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domingo, 29 de setembro de 2013

JEJUM - parte 1

JEJUM – perguntas e respostas


Jejum é uma palavra usada de formas variadas quando alguém opta por diminuir sua dieta alimentícia o mais próximo do zero, idealmente atingindo o zero, por um período de tempo. Existem diversos motivos que levam uma pessoa a fazer jejum, como a greve de fome e vaidade para com o corpo. Os principais motivos, contudo, são religiosos ou medicinais. Mas o que a bíblia nos ensina sobre o jejum?

O jejum serve para alguma coisa?
Se para nada servisse:

(1) JESUS não teria dito: “Esta casta [espécie] de demônios não se expulsa senão pela oração e pelo jejum” (Mt 17.21). Jesus fez essa afirmação para explicar por que alguns dos seus discípulos não conseguiram expulsar um espírito maligno de um rapaz;

(2) se o jejum não produzisse qualquer benefício, JESUS não teria jejuado quarenta dias e quarenta noites, ANTES de ser tentado pelo diabo (Mt 3.4.1-2);

(3) se para nada servisse, homens de Deus não teriam se valido do jejum para enfrentar grandes adversidades. O rei Josafá, quando soube que “uma grande multidão” se aproximava para guerrear contra ele, “apregoou jejum em todo o Judá” (2 Crônicas 20.2-3; veja 1Sm 7.6; Sl 109.24; At 14.23; 27.9; 2 Co 6.5; 11.27).

Conclui-se que o jejum nos fortalece espiritualmente. Acompanhado de oração, é uma arma muito poderosa para o enfrentamento das adversidades e das forças do mal.

Preciso jejuar para ser salvo?
Não. Deus derrama sua graça sobre aqueles creem em Jesus e o aceitam como Senhor e Salvador (Jo 1.12; 3.18; Rm 10.9; Ef 2.8).

Se eu jejuar continuamente, Deus me amará mais?
Não. O amor de Deus é incondicional (Jo 3.17).

Para expulsar demônios e curar enfermos em nome de Jesus, preciso jejuar com antecedência?
Não. Para operar tais coisas, basta a fé (Mc 16.17-18). Porém, se o crente trabalha com frequência nessa área de libertação, convém se fortalecer em jejum periódico. Na verdade, os que são de Cristo devem, como bons soldados, manterem-se vigilantes e capacitados “para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo” ( Ef 6.10-11).

Devo jejuar quantos dias seguidos e por quanto tempo?
Cada um estabeleça o seu tempo de jejum. Há quem faça campanha de jejum diário de algumas horas, durante sete dias; outros fazem jejum de três dias, um dia na semana, e assim por diante. Depende das condições físicas, rotina de trabalho, viagens, etc. Por óbvias razões, não é aconselhável o jejum para uma pessoa que se encontra debilitada por alguma enfermidade.

Devo comunicar aos irmãos que estou jejuando?
Não. Leia o que ensinou Jesus: “Quando jejuardes, não vos mostreis contristados como os hipócritas, porque desfiguram o rosto, para que aos homens pareça que jejuam” (Mt 6.16). Porém, nenhum problema há se a esposa comunicar o fato ao marido, ou vice-versa. A realidade nos mostra que o jejum não é uma prática costumeira entre os cristãos.

O jejum é de alimentos sólidos, líquidos, ou os dois?
Pode ser não comer e não beber, ou abster-se apenas de alimentos sólidos. O mais importante no jejum, sempre com oração, são o propósito e sacrifício nele envolvidos.

Para os mundanos, submissos às glutonarias da vida – muita bebida, muita comida, orgias e noitadas – o jejum é uma loucura. Está escrito: “Porque a palavra da cruz é loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus” (1 Co 1.18). “O homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura…” (1 Co 2.14).
Autor: Pr.Airton Evangelista da Costa

“O jejum não muda a Deus. Ele é o mesmo antes, durante e depois de seu jejum. Mas, jejuar mudará você. Vai lhe ajudar a manter-se mais suscetível ao Espírito de Deus” - afirmação de Kenneth Hagin

Alguns acham que o jejum é uma “varinha de condão” que resolve as coisas por si mesmo, mas não podemos ter o enfoque errado. Quando jejuamos, não devemos crer NO JEJUM, e sim em Deus. A resposta às orações flui melhor quando jejuamos porque através desta prática estamos liberando nosso espírito na disputada batalha contra a carne, e por isso algumas coisas acontecem. Ao jejuar estamos removendo o entulho da carne e liberando nossa fé para se expressar.


“Aquele que faz caso do dia, para o Senhor o faz, e quem come, para o Senhor come, porque dá graças a Deus; e quem não come, para o SENHOR não come, e dá graças a Deus. Porque nenhum de nós vive para si, e nenhum morre para si. Pois, se vivemos, para o Senhor vivemos; se morremos, para o Senhor morremos. De sorte que, ou vivamos ou morramos, somos do Senhor. Porque foi para isto mesmo que Cristo morreu, e tornou a viver, para ser Senhor tanto de mortos como de vivos.”
Rm 14.6-9

E assim deve ser o nosso viver, tudo quanto façamos, que seja feito no Senhor.

Sem duvida, o Jejum deve fazer parte de nossa vida em Cristo!

Leia mais sobre JEJUM, consulte os textos: 
1Rs 21.9;   2 Cr 20.3;   Ed 8.21;  Sl 35.13, 69.10;   Jr 36.6;   Dn 6.18, 9.3;   Jl 1.14, 2.15;   Jn 3.5;    Zc 8.19;   Mt 15.32, 17.21;   Mc 8.3;   Lc 2.37;   At 14.23, 27.9;   2 Co 6.5, 11.27


continuação em JEJUM - parte 2
Aqui eu Aprendi!

sábado, 28 de setembro de 2013

O que é MISSÃO?



O QUE É MISSÃO?

É o plano de Deus:
Antes mesmo do mundo ser criado, Deus sabia que o homem iria pecar. Sendo assim, Ele preparou, de antemão, um plano de salvação. Neste plano divino estava o conteúdo da obra missionária, que é o anúncio do Evangelho de salvação ao mundo perdido.
( Gn 3:15; Ap 13:8; Ef 1:4; 1 Tm 1:9; 1Pe 1:19 e 20).

É a ordem de Jesus:
Um dos maiores mandamentos de Jesus registrado nas Escrituras é a ordem de fazer missões (Mc 16:15; Mt 28:19 e 20). Antes da ascensão, sua última ordem foi: Ide por todo o mundo”. (Mc 16:15)

É a obra do Espírito Santo:
O propósito pelo qual o Espírito Santo foi enviado é capacitar e dirigir a igreja no avanço da obra missionária (Lc 24:47-49).

Todo movimento espiritual que se denomine avivamento e não vise a conquista de almas para Cristo é pura emoção e não unção (At 1:8; 2:1-5, 14; 4:5-12,31; 13:1-4).

É dever da Igreja:
Jesus não deixou a responsabilidade da Grande Comissão a nenhum instituição humana. Antes, privatizou esta importante tarefa à sua amada Igreja (Mt 28:20; Jô 15:16; 17:18-20). Portanto, façamos missões.

É Responsabilidade de cada Cristão:
Cada cristão tem a responsabilidade de apoiar a obra missionária com oração. (Rm 15:30; Ef 6:18-20; Cl 4:2-4); com contribuição (Fl 4:10-20; 2Co 9:6-14); e evangelização (1 Co9:16; Ez 33:6-8).

O QUE NÃO É MISSÃO!

Opção doutrinária:
A ordem do “Ide” (Mc 16:15) não ficou como uma opção, mas, sim, como uma ordem a ser obedecida.

Fator secundário:
Missões não é algo para segundo plano, mas é o principal de todos os projetos da Igreja e deve ser valorizado (2 Rs 7:9).

Projeto:
Devemos deixar de apenas fazer cálculos e organizar comissões e realizar reuniões e entrar logo em ação! Enquanto estamos falando e pensando, o mundo está perecendo (1 Cr 28:10; 1Co 15:58; Rm 12:11).

Privilégio de algumas Igrejas:
Missões somente é realizada por quem tem fé nas promessas de Deus e amor pelas almas perdidas (1Ts 1:3). Missões não se faz com milhões, mas dando passos de fé e de obediência (Fp 4:19).

Pessoas com chamados especiais:
A Grande Comissão não foi dada a um grupo específico com chamado especial, mas cada cristão pode ir, contribuir e orar. (Jo 15:16; At 13:1-4; 1 Co 12:12-23).

Fonte:CEMINI - Sammis Reachers - veredas missionárias 


"Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém, como em toda a Judéia e Samaria, e até os confins da terra."

Aqui eu Aprendi!

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Escola Bíblica Dominical - Treinamento do Professor

Texto Pedagógico

Treinamento para Professores da EBD

Partindo do princípio que a maioria dos professores da Escola Bíblica Dominical não possui formação pedagógica, é necessário que eles sejam treinados para que sejam capacitados para ensinar.

A igreja deve então organizar treinamento, fornecendo subsídios pedagógicos para que os professores se sintam confiantes para exercer tão nobre tarefa – ensinar na EBD. Chamar alguém para ensinar, sem prepará-lo antes, é difícil para o professor, para os alunos e certamente vai causar problemas.

Treinar e prover apoio pedagógico e técnico é o mínimo que a Igreja deve fazer. Alguns pontos devem ser observados para que haja sucesso no treinamento:

1 – Realizar reunião com os professores
Com o objetivo de sensibilizá-los para a necessidade do treinamento e estimulá-los a participar do curso, apresentando o formato do evento e outras informações pertinentes.

2 – Fazer levantamento da formação e atuação dos professores
Pode ocorrer que entre os professores haja alguém com curso de Pedagogia ou outro que trabalhe com treinamento de líderes. Eles devem ser sondados se podem colaborar com o treinamento como professor formador.
A escolha dos demais professores formadores ficará a critério da organização do evento, de acordo com as necessidades e possibilidades.

3 – Escolher o coordenador geral do treinamento e coordenadores por faixa etária
É bom que haja uma descentralização de funções do superintendente, escolhendo uma pessoa com qualidades positivas de liderança para coordenar o treinamento, como também apontar outros coordenadores para as demais faixas etárias, que deverão trabalhar com o mesmo objetivo, contextualizando as orientações de acordo com o tipo de revista, aluno ou tipo de classe.
Se o superintendente deseja e tem condições de tempo para organizar e coordenar o treinamento não há problema, mas sempre é bom a atuação de colaboradores.

4 – Formatação do treinamento
1º. Momento: As aulas iniciais deverão acontecer com todos os professores juntos, para receber orientações gerais sobre a EBD, o ensino e traçar metas conjuntas.
2º. Momento: Os professores serão divididos por faixa etária para receber orientações específicas.
É interessante organizar o curso por módulo, cada módulo com um determinado tema e professor específico.
Realizar treinamento com os professores novatos sempre que formar um grupo. É interessante que eles sejam treinados antes de começar a ensinar.

5 - Período de realização
Delimitar início e fim do treinamento, apresentando um cronograma de cada encontro e módulo; isto é importante para que os envolvidos se organizem para participar da capacitação.

6 - Tema geral e sub-temas
Veja alguns temas: Liderança, Planejamento Estratégico para EBD, Planejamento de aula, Recursos visuais, Métodos e técnicas de ensino, como utilizar as tecnologias, características psicológicas das faixas etárias, avaliação da aprendizagem na EBD, estratégias de participação dos alunos na aula da EBD etc.
Lembre-se que cada módulo abrangerá um determinado tema específico.

7 – Local de realização e horário:
Há várias possibilidades para realização de treinamento: na própria igreja ou em outro local de fácil acesso, podendo acontecer aos sábados ou em outro dia da semana à noite. Mas, como há muitas pessoas que trabalham aos sábados e outros que não podem à noite, tenho uma sugestão: pela minha experiência há um horário bastante conveniente – o horário da EBD. Como assim? Isto mesmo!

Na EBD, enquanto há uns ensinando, há outros professores de “folga”. Então, os que estão livres participam do treinamento naquele domingo. Na próxima aula, faz o inverso: quem ensinou, participa do treinamento. Quem estava no treinamento, ensina. Sei que o resultado é melhor do que em outros horários. O professor formador deverá ter conhecimento de que ele repetirá 02 vezes a mesma aula.

É notório que há professores que só participam da EBD quando vão ensinar e se ausentam dos demais domingos. Esta é uma atitude que precisa ser corrigida. Então, estes professores precisam saber com antecedência do treinamento para poder participar, como também estar presente na Escola Dominical para ensinar.

8 – Organizar material do treinamento
Há alguns materiais que devem ser organizados:
Pasta para cada aluno contendo caneta, bloco de anotações, apostilhas, folder com cronograma das aulas.
Material que o professor formador vai utilizar: data-show, apostilhas etc.
Lista de presença: é importante controlar a presença e falta dos alunos. Os alunos devem ter no mínimo 75% de frequência para receber o certificado.
Certificados: organizar modelo, imprimir.

9 - Recursos financeiros
Julgo desnecessário que o professor pague inscrição.
Os gastos deverão ser financiados pela igreja, como a compra de material listado no item anterior e/ou outros que porventura haja necessidade.

10 - Finalização do treinamento
Organizar um momento especial para entregar certificados, fazer uma avaliação do treinamento, oferecer um lanche etc.

Preparar professores para sua atuação na EBD é uma atitude sábia. Há docentes que possuem conhecimento bíblico, mas não conseguem transmitir as informações de forma didática, contextualizada e prazerosa, tornando a aula um fardo para quem apenas escuta... escuta... escuta...

Que tal pensar e agir sobre esta situação?

Fonte: Sulamita Macedo - Pedagoga e Palestrante para Professores de EBD
Aqui eu Aprendi!

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Casamento: Ser Romântico

SER ROMÂNTICO 
Por Dennis e Barbara Rainey

Há um dito cínico que diz: “O período de noivado é como uma excitante introdução a um livro enfadonho.” E infelizmente isto é verdadeiro para muitos casais. 

O que há no casamento que parece enfadar nossa criativida...de romântica? Até certo ponto em quase todo casamento o casal se dá conta de que simplesmente não sente as mesmas sensações românticas que uma vez desfrutou. 

O romance não é a fundação de um casamento. Mas ele é o fogo da lareira; o calor e a segurança de um relacionamento que diz: “Podemos ter brigas, mas eu amo você e tudo está bem.”
Precisamos desse fogo em nossos casamentos porque somos seres emotivos. Se de um lado não podemos basear nosso casamento sobre sentimentos românticos, de outro também não podemos negar nossas necessidades de aproximação e intimidade. Sem essas qualidades num relacionamento, um casal é levado ao isolamento.

Minha mulher e eu temos tido algumas celebrações românticas em nossos anos de casados: uma viagem no outono em nosso décimo aniversário, uma escapada a uma aconchegante pousada, jantares à luz de velas em casa depois que as crianças dormiam, além de outras comemorações agradáveis. 

Para nós aventura é sempre sinônimo de romance. Fiquei surpreso quando perguntei certa vez a minha mulher: “De todas as aventuras e momentos românticos que tivemos, qual foi seu favorito?” Sua resposta: “Nossa lua-de-mel.” Para nós foi a recordação inesquecível. Fiquei duas semanas planejando uma lua-de-mel de duas semanas nas montanhas do Colorado. Fomos acampar (e, para nossa surpresa, tivemos alguma neve) e ficamos numa cabana perto de um rio barulhento. 

Ela adorou as vezes em que estivemos sós porque pudemos conversar à vontade e compartilhar nossos pensamentos e sonhos. 

Aposto que seu casamento pode ter algum romance. 

Pense e comente:
Quando você recorda seus momentos a sós, quais foram os mais românticos e significativos? 
Você acha que perdeu algo do fogo romântico de outrora?
O que você pode fazer para soprar as brasas?

Ore:
Peça que Deus prepare você a ser a contraparte romântica que o casal precisa para voltar ou continuar a ser. 

Aqui eu Aprendi!

sábado, 21 de setembro de 2013

Casamento

Mensagem para os Casais

Casamento Evangélico:
O Casamento é a União e Símbolo de Cristo e a Igreja
Qual é a opinião que você tem sobre o casamento hoje? Há quem o veja como um barco prestes a afundar e que todos o abandonam por adultério ou divórcio. Ao invés de se preocupar, as pessoas zombam da imoralidade sexual e da infidelidade dentro do casamento.

Mas qual é a opinião que Deus tem sobre o casamento? Além de tudo isso foi uma ideia dEle. A Bíblia nos ensina que Deus vê o casamento como uma união.

Em primeiro lugar, a Bíblia ensina que o casamento cristão é uma união simbólica. É o símbolo de Cristo e a Igreja. Nós os homens- e confesso que me inspira temor- somos figuras de Cristo no que se refere ao lar. Nosso comportamento deve ser tão bom, para que nossos familiares, vizinhos e amigos vejam Cristo em nós. Representamos a Cristo quando fazemos o que Cristo nos manda em Efésios 5:25 “Maridos, amem suas mulheres, assim como Cristo amou a igreja e entregou-se a si mesmo por ela”. A Jesus Cristo se apresenta como o esposo da igreja e aos maridos como a Cristo. As nossas esposas se apresenta como a igreja, e a igreja como uma mulher. Este simbolismo eleva o casamento a sua mais alta dimensão.
Em segundo lugar, a bíblia ensina que o matrimonio é uma União Real, não é meramente simbólica. Vamos ler a bíblia: “Por essa razão, o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher, e eles se tornarão uma só carne”. Gênesis 2:24. Devemos deixar nossos pais e nos unir somente com nossa esposa. É uma união íntima e total entre um homem e uma mulher, essa união é até que a morte os separe.
A união no casamento deve existir em todos os níveis, começa em um plano espiritual mas não termina ali. O casamento cristão também une a um casal intelectual, social e  físico. Você e eu como esposos devemos fazer que nossas esposas tenham parte em cada uma das áreas de nossas vidas para que verdadeiramente possamos ser “somente um”. Cristo deve ser o centro do casamento. Cristo é quem nos mantem unidos e próximos.
Em terceiro lugar, o casamento cristão é uma União Exclusiva. É uma união de pureza. A bíblia diz que o casamento deve unir a um homem e uma mulher até que a morte os separe. Eles já não são dois, mas sim somente um. “…Que ninguém separe o que Deus uniu” (Marcos 10:9). Quando você se casa, dá um passo importantíssimo. Está unindo toda a sua vida- corpo, alma e espirito- a outra pessoa. Isto deixa de lado todas as terceiras partes. O sétimo mandamento claramente ordena: “ Não cometerás adultério” (Êxodo 20:14).
Aos olhos de Deus , o casamento deve ser absolutamente exclusivo. Uma vez casado, o afeto e vida sexual devem estar dedicados ao seu cônjuge até que a morte separe a ambos. Deus não admite uma vida sexual leviana porque isso destrói tudo o que o casamento deve ser.
Em quarto lugar, a bíblia afirma que o casamento é uma União Complementar. É uma união de necessidade e dependência mutua. Deus disse: “ Não é bom que o homem esteja só. Farei uma ajudadora e auxiliadora para ele” ( Genesis 2:18) Deus fez um homem e uma mulher de tal maneira que se complementem entre si. “ …As mulheres não são independentes dos homens, e os homens não são independentes das mulheres” (I Corintios 11:11). Quando marido e mulher se complementam – compartindo, lendo, orando, fazendo coisas juntos- o casamento é transformado.
O potencial de um casamento se converte em realidade, quando um casal busca ter uma união real, exclusiva e complementar que honre a Deus, e somente então que o casamento de verdade simboliza a relação entre Cristo e a Igreja.
por Luis Palau
Fonte: Estudos Cristãos

Marido e Esposa digam sempre um para o outro!
PROVEM  ISSO  TODO  DIA!


Aqui eu Aprendi!

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Escola Bíblica Dominical - A Preparação do Professor EBD

Texto pedagógico

A Preparação do Professor

Com o chamado para o ensino, o professor deve se preparar para que exerça de exitosa a tarefa que lhe foi dada, pois esta nobre atividade requer dedicação, conforme lemos em Romanos 12:7: "... se é ensinar, haja dedicação ao ensino”.

Este texto trata da preparação do professor da Escola Bíblica Dominical em 04 níveis: espiritual, teológico, secular e pedagógico.

1 – Preparação Espiritual:
O professor da EBD deve se preparar espiritualmente, através da oração, do jejum e da leitura bíblica de forma sistemática. Veja alguns exemplos do mestre Jesus
“... Assentai-vos aqui, enquanto vou além orar...” Mt 26.36
“E, tendo jejuado quarenta dias e quarenta noites...” Mt 4. 1 e 2

É bom ressaltar que no momento de oração, o professor deve orar também por seus alunos. Ao preparar a aula peça ajuda ao Espírito Santo.

2 – Preparação Teológica:
É muito importante a preparação teológica. Professor, prepara-se para dar aula! Leia pelo menos duas vezes a lição e em seguida procure aprofundar o tema da aula em livros, periódicos e sites confiáveis, para que você se sinta seguro para ministrar o assunto.

3 – Preparação Secular
O preparo secular é outro ponto que o professor não pode negligenciar. Estude sempre, cultive o hábito de ler. Mantenha-se informado sobre os acontecimentos ocorridos na sua cidade, no seu estado, no Brasil e no mundo e procure contextualizá-los com o tema da lição ou com o tipo de aluno que você ensina.
 “Persiste em lê...” I Tm 4.13
“Examinai tudo. Retende o bem”. I Ts 5.21

4 – Preparação Pedagógica
É muito comum encontrar professores da EBD que não possuem formação pedagógica. E agora? Você foi chamado para ensinar, então é necessário que sua preparação seja completa.

Se puder, sugiro que você faça um curso de Pedagogia.  Há muitas facilidades para ingressar em um curso como este, com aulas presenciais e/ou à distância, os preços também são bons. Fica a dica! Você pode encontrar outras alternativas de tomar conhecimento da pedagogia,  participando de congressos, de conferências, de reuniões pedagógicas etc. Não perca as oportunidades!

Enfatizo a importância do preparo pedagógico, para que você possa compartilhar de forma adequada os conhecimentos referentes a cada lição. Escolha métodos de ensino variados, utilize dinâmicas, leia bons livros pedagógicos, planeje a aula, não improvise, dinamize o ensino, procure envolver os alunos com a aula, mantenha vínculos com os alunos.


Leia os textos pedagógicos deste blog (procure no marcador “Subsídios Pedagógicos”), eles tratam de temas pertinentes  ao ensino.

Quer ser um professor bem sucedido? Observe e ponha em prática as orientações expostas acima, agregando a alegria e motivação para ensinar.

“Dá Instrução ao sábio e ele se fará mais sábio...” Pv 9.9

Fonte: Sulamita Macedo - Pedagoga e Palestrante para Professores de EBD
Aqui eu Aprendi!

sábado, 14 de setembro de 2013

Sete erros que um Líder não pode cometer


1. PERMITIR QUE OS APLAUSOS DO SUCESSO O IMPEÇAM DE CONTINUAR OUVINDO A VOZ DE DEUS
(Apocalipse 3.14-22)
Quando o líder perde a sensibilidade para ouvir a voz de Deus, a tendência é se tornar um “profissional do púlpito” disfarçando uma espiritualidade e santidade que não tem. O orgulho provocou essa surdes no líder da igreja de Laodiceia (Ap 3). O orgulho é como uma infecção no ouvido do coração.

2. DEIXAR DE PRESTAR CONTAS
(Hebreus 13.17)
Nada é mais perigoso do que viver sem ser supervisionado. Uma vida não supervisionada não é vivida com responsabilidade. A prestação de contas protege a integridade do líder. Lideres que prestam contas, vivem de forma responsável diante de Deus e dos homens.

3. PENSAR QUE A VIDA É FEITA SÓ DE TRABALHO
(Marcos 6.31)
O ativismo é um aplacador de consciência. Lembre-se, uma mente cansada não produz com qualidade e se torna vulnerável diante dos ataques do maligno. A principal causa do excesso de trabalho do líder, é a falta de limites. Quem nunca diz “não”, entrega o controle de sua vida nas mãos dos outros, paga divina que não fez e se torna um escravo da sua insensatez. O líder não deve sacrificar o importante no altar do urgente. Tire ferias, respeite o principio da “pausa”, do “sábado”.

4. QUERER LIDERAR OS OUTROS SEM SER LÍDER DE SI MESMO
(1 Timóteo 4.16)
O apostolo Paulo disse a Timóteo, “Tem cuidado de si mesmo…”. Antes de liderar os outros, o líder deve ser líder de si mesmo, e isto tem a ver com domínio próprio sobre os impulsos, desejos, temperamento, emoções etc. Nenhum homem é livre se não aprendeu a governar a si mesmo.

5. PENSAR QUE É POSSÍVEL FLERTAR COM O PECADO E SAIR ILESO
(2 Timóteo 2.22)
Sansão brincou de se deixar amarrar, amarrado ficou. Todos os lideres que conheço que brincaram com o pecado, saíram manchados, queimados, empobrecidos e vencidos. Gosto da frase do meu amigo Pr. Altomir: “Quem não quer perder para o pecado, não sobe no ringue para competir com ele.” Lembre-se, o pecado sempre te levará para mais longe do que você imagina, cobrará um preço mais alto do que você esta disposto a pagar. Não flerte com o pecado.

6. PASTOREAR A IGREJA E NÃO PASTOREAR A FAMÍLIA
(1 Timóteo 3.12)
A liderança de um pastor é aprovada ou reprovada dentro da sua própria casa. O apóstolo Paulo foi radical quanto a isso quando disse, o homem chamado e vocacionado precisa governar bem a sua própria casa para estar apto a dirigir a casa de Deus (1 Tm 3). Sem uma família estruturada, qualquer pastor tem sua liderança questionada.

7. NÃO LEVAR A SÉRIO O PRINCÍPIO DA HONRA
(Efésios 6.1,2)
A mesma honra que a Bíblica exige dos filhos em relação aos pais, é exigida na relação dos liderados e lideres. O que produz a semente da honra? Longevidade e prosperidade. Deus não tem prazer na vida de um líder que não pratica o principio da honra. Quem planta desonra, colhe vergonha.

Deus os abençoe!

Autor do texto: Pr. Josué Gonçalves.
Sugestão do texto: Pr. José Maria Gontijo.
Fonte: blog Emunah
Foto
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