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quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Mahdismo - o Califa final ou o AntiCristo

"E todo o espírito que não confessa que Jesus Cristo veio em carne não é de Deus; mas este é o espírito do anticristo, do qual já ouvistes que há de vir, e eis que já agora está no mundo." 1 João 4:3

De acordo com Joel Richardson, um estudioso da Bíblia respeitado na escatologia bíblica e islâmica; ele escreve: “Como vimos nas tradições islâmicas e estudiosos muçulmanos, o Mahdi, como o Anticristo, também está profetizado para ser um líder mundial político e militar inigualável por qualquer outro em toda a história do mundo. O Mahdi é dito que “lutar contra as forças do mal, liderar uma revolução mundial e criar uma nova ordem mundial baseada na justiça, retidão e virtude.” Neste momento, de acordo com a tradição islâmica, o Mahdi é dito para presidir a Terra inteira como o Califa final do Islã. E, claro, os muçulmanos, “assumir a administração do mundo em suas mãos e o Isla será vitorioso sobre todas as religiões”.

"Filhinhos, é já a última hora; e, como ouvistes que vem o anticristo, também agora muitos se têm feito anticristos, por onde conhecemos que é já a última hora." 1 João 2:18

Embora para os cristãos a Bíblia seja um livro que não envelhece nem muda, a sua interpretação (teologia) sempre foi influenciada por situações históricas.

Durante o segundo e terceiro séculos depois de Cristo, muitos pais da igreja eram antissemitas em suas interpretações. Vários escritos comprovam isso, como os de Irineu (Heresias, vol. 302) e Hipólito (De Christo et Antichristo).

Ambos ensinavam que o anticristo seria um judeu da tribo de Dã, segundo a interpretação de Jeremias 8: 15-16 e outras passagens do Antigo Testamento. Durante o período da Reforma protestante, Lutero, Calvino, Melâncton, Bucer, Beza, Calisto, Bengel e quase todos os escritores protestantes da Europa diziam que o papa era o Anticristo.

Existe ainda um grupo minoritário, que defende que o anticristo não seria uma pessoa, mas um sentimento e que foi visto na história em figuras como os imperadores Nero e Vespasiano e também em Adolf Hitler.

Se a identidade ainda é um mistério, sobre as características a maioria concorda. Mais recentemente, eruditos tem escrito livros tentando mostrar que o cenário histórico aponta para a vinda do anticristo dentre o Islã. Perry Stone estudou o assunto por mais de 30 anos. Ele vem afirmando em seus DVD e artigos que o Anticristo será um muçulmano.

Autor de vários livros, Stone afirma que embora o entendimento tradicional é que o Anticristo seria um líder político/militar. Atualmente, existem no mundo cerca de 1,6 bilhão de muçulmanos e que eles nunca seguiriam um líder judeu ou cristão. Existem 52 nações cuja população é predominantemente islâmica e está na mão delas a maior parte da produção de petróleo do mundo.

O pastor Stone aponta para a estátua do capítulo 2 do Livro de Daniel. Lembra que os impérios representados têm paralelos com os animais listados no capítulo 7. Todos eles eram grandes opositores e/ou invadiram Israel. O último desses impérios seria o califado Otomano, que acabou após a primeira guerra mundial, mas tenta ressurgir pelas mãos dos jihadistas como Estado Islâmico.

Um dos motivos para Perry Stone defender essa crença é um estudo profundo que fez da percepção que os muçulmanos possuem do Apocalipse. O mesmo pensa Joel Richardson, outro estudioso do assunto. Ele já escreveu livros sobre o assunto, incluindo “The Islamic Antichrist” e “Mideast Beast: The Scriptural Case for an Islamic Antichrist”.

De fato em nossos dias, mais de dois terços do um bilhão de muçulmanos que vivem no planeta esperam que o Mahdi venha logo, indica uma pesquisa recente do Instituto Pew Research.

Vejamos a comparação:



“O objetivo do movimento muçulmano contemporâneo é eliminar toda a autoridade que não seja Alá e seu profeta; para eliminar o nacionalismo em todas as suas formas e formas, em particular, o Estado-nação; para unir toda a civilização islâmica baseada no conceito de taweed (unidade de Allah) “Dr. Kalim Siddique, director:. Instituto Muçulmano de Londres.


"Quem é o mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? É o anticristo esse mesmo que nega o Pai e o Filho. Qualquer que nega o Filho, também não tem o Pai; mas aquele que confessa o Filho, tem também o Pai. Portanto, o que desde o princípio ouvistes permaneça em vós. Se em vós permanecer o que desde o princípio ouvistes, também permanecereis no Filho e no Pai." 1 João 2:22-24

Esta é talvez uma das razões mais fortes para ligar o Islã ao Anti-Cristo!
O Islã diz que Jesus (ou Issa, como o chamam) era apenas um Bom profeta e não o Filho de Deus!

Anticristo = negar que Jesus Cristo é o Filho de Deus (Filiação) e TAMBÉM negar que Ele (Jesus) é Deus (Divindade).

Quem tem ouvidos ouça o que o Espírito diz às Igrejas...

Fonte:
Joel Richardson mostra porque o anticristo e seu império deve vir do Oriente Médio e não da Europa - richardson.charismamag.com
Com informações de Charisma News 


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segunda-feira, 16 de novembro de 2015

[...]Mas todas estas coisas são o princípio de dores.

"Vocês ouvirão falar de guerras e rumores de guerras, mas não tenham medo. É necessário que tais coisas aconteçam, mas ainda não é o fim.
Nação se levantará contra nação, e reino contra reino. Haverá fomes e terremotos em vários lugares. Tudo isso será o início das dores. "Então eles os entregarão para serem perseguidos e condenados à morte, e vocês serão odiados por todas as nações por minha causa.
Naquele tempo muitos ficarão escandalizados, trairão e odiarão uns aos outros, e numerosos falsos profetas surgirão e enganarão a muitos. Devido ao aumento da maldade, o amor de muitos esfriará, mas aquele que perseverar até o fim será salvo.
E este evangelho do Reino será pregado em todo o mundo como testemunho a todas as nações, e então virá o fim." Mateus 24:6-14(NVI)

No dia 5 de novembro de 2015, Mariana, cidade histórica de Minas Gerais a cerca de 100 km de Belo Horizonte, foi palco de um dos piores desastres sociais e ambientais ocorridos no Brasil.
O rompimento das barragens de contenção de rejeitos de mineração que ocorreu na região de Mariana desencadeou uma avalanche de lama.

Um violento e incontrolável rio de lama desceu montanha abaixo soterrando a região de Bento Rodrigues, distrito de Mariana, deixando vítimas fatais e um enorme prejuízo ambiental e material.


A lama que no início era mole, pois ainda tinha muita água, foi endurecendo nos dias seguintes com o predomínio do sol forte e do calor. A lama mole deu lugar a enormes blocos de barro duro.

A fantástica quantidade de lama que se espalhou sobre a região de Bento Rodrigues, e que atingiu outras regiões vizinhas, mudou a geografia do lugar. Árvores, estradas, casas, morros ficaram debaixo da grossa camada da lama e não vão reaparecer mais. As curvas serão outras daqui para frente e o trabalho de reconstrução vai levar muitos meses.

O desastre em Mariana modificou o relevo local como ocorreu em janeiro de 2011 na região do vale do Cuiabá, em Petrópolis, que está entre os maiores desastres naturais do Brasil relacionados com excesso de chuva.

A empresa Digital Globe, dos Estados Unidos, especializada tratamento de imagens de satélite em altíssima resolução liberou para o público as imagens da região de Mariana antes e depois da avalanche de lama. As imagens de como era a região originalmente são do dia 21 de julho de 2015. As imagens com a transfiguração após a passagem da onda de lama gerada pelo rompimento das barragens foram realizadas no dia 10 de novembro de 2015.


Abaixo uma reportagem realizada (exibida) pelo Domingo Espetacular - impressionante!
Desligue o áudio da Rádio Gospel no topo da pagina.


Oremos!
...e que Deus nos proteja!

O terra chora!

...e em Paris um massacre aos olhos nus! 
A noite da última sexta-feira, dia 13 novembro, entrou para a história como a mais violenta da capital francesa desde a Segunda Guerra Mundial. Ataques terroristas deixaram 129 mortos e 352 feridos e deixaram toda a Europa em alerta.


Leia mais em:

Fontes:
ClimaTempo - notícias 
R7 - notícias - Domingo Espetacular  
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Mahdismo - O que é um Iman?

O esperado pelos muçulmanos - o 12º Iman (Imã Mahdi)

O que é um Imã?
Segundo a crença islâmica, o Imã é um líder ou governante ungido. Especialmente entre as crenças xiitas, acredita-se que o Imã (embora não obrigatório) seja um líder ou clérigo de oração quando a palavra é maiúscula. Os sunitas também acreditam que um Imã pode ser um profeta. Os xiitas acreditam que nem todos os profetas podem ser um Imã mas que um Imã também pode ser um profeta. Diz-se que o Imã é ungido por Alá e um exemplo perfeito de como liderar a humanidade em todos os sentidos.

A interpretação xiita é que somente Alá pode nomear um Imã e que nenhum homem tem o poder de fazê-lo. Diz-se que o 12º Imã é um descendente do profeta Maomé e possui um estado divino assim como cada um dessa sucessão de filhos. O 12º Imã também é chamado de Imã Oculto e Mahdi (divinamente guiado).

Quem é o 12º Imã?
Entre os xiitas (predominantes no Irã), existe uma profecia sobre o 12º Imã, o grande salvador espiritual. Este Imã é chamado de Abu al-Qasim Muhammad ou também chamado de Muhammad Mahdi al. Diz-se que ele era um filho do 11º Imã, Hasan al-Askari, e sua mulher, a neta de um imperador. Há declarações contraditórias de que seu nome era Fátima ou Nargis Khatoon.

A maioria dos relatos da história dizem que Al Mahdi escondeu-se como uma criança em torno da idade de 5 anos (cerca do 13º século). Acredita-se que ele tenha se "escondido" em cavernas desde então, mas que vai voltar sobrenaturalmente pouco antes do Dia do Juízo. De acordo com a Hadith (registros dos preceitos do profeta Maomé), os critérios para o Imã Oculto são:

- Será um descendente de Maomé e filho de Fátima
- Terá uma testa larga e nariz pontudo
- Retornará pouco antes do fim do mundo
- Sua aparição será precedida por uma série de eventos proféticos durante 3 anos de caos, tirania e opressão mundiais
- Fugirá de Medina a Meca, milhares de pessoas prometerão lealdade a ele
- Reinará sobre os árabes e o mundo por 7 anos
- Erradicará toda a tirania e opressão, trazendo harmonia e paz total
- Liderará uma oração em Meca, durante a qual Jesus estará ao seu lado e a ele se unirá

Notavelmente, a teoria do 12º Imã faz grande parte das atuais preocupações mundiais com o Irã. O presidente xiita muçulmano do Irã, Ahmadinejad (Agosto 2005 - Agosto 2013) , está profundamente comprometido ao messias islâmico, Al Mahdi. Muitos ao longo dos anos têm afirmado ser o Imã Oculto, mas Ahmadinejad acredita que ele ainda esteja por vir. Ele alega que deva pessoalmente preparar o mundo para a vinda de Mahdi. Para que possa ser salvo, o mundo deve estar em um estado de caos e de subjugação. Ahmadinejad afirma que ele foi “dirigido por Alá para preparar o caminho para o aparecimento glorioso do Mahdi". Esta diretriz apocalíptica inclui algumas proclamações muito assustadoras.

Por que isso é tão importante agora?
Enquanto os cristãos aguardam a segunda vinda de Jesus, os judeus esperam pelo Messias e os muçulmanos esperam pelo 12º Imã. No entanto, dos três, Mahdi, o designado por Alá, é o único que exige um caminho violento para conquistar o mundo. Ahmadinejad e seu gabinete afirmam ter um "contrato assinado" com al Mahdi no qual eles se comprometeram a executar essa tarefa.

O que esta tarefa envolve?
À luz das preocupações sobre a capacidade nuclear do Irã, Mahmoud Ahmadinejad tem afirmado que Israel deveria ser apagado do mapa. Durante o seu discurso às Nações Unidas em setembro de 2005, ele afirmou ter sido envolvido por uma aura de luz e sentiu uma mudança na atmosfera durante a qual ninguém que estava presente conseguia piscar os olhos. Diz-se que o primeiro-ministro do Irã também falou em termos apocalípticos e parecia apreciar o conflito com o Ocidente, o qual ele chama de o Grande Satã. Tudo isso ocorre enquanto ele proclama que tem que preparar o mundo para a vinda de Mahdi por meio de um mundo totalmente sob o controle muçulmano.[A]

A DOUTRINA DO MAHDISMO
De acordo com a tradição xiita, os Doze Imãs, descendentes de Ali Ibn Abi Talib (Imã Ali), primo e genro do profeta Maomé, foram dotados de qualidades divinas que os capacitaram a conduzir os crentes xiitas e para operarem como emissários de Alá na terra. No entanto, quando o Décimo Segundo Imã, Muhammad Al-Mahdi,[1] desapareceu no ano 941 d.C., sua conexão com os crentes xiitas foi rompida. Desde então, foi ordenado aos xiitas que aguardem pelo retorno dele a qualquer momento.

Nesse ínterim, os clérigos xiitas mais destacados são considerados representantes dos Imãs. Assim, eles têm autoridade para tratar dos assuntos da comunidade xiita, principalmente nas esferas religiosa e jurídica, até que o Imã Oculto retorne, lidere a comunidade xiita e a liberte de seus sofrimentos.

De acordo com a crença xiita, durante o período da ausência do Mahdi (período esse denominado ghaibat ou “ocultação”), ninguém, exceto Deus, sabe a hora do retorno do Mahdi, e nenhum homem pode pressupor ou prever quando essa hora chegará. Com o reaparecimento do Mahdi, todos os males serão reparados, a justiça divina será instaurada e a verdade do islamismo xiita será reconhecida pelo mundo inteiro(mahdismo).[2]

O MAHDISMO E O REGIME ISLÂMICO NO IRÃ
Desde o estabelecimento do regime islâmico, em 1979, até a ascensão ao poder de Mahmoud Ahmadinejad, em agosto de 2005, o mahdismo vinha sendo uma doutrina religiosa e uma tradição que não possuía nenhuma manifestação política. O sistema político funcionava independentemente dessa crença messiânica e da expectativa do retorno do Mahdi. Foi apenas com a presidência de Ahmadinejad que essa doutrina religiosa tornou-se uma filosofia política e foi levada a um lugar central na política.

Durante a era do aiatolá Ruhollah Khomeini, fundador do regime islâmico do Irã, o mahdismo permaneceu fora do âmbito político. Sem dúvida, porém, a era de Khomeini foi caracterizada pelo fervor messiânico. Os iranianos atribuíam qualidades messiânicas a ele e lhe conferiram o título de “Imã”, que até então havia sido reservado para os Doze Imãs. Na verdade, a chegada de Khomeini ao poder foi vista na época como a realização da profecia que dizia respeito ao retorno do Mahdi.

A instauração do Governo do Jurisprudente(velayat-e faqih) por Khomeini no Irã motivou uma transformação no xiismo, substituindo sua tradicional passividade por uma perspectiva mais ativa. Como parte dessa mudança, Khomeini afirmou que os xiitas não deveriam apenas aguardar passivamente pelo retorno do Mahdi, mas deveriam ativamente preparar o terreno para seu retorno e para a libertação da comunidade xiita. Um componente dessa abordagem ativa foi a tomada do poder pelos clérigos. Entretanto, Khomeini manteve a doutrina do mahdismo na periferia da esfera política. Ele nem afirmou possuir uma conexão direta com Deus, nem presumiu prever a hora do retorno do Mahdi.

Após a morte de Khomeini em 1989, o mahdismo teve um declínio no Irã. As administrações de Ali Akbar Hashemi Rafsanjani (1989-1997) e de Mohammad Khatami (1997-2005) mantiveram uma estreita separação entre a política e o mahdismo – uma política que mudaria com a presidência de Ahmadinejad.[3]

IDEOLOGIA
Trecho do discurso feito no Seminário Internacional sobre a Doutrina do Mahdismo pelo aiatolá Mohammad Taqi Mesbah-e Yazdi - "Um dos aspectos ideológicos da doutrina mahdista é [sua] universalidade, uma vez que o Mahdi vem para estabelecer justiça e retidão no mundo inteiro. Um outro aspecto é a disseminação da justiça e da retidão [segundo a lei de] um único homem, um único centro, e um único sistema. Como o Imã Oculto é o responsável pela disseminação da justiça e da retidão, o mundo precisará ter um único centro e governo (...) para que possa sair de um estado de [divisão] e estabelecer um único governo [universal] dirigido pelo [Imã Oculto], e todo tipo de opressão e de exploração será [então] banido do mundo”.[B]

Leia também:

Notas:
[1] O Décimo Segundo Imã, o messias xiita, também é chamado Muhammad Al-Muntazar (“O Esperado”), Imã Al-Zaman (“o Imã das Eras”) e “o Imã Oculto”.
[2] Sobh-e Sadeq (Irã), 30 de Abril de 2007.
[3] Para detalhes sobre a ascensão de Ahmadinejad ao poder e sobre a "Segunda Revolução Islâmica", ver MEMRI Inquiry and Analysis nº253, "The Second Islamic Revolution" em Iran: Power Struggle at the Top", 17 de novembro de 2005 www.memri.org/bin/articles.cgi?Page=archives&Area=ia&ID=IA25305.

Fonte:
[A] via Assuntos populares - 12º Madhi 
[B] via Beth Shalom - Mahdismo - Revista Notícias de Israel-novembro_2009 (extraído de Middle East Media Research Institute [Instituto de Pesquisa Sobre a Mídia do Oriente médio] - www.MEMRI.org )
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domingo, 15 de novembro de 2015

Terrorismo na França - Paris em chamas

França, um alvo privilegiado, mas não único...

Paris, 14 Nov 2015 (AFP) - A França é um alvo privilegiado, mas não único, dos jihadistas que recriminam o país da proibição do uso do véu islâmico nas escolas até sua participação na coalizão contra o grupo Estado Islâmico (EI).

"Se você quiser matar um infiel americano ou europeu, em particular os malignos e sujos franceses, contem com Alá e mantem-nos de qualquer maneira", proclamou em setembro de 2014 um porta-voz do EI, Abu Mohamed al Adnani, depois do início dos bombardeios da coalizão contra sua organização no Iraque.

Inspirados ou não por essa convocação, os jihadistas atacam com violência inusitada a França há um ano.

Em janeiro, 17 pessoas morreram nos atentados contra a revista satírica Charlie Hebdo, contra uma policial e contra um supermercado kosher. Em junho, um homem decapitou seu empregador no leste da França.

Na sexta (13/11/2015), a série de ataques, incluindo pela primeira vez camicases, deixaram 128 mortos e 300 feridos em Paris.

"A França é um alvo por causa de suas atividades antiterroristas no norte e centro da África, mas também por causa de supostos maus-tratos e discriminações contra a minoria muçulmana do país", assinala Matthew Henman, do centro londrino IHS Jane's, especializado em questões de defesa.

A França, cujo exército combateu os islamitas no Mali e apoia a ação africana contra o grupo nigeriano Boko Haram, realizou 283 bombardeios contra o EI no Iraque desde o início de suas operações nesse país, em setembro de 2014.

Desde outubro de 2015, também atua na Síria, onde os aviões de combate franceses realizaram cinco bombardeios contra campos de treinamento do EI e instalações petroleiras. Seu porta-aviões "Charles de Gaulle" estará na região em dezembro para intensificar essa campanha.

Uma testemunha do ataque à casa de shows Le Bataclan, Pierre Janaszak, afirmou ter ouvido claramente os agressores dizer aos reféns: 'a culpa é de (presidente François) Hollande".

No obstante, Shashank Joshi, investigador del Royal United Services Institute (Rusi) de Londres, considera que "los pretextos y las causas de tales ataques son sumamente complejos y rara vez hay un solo factor en juego".

"Não acho que a França ficará protegida se cessar os bombardeios, porque os terroristas a acusaria de outras coisas", comenta.

Captação - Além de sua ação no cenário internacional, a França é geralmente criticada pelos islamitas radicais por sua concepção de laicismo, que levou à proibição do véu muçulmano nos colégios franceses em 2004 e do véu integral nas ruas em 2010.

A concepção francesas de liberdade de expressão, que permite criticar livremente as religiões, também colocou o país na mira dos extremistas, como no caso da Charlie Hebdo, que publicou charges do profeta Maaomé.

Os cinco milhões de muçulmanos que vivem na França, a maior comunidade muçulmana da Europa, sofre muitas discriminações, em particular no emprego, segundo recente pesquisa do centro de reflexão Instituto Montaigne.

O sociólogo Raphaël Liogier, catedrático do Instituto de Estudos Políticos da Universidade de Aix-en-Provence, afirma que a França é o país em que há mais frustrações nesse debate sobre o Islã e, disso, resulta o processo de captação de jovens por parte dos jihadistas.

Importantes contingentes de jihadistas do EI procedem da França, e 571 franceses ou residentes na França se encontram hoje no Iraque e na Síria, sendo que 245 regressaram para casa e 141 morreram fora do país.

Esses combatentes têm o objetivo de atacar seu país de origem.

A França não é o único país a sofrer ataques jihadistas este ano: mais de 200 russos morreram em 30 de outubro na queda de um avião no Sinai egípcio, ação reivindicada pelo EI. Iêmen, Tunísia, Turquia e Líbano também figuram nesta triste lista.

Imagem Call of Duty 3
Fonte: UOL - notícias
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Terrorismo na França - o massacre

Estado Islâmico assume autoria dos atentados França/Paris

Desde 1944 a situação na França não era tão tensa. O país fechou suas fronteiras e estão em “alerta máximo”, após os atentados de sexta-feira (13/11/2015). Bombas foram explodidas do lado de fora do estádio onde jogavam as seleções da França e da Alemanha.

O número de mortos confirmadas passa de 130 pessoas, além de dezenas feridas em uma série de tiroteios e explosões de homens-bomba ocorridas no início da noite. A casa de shows Bataclan, no 11º distrito, foi invadida por homens armados que fizeram cerca de 100 reféns. Nas primeiras horas, o que a mídia divulgava era que tudo estava sendo investigado e evitava-se ‘acusar’ os imigrantes.

Os telejornais do Brasil não usaram os termos “ataque terrorista”, mas segundo o site France 24 (mídia local) os atiradores gritavam ”Allahu Akbar” (Deus é grande) antes de começarem a disparar nas vítimas. Esse é a declaração de guerra santa (jihad) usada no mundo todo.

Diferentes sites europeus e americanos atribuíram o ataque ao Estado Islâmico, grupo extremista que tem constantemente ameaçado a Europa com a jihad. A Newsweek mostrou que mensagens nas redes sociais “comemoram” o sucesso dos atentados com a hashtag em árabe #باريس_تشتعل que pode ser traduzida por “Paris está em chamas”.

O Irish Times afirma que apoiadores do Estado Islâmico estão avisando pelo Twitter que Roma, Londres e Washington são os próximos alvos.

Também há notícias que testemunhas dizem ter ouvido antes das explosões gritos de “Isso é pela Síria”. A França é aliada dos Estados Unidos e Reino Unido numa série de ataques a alvos do EI na Síria e no Iraque. A Itália é mencionada pelos jihadistas como um de seus alvos preferenciais desde que o califado foi decretado.

O jornal inglês Telegraph disse na matéria de capa que os ataques de Paris são um “alerta” para o Reino Unido, uma vez que o combatente do EI que aparecia nos vídeos de execução, apelidado de Jihad John foi morto na manhã de hoje em um ataque de drones da coalizão.

Todos esses fatos colaboram para o que especialistas vem dizendo desde a invasão de milhares de refugiados que estão entrando na Europa nos últimos meses, fugindo dos conflitos no Oriente Médio. O maior temor dos governos é que soldados do EI se infiltrem em solo europeu e formem células terroristas.

Como a França tem sido uma das maiores defensoras da entrada dos refugiados, ficou numa posição constrangedora. Neste sábado (14/11), veio a confirmação que alguns dos homens-bomba eram sírios que entraram no país recentemente. Um comunicado do grupo terrorista Estado Islâmico assumiu o massacre.


Ele diz: “E nome de Alá, o mais Misericordioso, o Mais Beneficente
Alá (ta’ala) disse: Eles pensaram que suas fortalezas iriam defendê-los de Alá, mas Alá veio sobre eles de onde eles não esperavam, e infundiu o terror em seus corações para que eles destruíssem suas casas através de suas próprias mãos e pelas mãos dos fiéis. Então fiquem avisados, ó povo de visão. (Al-Hashr: 2).
Em uma batalha abençoada cujo sucesso foi possibilitado por Alá, um grupo de fiéis soldados do Califado (que Alá os fortaleça e dê suporte), começou estabelecendo alvos na capital da prostituição e do vício, a maior mensageira da cruz na Europa, Paris. Este grupo de fiéis era formado por jovens que se afastaram da vida mundana e avançaram em direção aos seus inimigos na esperança de serem mortos em nome de Alá, fazendo isso em apoio a sua religião, ao seu Profeta (que a bênção e paz estejam com ele), e seus aliados. Eles o fizeram a despeito de seus inimigos. Assim, eles foram sinceros com Alá — nós o consideramos — e Alá concedeu a vitória às suas mãos e lançou o terror no coração dos “cruzados” em sua própria terra natal.
E assim oito irmãos equipados com cintos de explosivos e armas de fogo atacaram precisamente os alvos escolhidos no centro da capital da França. Esses alvos incluiram o Stade de France durante uma partida de futebol — entre os times da Alemanha e França, ambas nações cruzadas — na qual compareceu o imbecil da França (François Hollande), o Bataclan, onde centenas de pagãos se reuniram em uma festa idólotra e perversa. Ocorreram também ataques simultâneos a outros alvos no 10º, 11º e 18º distritos. Paris tremeu sob os pés de seus cruzados, e suas ruas tornaram-se estreitas para eles. O resultado dos ataques é nada menos que 200 cruzados mortos e muitos feridos. Todo louvor e o mérito pertencem a Alá.
Alá abençoou nossos irmãos e concedeu a eles o que eles desejavam. Eles detonaram os cintos explosivos nas massas de descrentes depois de esgotar suas munições. Que Alá os aceite entre os mártires e permita que nos juntemos a eles.
Que a França e todos que seguem o seu caminho saibam que continuarão sendo os principais alvos do Estado Islâmico e que continuarão a sentir o cheiro da morte enquanto seguirem o caminho das cruzadas, enquanto se atreverem a insultar nosso Profeta, e enquanto se vangloriarem de sua guerra contra o Islã na França e de suas ofensivas aéreas contra os muçulmanos na terra do Califado.
Este é apenas o começo. E é também um aviso para aqueles que queiram meditar e tirar lições.
Alá é grande
(A Alá pertence toda a honra, e a Seu Mensageiro e aos fiéis, mas os hipócritas não o sabem) [Al- munafiqun : 8]”
"É um ato de guerra que foi cometido por um exército terrorista, um exército jihadista, o Daesh, contra a França", disse Hollande, usando a sigla em árabe para o Estado Islâmico. "É um ato de guerra que foi preparado, organizado e planejado no exterior, com cumplicidade de dentro da França."
Hollande prometeu uma resposta "implacável" aos atos de terror e decretou três dias de luto nacional.

Em entrevista coletiva no início da noite deste sábado (14/11/2015), no horário local, o procurador-geral de Paris apresentou novas informações sobre os ataques que ocorreram na noite de ontem na capital da França. De acordo com François Molins, até o momento foram contabilizados 129 mortos e 352 feridos, sendo que 99 pessoas estão em situação de saúde considerada crítica.

Molins apresentou uma cronologia dos ataques. Os terroristas usaram pelo menos dois veículos até os seis locais dos atentados, o que sugere que a ação foi coordenada entre grupos. Eles, aparentemente, teriam se divido em três equipes armadas, no período de meia hora: uma no Stade de France, outra usando um carro preto Seat, visto em vários locais onde ocorreram tiroteios, e a terceira utilizando um carro Polo VW preto.

As investigações tiveram início na noite de ontem e ainda estão em andamento.

"As informações são limitadas, ainda estamos no começo, estamos juntando as evidências para saber o que aconteceu, e por isso temos que manter o sigilo", disse Molins.

Foi confirmado que sete terroristas morreram.

charge do cartunista Bennet
OS ATAQUES
O primeiro ataque ocorreu no Stade de France, às 21h20 de sexta-feira, com uma explosão no portão D (Saint-Denis, região norte de Paris). Dois corpos foram encontrados ali: um deles com um cinto de explosivos e baterias e o outro, de um pedestre. O presidente da França, François Hollande, e o ministro de Relações Exteriores da Alemanha assistiam a um jogo entre os dois países no estádio.

Logo depois, às 21h25, frequentadores do restaurante Petit Cambodge e do bar Le Carillon, no 10º distrito da cidade, foram atacados por homens armados que chegaram em um veículo preto: ali 15 morreram e 10 ficaram feridos.

Às 21h30, houve a segunda explosão no estádio. Foi encontrado o corpo de mais um homem vestindo um cinto com explosivos no portão H.

Às 21h32, um tiroteio foi registrado em frente ao bar A La Bonne Bière, no 11º distrito da cidade, com 5 mortos e 8 feridos. Cerca de 100 cápsulas de balas foram encontradas no lugar, de acordo com as investigações. O atirador havia chegado ao local em um carro preto.

Às 21h36, 19 pessoas foram mortas por atiradores no terraço do restaurante La Belle Equipe, e 9 pessoas ficaram feridas. 

Por volta de 21h40, um homem-bomba detonou seus explosivos no restaurante Le Comptoir Voltaire, no 11º distrito, ferindo gravemente uma vítima.

Também às 21h40, um carro foi estacionado em frente à sala de concertos Bataclan, onde houve o maior número de mortos. Vários atiradores entraram no local, onde se passava um show da banda norte-americana Eagles of Death Metal, e abriram fogo. Morreram 89 e muitas ficaram feridas. Os homens armados teriam feito menções rápidas ao Iraque e à Síria durante o ataque. Neste local, dois terroristas acionaram os cintos com explosivos que usavam presos ao corpo e um terceiro terrorista foi morto pela polícia.

Às 21h53, um terceiro homem-bomba aciona seus explosivos no Stade de France.

No sábado, 0h20, forças de segurança fazem uma ação no Bataclan para libertar as vítimas mantidas reféns por cerca de duas horas dentro da sala de concertos, momento em que dois terroristas acionam seus explosivos e um outro é morto pela polícia.

Estas informações foram obtidas, em parte, a partir de imagens de câmeras de monitoramento nos locais onde ocorreram os atentados.

Fontes: 


Leia também:
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sábado, 14 de novembro de 2015

Mahdismo - O Islâ e o Retorno do Mahdi

"Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas, e farão tão grandes sinais e prodígios que, se possível fora, enganariam até os escolhidos." Mateus 24:24

Os cristãos anunciam a vinda do Cristo (Jesus), judeus aguardam o Messias prometido, os hindus esperam pelo Krishna, os budistas aguardam a vinda do buddha maitreya, os muçulmanos aguardam o Iman Mahdi ou messias, e a nova era aguarda a vinda o Maitreya. 

Mais de dois terços do um bilhão de muçulmanos que vivem no planeta esperam que o Mahdi venha logo, indica a nova pesquisa Pew Research. Para a maioria deles, o Mahdi será o último imã profeta islâmico, que virá governar o mundo e derrotar os inimigos dos que servem a Alá.

Os resultados confirmam as previsões do autor cristão Joel Richardson, que lançou recentemente o livro “The Middle East Beast”, uma continuação do seu best-seller de 2009: “O Anticristo islâmico”.

Richardson tem sido criticado repetidamente por alertar os cristãos que muitos muçulmanos vêem na vinda Mahdi o que a Bíblia chama de o “Falso profeta”, que deve acompanhar o Anticristo em seu reino de sete anos.

A pesquisa divulgada pelo Instituto Pew Research mostra que no Oriente Médio, Norte da África, Sul da Ásia e Sudeste da Ásia “metade ou mais muçulmanos acreditam que vão viver para ver a vinda do Mahdi”. Esta expectativa é mais difundida no Afeganistão (83 %), Iraque (72 %), Tunísia (67 %), Turquia (68%) e Malásia (62 %).

“Em alguns países com populações sunitas e xiitas maiores, os pontos de vista sobre o retorno do Mahdi diferem. No Iraque, por exemplo, os xiitas são mais propensos do que os sunitas a esperar que o Mahdi venha em breve. No Azerbaijão, a diferença entre os dois grupos também é grande (25 pontos percentuais)”, disse o relatório. “As diferenças entre xiitas e sunitas sobre esta questão reflete o papel mais central que o retorno do Mahdi desempenha no islamismo xiita.”

Em resumo, estima-se que 672 milhões muçulmanos esperam testemunhar em breve o regresso do Mahdi. “Agora, pela primeira vez, um estudo abrangente, incluindo dezenas de milhares de muçulmanos, em mais de 23 países, pergunta se eles acreditavam que a vinda do Mahdi era iminente, que ocorreria em breve. Os resultados provam conclusivamente o que já venho alertando há muito tempo”, escreveu Joel Richardson.

O projeto Pew mostra ainda o que os muçulmanos acreditam sobre anjos, predestinação, vida após a morte, céu e inferno. Além disso, eles crêem que o Mahdi virá acompanhado de Jesus, que deverá negar o cristianismo e mostrar que o Islã é o penhor da fidelidade a Deus.

Os resultados do Pew sobre a crença no Mahdi:


“Outro fator importante que eu tenho ressaltado há anos, é que, embora os líderes do Irã regularmente façam muito alarde sobre o Mahdi – muitas vezes referindo-se a ele como o 12º Imã… Os estudiosos muçulmanos iranianos desenvolveram uma teologia muito profunda sobre o assunto… No meu livro ‘Anticristo Islâmico: A verdade chocante sobre a verdadeira natureza da besta” eu alerto as pessoas para observarem o mundo assustador das visões apocalípticas islâmicas, comparando-as com as profecias bíblicas sobre a vinda do Anticristo… O mundo deveria, de fato, ficar muito preocupado.

No meu novo livro, ‘A Besta do Oriente Médio’, eu demonstro como o anticristo será islâmico. É hora de o mundo cristão acordar e cair de joelhos em oração”, explica Joel Richardson.

Com informações WND 
via GospelPrime -Notícias 

Sugestão de leitura: Islamismo 
Aqui eu Aprendi!
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