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sábado, 9 de agosto de 2014

Diga não para a Acepção de pessoas.

A discriminação contra as pessoas de classe social inferior é vergonhosa e ultrajante, principalmente, quando praticada no âmbito de uma igreja local.

Hoje estudaremos sobre a fé que não faz acepção de pessoas. Veremos que erramos — e muito — quando julgamos as pessoas sob perspectivas subjetivas tais como a aparência física, posição social, status, a bagagem intelectual, etc. Isso porque tais características não determinam o caráter (Lc 12.15).

A Bíblia nos mostra que a verdadeira fé e a acepção de pessoas são atitudes incompatíveis entre si e, justamente por isso, não podem coexistir na vida de quem aceitou ao Evangelho (Dt 10.17; Rm 2.11).

Texto de Reflexão

Olimpíadas Especiais de Seattle
Alguns anos atrás, nas Olimpíadas Especiais de Seattle, nove participantes, todos eles deficientes físicos ou mentais, se alinharam junto à linha de partida para a corrida de 500 metros.

Ao sinal, todos partiram não exatamente em disparada, mas com vontade de chegar ao final da corrida e vencer. Todos correram, isto é, quase todos, com exceção de um garoto que tropeçou na pista e caiu. Tentou levantar e caiu novamente e começou a chorar. Os outros oito ouviram o choro. Eles diminuíram o passo e olharam para trás. Então eles viraram e voltaram… todos eles.
Uma menina com síndrome de Down abaixou-se e o beijou dizendo: - Isso vai fazer melhorar.

Então, todos os nove deram-se as mãos e juntos andaram até a linha de chegada. O estádio inteiro se levantou e os aplausos duraram muitos minutos. As pessoas que estavam lá sempre contam essa história. Por quê? Porque no fundo nós sabemos uma coisa: o que importa nesta vida é mais do que ganhar sozinho. O que importa nesta vida é caminhar juntos, mesmo que isso signifique diminuir o passo e mudar de curso.
Autoria desconhecida.

 “Meus irmãos, não tenhais a fé de nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor da glória, em acepção de pessoas. Porque, se no vosso ajuntamento entrar algum homem com anel de ouro no dedo, com trajes preciosos, e entrar também algum pobre com sórdido traje,E atentardes para o que traz o traje precioso, e lhe disserdes: Assenta-te tu aqui num lugar de honra, e disserdes ao pobre: Tu, fica aí em pé, ou assenta-te abaixo do meu estrado,Porventura não fizestes distinção entre vós mesmos, e não vos fizestes juízes de maus pensamentos?” Tiago 2:1-4

...Reconheço por verdade que Deus não faz acepção de pessoas;

Todavia, se cumprirdes, conforme a Escritura, a lei real: Amarás a teu próximo como a ti mesmo, bem fazeis. Mas, se fazeis acepção de pessoas, cometeis pecado e sois redarguidos pela lei como transgressores” Tiago 2 8-9

A Lei Real. A lei real é esta: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (v.8). Essa é a conclamação de Tiago a que os crentes obedeçam a verdadeira lei. O termo “real”, no versículo 8, refere-se àquilo que é o mais importante da lei, a sua própria essência. Portanto, quem faz acepção de pessoas está quebrando a essência da lei. O amor ao próximo é o coração de toda lei: “A ninguém devais coisa alguma, a não ser o amor com que vos ameis uns aos outros; porque quem ama aos outros cumpriu a lei. [...] O amor não faz mal ao próximo; de sorte que o cumprimento da lei é o amor” (Rm 13.8,10). Só o amor é capaz de impedir quaisquer tipos de discriminação. Quem ama, não precisa da lei (Gl 5.23).

 A Lei Mosaica. Tendo por base a época em que a Epístola de Tiago foi escrita, os judeus faziam distinção entre as leis religiosas mais importantes e as menos importantes, segundo os critérios estabelecidos por eles mesmos. Os judeus julgavam que o não cumprimento de um só mandamento acarretaria a culpa somente daquele mandamento desobedecido. Mas quando a Bíblia afirma “Porque aquele que disse: Não cometerás adultério, também disse: Não matarás”, está asseverando o aspecto coletivo da lei. Isto é, quem desobedece um único preceito, quebra, ao mesmo tempo, toda a lei. Embora os crentes da igreja não adulterassem, faziam acepção de pessoas. Eles não atendiam a necessidade dos órfãos e das viúvas e, por isso, tornaram-se “transgressores de toda a lei”. No Sermão da Montanha, nosso Senhor ensinou sobre a necessidade de se cumprir toda a lei (Mt 5.17-19; cf. Gl 5.23; Tg 2.10).

A Lei da Liberdade. A Lei da Liberdade é o Evangelho. Por ele o homem torna-se livre. Liberto do pecado, dos preconceitos e da maneira mundana de pensar (Rm 6.18). Quem é verdadeiramente discípulo de Jesus desfruta, abundantemente, de tal liberdade (Jo 8.36; Gl 5.1,13). Entretanto, como orienta Tiago em sua epístola, tal liberdade deve vir acompanhada da coerência: “Assim falai, e assim procedei” (Tiago 2.12). O crente pode falar, pode ensinar e até escrever sobre o pecado de fazer acepção de pessoas. Mas na verdade, é a sua conduta em relação aos irmãos que demonstrará se ele é, de fato, um liberto em Cristo ou um escravo deste pecado.

Fonte: extraído do blog Atitude de Aprendiz - Sulamita Macedo; revista Bíblia CPAD 3º trimestre 2014-Fé e Obras-Ensinos de Tiago para uma vida cristã autentica
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