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segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

...e agora é Natal! Festa Cristã ou Festa Pagã?

SHALOM ADONAI

Caros irmãos, e então, chegou o Final de mais um ano. Glória Deus por isso!

Com o mês de Dezembro, agitando e colocando o comércio em alta rotação, muitos aproveitam para idolatrar a data 25 de Dezembro.

Observei que nesta data, alias em especial neste mês (dezembro), a população fica tão agitada, tão carismática(?), tão esperançosa, tão amorosa(?). Que nem parece que são as mesmas pessoas!
São pessoas viajando, recebendo parentes, "amigos" pra cá, "amigos" pra lá, mimos, cartões, fantasias, e por ai vai.... Ah, não esquecendo dos Perus, Aves temperadas, Churrascos, Tenders e as incríveis sobremesas. Então, se ouve ao longe a voz de uma crianças: - oba! Festa, presente! era o que eu queria! tem mais? meu videogame! nossa que lindo!
Meu irmão são tantas as expressões que, talvez, nos perderíamos em tantos adjetivos para expressar a alegria de uma data tão comemorativa "o aniversário em Dezembro"!

Então surge a pergunta: mas quem está aniversariando? e logo a resposta: Jesus!


Surge também outro questionamento: Tem certeza?

O que esta data "25 de Dezembro" tem haver com o nascimento de Jesus?
Não querendo ser um desmancha prazer, lhe respondo: NADA! certamente não seria esta a data do nascimento do Filho de Deus!

E com isso, vemos que a chegada desta data ficou mais voltado para comercialização, ganhos exagerados e vendas, muitas vendas e seus lucros exorbitantes!

Vamos deixar bem claro que não sou contra a reuniões familiares, inclusive nesta data, alias, acredito que a população deveria se reunir mais também fora desta data, não ter que esperar o "natal" para realizar esses encontros, não ter que esperar "um ano" para rever um parente querido, não ter que esperar "uma certa data" para abraçar alguém, não ter que esperar "Dezembro" para convidar pro almoço, ou jantar, alguém que tanto ama. Tenho a visão e entendimento que podemos abraçar a qualquer dia, dar um presente em qualquer dia, dizer a pessoa amada palavras lindas todos os dias, convidar para jantar em qualquer ocasião; meu amigo, para que esperar se posso fazer isso a qualquer momento!

Se reunir com pessoas que amamos é simplesmente maravilhoso!


Não quero desencorajar ninguém, mas o natal, 25 de dezembro, data reservada para estar se comemorando o nascimento de Jesus não existe. Na verdade o SENHOR nos orienta (ordena) a relembrar Sua morte, não seu nascimento!. (Êxodo12; Levitico 23:4,5; Números 9:1-5; Mateus 26:1,2; João 28; 1Coríntios 5:7)

ELE espera que os verdadeiros adoradores observem esta orientação: "Alimpai-vos, pois, do fermento velho, para que sejais uma nova massa, assim como estais sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós. Por isso façamos a festa, não com o fermento velho, nem com o fermento da maldade e da malícia, mas com os ázimos da sinceridade e da verdade." 1 Coríntios 5:7,8

Natal! Esta comemoração é, na verdade, uma festa pagã. Mas ouvimos, ano apos ano, que essa data é o nascimento de Jesus. Mas quando vamos buscar a resposta nas Escrituras, não encontramos nada. Não há na Bíblia Sagrada respaldo para tal afirmação e nem tão pouco comemoração; é paganismo, mas quem quer ouvir isso? Poucos, alias, pouquíssimos!

A mídia mostra um momento de deslumbre, de presentes e mais presentes. E o povo? Sendo enganado!

Meu povo peca por falta de conhecimento! Oseias 4.6

Se pensarmos bem, milhões, bilhões de pessoas celebram a suposta data de aniversario de Jesus, mas não lembram, não se incomodam, não observam o dia de Sua morte na cruz. Que hipocrisia!

"E ele, respondendo, disse-lhes: Bem profetizou Isaías acerca de vós, hipócritas, como está escrito: Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim; em vão, porém, me honram, ensinando doutrinas que são mandamentos de homens." Marcos 7:6,7

ENTÃO NATAL OU SANTA CEIA - NASCIMENTO OU RESSURREIÇÃO

O que quer dizer a palavra Natal?

Natal no dicionário, diz-se do lugar onde alguém nasceu; diz respeito ao nascimento; natalício (relativo ao dia de nascimento).

E o que podemos encontrar nos Evangelhos?

As epístolas e os Evangelhos, foram escritos aproximadamente, segundo historiadores, a  partir de 50 d.C e não fazem menção de festa natalina. A única vez que é descrita uma festa de aniversário, diz respeito a Herodes. A passagem Bíblica diz que o ambiente no palácio naquele dia de festa era tão pecaminoso que ocasionou na morte de João Batista: "Festejando-se porém, o dia natalício de Herodes, a filha de Herodias dançou no meio dos convivas, e agradou a Herodes, pelo que este prometeu com juramento dar-lhe tudo o que pedisse. E instigada por sua mãe, disse ela: dá-me aqui num prato a cabeça de João, o Batista." Mt 14:6,7,8

Sendo assim, com base neste relato Bíblico, podemos presumir que havia na época o costume de se comemorar o dia do nascimento, o aniversario, que por sinal até hoje se comemora.


O aniversário de Jesus não foi comemorado pela Igreja Primitiva e nem consta na Bíblia. O nosso Senhor é de Eternidade em Eternidade, o Deus Trino (Pai, Filho, Espírito Santo), não dá para determinar o dia de seu nascimento pois Ele, sendo Eterno, fica impossível dizer quando começou, onde seria a metade e quando o fim. Jesus não requer aniversario. Ele (Jesus) é a nossa alegria, a nossa Pascoa, o nosso Refrigério, o Sumo Sacerdote, o Profeta, a nossa Salvação, o Noivo esperado pela noiva, o Advogado, o Juiz, e podemos estar com Ele todos os dias, inclusive a Bíblia nos ordena a celebrar a Sua morte e ressurreição. Todos os meses que fazemos menção de Seu sacrifico, nos alegramos com os irmãos ao partir o pão e celebrar a Sua morte até que venha.  I Corintios 11 23-34


Jesus ressuscitou, foi elevado ao céu e está a direita de Deus Pai. Marcos 16:19


Nascimento de Jesus

A data de nascimento de Jesus é muito discutida. Porém, considerando que Jesus nasceu pouco tempo antes da morte de Herodes isto coloca-nos numa data anterior a 4 a.C. Outra ajuda que temos para facilitar a localização da data do nascimento de Jesus foi que este ocorreu quando José foi a Belém com sua família para participar do recenseamento.

Os romanos obrigaram o recenseamento de todos os povos que lhes eram sujeitos a fim de facilitar a cobrança de impostos, o que se tornou numa valiosa ajuda na localização temporal dos fatos, uma vez que ocorreu exatamente 4 anos antes da morte de Herodes, no ano 8 a.C.. Entretanto, os Judeus tomaram providência no sentido de dificultar qualquer tentativa por parte dos ocupantes em contar o seu povo, pelo que, segundo a história, nas terras judaicas este recenseamento ocorrera um ano depois do restante império romano, ou seja no ano 7 a.C.. A data mais provável que podemos encontrar nas diversas pesquisas e através dos historiadores, seria entre Agosto/Setembro e no máximo no inicio Outubro.(pesquisa net)


Quem já pesquisou sobre Israel sabe que 25 de Dezembro é inverno naquela região, e quem ficaria exposto ao frio e ao tempo com o rebanho (suas ovelhas), vejamos Lucas 2:8 "Ora, havia naquela mesma região pastores que estavam no campo, e guardavam durante as vigílias da noite o seu rebanho."; os pastores não ficariam no campo numa noite de inverno. No final de Outubro e início de Novembro, os pastores já não vão mais ao campo, porque já é declarado inverno. Cabe ser mencionado, mas Dezembro na realidade seria o mês de numero 10 e não 12, já como o próprio nome diz, "decem", mas isso foi só para despertar nossa curiosidade, em breve revemos este assunto. Roma modificou muitas coisas e, por bem colocar a data de 25 de Dezembro como sendo o dia do nascimento de Jesus. Mas no frio?


Precisamos discernir o que é sagrado e o que é profano.


No período do nascimento de Jesus, ocorreram alguns fatos importantes e destaco o recenseamento. O imperador Octávio César Augusto decretou que todos os habitantes do Império fossem se recensear, cada um à sua cidade natal, isso obrigou José a viajar de Nazaré (na Galileia) até Belém (na Judeia), porque era da casa e família de Davi, a fim de alistar-se (registrar-se) com Maria, sua esposa, que estava grávida. Enquanto estavam ali, chegou o tempo em que ela havia de dar à luz. Lembrando que havia Herodes lançado uma ordem para matar todos os meninos de 2 anos para baixo (era seu desejo se livrar de um possível novo "rei dos judeus").


Aqui eu Aprendi!
Seria um recenseamento para fins tributários ou não? Outro aspecto importante, subir a Jerusalém em um mês frio, em dezembro?
Sabemos que as 03 principais festas judaicas eram/são: a Páscoa (Pães Asmos), o Pentecostes (Colheita ou Semanas), e Tabernáculos (Tendas), que são assim chamadas em Ex 23.14-17; 34.18-23; Deut 16. 1-17; II Cr. 8:13.

Na Primavera a Pascoa hebraico Pesah, no mês de Abib (ou Nisan) - março/abril;

Na Primavera Pentecostes hebraico Shavuotno mês de Sivan - maio/junho

No Outono Tabernáculos hebraico Sucot, no mês de Tishri (ou Tishrei) - setembro/outubro

Em dezembro só existe uma festa que é a dos Macabeus, mais conhecida como festa das luzes (do sol). Quando Jesus nasceu, segundo a historiadores, provavelmente era a Festa dos Tabernáculos.

Subindo a Jerusalém

Qual é o judeu que ascende a Jerusalém em Dezembro? Em Dezembro só existe uma festa que é a festa dos Macabeus, conhecida como Festa das Luzes. Eles subiam, porque Maria era da descendência de Davi e era decreto que os descendentes de Davi todos os anos subissem a Tabernáculos para celebrar. Havia dois eventos especiais: a Festa dos Tabernáculos e o aniversário de Jerusalém. No caminho, em Belém, Jesus nasceu porque isto era profético (Miquéias 5:2). Mas não foi em Dezembro, não foi na festa ao deus sol. Quando Jesus nasceu, segundo a história, provavelmente era a Festa dos Tabernáculos.

Então o que 25 de Dezembro tem haver com o aniversario de nascimento de Jesus? Como já expresso acima, Nada!

Essa data teve inicio com a festa de adoração do sol chamada solstício de inverno. Os pagãos supersticiosos observaram que o sol se movia para o sul e os dias estavam reduzindo. Eles achavam que um dia o sol iria embora de vez, para nunca mais voltar. Então, como forma de impedir essa tragédia e agradar o deus sol, eles promoviam rituais e cerimônias.
  • No mundo Babilônico, o 25 de Dezembro era comemorado como "vitória do deus sol".
  • No antigo império romano a data e a festa ficaram conhecida como Saturnalia festival romano ou Natalis Solis Invicti ( aniversário do sol invencível)
  • Quem popularizou a data como sendo comemoração cristã, foi a Igreja Católica Apostólica Romana em 375 d.C, sob o papado de Júlio I. Os símbolos usados nas comemorações eram praticamente os mesmos dos cultos pagãos. Com a evolução dos anos, outros elementos foram inseridos a festividade natalina que atualmente tem forte apelo comercial.
Esta festa tem uma origem de celebração a falsos deuses “nascidos” na Babilônia, Grécia, Síria, nos países circunvizinhos do Oriente Médio, passando para a Europa, entrando em Roma e na Alemanha. A França comprou a visão, passou para a China e distribuíram para todas as nações da terra como fonte de comércio.

As antigas civilizações egípcias influenciavam todas as outras nações com a ideologia do deus sol. A festa acontecia em Dezembro, um mês de inverno. Era a festa pagã mais celebrada. Eles ficavam esperando a chegada do sol e, pelo ritual, no dia 24, no Oriente, o sol se abriria, e então, poderia haver a celebração porque o deus sol havia se manifestado. Roma adota essa data esperada pelos pagãos, para o nascimento de Jesus; declarou que o Natal seria na viração do dia 24 para 25 de Dezembro. O Imperador Aureliano estabeleceu em 275 que todos os fiéis e não fiéis obrigatoriamente comemorassem o Natal na data que foi estabelecida pelas autoridades romanas. Isto se dava com a comemoração da natividade da festa pagã, ou seja, do sol invicto. Todos deveriam participar dessa manifestação festiva, por isso foi oficializada aproximadamente no ano 336 por Constantino.


Santa Claus ou "Papai Noel" - é uma modificação do holandês "Nikolaas Sant." Foi o quarto bispo católico de Myra, na Ásia Menor, que trabalhava com crianças. Foi canonizado pela Igreja Católica Romana. A cor vermelha da veste é usada por bispos e cardeais da igreja romana e significa: Santa Claus protetor das crianças. Santa Claus também era conhecido como "Kriss Kringle" o mesmo que "Cristo Kindl"  ou "menino cristo". 
Então fica claro que tal adoração é para um santo católico chamado Nicolau, que é Papai Noel.
A aceitação dessa ideia é quase cem por cento, porque cultivaram isso em nossa mente quando éramos crianças. Mas, Deus levantou um povo para desmascarar o inimigo. "desperta tú que dormes levanta dentre os mortos e CRISTO te esclarecerá”.

Que coisa demoníaca esse homem de vermelho e enganando nossas crianças, que adoração a essa ilusão. (ah! se não for o papai ou a mamãe pra trabalhar e conquistar condições financeiras e manter seus lares, sua família)


A quem tu queres rendem adoração, ao Nicolau ou a Jesus?

Quem é a verdadeira Luz do mundo? Este é o tempo de levantarmos a nossa voz e declararmos que Jesus é a Resplandecente Estrela da manhã.


Vamos aproveitar o momento e trazer luz aos pensamentos, fazer ouvir a nossa voz. Preparar sermões onde o centro seja Cristo, nossa Salvação.

Porque nós cristãos temos que calar nossa boca em todo Natal?! 

Você sabia que:

Os Muçulmanos não comemoram o nascimento de Jesus. Embora eles mencionem Jesus no Alcorão (Livro sagrado dos Muçulmanos) a figura mais importante para os Muçulmanos é o profeta Maomé.


No Hinduísmo, por exemplo, Cristo é tido como uma encarnação de Vishnu, uma importante deidade da religião e o natal é, para os hindus, a festa das luzes, quando o nascimento da luz venceu a escuridão.


O Islamismo vê Cristo como uma espécie de profeta, porém não comemora o natal.


Os Testemunhas de Jeová são devotos a Cristo, mas não comemoram o natal por não haver, na Bíblia Sagrada, nada atestando ser este o dia do nascimento de Jesus além de entenderem que festas de aniversário são de costume pagão.


No Budismo, comemorar o natal é reunir os familiares, a celebração não tem nenhum cunho religioso por não se tratar de uma religião cristã e não acreditarem em Jesus Cristo.


Sobre os Ateus e Satanistas só o nome já responde a pergunta em quem acreditam ou melhor, em que está a sua fé(?), crença(?), devoção(?)


Estes exemplos, não comemoram o Natal! deixe-me repetir: Eles não comemoram o Natal, porque para eles o Salvador nunca nasceu e se nasceu alguém a quem chamamos de salvador, esse Alguém para eles não existe!


É hora de juntar as forças e lutar contra a ilusão do natal.


Comemorar Jesus (Emanuel) em nosso meio é maravilhoso, mas não podemos deixar acontecer o sincretismo nas Igrejas. Em nome do 'socialismo', do 'não fazer acepção', do 'devemos nos misturar para ganhar', as coisas estão tomando rumos críticos e caóticos.


Dentro de igrejas estamos vendo o paganismo entrar e os "separados", os "sacerdotes", a "noiva", aceitando, comendo qualquer comida, não discernindo o bem e o mal. Estamos em momentos difíceis e precisamos preservar a Verdade, anunciar as Boas Novas com sabedoria e verdade. Chega de mentiras e enganos, chega de ganancia e exageros em nome do "ser social", este é o tempo de fazer algo diferente e com isso voltarmos ao primeiro amor, ter fome e sede de justiça (de Deus), realizar o sacrifício agradável a Deus, entregar a melhor oferta, deixar de comer migalhas, encarar a verdade, acreditar que tudo posso naquele que me fortalece mas, nem tudo me convêm. Abra os olhos e veja! não se engane!


"Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem." João 4:23

Jesus afirmou: “Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a Ele servirás”. (Mt. 4:10).

A expressão usada pelo Mestre “só a Ele servirás”, indica que Deus é o único (de todo universo) que merece adoração ou ser servido (cultuado, venerado), porque Ele tudo criou.

"Temei a Deus, e dai-lhe glória; porque é chegada a hora do seu juízo; e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas" Apocalipse 14:7


NÃO DESVIE A TUA ADORAÇÃO!

Fonte: Cristianismo hoje; Consciência Cristã; alunosonline; Bíblia Apologética; Bíblia Defesa da Fé; Blog Aqui eu Aprendi postagens publicadas


Leia: 


Aqui eu Aprendi!

sábado, 6 de outubro de 2018

O que é o Movimento Pentecostal

“E estes sinais seguirão aos que crerem: Em meu nome expulsarão os demônios; falarão novas línguas” Mc 16.17


Pentecostal
Palavra usada a partir de 1907, na Grã-Bretanha, pelas igrejas históricas tradicionais (anglicanas, episcopais, metodistas, evangélicas), para se referir aos crentes que criam e recebiam o batismo no Espírito Santo, por causa da analogia entre esse movimento e o dia de Pentecostes (At 2.1-13), isto é, por causa da efusão do Espírito e das manifestações de poder, que eram observadas por toda a parte nas ilhas britânicas.
Por sua vez, ‘pentecostal’ é o crente que crê (adepto) nas possibilidades de receber a mesma experiência do Espírito Santo que os apóstolos receberam, no dia de Pentecostes.
A diversidade mundial do pentecostalismo torna quase impossível falar de ‘uma’ teologia pentecostal. Nem ainda se conseguiu amadurecer uma teologia da fé cristã sob a perspectiva do pentecostalismo clássico. Todavia, existem certas correntes teológicas entre os pentecostais que são dignas de serem exploradas. O que segue, é uma tentativa de explorar uma quantidade das principais linhas de pensamento relacionadas na tarefa contínua de se fazer reflexão teológica entre os pentecostais brasileiros clássicos e neopentecostais” (ARAÚJO, Isael. Dicionário do Movimento Pentecostal. 1ª Edição. RJ, CPAD, 2007, pp.553-557).

O Movimento Pentecostal, iniciado no Livro de Atos e que continua em nossos dias, é a materialização da promessa de revestimento de poder da parte do Senhor Jesus Cristo para a sua Igreja.

Texto Bíblico - Joel 2.28-32

INTRODUÇÃO

Há pouco mais de um século, cristãos em vários lugares do mundo passaram a experimentar em seus cultos um avivamento sem precedentes. Viu-se entre eles sinais como os descritos em Atos dos Apóstolos, como falar em outras línguas, curas, libertação de pessoas oprimidas pelo Diabo, profecias, e uma forte e profunda convicção da presença de Deus, confissão de pecados e salvação. Esse avivamento foi chamado de Movimento Pentecostal. Tais manifestações da presença de Deus ocorreram antes na história, mas desta vez foi diferente, pois a mensagem pentecostal se espalhou pelo mundo e trouxe profundas modificações na forma de pensar da teologia cristã, como também na própria prática cristã. Neste trimestre, estudaremos o que é o pentecostalismo, sua doutrina e a sua importância para o cristianismo do século XXI.


I. UM PANORAMA BÍBLICO DO PENTECOSTES

1.O Pentecostes em Israel.

Para que possamos iniciar o estudo do pentecostalismo, é necessário que comecemos com as bases bíblicas que servem de referência ao Movimento Pentecostal. Pentecostes é o nome grego dado a uma festa judaica: a Festa das Colheitas. Os hebreus foram orientados, por Deus, a comemorar:

1) a festa da Páscoa, que celebrava a libertação do povo hebreu da escravidão egípcia, quando o Senhor passou por sobre o Egito e julgou aquela nação com a praga da morte dos primogênitos dos egípcios;

2) a festa das Colheitas, comemorada cinquenta dias após a Páscoa, e que celebrava a colheita do trigo e da cevada; e

3) a festa dos Tabernáculos, que recordava aos hebreus o período em que habitavam em tendas. Essas festas eram ordenadas pelo Senhor, como ajuntamentos públicos, que sempre, deveriam levar o povo a se lembrar de Deus e comemorar a sua intervenção na história.

Havia outras datas que os judeus observavam, como por exemplo, a festa das Trombetas, que marcava o ano novo civil, onde o povo fazia uma reflexão a respeito da sua relação com Deus; o Dia da Expiação; o Purim, para comemorar o livramento que Deus concedeu aos judeus por intermédio da rainha Ester.

2. Motivo de alegria.

A Festa das Colheitas ou Pentecostes deveria ser, conforme preconiza a lei, motivo de grande júbilo para os hebreus. O Senhor diz: “E te alegrarás perante o SENHOR, teu Deus [...]” (Dt 16.11). Essa orientação divina incluía os filhos, os servos, os levitas, estrangeiros, órfãos e viúvas que estivessem ali. A celebração ordenada por Deus deveria ser um motivo de confraternização que incluía até os que não pertenciam à família dos israelitas, e deveria ser um momento alegre. Pentecostes não era um momento de tristeza, ou de arrependimento, mas de satisfação, pois estavam em um período de sega do trigo e da cevada que Deus lhes dera. Essa festa durava um dia, pois o povo estava em plena atividade de colheita da safra de grãos. Da mesma forma. Pentecostes traz alegria em nossos dias por ser a realização do uma das promessas mais importantes de Deus para com aqueles quer creem nEle.

3. O Dia de Pentecostes em Atos dos Apóstolos.

No Novo Testamento, Deus se utiliza dessa comemoração nacional judaica para fazer com que os seguidores de Jesus fossem cheios do Espírito Santo. Antes de sua ascensão aos céus, Jesus ordenou aos seus discípulos que permanecessem em Jerusalém, até que recebessem, da parte de Deus, um revestimento de poder, de autoridade para proclamar o nome do Senhor (Lc 24.49). Os discípulos estavam em oração, como se entende, em um cenáculo. Um cômodo em um pavimento superior de uma construção. Aqueles discípulos já conheciam a Jesus, e tinham recebido a salvação dada por Deus, mas estavam esperando o cumprimento da promessa do Pai: “Porque, na verdade, João batizou com água, mas vós sereis batizados com o Espírito Santo, não muito depois destes dias” (At 1.5). O próprio Senhor Jesus falou do batismo com o Espírito Santo aos seus seguidores como uma promessa do Pai. E esse evento teve tal importância que chamou a atenção de outras pessoas que estavam em Jerusalém, abrindo a oportunidade para Pedro falar de Jesus e do cumprimento da profecia de Joel naquele dia.

II. A PROMESSA FEITA NO ANTIGO TESTAMENTO

1. O contexto de Joel.

Joel foi um profeta que exerceu seu ministério no Reino de Judá. Seu nome significa “Jeová é Deus”, e sua atuação profética se deu antes da destruição do Templo. Sua profecia começa com a seguinte afirmação: “Palavra do Senhor que foi dirigida a Joel, filho de Petuel” (Jl 1.1). No livro de Joel, vemos que uma praga de gafanhotos destruiu a colheita de grãos de cevada e de trigo, e depois de tal tragédia, há uma conclamação ao jejum e à oração (1.14; 2.15). Deus chama o povo para que se converta, de todo o coração, a Ele (2.12).

O profeta também fala de um tempo onde haverá fartura, pois o Senhor há de abençoar a terra. Finalmente, Deus usa o profeta para falar que haveria o grande Dia do Senhor, mas que antes o Todo-Poderoso derramaria do seu Espírito sobre toda a carne.

2. A promessa feita.

“E há de ser que, depois, derramarei o meu Espírito sobro toda a carne, e vossos filhos e vossas filhas profetizarão, os vossos velhos terão sonhos, os vossos jovens terão visões. E também sobre os servos e sobre as servas, naqueles dias, derramarei o meu Espírito” (Jl 2.28,29). Essa profecia mostra que no futuro, Deus visitaria a humanidade trazendo sobre ela um derramar do seu Espírito. Esse derramar do Espírito faria com que eventos como profecias, sonhos e visões, que no Antigo Testamento eram concedidos somente aos profetas, fossem dados de forma ampla a todos. Joel inclui pessoas que tinham poucos direitos e eram tidas por “inferiores” em algumas sociedades, como por exemplo, os servos. Eles também seriam contemplados pelo alcance dessa promessa divina.

3. O alcance dessa promessa.

As palavras proferidas por Joel foram relembradas pelo apóstolo Pedro, por ocasião do seu discurso no Dia de Pentecostes, logo após terem sido cheios do Espírito Santo e falado em outras línguas. Lembremo-nos de que a Bíblia dos primeiros cristãos era o Antigo Testamento ao qual recorriam a fim de verificar as profecias que estavam se cumprindo. Pedro de imediato não apenas reconheceu que a profecia de Joel se cumprira naquele dia, mas que esse cumprimento tinha inicialmente dois objetivos: o derramar do Espírito sobre todos e o cumprimento da promessa que Jesus fez antes de sua ascensão: “E eis que sobre vós envio a promessa de meu Pai; ficai, porém, na cidade de Jerusalém, até que o alto sejais revestidos de poder” (Lc 24.49). Pedro ainda deixou claro que apesar de Jesus ter sido crucificado, Ele foi feito Cristo, o Messias: “Saiba, pois, com certeza, toda a casa de Israel que a esse Jesus, a quem vós crucificastes, Deus o fez Senhor e Cristo” (At 2.36). O Senhor ressurreto, o Messias, havia mandado o seu Santo Espírito, como prometera.


III. PENTECOSTES, UMA PROMESSA CUMPRIDA EM NOSSOS DIAS

1. O Pentecostes antes do século XX.

É certo que ao longo da história, Deus jamais deixou de manifestar os dons espirituais em diversas comunidades e grupos cristãos. No século II da nossa era, Irineu de Lion disse que “temos em nossas igrejas irmãos que possuem dons proféticos e, pelo Espírito Santo, falam toda classe de idiomas”. Mas a manifestação do poder de Deus não se restringe ao falar em outras línguas. A história relata casos em que pessoas usadas por Deus foram portadoras de mensagens proféticas específicas, como John Welch, um escocês do século XVI, que após orar sobre o caso de dois mercadores de tecido que queriam passar pela cidade de Ayr, onde ele residia, Welch disse aos magistrados que havia uma praga nos rolos de tecido daqueles mercadores, e os homens foram impedidos de entrar. Aqueles homens seguiram para uma cidade vizinha, e lá uma praga se espalhou matando diversas pessoas. Como vemos, Deus jamais deixou de manifestar seus dons por meio de seus servos. Um estudo honesto sobre a história da Igreja mostra que o dom de línguas e outros dons ocorreram de forma espontânea em diversos países, e com pessoas de diferentes denominações.

2. No início do século XX.

As manifestações pentecostais ressurgiram, de forma sistemática, no fim do século XIX, e se multiplicaram no século XX. Na Suécia, em 1902, um pregador batista chamado Levzi Petrus recebeu o batismo com o Espírito Santo e falou em línguas, tornando-se um dos mais importantes nomes pentecostais de seu país. Nos Estados Unidos, em 1905, Wílliam Seymour recebeu a mensagem pentecostal de Charles Fox Parham e se tornou um dos líderes do pentecostalismo na Rua Azuza. E na China, em 1907, por intermédio da missionária Nettie Normam, que recebeu o batismo com o Espírito Santo na Rua Azuza, muitos chineses foram visitados por Deus. Da mesma forma que a Reforma Protestante foi um divisor de águas na história da Igreja, o pentecostalismo trouxe um grande avivamento ao cristianismo em várias partes do mundo.

3. O Pentecostes no Brasil.

É notório que o Pentecostes alcançou o Brasil no início do século XX. Deus trouxe, em 1910, dois missionários batistas suecos que haviam recebido o batismo com o Espírito Santo, Daniel Berg e Gunnar Vingren, para evangelizar no Brasil. Esses dois homens, com suas esposas, fundaram as Assembleias de Deus e sua mensagem era acompanhada de milagres, testemunhos de cura e transformação de vidas. A mensagem pentecostal foi se espalhando por nossa nação, e hoje os pentecostais representam, no Brasil, a maior ala do segmento cristão evangélico, pelos dados do IBGE.

Há, no Brasil, aproximadamente 12 milhões de cidadãos que se dizem pertencentes às Assembleias de Deus (IBGE 2010). Note-se que em nossos dias, as Assembleias de Deus não são a única denominação pentecostal, há muitas igrejas em solo pátrio que fizeram da mensagem pentecostal a sua vocação, seja por origem, seja por mudança de pensamento por ocorrência de avivamentos e manifestação espontânea dos dons espirituais. As igrejas pentecostais comprometidas com a pregação e o ensino da Palavra de Deus têm como foco de sua mensagem a necessidade da salvação, do arrependimento de pecados, da realidade da vida eterna, da cura divina, da vida em santidade e da prática do testemunho da pessoa de Jesus Cristo.

A promessa do derramamento e revestimento de poder mediante o batismo com o Espírito Santo é para todos os cristãos. Na atualidade, muitas são as igrejas que fizeram da mensagem pentecostal a sua vocação.

CONCLUSÃO

Deus declarou que seu Espírito seria derramado sobre toda a carne, e essa promessa foi cumprida após o retorno de Jesus aos céus, no Dia de Pentecostes, Em um mundo repleto de pensamentos que se voltam cada dia mais contra Deus, a mensagem pentecostal e o poder de Deus dão à Igreja a autoridade para testemunhar de Jesus, trazendo libertação aos oprimidos, cura aos enfermos e salvação aos perdidos.

Fonte: Lições Bíblicas Jovens - 4º Trimestre de 2018 - Título: O vento sopra onde quer – O ensino bíblico do Espírito Santo e sua operação na vida da Igreja – Comentarista: Alexandre Coelho

Aqui eu Aprendi!

terça-feira, 2 de outubro de 2018

Pentecostes - Cinquenta Dias

Cinquenta Dias Depois da Páscoa


Como o Antigo Testamento nos fornece muitas sombras das verdades reveladas no Novo Testamento, podemos enriquecer nosso entendimento das grandes obras de Deus por meio do estudo das Escrituras dadas aos judeus antes da vinda de Jesus. Uma comparação entre o livro de Êxodo (do Antigo Testamento) e o livro de Atos (do Novo Testamento) aumenta nosso apreço pela obra reveladora do Senhor.

O Dia conhecido no Novo Testamento como Pentecostes foi um dia especial no calendário judaico. A palavra Pentecostes se refere ao intervalo de 50 dias entre a Páscoa e a festa que os judeus chamavam de Shavuot ou a Festa das Semanas (Levítico 23:15-21 explica a contagem de dias e a maneira de celebrar essa festa). Foi um dia de comemorar a sega de trigo (Êxodo 34:22). Os judeus atribuíram um outro sentido ao dia que nos leva a refletir mais sobre o significado dessa sombra do trabalho realizado pelo Senhor no Novo Testamento. Para compreender esse segundo significado, precisamos observar alguns detalhes da história da infância da nação de Israel.

Deus mandou fazer o sacrifício do cordeiro da Páscoa na noite do dia 14 do primeiro mês do novo calendário dos hebreus (Êxodo 12:1-14). O sangue do cordeiro posto acima e aos lados das portas foi o meio que Deus mandou distinguir entre seu povo que desejava a salvação e os egípcios que seriam punidos. Na mesma noite, Deus trouxe sobre o Egito a décima praga e libertou os israelitas. Essa data marcou a salvação de Israel por meio do sangue do cordeiro.

O evento paralelo, embora muito mais importante, no Novo Testamento, foi a morte de Jesus na cruz. Além da coincidência proposital da data, Cristo é descrito como Cordeiro (Apocalipse 5:6). João Batista identificou Jesus como “o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (João 1:29). Paulo disse que “Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi imolado” (1 Coríntios 5:7). O sacrifício do cordeiro no Egito prefigurou a morte de Jesus na cruz para cancelar nossos pecados.

Pentecostes veio 50 dias depois.

Voltemos à contagem de dias no livro de Êxodo. Onde estavam os israelitas e o que estava acontecendo 50 dias depois da Páscoa?

Começamos a contar os dias com a Páscoa, no dia 14 do primeiro mês. O resto daquele mês daria mais 16 dias, e o mês seguinte (o segundo no calendário) acrescentaria mais 30 dias, para um total de 46. No dia seguinte, o primeiro dia do terceiro mês, o povo de Israel chegou ao monte Sinai (Êxodo 19:1). Moisés subiu para receber orientações de Deus. Ele mandou que o povo se purificasse, pois no terceiro dia ele desceria sobre o monte Sinai para falar com o povo (19:10-11). Com essa conta, podemos concluir que Deus encontrou os israelitas no monte Sinai sete semanas (49 ou 50 dias) depois da primeira Páscoa. Por esse motivo, os judeus chegaram a atribuir à Festa de Pentecostes o significado da revelação da lei de Deus ao seu povo.

Deus desceu sobre o monte com trovões, relâmpagos, som de trombeta, uma espessa nuvem, fogo, fumaça e terremoto! A voz do Senhor soava como um trovão quando falou para o povo. Foi uma ocasião marcante e extremamente importante. Deus comunicou a sua palavra para separar uma nação santa. Ele revelou os termos da comunhão entre a congregação de Israel e seu Deus. Encontramos o relato em Êxodo 19 e 20.

E o que aconteceu no dia de Pentecostes depois do sacrifício do nosso Cordeiro pascal, Jesus Cristo?

Com o som de um forte vento, o Espírito Santo desceu sobre os apóstolos em Jerusalém. As palavras que ele revelou por meio daqueles homens escolhidos mostraram para os ouvintes as condições da comunhão com Deus. Por meio do evangelho pregado naquele dia, Deus separou uma nação santa, a igreja do Senhor Jesus. As pessoas que se arrependeram e receberam o batismo para a remissão dos pecados foram salvas e entraram em comunhão com Deus (leia o registro desse dia importante em Atos 2). A mensagem que o Senhor revelou no monte Sinai definiu a igreja do Antigo Testamento, o povo de Israel. A mensagem revelada em Jerusalém no dia de Pentecostes definiu a igreja do Novo Testamento.

Pentecostes foi uma data marcante, tanto no Antigo como no Novo Testamento


Texto: por Dennis Allan
Aqui eu Aprendi!

sexta-feira, 28 de setembro de 2018

Entre a Páscoa e o Pentecostes

“Cumprindo-se o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar [...] E todos foram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem” At 2.1,4


Entre a Páscoa e o Pentecostes

Esta última lição remonta as duas principais festas do judaísmo do Antigo Testamento, a Páscoa e o Pentecostes. Não por acaso, a partir de Jesus Cristo e do Espírito Santo, respectivamente, a Páscoa e o Pentecostes também se tornaram dois marcos para a igreja cristã.

Cristo, nossa Páscoa A Páscoa Cristã marca o maior acontecimento que já houve na face da Terra: a Ressurreição de Jesus. A Palavra de Deus mostra que quem teve um encontro com o Cristo ressuscitado nunca mais foi o mesmo. Saulo, ao encontrá-lo, de perseguidor, resignou-se a ser perseguido por amor a Cristo (At 9.19-31). Tal experiência é o que mais de extraordinário pode acontecer na vida do ser humano: encontrar-se com o Cristo Ressuscitado.

O Dia de Pentecostes

A Igreja de Cristo, do ponto de vista histórico, nasceu no dia de Pentecostes, a ocasião em que Deus derramou o Espírito Santo a fim de demarcar sobrenaturalmente a Igreja de Jesus no tempo e no espaço (At 2.1-13). O dia de Pentecostes para o cristão marca a ocasião em que o Espírito Santo se faz presente até a vinda do Senhor Jesus.

Sem a Páscoa, não há Pentecostes; e, sem o Pentecostes, o Páscoa perde a sua eficácia: somente a redenção em Jesus Cristo, que está junto ao Pai, traz o derramamento do Espírito Santo.

Leitura Bíblica: Êxodo 34.18-29

Prezado (a) professor (a), com a graça de Deus chegamos a conclusão das lições do trimestre, uma oportunidade ímpar que tivemos de estudar a teologia do livro de Levítico. O povo estava acampado no deserto, o Tabernáculo, lugar de adoração a Deus estava pronto, então era o momento ideal para o Senhor orientar a Moisés e a todos hebreus quanto às leis a respeito da adoração, do culto, do serviço e dos ministros. Contudo, o livro de Levítico não é somente uma série de normas e regras, mas uma demonstração clara da maneira como o homem pecador pode se aproximar e se relacionar com o Deus que é Santo. Esse livro nos revela a santidade e majestade do nosso Deus e o caminho, Jesus Cristo, que temos que trilhar para ter um relacionamento pessoal com Ele. Que possamos adorar a Deus todos os dias da nossa vida, com temor e santidade, pois somente Ele é digno de ser adorado.



Neste último capítulo, trataremos de um assunto bastante caro a nós, pentecostais. Refiro-me ao avivamento espiritual que, em nossa história, sempre teve início com um retorno incondicional à Bíblia Sagrada, à oração e a uma vida de santidade e pureza. A volta ao Calvário e ao Cenáculo resulta, invariavelmente, em batismos com o Espírito Santo, manifestação de dons espirituais, curas divinas, sinais e maravilhas. Não nos esqueçamos da operação do Espírito no interior de cada um que professa o nome de Cristo: convicção de pecado, arrependimento, volta ao primeiro amor e voluntariedade no serviço cristão.

Se almejamos, de fato, um poderoso reavivamento, seremos constrangidos a trilhar um caminho que, tendo início na Páscoa, vai até ao Pentecostes. Antes, porém, teremos de definir o avivamento de acordo com a ótica pentecostal. Logo após, alinharemos os fatores imprescindíveis para um reavivamento duradouro e bíblico. Que Deus nos ajude a viver a plenitude de seu Espírito; menos que isto é inaceitável.

I. PRINCÍPIOS DE UM AUTÊNTICO AVIVAMENTO

Se você me perguntar qual o maior avivamento da história da Igreja Cristã, responder-lhe-ei que é o pentecostal. Não quero, com a minha resposta, desmerecer a reforma de Lutero, na Alemanha, ou a iniciativa de John Wesley, na Inglaterra.

Todavia, quando comparo ambos os movimentos ao pentecostal, vejo-me obrigado a reconhecer que este é maior e mais abrangente do que aqueles. Mas reconheço, igualmente, que sem o labor de Lutero e Wesley, nossos pais fundadores, Daniel Berg e Gunnar Vingren, nada poderiam ter feito. No Reino de Deus, há uma santa e desejável interdependência. Todos dependemos de todos. Em meio a essas considerações, procuremos uma definição de avivamento.

1. O que é o avivamento.

Quando nos propomos a definir o avivamento de acordo com a história e a tradição da Igreja Cristã, deparamo-nos, logo de início, com um incômodo problema de nomenclatura e semântica. Afinal, a palavra certa é “avivamento” ou “reavivamento”? Costumamos usá-las invariavelmente; temo-las por sinônimos. Todavia, há uma diferença substancial entre ambas.

Avivamento diz respeito a um organismo que, embora não esteja morto, ainda precisa experimentar a vida em sua plenitude. Foi o caso dos discípulos de Cristo. Antes do Pentecostes, não estavam mortos; tinham já o Espírito Santo a dirigir-lhes, inclusive, a escolha do sucessor de Judas Iscariotes. O próprio Jesus já havia assoprado, neles, a promessa do Consolador: “Recebei o Espírito Santo” (Jo 20.22).

Conquanto já vivessem eles como apóstolos e discípulos de Jesus, não haviam sido avivados, pelo Espírito Santo, como Igreja de Cristo. Isso só haveria de acontecer no Dia de Pentecostes, em Jerusalém, conforme o relato de Lucas, no capítulo dois de Atos.

O reavivamento, por seu turno, concerne à igreja que, em consequência de seus pecados e iniquidades, morreu organicamente e, agora, já começa a falecer como organização. Haja vista o ocorrido com a congregação de Sardes, a qual o Senhor Jesus endereça uma carta sobrecarregada de urgências: “Conheço as tuas obras, que tens nome de que vives e estás morto. Sê vigilante e consolida o resto que estava para morrer, porque não tenho achado íntegras as tuas obras na presença do meu Deus” (Ap 3.1,2, ARA).

Essa igreja, sim, necessitava urgentemente de um reavivamento espiritual, porque sobrevivia apenas no âmbito material. O que a tornava visível era a sua burocracia, membresia e clero.

Na morte de uma igreja, desaparece o ministério e surge o clero; os membros do corpo de Cristo fazem-se logo membresia e clientela; o que era obrigação espiritual desponta, agora, como burocracia pesada e custosa; o que era esperança cristã transforma-se numa mera agenda social e política. Uma igreja, nessas condições, precisa, sim, de um urgente reavivamento.

Portanto, o avivamento coube à Igreja Cristã que, no dia de Pentecostes, passou a viver na força e no poder do Espírito Santo. Ela foi avivada e não reavivada, pois não estava morta; apenas não havia nascido. Quanto ao reavivamento, cabe a igrejas e congregações como a de Sardes que, apesar de já terem experimentado a vida em Cristo, deixaram-se morrer espiritual e ministerialmente. Tais rebanhos carecem de um reavivamento poderoso, para que voltem à vida. Caso contrário, morrerão; logo estarão a cheirar mal.

Embora haja diferenças entre os termos “avivamento” e “reavivamento” podemos, teologicamente, usar um pelo outro, a fim de descrever o movimento do Espírito Santo numa igreja local, objetivando levá-la a experimentar novamente a vida que somente Jesus Cristo pode nos dar.

Portanto, o avivamento ou reavivamento, é a operação sobrenatural do Espírito Santo, na Igreja de Cristo, cujo principal objetivo é reconduzi-la à sua condição primordial de corpo espiritual do Filho de Deus. Essa ação do Espírito Santo só é possível por intermédio destes fatores: retorno à Palavra de Deus, à oração, à santidade, à comunhão e ao serviço cristão.

2. O retorno à Palavra de Deus.

Certa tarde, quando me encontrava internado num hospital do Rio de Janeiro, recebi a visita de um enfermeiro que, fugindo à rotina, me narrou suas dificuldades num seminário já bem tradicional e histórico. Em sua primeira aula, disse-me ele, foi seriamente advertido por um professor: “Aqui, neste seminário, não perderemos tempo com a leitura da Bíblia nem com oração; aqui só há lugar para uma coisa: o estudo da teologia”. Até agora não entendi como é possível estudar teologia evangélica sem as Sagradas Escrituras.

De um seminário como esse, não se deve esperar avivamento nem reavivamento. Infelizmente, o que antes era casa de profeta, agora é albergue de hereges, ativistas sociais e seguidores de Balaão. Aproveitando o ensejo, recomendo aos pastores que mantenham seus institutos bíblicos e faculdades teológicas sob a tutela do santo ministério. Isso porque, a teologia, para ser boa e inútil, tem de ser produzida no âmbito da Igreja Cristã, conforme lemos nos primeiros versículos de Atos capítulo 13. Se assim agirmos, o avivamento não será apenas desejável, como também possível e contínuo.

Se não voltarmos urgentemente à Palavra de Deus não haverá qualquer esperança para o Movimento Pentecostal no Brasil. Sem o percebermos, fomos substituindo a pregação e o ensino da Palavra de Deus por extravagâncias: coreografia, teatro, cinema, shows, misticismos e outras tralhas e modismos. Enquanto isso, aos sermões, às doutrinas, aos estudos bíblicos e às abençoadas escolas de obreiros reservamos um tempo sem tempo; os cantinhos das agendas.

É ora de alguém, como Hilquias, aparecer em nossos arraiais com esta notícia: “Achei o Livro da Lei na Casa do SENHOR” (2 Cr 34.15). O que me espanta, nessa história, é o fato de a Palavra do Senhor ter-se perdido justamente na Casa do Senhor. Se no palácio real, seria compreensível; os documentos eram muitos. E se na intendência, seria não somente compreensível, mas também desculpável; a burocracia faz perder qualquer coisa. Mas, na Casa do Senhor, onde a Palavra do Senhor deve ocupar sempre o primeiro lugar, não podemos nem compreender nem desculpar. Que a Bíblia Sagrada esteja sempre em primeiro lugar tanto no templo como no santuário de nossos corações. Nela, o avivamento é possível.

3. O retorno à oração.

Não posso esquecer-me dos abençoados cultos de oração na Assembleia de Deus em São Bernardo do Campo, SP. Ali, todas às quartas-feiras, reuníamo-nos a buscar ao Senhor. Das 19h30 às 21 horas, permanecíamos ajoelhados a clamar pelos mais difíceis e complicados motivos; a resposta era certa. O interessante é que, passados mais de 40 anos, aquela querida igreja continua avivada; não perdeu a flama do Cenáculo; sua identidade pentecostal acha-se inalterada.
Nada substitui a oração.
Hoje, porém, buscamos substituí-la por fórmulas mágicas e alienígenas. Supomos que o nosso déficit de oração pode ter como sucedâneo uma palestra motivacional, uma seção de psicanálise, uma semana no spa, uma mês na Europa ou uma vida toda a justificar nossos fracassos e quedas espirituais.
O que dizer daqueles que substituíram o Espírito Santo por um guru ou por uma pitonisa?
Busquemos ao Senhor enquanto é tempo. Se não voltarmos à oração e ao jejum não sobreviveremos aos dias ruins, trabalhosos e sobrecarregados que se escondem nas agendas e calendários eclesiásticos. Voltemo-nos sem tardança à resposta do Senhor a Salomão na inauguração do Santo Templo:

Se eu cerrar os céus de modo que não haja chuva, ou se ordenar aos gafanhotos que consumam a terra, ou se enviar a peste entre o meu povo; se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra. (2 Cr 7.13, 14, ARA)

Que os céus, sob muitas igrejas, já foram cerrados, não há dúvida; ei-las secas e estéreis. Que os gafanhotos já consomem vinhas e oliveiras, dantes tão produtivas, ninguém pode esconder; é algo visível e de partir o coração. E que a peste do pecado e da iniquidade espalha-se entre os santos é um fato mais que testemunhal; nunca se viu tanto joio em meio ao trigo.

Se a situação é tão calamitosa, o que fazer? A resposta vem do próprio Senhor: humilhação, oração e conversão. É urgente buscar a face de Deus.

4. O retorno à santidade.

Às vezes, orgulhamo-nos de ser a maior igreja evangélica da América Latina. De acordo com alguns censos, já superamos a casa dos 10 milhões de membros. E, de conformidade com outros, temos em torno de vinte milhões de fiéis do Amapá ao Rio Grande do Sul. Uma nação dentro da nação. Uma cifra que supera a demografia de muitos países do mundo. Mas, aqui, não devo discutir números ou censos; isso não seria nada sensato. O que busco discutir, nessas linhas que me restam, é a qualidade de toda essa quantidade.

Será que temos sido realmente santos como requer a Palavra de Deus? O Deus da Palavra ainda está a exigir de cada um de seus filhos: “Santos sereis, porque eu, o SENHOR, vosso Deus, sou santo.” (Lv 19.22). Perante essa reivindicação divina, não nos resta alternativa a não ser buscar a santidade e viver em santificação diante de Deus e dos homens. Sejamos santos na Igreja de Cristo e no mundo que tem por príncipe ao Diabo; no lar, entre o cônjuge e os filhos, e nas ruas e logradouros entre desconhecidos que anseiam por conhecer o Evangelho.

Querido pastor, não permita que seus jovens precipitem-se no inferno. Doutrine-os, na Palavra de Deus, a fugir da prostituição. Deixe-lhes bem claro que o sexo, antes e fora do casamento, é pecado. Quanto a você, dê-lhes um exemplo de gravidade e pureza; fuja aos encontros equívocos com outras mulheres. Ensine às esposas e aos maridos a beleza da fidelidade; desestimule separações e divórcios. Realce o valor do culto doméstico e da Escola Dominical.

Exorte o rebanho a vestir-se com decência, recato e ordem. Por que roupas sensuais? Por que vestes que espelham a ideologia de gênero? Que os homens vistam-se como homens, e que as mulheres trajem-se como mulheres. Por que tatuagens e marcas a desmerecer o nosso corpo? Somos o templo do Espírito Santo?

Devido a demandas financeiras, alguns pastores e dirigentes de congregações se quer ousam exortar um dizimista adúltero ou uma ofertante corrupta. Já imaginou apresentar o próximo relatório sem o dízimo daquele homem e sem a oferta desta mulher? Sob essa pressão, alguns aceitam até oferendas de sodomitas e meretrizes.

Querido obreiro, não se enverede por esse caminho. Quem nos faz prosperar é o Senhor; fujamos aos produtos de roubos e furtos. Nada de dinheiro lavado na casa do tesouro; perante Deus estará sempre sujo. Antes, recolha com amor e carinho a contribuição da viúva pobre. Se você agir dessa forma, tanto ela quanto você serão abençoados.

Na luta pela santidade, ressoa-nos a exortação do autor da Epístola aos Hebreus: “Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor” (Hb 12.14).

5. O valor da comunhão cristã.

Ao encerrar a segunda carta aos irmãos de Corinto, uma igreja que tinha sérias dificuldades quanto à comunhão cristã, o apóstolo deixa-lhes esta doce e maravilhosa bênção: “A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo sejam com todos vós” (2 Co 13.13, ARA).

A comunhão que, na Terra, nos mantém unidos ao Céu, é mantida pelo Espírito Santo. Horizontalmente, faz com que todos os santos sintam-se e comportem-se como irmãos; verticalmente, leva todos os santos, agora irmãos amados, a regozijarem-se e a conduzirem-se como filhos do Pai Celeste.

Se às ovelhas é recomendado viver a comunhão cristã em sua plenitude, o que esperar dos pastores? Deveríamos nós, obreiros de Cristo, ser modelares quanto à paz, à concórdia e à cooperação; menos do que isso é inaceitável.

Mas, às vezes, comportamo-nos como os pastores de Abraão e de Ló. Enquanto as ovelhas compartilhavam os pastos que já não tinham, os pastores não conseguiam enxergar a amplidão que os espreitava quer à direita, quer à esquerda. Por que brigar por um posto no ministério? Se é Jesus Cristo quem dá obreiros à Igreja, tenhamos paciência; no momento certo, seremos dados pelo Sumo Pastor ao rebanho certo. Por que altercar-se pela presidência de um ministério ou de uma convenção? Comporte-se como homem de Deus. O primeiro lugar nem sempre é conveniente. Às vezes, é a ruína de nossa alma. Portanto, não se agaste. Se entregue à Obra de Deus, mas não deixe de prostrar-se ao Deus da obra. Lembremo-nos de que seguir a paz com todos é um dos requisitos para se entrar no Céu. Eu quero ver o Senhor.

6. O serviço cristão.

O verdadeiro avivamento espiritual implica também na retomada do serviço cristão. Assim se deu com os pais-fundadores do Movimento Pentecostal. Tão logo foram batizados no Espírito Santo saíram a evangelizar e a fazer missões. Aliás, não há como desassociar o pentecostalismo da obra missionária; acham-se intimamente unidos.

Portanto, nós, que já passamos pelo Calvário, não deixemos de entrar no Cenáculo. Avivando-nos, o Senhor quer levar-nos aos confins da Terra. Confiemos no seu querer. Sim, Jesus, que rogou ao Pai que nos enviasse o Consolador, é a nossa Páscoa.

II. PENTECOSTES, A FESTA DAS PRIMÍCIAS

Se o Senhor Jesus Cristo não tivesse sido imolado como o nosso Cordeiro Pascal, aquele dia de Pentecostes, em Jerusalém, não teria qualquer sentido. Todavia, a Páscoa de Cristo tornou real o Pentecostes do Espírito.

1. Cristo, o Cordeiro Pascal.

O Senhor Jesus foi crucificado durante a Páscoa (Mt 26.2). Mas, ao terceiro dia, eis que Ele ressurgiu de entre os mortos, recebendo toda a autoridade nos céus e na terra (Mt 28.1-8). Jesus foi feito as primícias dos que dormem, por ser Ele mesmo a ressurreição e a vida (Jo 11.25; 1 Co 15.20-23). Em seguida, fez menção da grande colheita que haveria por intermédio da descida do Espírito Santo (Jo 1.8). Que os discípulos, pois, esperassem a chegada do Consolador (Lc 24.4).

O batismo com o Espírito Santo é o requisito inicial e básico para a consagração de um obreiro ao ministério da Palavra. Por que fazer atalhos para que este ou aquele seja guindado ao ofício sagrado? Vejamos se os candidatos foram ou não chamados por Deus. Foram agraciados com algum dom ministerial? O princípio de Atos 13 ainda continua a vigorar. Apenas Jesus Cristo, o Sumo Pastor, pode dar os homens certos à Igreja. Quanto a nós, sigamos os preceitos de Efésios 4.11-14. Não imponhamos as mãos precipitadamente sobre quem quer que seja, a fim de não separarmos um diabo que, mais adiante, nos destruirá o reganho do Senhor. A responsabilidade será nossa. Prove cada um de seus candidatos antes de sua aprovação final.

2. O Pentecostes do Espírito Santo.

Passados cinquenta dias, desde a morte de Cristo, ocorrida na Páscoa, eis que os discípulos recebem o Consolador em pleno dia de Pentecostes (At 2.1-4). Cheios do Espírito Santo, falaram noutras línguas, enunciando, aos peregrinos que visitavam Jerusalém, as grandezas de Deus (At 2.7-11).

3. As primícias da Igreja Cristã.

Nesse momento, levanta-se Pedro com os demais apóstolos, e proclama o Evangelho de Cristo. E, como resultado de sua mensagem, quase três mil pessoas converteram-se (At 2.41). As primícias da Igreja Primitiva são apresentadas a Deus Pai.

CONCLUSÃO

Afirmou o evangelista norte-americano Stanley Jones (1884-1973): “A vida do cristão começa no Calvário, mas o trabalho eficiente no Pentecostes”.

Sem a Páscoa não pode haver Pentecostes. O que isso significa? Duas são as experiências indispensáveis ao discípulo de Jesus. Além da salvação, o batismo com o Espírito Santo. Então, revestidos de poder, apresentaremos ao Senhor as primícias de nosso amor e serviços: preciosas almas.

Por intermédio do Evangelho Completo, podemos reviver a experiência da Igreja Primitiva, que apregoava ousada e livremente que Jesus Cristo salva, batiza com o Espírito Santo, cura as enfermidades, opera sinais e maravilhas e, em breve, virá buscar-nos. Aviva, Senhor a tua obra.

Irmãos, orai por mim.

Fonte:
Livro de Apoio – Adoração, Santidade e Serviço - Os princípios de Deus para a sua Igreja em Levítico - Claudionor de Andrade
Lições Bíblicas 3º Trim.2018 - Adoração, Santidade e Serviço - Os princípios de Deus para a sua Igreja em Levítico - Comentarista: Claudionor de Andrade
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