
A Guerra dos Seis Dias foi a guerra mais curta que existiu dentre os conflitos árabes-israelenses. Ocorrida em julho de 1967, ela foi uma ação surpresa realizada pelas forças armadas de Israel contra o Egito, a Síria e a Jordânia.
Conhecida também como Terceira Guerra Árabe-Israelense, a Guerra dos Seis Dias estava envolta em uma escalada de violência verificada entre alguns países do Oriente Médio.
A Guerra dos Seis Dias, assim ficou conhecida a guerra que confrontou Israel e os seguintes países árabes:
Egito, Jordânia e Síria, com o apoio do Iraque, Kuwait
Cerca e placa de informação sobre existência de minas terrestres nas Colinas de Golã, colocadas durante a Guerra dos Seis Dias |
No entanto o governo egípcio, apoiado pela URSS, continuou ajudando as diferentes facções guerrilheiras que atacavam o estado hebreu. Em maio daquele ano, tanto árabes como israelenses já estavam mobilizando suas tropas. O Egito bloqueou o golfo de Aqaba, rota vital para a navegação de Israel, ato considerado pelo governo israelense como uma agressão.

Assim, as tropas israelenses
avançaram por terra rapidamente, ocuparam a Faixa de Gaza e chegaram
ao Sinai. Os israelenses avançaram em direção à Síria, ou seja, romperam as
defesas árabes tanto pelo sul como pelo norte e, na Faixa de Gaza, as tropas de
Israel fizeram cessar o esforço militar que unia egípcios e palestinos. No
mesmo dia a Jordânia entra na guerra. Os aviões jordanianos começaram a
bombardear as cidades israelenses, especialmente Jerusalém. A reação hebraica
foi imediata e contundente: começaram a tomar posições jordanianas perto de
Belém e ao sul de Ramallah e bombardearam Amman e Mafraq.
Portão de Zion, em Jerusalém, cravejado de balas usadas durante a Guerra dos Seis dias |
A ONU interviu no conflito conseguindo um cessar-fogo. Porém, Israel não aceitou a devolução dos territórios ocupados dos países vizinhos. Essa postura unilateral resultou anos depois em um novo conflito, a Guerra do Yom Kippur, quando o Egito e a Síria atacaram simultaneamente Israel para retomar as terras ocupadas.
Fonte: Infoescola; Brasilescola
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