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terça-feira, 14 de agosto de 2018

E se fosse o contrário? Eles querem respeito ofendendo 178 milhões de cristãos

"O homem bom tira boas coisas do bom tesouro do seu coração, e o homem mau do mau tesouro tira coisas más. Mas eu vos digo que de toda a palavra ociosa que os homens disserem hão de dar conta no dia do juízo. Porque por tuas palavras serás justificado, e por tuas palavras serás condenado." Mateus 12:35-37

Não sei o que mais é preciso para a sociedade e principalmente as igrejas cristãs entenderem o que realmente estamos enfrentando. Ouvir de pessoas ignorantes e alheias a fé alguns absurdos no meio da rua, dentro de algum estabelecimento ou mesmo dentro de casa, não é o mesmo que assistir famosos, gente com acesso à informação, utilizando o dinheiro público para ofender abertamente a fé de 178 milhões de cristãos no Brasil.

O vídeo que circulou nas redes sociais e causou indignação na população, onde o transformista pernambucano Johnny Hooker chamou Jesus Cristo de “travesti” e de “bicha”, puxando o coro de alguns ousados na platéia, demonstra claramente o quanto nós, cristãos, sofremos perseguição ideológica, sendo ofendidos publicamente por conta da nossa fé, enquanto eles, os que se consideram paladinos da “verdade”, da “tolerância” e da “diversidade”, se sentem livres para nos agredir moralmente, vilipendiar nossos símbolos religiosos e ainda achar que estão no direito de fazer essas coisas.

Tudo isso simplesmente porque não aceitaram o impedimento de uma peça que também tem como propósito ofender a fé cristã, onde Jesus é retratado como um travesti. Qualquer pessoa em sã consciência e com um mínimo de conhecimento da Bíblia sabe quem é Jesus Cristo para os cristãos. A nossa fé em Cristo é fruto do que a Bíblia declara sobre Ele, que é o Filho de Deus, o Messias prometido, o Salvador, o Ungido de Deus que veio entregar sua vida por amor de todos nós, pecadores.

Esse Jesus que a Bíblia fala a respeito possui uma identidade própria, sendo ele mesmo Deus, como crêem os cristãos. E como Deus, Ele rejeita o pecado e abomina o mal. Chamar Cristo de travesti e bicha são ofensas a fé dos cristãos porque a Bíblia não atribui esses comportamentos a pessoa de Jesus. Pelo contrário, ela considera pecado a prática sexual entre duas pessoas do mesmo sexo. Assim, dizer que Jesus Cristo é “bicha” é ir de encontro à santidade do Senhor e cometer a violação do artigo 280 do Código Penal, que tipifica como crime o escárnio de alguém publicamente por motivo de crença ou função religiosa.

Mas, e se fosse o contrário? Se algum de nós, líderes e personalidades cristãs, falássemos algum xingamento contra essas pessoas que usam o discurso dos “direitos humanos” para se protegerem atrás de ONGs e movimentos? Eu, Marisa Lobo, já sofri ameaças, perseguição e processos judiciais por muito menos. Por simplesmente dizer uma opinião sobre sexualidade baseada em meu conhecimento científico, algo muito diferente de uma ofensa gratuita com a clara pretensão de provocar.

Quando ativistas da “Marcha das Vadias” quebraram imagens católicas na Jornada Mundial da Juventude, organizada pela Igreja Católica em julho de 2013, profanando os símbolos religiosos com seus órgãos genitais ao ar livre, diante de homens, mulheres e crianças, a maior parte da mídia ficou calada. Silêncio total! O movimento LGBT e partidos de esquerda não se manifestaram. Eles fingiram que nenhum absurdo havia acontecido. Não está sendo diferente agora. Onde está a indignação dos cristãos de esquerda? Ou será que o Cristo deles é outro e não o que a Bíblia descreve? Onde estão às manifestações de repúdio desses que dizem lutar pelo respeito às religiões? Onde estão os protestos nas ruas e manchetes de jornais acusando o tal “cantor” de intolerância religiosa?

São dois pesos e duas medidas, mas para quem já vem há anos na luta contra esse ativismo ideológico nada disso é surpresa. Sabemos como eles são alienados, pobres de espírito e carentes de atenção, como crianças mimadas, necessitando principalmente de salvação espiritual, algo que só Deus pode dar através da sua misericórdia e graça imerecida. O que nós podemos fazer é continuar testemunhando quem somos, trazendo a memória que “em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desanimados. Perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos; Trazendo sempre por toda a parte a mortificação do Senhor Jesus no nosso corpo, para que a vida de Jesus se manifeste também nos nossos corpos". (2 Coríntios 4:8-10).

Por Marisa Lobo - Psicóloga, especialista em Direitos Humanos e autora de livros, como "Por que as pessoas Mentem?", "A Ideologia de Gênero na Educação" e "Famílias em Perigo".

Fonte: GUIAME
Aqui eu Aprendi!

domingo, 22 de julho de 2018

Marisa Lobo critica programa televisivo que incentiva a "Cultura de Morte"

Marisa Lobo critica programa de Pedro Bial por incentivar o suicídio assistido: “Cultura de morte”

Sugerindo um 'debate' sobre os cuidados paliativos de um paciente em estado terminal, Pedro Bial acabou sugerindo uma promoção do suicídio.

Google Images - Marisa Lobo
O programa de Pedro Bial que foi ao ar na última terça-feira, dia 17 deste mês pela rede Globo, trouxe à tona um debate sobre os cuidados paliativos no fim da vida, porém, trazendo implicitamente uma promoção do suicídio assistido como algo que representa uma suposta “evolução” judicial, moral e de saúde, tendo como exemplo países como a Suíça, onde decidir tirar a própria vida é uma prática legalizada pelo Estado.

Entre os convidados estiveram pessoas que optaram tirar a própria vida (na Suíça) por questões pessoais, como o diagnóstico de doenças incuráveis ou em estágio avançado, como o câncer. Prefiro não citar o nome dessas pessoas, por entender que há questões emocionais envolvidas nesse processo de decisão que não devem ser julgadas, mas sim compreendidas.

O foco da minha opinião está nos motivos que levam uma pessoa a desejar o suicídio assistido e a maneira como o programa abordou o assunto, tratando isso como uma opção viável e o Brasil como um país “atrasado” nesse quesito. A verdade é que pessoas como eu e outros conservadores que defendem o direito à vida a todo custo, terminam sendo retratados como retrógados e incapazes de compreender a dimensão do sofrimento envolvido em um processo de decisão como esse, pelo suicídio assistido.

A realidade é bem diferente. É justamente porque entendemos que todos nós desejamos viver, e viver o máximo possível, que defendemos a vida, mesmo nas condições mais difíceis. E não se trata de uma percepção nossa, apenas. Ou seja, de quem não está passando pela dor. Essa também é a opinião da absoluta maioria dos pacientes que estão em estágio terminal, e o motivo disso está em uma coisa chamada acolhimento.

Uma reportagem da CBC News publicada em 21 de junho desse ano mostrou que o número de pessoas que optaram pelo suicídio assistido aumentou 30% no Canadá após a legalização. Em 65% dos casos os pacientes estavam com câncer. A idade média dessas pessoas é de 73 anos de idade. Apenas nos últimos seis meses foram 1.523 mortes “assistidas”.

Agora, o que poucos sabem, exatamente porque esse não é o lado explorado pela grande mídia em sua maioria promotora da cultura de morte através de inúmeras práticas, como o aborto, é que a maioria desses pacientes relataram situações de sofrimento durante o tratamento das doenças. A falta de estrutura médica e principalmente apoio familiar são os principais “gatilhos” para a decisão de tirar a própria vida. Não é por acaso que a maioria são idosos. A sensação de estar abandonado e não ser mais “útil” para a família e sociedade em geral, revelam algo muito mais grave do que pensamos. Isso mostra que no lugar de tratar o sofrimento humano em sua origem, permitindo que tais pessoas possam lidar com o sofrimento de forma digna e acolhedora, o mundo está incentivando a morte delas. É assustador como a humanidade está se “desumanizando”!

É como se o mundo dissesse para tais pessoas: “Isso mesmo, já que vocês não servem mais e nos dão muito mais trabalhos e despesas do que alegrias, se matem. Nós estamos aqui para acelerar esse processo”.

Chocante? Talvez, apenas porque eu traduzi em palavras a intenção de muitos que aparecem com discursos polidos em programas como o de Pedro Bial, falando em nome dos “direitos humanos” e da “liberdade”, para o que realmente está por trás dessa intenção de aprovar a morte como uma opção. A narrativa dos “direitos” está sendo utilizada para sancionar a morte, do útero materno ao doente no leito de hospital.

Por outro lado, não podemos confundir os que desejam legalizar a morte com os que enxergam na morte uma solução para suas dores. Os próprios entrevistados do programa relataram situações que refletem nitidamente a importância da afetividade, acolhimento e apoio familiar como um divisor de águas nesse processo de ideação suicida “institucionalizada”, sendo capazes de fazer com que alguns desistam de tirar a própria vida.

Evitar o próprio sofrimento e também o de outras pessoas é algo muito forte que precisamos compreender, fazendo com que tais pessoas enxerguem, também, que até na dor há sentido de vida. Que o momento da morte não é maior do que o último minuto de vida ao lado de quem amamos ou do que amamos.

Enxergar sentido no sofrimento é um desafio, assim como lidar com os temores que todos nós temos diante da morte. Alguns simplesmente querem evitar essa angústia abreviando seus dias, como se não houvesse mais esperança e o temor da morte seduzisse mais do que o brilho do sol a cada manhã. O nosso papel enquanto sociedade é acolher o sofrimento, compreender e incentivar a vida, custe o que custar, mostrando que há sentido na vida de pessoas que pensam não haver mais esperança, especialmente para os que acreditam na existência de Deus e que para tudo há um propósito enquanto estivermos nessa terra.

Por Marisa Lobo - Psicóloga, especialista em Direitos Humanos e autora de livros, como "Por que as pessoas Mentem?", "A Ideologia de Gênero na Educação" e "Famílias em Perigo".

*O conteúdo do texto acima é de total responsabilidade do autor e não reflete necessariamente a opinião do Portal Guiame.

Fonte: Portal GUIAME


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segunda-feira, 14 de maio de 2018

Marisa Lobo - A luta continua...

Marisa Lobo assume presidência do Avante e anuncia pré-candidatura à deputada federal no PR

Marisa Lobo toma posse do cargo de presidente estadual do Avante no Paraná
e anuncia apoio a Ratinho Jr. ao cargo de Governador do Paraná
A psicóloga Marisa Lobo foi empossada nesta quarta-feira (9) como presidente estadual do Avante no Paraná, estado por onde ela disputará ao cargo de deputada federal nas eleições deste ano.

Para assumir o posto, Marisa embarcou para Minas Gerais, sede da sigla, para tomar posse do cargo de presidente da legenda, cargo até hoje nunca ocupado por uma mulher evangélica, ainda mais uma mulher que ainda não tem cargo político.

O Avante é um partido de centro, mas no Paraná é formado por políticos de direita, mesma direção política da psicóloga, conhecida pela defesa dos valores cristãos, enfrentando diretamente os grupos que tentam sexualizar precocemente crianças e impor o ensino da ideologia de gênero nas escolas.

Essa defesa conservadora, inclusive, fez Marisa Lobo ser criticada recentemente pelo jornal Estado de Minas por defender essas pautas em um partido com o nome de Avante.

Marisa Lobo declarou ao que uma das condições impostas por ela ao presidente do partido, Luis Tibé, é de poder abraçar as pautas conservadoras. "Isso é, contra o aborto, contra drogas, ideologia de gênero, contra o comunismo, a favor do Escola Sem Partido e etc.. Ele também foi criticado pelo jornal, mas ele entende que todos têm o direito de defender as suas ideias".

Antes de aceitar o convite do partido, Marisa Lobo orou e pediu direção de Deus, pois por alguns momentos ela pensou em desistir de disputar uma vaga no Congresso, pois não tinha certeza de qual partido entrar. Agora ela já planeja organizar no Estado do Paraná os políticos que abracem a visão conservadora e desenvolverão trabalhos nesse sentido. "Eu vejo como uma direção de Deus mesmo", declarou.

Marisa fará alianças apenas com políticos comprometidos com a defesa de pautas conservadoras e os presidentes de diretórios e provisórias também serão selecionados dentro desses princípios.

Durante o evento o Avante se posicionou à favor da candidatura de Ratinho Jr. ao cargo de governador do Estado do Paraná.

"O Ratinho representa o novo. Um homem competente, preparado e capaz de realizar as transformações que o Paraná precisa para avançar", declarou Lobo.

Fonte: JM Noticia

via Point Rhema
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segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Psicologa é ameaçada por falar contra ideologia de gênero

Psicóloga cristã é ameaçada de morte por falar contra ideologia de gênero

Marisa Lobo diz que enfrentar a ideologia de gênero com ciência requer coragem

A psicóloga Marisa Lobo, conhecida por ser uma das maiores defensoras da “terapia de reversão da orientação sexual” de gays e lésbicas, foi convidada para fazer uma palestra na Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

Parte da programação do “I Ciclo de Estudos sobre Corpo Humano, Filosofia e Sociedade: Reflexões sobre aborto, drogas e gênero”, a presença de Marisa acabou provocando a ira de ativistas LGBT. Pelas redes sociais, ela vem recebendo muitas ameaças, inclusive de morte. O caso, segundo a coordenação do evento, é levado à sério e já foram tomadas as medidas legais.

Programado para acontecer dia 7 de dezembro no Auditório das Aves no Centro de Biociências (CB), a palestra da psicóloga foi transferida para outro local. A Divisão de Segurança Patrimonial da Universidade afirmou em memorando que “poderá ter dificuldades para garantir a segurança na referida manifestação após vistoria técnica, que constatou a grande diversidade de acessos, que poderá gerar dificuldade em necessidade suplementar de controle”.

A palestra da psicóloga cristã também gerou uma série de desistências por parte dos palestrantes. O organizador do evento, Bento Abreu, anunciou que o Conselho do Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA) emitiu uma nota de repúdio à discussão sobre uma terapia conhecida como “cura gay” na Universidade. O documento segue com as assinaturas do Consec e de outros órgãos signatários.

Abreu lamentou a reação. “O que deveria ser um ciclo de palestras com proposta de debate pacifico se tornou uma situação extremamente delicada. As pessoas tentaram de toda forma fazer que o evento fosse cancelado. Estamos lutando contra centros, estudantes e professores que fogem do debate acadêmico”.

Procurada pelo Gospel Prime, Marisa Lobo afirmou que “É lamentável que os que mais dizem defender a democracia, que dizem lutar contra a opressão e a ditadura de opinião, sejam os que mais perseguem o contraditório e, portanto, a democracia. É exatamente assim que o marxismo e a esquerda trabalha, ameaçando, desfilando ódio com ameaças de morte”.

Mesmo assim, ela não irá cancelar sua palestra: “Não tenho medo, não vou desistir de ocupar este espaço que me foi dado por alunos e professores conservadores que estão lutando pela ciência, que estão cansados da esquizofrenia coletiva que está gerando está ditadura ideológica de gênero. Eles estão com medo do meu discurso? Sabe por quê? Porque é científico e não impositivo nem proselitismo”.

A psicóloga diz que as ameaças são causadas por uma questão ideológica, não científica: “A ciência está ao meu lado, não podemos mais aceitar sermos pautados pelo que uma minoria de acadêmicos querem como sociedade. Direitos humanos é para todos, não uma bandeira ideológica das minorias contra as maiorias. Enfrentar a ideologia de gênero com ciência requer coragem e bom senso. Eu tenho os dois”.

Recentemente, na Universidade Federal da Bahia, militantes de esquerda fizeram protestos agressivos contra um evento de conservadores. Além de agressões, havia cartazes pedindo “morte aos cristãos”.

por Jarbas Aragão

Fonte: GospelPrime


Deus te oriente em tudo, Dra. Marisa. Estamos orando por ti!
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segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Psicologos poderão atender homossexuais egodistônicos

Psicólogos poderão atender homossexuais que querem voltar a ser héteros

Até então, psicólogos poderiam ter seu registro profissional cassado, se atendessem homossexuais que quisessem mudar sua conduta sexual.

Psicólogos eram proibidos de atender homossexuais egodistônicos,
conforme a Resolução 01-99, do CFP. (Foto: Reset.me)
Uma decisão recente da Justiça Federal da Seção Judiciária do Distrito Federal pode significar uma considerável vitória para a liberdade profissional dos psicólogos e também um avanço para homossexuais egodistônicos (aqueles que se mostram insatisfeitos com sua atual conduta sexual e querem ajuda para se reorientar).

Na última sexta-feira (15), a Justiça divulgou uma decisão liminar sobre a Resolução 01/99, autorizando psicólogos a atenderem homossexuais nesta situação de insatisfação com sua atual conduta sexual.

A decisão foi proferida após uma ação popular ter sido apresentada por um grupo de mais de 30 psicólogos, que lutavam pelo direito de atender, também homossexuais egodistônicos.

O documento tramitava desde 2014 e citava o caso da paranaense Marisa Lobo e da carioca Rozângela Justino, que foram perseguidas pelos Conselhos Regionais e Federal, acusadas de "promover a cura gay" em seus consultórios.

Confira imagens do documento da ata oficial de audiência, às quais o Guiame teve acesso:







"Sendo assim, defiro, em parte, a liminar requerida para, sem suspender os efeitos da Resolução nº 001/1990, determinar ao Conselho Federal de Psicologia que não a interprete de modo e impedir os psicólogos de promoverem estudos ou atendimento profissional, de forma reservada, pertinente à (re) orientação sexual, garantindo-lhes, assim, a plena liberdade científica acerca da matéria, sem qualquer censura ou necessidade de licença prévia por parte do C.F.P., em razão do disposto no art. 5º, inciso IX, da Constituição de 1988", disse o Juiz Federal Waldemar Cláudio de Carvalho em sua decisão.

Após a decisão liminar ser proferida, o Conselho Federal de Psicologia (o qual tinha primeiramente formulado primeiramente a Resolução que limitava a liberdade profissional dos psicólogos) publicou uma nota, na qual chamou o posicionamento da Justiça de "equivocada".

"Justiça Federal do DF preserva a íntegra do texto normativo, mas se equivoca ao definir como o Conselho Federal de Psicologia deve interpretar a resolução", destacou o texto publicado no site do CFP.

"A decisão liminar, proferida nesta sexta-feira (15/9), abre a perigosa possibilidade de uso de terapias de reversão sexual. A ação foi movida por um grupo de psicólogas (os) defensores dessa prática, que representa uma violação dos direitos humanos e não tem qualquer embasamento científico", acrescentou a nota do Conselho.

Ao final de sua nota, o Conselho Federal comunicou que ainda irá recorrer dessa liminar.

"O Conselho Federal de Psicologia informa que o processo está em sua fase inicial e afirma que vai recorrer da decisão liminar, bem como lutará em todas as instâncias possíveis para a manutenção da Resolução 01/99", afirmou.

Conquista

Segundo o advogado Leonardo Loiola Cavalcanti, a decisão da 14ª Vara Federal representa uma conquista, não somente para a psicologia, mas para a ciência de forma geral e também para o direito do consumidor.

"Dessa forma, todos os psicólogos podem atender os homossexuais egodistônicos, aqueles que não se aceitam em sua orientação sexual, sem o receio de serem punidos pelo Conselho Federal de Psicologia.

Viva a liberdade científica e o direito do consumidor!", afirmou o advogado em seu comentário sobre esta notícia.

Fonte: GUIAME  por João Neto
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sábado, 16 de setembro de 2017

Marisa Lobo e a denuncia 'Queermuseu' - "Parabéns Marisa"

Após polêmica, Facebook desbloqueia perfil da psicóloga Marisa Lobo

Marisa teve seu perfil bloqueado por denunciar a exposição 'Queermuseu', realizada pelo Santander Cultural. A decisão do Facebook gerou revolta popular.

Na tarde desta quarta-feira (13), o bloqueio do perfil da psicóloga paranaense Marisa Lobo no Facebook gerou grande indignação nas mídias sociais. 

A decisão da rede social em bloquear se deu em razão de uma denúncia que Marisa fez sobre a exposição "Queermuseu — Cartografias da diferença na arte brasileira", realizada pelo Santander Cultural.

Além de remover a publicação na qual Marisa fazia sua denúncia, por não seguir "os padrões da comunidade do Facebook", a rede social também comunicou a ela que seu perfil permaneceria bloqueado por 30 dias.

Post de Marisa Lobo que foi removido pelo Facebook e acabou sendo o motivo do bloqueio de seu perfil 
na rede social. (Imagem: Facebook - Reprodução de tela)
A denúncia de Marisa Lobo sobre a exposição ocorreu pelo fato do evento promover a pedofilia, zoofilia e o vilipêndio a elementos religiosos como a imagem de Jesus Cristo. A exposição foi inaugurada em 14 de agosto e cancelada no último domingo (10), após fortes protestos contra o evento.

Após saber do bloqueio, o deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) fez contato com a diretoria do Facebook no Brasil.

"Soube que a página da doutora Marisa lobo havia sido bloqueada por conta de uma postagem sobre a exposição 'Queermuseu' no Santander . Acionei o facebook e questionei o motivo. Me disseram que devido as muitas denúncias, que com certeza forma feitas por ativistas de esquerda que a perseguem, pedi para averiguarem e que desfizessem a injustiça. Me atenderam. Parabéns, Marisa", declarou o parlamentar em depoimento ao qual o Guiame teve acesso.

Em contato com a diretoria do Facebook no Brasil, Marco Feliciano também alertou que além da forte repercussão popular negativa que o bloqueio do perfil da psicóloga estava gerando, ele poderia mobilizar cerca de 100 deputados para se manifestarem contra o bloqueio do perfil de Marisa Lobo - decisão da rede social que foi vista como censura por parte do público.

Marco Feliciano fez contato com a diretoria do Facebook para pedir o
desbloqueio do perfil de Marisa Lobo. (Imagem: Arquivo Pessoal)

O prazo máximo é que o perfil de Marisa Lobo estivesse desbloqueada até esta quinta-feira, porém segundo a psicóloga informou em primeira mão ao Guiame, que seu perfil já estava ativo novamente.

Reação popular

A reação popular foi notável. Somente nas redes sociais do Guiame, centenas de pessoas manifestaram seu repúdio à decisão do Facebook.

"Chega! Vamos dar um basta nesta tentativa absurda de amordaçar a nós cristãos! [...] Não iremos mais abaixar a cabeça e permitir que violações de nossas crenças sejam diuturnamente infringidas! Que Deus abençoe esta irmã por ter se posicionado. Vamos seguir o exemplo dela irmãos e nos posicionar também! Maranata, oh vem Senhor Jesus!", comentou um usuário da rede social.

"Estou com ela... Ridículo... acho uma desmoralização... falta de tudo.... Quando nós cristãos postamos alguma coisa querem nos crucificar", comentou outra usuária.


Fonte: GUIAME
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quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Marisa Lobo vence ação contra Conselho de Psicologia

"O Senhor é o meu rochedo, e o meu lugar forte, e o meu libertador; o meu Deus, a minha fortaleza, em quem confio; o meu escudo, a força da minha salvação, e o meu alto refúgio." Salmos 18:2

Marisa Lobo estava sendo processada pelo Conselho de Psicologia por 'danos morais', após denunciar o ativismo ideológico do órgão.

Após ter sido processada por denunciar o emparelhamento político e ativismo ideológico do Conselho Regional de Psicologia do Paraná (CRP-PR), a psicóloga especializada em Direitos Humanos e cristã, Marisa Lobo teve uma vitória judicial contra a organização - que vem se somar a outros ganhos na Justiça, de outros processos que também foram instaurados pelo mesmo Conselho.

Os conflitos entre as duas partes tiveram início em 2011, quando Marisa contrariou o CRP-PR, o qual estava apoiando a distribuição do chamado 'kit gay' nas escolas.

Já em maio de 2014, o Conselho Regional de Psicologia chegou a cassar o registro profissional de Marisa Lobo, após ela se recusar a deixar de expor seus princípios cristãos nas redes sociais. Na época, Marisa alegou que a acusação de que ela usaria de princípios religiosos em seu consultório não tinha fundamento.

Posteriormente, no mês de novembro do mesmo ano, a cassação de Marisa Lobo foi anulada, após emissão de um mandado de segurança, expedido pelo juiz federal Cláudio Roberto da Silva.

Desde então, Marisa passou a denunciar o ativismo político e ideológico do Conselho Regional de Psicologia do Paraná e isto resultou no processo em questão - no qual ela obteve sua vitória mais recente.

Na ação movida contra a psicóloga, o Conselho acusou Marisa Lobo de calúnia, exigia que ela se calasse sobre as denúncias que fazia a respeito do emparelhamento político dentro da organização e também que ela não comentasse nada sobre tal processo na mídia. O Conselho também exigia da psicóloga, uma indenização de R$ 50 mil e mais R$ 1.000,00 a cada vez que ela falasse contra a organização.

Segundo a juíza Soraia Tullio, da 4ª Vara Federal de Curitiba - que assinou a decisão de absolver Marisa Lobo das acusações do Conselho - está previsto como liberdade de expressão, as críticas que a psicóloga fez contra o CRP-PR.

"Se de um lado o direito à liberdade de expressão faz surgir, em contrapartida, a consequência de reparar eventuais danos causados a terceiros (o que não se questiona), por outro lado essa mesma liberdade de opinião, em uma sociedade democrática, abrange o direito à crítica às instituições, ainda que severas. Tais críticas à atuação pública do Conselho Profissional são decorrência natural da atividade que desenvolve", explicou a juíza em sua decisão oficial, publicada no site oficial do Tribunal Federal da 4ª Região.

"E dos fatos narrados e demonstrados nesses autos não há como aferir que as manifestações da ré [Marisa Lobo] possam, de alguma maneira, ensejar sua responsabilização pelo pagamento de danos morais ao Conselho Regional de Psicologia, nem que possam ensejar retratação, pois não houve ilicitude em seu comportamento. Portanto, as críticas devem ser toleradas como exercício do direito de expressão e não podem ser consideradas ato ilícito", acrescentou.

Fonte: GUIAME
com informações do Opinião Crítica

Conheça mais: Marisa Lobo

"Bendito seja o Senhor, porque ouviu a voz das minhas súplicas. O Senhor é a minha força e o meu escudo; nele confiou o meu coração, e fui socorrido; assim o meu coração salta de prazer, e com o meu canto o louvarei." Salmos 28:6,7

Estamos em Oração por ti, serva do SENHOR!

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terça-feira, 27 de junho de 2017

O Movimento Feminista nas Igrejas

Presença do feminismo nas igrejas é armadilha para desviar mulheres, alerta Marisa Lobo

O crescimento do movimento feminista nas igrejas evangélicas vem chamando atenção pela agressividade das ideias apresentadas, inclusive, negando a sacralidade da Bíblia Sagrada. Sobre esse assunto, Marisa Lobo, coordenadora nacional do movimento pró-mulher, afirmou que é preciso tomar cuidado com essa “armadilha”.
Em uma entrevista exclusiva ao Gospel+, Marisa Lobo destacou que é possível defender os direitos das mulheres e a equiparação social e profissional sem se curvar à ideologia feminista contemporânea, que prega valores opostos aos que as Escrituras ensinam aos seguidores de Jesus.
De acordo com Marisa, “o feminismo é mestre em falácias e manipulação da retórica e linguagem”, o que pode levar cristãos desavisados a serem levados a acreditar que suas bandeiras estão alinhadas ao Evangelho.
Confira a entrevista sobre a presença do feminismo nas igrejas:
Recentemente, vimos representantes do movimento feminista dentro das igrejas evangélicas afirmando que a Bíblia não é a Palavra de Deus, e sim, um livro de memórias de um povo. O que essa declaração significa?
Primeiro devemos rejeitar veemente que essas feministas sejam cristãs. Ou uma coisa ou outra. O feminismo é mestre em falácias e manipulação da retórica e linguagem, com certeza estão enganando muitas mulheres que não se dispõem a conhecer as raizes históricas de um movimento que diz representar a mulher quando na verdade, defende apenas um gênero cultural… Se essas “mulheres cristãs” conhecessem o feminismo da atualidade, rejeitariam esse movimento subversivo, desconstrucionista e abortista, que defende qualquer coisa, menos a mulher biológica, conservadora.
Dizer que a “Bíblia não é a Palavra de Deus, e sim, um livro de memórias de um povo” é afronta ao cristianismo, uma manipulação da Bíblia para enganar mulheres cristãs, e ao mesmo tempo uma ignorância espiritual que comprova que não são cristãs, e sim, ativistas infiltradas nas igrejas para desviar mulheres arregimentando-as para suas lutas como massa de manobra…
Me pergunto que direito e autoridade essas feministas têm para tentar desmoralizar a Biblia. Pior são pastores que recebem este tipo de “cristã” dentro das igrejas. Será que não têm discernimento espiritual e psicológico para caírem tão facilmente nesta armadilha que visa estritamente desconstruir o papel da mulher dentro das Igrejas? Faz parte do movimento feminista essa reorientação do papel da mulher em todas as esferas da sociedade, e a igreja é meta do feminismo radical de gênero. É uma armadilha que infelizmente muitos, por ignorância, estão caindo e servindo à agenda mundial feminista abortista associada à ideologia de gênero.
O que é o movimento feminista atualmente?
O movimento feminista contemporâneo tem interesses estritamente políticos. Essa “nova versão” tem cara do movimento político de esquerda. O feminismo que se vive hoje em dia está relacionado diretamente com a ideologia de gênero e com a aceitação de toda a diversidade de orientação sexual, inclusive com a pedofilia. Quando falamos em diversidade sexual, o que imaginamos? Inclua nessa variedade sem limites as parafilias sexuais e crimes sexuais como a pedofilia, que é aceita em cerca de 15 países.
O feminismo passou por várias fases e não podemos negar que na sua origem, no passado, no início anos 1920, por exemplo, ele lutou pelos direitos das mulheres. Porém, hoje não representa a mulher biológica, e sim, o gênero mulher, que pode estar – segundo o feminismo e a ideologia de gênero – em um corpo biológico masculino. Além disso, está a serviço da revolução cultural.
Durante sua trajetória, o feminismo passou por fases: a primeira buscou o acesso da mulher aos plenos direitos civis e políticos; a segunda ligou-se ao pensamento marxista, especialmente aos estudos de Friedrich Engels em ‘A Origem da família, a propriedade privada e o Estado’, que era o manual da feminista, pois assegurou que o aparecimento da propriedade privada provocou um sistema opressivo na família, do homem sobre a mulher, o qual chamou de “patriarcado”, que hoje é combatido pelo movimento; a terceira fase do feminismo é o que vivemos hoje, onde nasceu a ideologia de gênero que está sendo cunhada à força na sociedade pela quebra de um paradigma que sustenta a humanidade: homem nasce homem e mulher nasce mulher.
Além disso, vem perpetuando agressivamente a eterna luta de classes, agora, representada pela luta entre homens e mulheres. Vale ressaltar que a ideologia de gênero nasceu para suprir a falta esquerdista do marxismo clássico diante à falta do operário como classe revolucionária.
Há alguns anos, o petista Gilberto Carvalho afirmou que era chegada hora da esquerda disputar a formação de opinião na sociedade com as igrejas evangélicas. Desde então, os movimentos de esquerda dentro das igrejas cresceram, pregando a prática do aborto, casamento gay, ideologia de gênero, entre outras bandeiras. É possível rebater essa influência? De que maneira?
Pela conversão verdadeira. Cristão que conhece a Deus, que conhece Bíblia, que conhece a graça, acolhe o pecador mas nunca comunga com o pecado. E para o cristianismo, aborto, casamento gay, diversidade de gênero e sexual de gênero, são pautas do mundo, não do Reino de Deus, portanto não fazem parte do cristianismo e devem ser combatidas dentro das igrejas, embora tenhamos o dever de respeitar as pessoas, respeitando suas escolhas, mas nunca comungando com escolhas alheias aos ensinamentos da palavra de Deus.
Como defender a igualdade entre homens e mulheres na sociedade como um todo e permanecer fora do movimento feminista?
O nosso trabalho é levar informação para homens e mulheres cristãos que existe defesa das mulheres fora do feminismo, que não nos representa mais. Aquele feminismo desejoso de que as mulheres conquistassem seus direitos está morto, não nos representa mais. Mulheres LGBTs defendidas pelo feminismo não é mulher biológica, e sim, mulher de gênero. Temos que abrir os olhos e falar a verdade francamente.
O que define uma mulher conservadora e cristã?
Mulher conservadora é aquela que conserva valores cristãos, que valoriza seu corpo, que reconhece seu papel na sociedade, que não rejeita sua feminilidade, que se orgulha da maternidade, que luta pela sua família, seus filhos,etc. Mulheres que amam saber que Deus a considera uma jóia rara, que se orgulham de serem consideradas sábias e edificadoras do lar. Mulher forte de fé , lutadora, que se importa com causas sociais, com o próximo, sabe da importância de defender a sua fé e a sua família, valores de vida, custe o que custar.
Deixe um recado para os leitores sobre o assunto.
Não se enganem: não há nada de bom hoje no feminismo. Existe defesa da mulher fora do feminismo. Nós mulheres cristãs podemos, sim, defender nossos direitos, podemos ser pró- mulher como somos pró-vida, pró-infância, porém, jamais nos associarmos a um movimento que mata milhares de bebês por dia, com campanhas em favor do aborto, que ridiculariza mulheres que não negam seu papel social e sexual.
Temos que lutar contra pensamentos esquerdistas feministas dentro da Igreja. Somos livres, temos nosso espaço e podemos conquistar ainda mais, porém não precisamos entrar em guerra com os homens – como fazem as feministas – e temos, sim, que conservar nossos valores e princípios morais, pois eles sustentam nossa fé e nossas famílias.
Não se enganem com discursos libertários. Jesus é nossa liberdade, e é essa liberdade que querem tirar de nós. Por outro lado, temos que lutar por direitos, sem tirar direito de ninguém e sem rejeitar o nosso papel especial que Deus nos deu. Somos preciosas, jóias, fortes e poderosas, e esse poder foi nos dado por Deus. O mundo tenta nos tirar, mas juntas vamos lutar contra essa desconstrução.
Deus nos abençoe, pois estamos em guerra ideológica, mas ganhamos a sabedoria divina para percebermos armadilhas camufladas de boas intenções como o feminismo travestido de defesa dos direitos das mulheres.
por Tiago Chagas
Fonte: Gospel + 
Aqui eu Aprendi!

sábado, 22 de abril de 2017

Um problema chamado "Desafio da Baleia Azul"

Precisamos conversar sobre um problema chamado Desafio da Baleia Azul

Blue Whale swimming
Baleia azul é um jogo comandado por um “serial killer virtual”. Já são sete adolescentes que tentaram suicídio alienados pelo jogo da Baleia Azul, a ponto do prefeito Rafael Greca, de Curitiba (PR), fazer reunião de emergência com as Secretarias de Educação, Saúde e Segurança. Outras autoridades Brasil afora também já começam a se mobilizar.

Há muitos mais casos, inclusive com mortes por todo mundo. Estou fazendo um estudo aprofundado sobre estes fenômenos e palestrando em escolas sobre depressão e os perigos de jogos na internet. Orem, pois a coisa é mais maligna do que imaginam.

Para se ter uma ideia da gravidade, o nome da pessoa que aliena jovens para o jogo suicida chama-se “curador”, que cura a depressão e tristeza dos jovens. A maioria são meninas. Os 50 desafios são todos de automutilação. As pessoas que se deixam alienar, ficam reféns desses maníacos, psicopatas que sentem prazer ao dominar pela dor e sofrimento suas vítimas.

Entendo isso como um serial killer virtual, mas a verdade é que se trata da ação de psicopatas assassinos. Denunciem páginas, links, tudo que possa sugerir este jogo. Lembrando que não é o único. A origem desse jogo é russa, muitos entram por curiosidade, outros recebem convites.

A problemática desse jogo é que quem entra convida os amigos, que convidam outros amigos. Existe uma linha muito tênue entre vida e morte que fascina e atrai muitos adolescentes, que estão passando por uma crise normal da adolescência, uma crise de contestação da autoridade dos pais, de valores, uma busca de si mesmos.

O grupo, a coletividade, os amigos são importantes nessa fase vulnerável, a ponto de serem influenciados pela coletividade, tornando-se presas fáceis para esse tipo de jogo. Adolescentes nessa fase tendem a serem depressivos, terem baixa autoestima. Muitos desses jovens já praticavam coutting (autoflagelo), que é moda no meio de adolescentes e uma preocupação dos especialistas em saúde mental há muitos anos.

Nossas crianças estão abandonadas, entregues à internet, trancadas em quartos, obcecadas por redes sociais, sem o menor monitoramento dos pais, que estão preocupados demais com seus afazeres.

Precisamos repensar nossa educação. Essa desconstrução da identidade de nossos jovens, essa busca compulsiva por “felicidade”, essa falta de fé, vem adoecendo de morte nossas crianças. Vamos clamar pelas nossas crianças e agir, educar mais, amar mais. Em nome de Jesus , dêem mais atenção aos seus filhos, monitorem seus filhos, dialoguem mais com seus filhos.

A Baleia Azul é apenas um sintoma da má educação, da relativização da fé, da sexualidade, da vida. Temos que falar sobre depressão na infância e adolescência e saber que ela existe e não é frescura.

Sintoma da péssima educação moderna

Esses jogos virtuais, competem com a falta de atenção que os pais não estão dando aos filhos, atitude que colocam na conta temporaneidade. Ensina-se uma educação permissiva, sem autoridade paterna ou materna.

Essa educação moderna onde os pais são “amigos dos filhos” sem exercer o papel de pais, com autoridade e um certo controle, deixa as crianças inseguras, crianças precisam de adultos para protege-las, precisam sentir segurança. Pais podem ser amigos de seus filhos claro, mas nunca esqueceremos que sua função é educar e cuidar.

A Baleia

Vejam como são os desafios. Eles são criados para gerar estresse e alienação psicológica. Impõe medo, falta de sono e obriga a desafios que alteram o comportamento, levando a pessoa ao limite entre razão e loucura.

Os desafios são preparados para desencadear uma compulsão e obsessão pelo fim, para completar o jogo. A dor física gerada é uma estratégia para “diminuir” a angústia gerada pelo jogo. Somadas, as co-morbidades associadas, levam uma pessoa a um surto psicótico a ponto de tirar a própria vida.

Esses desafios diários são criados propositadamente com requintes de um estrategista que conhece técnicas de alienação, submissão, ameaças e imposição do medo. Um serial killer virtual. Há uma explícita maldade demoníaca nas entrelinhas de cada desafio. Perceba:

1 – Com uma navalha, escreva a sigla “F57” na palma da mão e em seguida envie uma foto para o curador;

2 – Assista filmes de terror e psicodélicos às 4:20 da manhã. Mas não pode ser qualquer filme: o curador indicará, lembrando que ele fará perguntas sobre as cenas, pois ele quer saber se você realmente assistiu;

3 – Corte seu braço com uma lâmina. Faça “3 cortes grandes”, mas é preciso ser sobre as veias e o corte não precisa ser muito profundo, envie a foto para o curador, e seguirá para o próximo nível;

4 – Desenhe uma baleia azul e envie a foto para o curador;

5 – Se você está pronto para se tornar uma baleia, escreva “SIM” em sua perna. Se não, corte-se muitas vezes, “castigue-se”;

6 – Tarefa em código;

7 – Escreva “F40” em sua mão, envie uma foto ao curador;

8 – Em sua rede social, escreva “#i_am_whale” no seu status do VKontakte (rede social russa) ou no Facebook (a hashtag significa “eu sou uma baleia”);

9 – Ele te dará uma missão baseada no seu maior medo, ele quer fazer você superar esse medo;

10 – Acorde as 4:20 da manhã e suba em um telhado, quanto mais alto melhor;

11 – Desenhe uma foto de uma baleia azul na mão com uma navalha e envie a foto para o curador;

12 – Assista filmes de terror e psicodélicos à tarde;

13 – Ouça as musicas que os “curadores” te enviarem;

14 – Corte seu lábio;

15 – Fure sua mão com uma agulha muitas vezes;

16 – Faça algo doloroso, “machuque-se”, fique doente;

17 – Procure o telhado mais alto, e fique na borda por algum tempo;

18 – Suba em uma ponte e sente-se na borda por algum tempo;

19 – Suba em um guindaste ou pelo menos tente;

20 – No próximo passo o curador irá verificar se você é de confiança;

21 – Encontre outra baleia azul, “outro participante”, que o curador te indicará;

22- Pendure-se novamente em um telhado alto, apoiando-se na borda com as pernas penduradas;

23 – Outra tarefa em código;

24 – Tarefa secreta;

25 – Reunião com uma baleia azul que o curador indicará;

26 – O curador indicará a data da sua morte, e você aceitará;

27 – Acorde as 4:20 e vá a uma estrada de ferro;

28 – Não fale com ninguém o dia todo;

29 – Faça um voto de que você é realmente uma Baleia Azul;

30 a 49 – Todos os dias você deve acordar às 4h20 da manhã, assistir a vídeos de terror, ouvir música que “eles” enviarem, fazer 1 corte por dia em seu corpo, falar com “uma baleia” durante o intervalo dos desafios 30 a 49;

50 – Tire sua própria vida.

Filhos precisam de pais amigos, e não amigos que por acaso são pais. Essa nova geração Z está abandonada, entregue à escola, à mídia e aos sentimentos virtuais. Temos que parar e repensar essa modernidade mórbida, que tira a felicidade de nossas crianças.

Temos que entender que um abraço, amor de família, não é virtual, é real, e deve ser exercitado todos os dias. Virtualidade em excesso psicotiza.

Marisa Lobo é psicóloga clínica, escritora, pós-graduada em saúde mental, conferencista realiza palestras pelo Brasil sobre prevenção e enfrentamento ás drogas, e toda forma de bullying, transtornos psicológicos, sexualidade da familia, entre outros assuntos. Teóloga, ela é promoter e organizadora da ExpoCristo realizada no Paraná. Marisa é casada, tem dois filhos e congrega na IBB em Curitiba.

Acorda, igreja, Deus me mandou te avisar
Acorda, igreja, a coisa vai apertar
Acorda, acorda, acorda, aí vem o esposo
Acorda, igreja, é tempo de juntar os pés
Acorda, igreja, o céu espera os fiéis
Acorda, acorda, acorda, Jesus vem de novo
(Elaine Martins – Últimos Dias)
Aqui eu Aprendi!
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