dezenas de milhares foram massacrados nas Guerras da Apostasia, que forçaram a Arábia a voltar ao domínio de Alá. A partir daquela base, o islã foi propagado por todo o mundo através da espada. 

Na verdade, os terroristas agem em obediência direta a Maomé, 
ao Corão, a Alá e ao islamismo.

Após a inesquecível terça-feira negra de setembro de 2001, os americanos ouviram repetidas vezes autoridades bem-intencionadas dizendo que devemos ser cuidadosos para não culpar o islã por aquilo que uns poucos fanáticos fizeram. Na verdade, os terroristas agem em obediência direta a Maomé, ao Corão, a Alá e ao islamismo. Enquanto muçulmanos nominais rejeitam essa idéia, os eruditos islâmicos concordam que é uma obrigação religiosa de cada muçulmano usar a violência sempre que possível para espalhar o islã, até que este domine o mundo. Precisamos encarar algumas questões simples: não é a tentativa de forçá-los a se submeterem ao islã o que causa a escravidão cruel, a tortura e o massacre de milhões no sul do Sudão, por exemplo? Não é o islã a força por trás dos ataques assassinos e destrutivos contra cristãos que ocorrem na Nigéria, na Indonésia, no Paquistão e em outros lugares? Não era a imposição da lei islâmica que fazia o Talibã negar todos os direitos civis às pessoas que estavam sob seu controle no Afeganistão? O que além do islã une o sempre conflituoso mundo árabe em um ódio implacável e irracional contra Israel? Nenhum mapa árabe do mundo admite a existência de Israel. É somente a declaração do islã de que Ismael, e não Isaque, era o filho da promessa e que a Terra Santa pertence a ele que une os árabes numa “fanática” determinação de destruírem os judeus.


Preconceito Religioso?
Há uma relutância natural em aceitar qualquer declaração que pareça ser preconceituosa contra uma religião mundial. O medo de tal preconceito impede o mundo de encarar a verdade. Seria preconceito expor esses simples fatos? Não é – mas é difícil encarar a verdade de que o islã é uma religião de violência e que seus praticantes não são extremistas e fanáticos, no sentido estrito dessas palavras, mas seguidores sinceros de Maomé.
O mundo todo tem se juntado ao islã em sua falsa exigência em relação à terra de Israel, que hoje é erroneamente chamada de Palestina. Essa Terra Prometida, dada a Israel pelo Deus da Bíblia, tem sido continuamente ocupada pelos judeus durante os últimos 3.000 anos, e eles são as únicas pessoas que deveriam fazê-lo. Em reconhecimento desse inegável fato histórico, toda a “Palestina” deveria ter sido entregue aos judeus para ser seu território segundo uma decisão da Liga das Nações em 1917. Mas os judeus foram traídos pela administração inglesa na execução dessa determinação (e o declínio do Império Britânico pode ser datado a partir dessa traição). A terra foi dividida entre a Jordânia, a Síria, o Líbano, etc. Israel agora é acusado de “ocupar” a terra que, na verdade, tem sido sua por 3.000 anos. Esses “palestinos” de última hora são sustentados por uma mentira propagada pelo mundo inteiro, que diz que eles são os proprietários originais daquela terra. Como resultado, o terrorismo é perpetrado não apenas contra Israel, mas agora também contra os Estados Unidos, com o objetivo de fazer pressão para que o povo de Israel seja expulso da terra que é sua por direito e para que o islã se espalhe por todo o mundo.


E Agora, o Que Deve Ser Feito?
Chegamos a um momento definitivo, quando a verdade poderia triunfar se o mundo reconhecesse que os terroristas islâmicos não são “fanáticos”, mas fundamentalistas muçulmanos devotos que estão seguindo sua religião com fidelidade. Esse reconhecimento poderia trazer uma preocupação renovada com os muçulmanos de todas as nacionalidades, que estão cruelmente aprisionados por esse sistema religioso. A exposição da verdade poderia constranger as nações muçulmanas a abrirem a “Cortina Islâmica” e a dar liberdade para que se entre em suas fronteiras. Essa poderia ser uma nova chance de evangelização do mundo, onde não a força, mas o amor e a razão permitiriam que cada pessoa determinasse a fé que desejaria seguir de todo o coração. Oremos para que isso aconteça.

Notas:
  1. David Lamb, The Arabs: Journey Beyond a Mirage (Vintage Books, 1988), p. 287; David Reed, “The Holy War Between Iran and Iraq” (Reader’s Digest, agosto de 1984), p. 389.
  2. Citado na autoridade de Ibn ’Abbas em Sahih of al-Bukhari (Parte 9), p. 19. Atestado por vários eruditos islâmicos.
  3. Ibid (Parte 1), p. 13.
  4. John Laffin, The PLO Connections (Transworld, 1982), p. 18.
Extraído de A Hora da Verdade Sobre o Islã 

Fonte: Beth-Shalom   


Sugestão de leitura:
Aqui eu Aprendi!
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...