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terça-feira, 2 de outubro de 2018

Pentecostes - Cinquenta Dias

Cinquenta Dias Depois da Páscoa


Como o Antigo Testamento nos fornece muitas sombras das verdades reveladas no Novo Testamento, podemos enriquecer nosso entendimento das grandes obras de Deus por meio do estudo das Escrituras dadas aos judeus antes da vinda de Jesus. Uma comparação entre o livro de Êxodo (do Antigo Testamento) e o livro de Atos (do Novo Testamento) aumenta nosso apreço pela obra reveladora do Senhor.

O Dia conhecido no Novo Testamento como Pentecostes foi um dia especial no calendário judaico. A palavra Pentecostes se refere ao intervalo de 50 dias entre a Páscoa e a festa que os judeus chamavam de Shavuot ou a Festa das Semanas (Levítico 23:15-21 explica a contagem de dias e a maneira de celebrar essa festa). Foi um dia de comemorar a sega de trigo (Êxodo 34:22). Os judeus atribuíram um outro sentido ao dia que nos leva a refletir mais sobre o significado dessa sombra do trabalho realizado pelo Senhor no Novo Testamento. Para compreender esse segundo significado, precisamos observar alguns detalhes da história da infância da nação de Israel.

Deus mandou fazer o sacrifício do cordeiro da Páscoa na noite do dia 14 do primeiro mês do novo calendário dos hebreus (Êxodo 12:1-14). O sangue do cordeiro posto acima e aos lados das portas foi o meio que Deus mandou distinguir entre seu povo que desejava a salvação e os egípcios que seriam punidos. Na mesma noite, Deus trouxe sobre o Egito a décima praga e libertou os israelitas. Essa data marcou a salvação de Israel por meio do sangue do cordeiro.

O evento paralelo, embora muito mais importante, no Novo Testamento, foi a morte de Jesus na cruz. Além da coincidência proposital da data, Cristo é descrito como Cordeiro (Apocalipse 5:6). João Batista identificou Jesus como “o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (João 1:29). Paulo disse que “Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi imolado” (1 Coríntios 5:7). O sacrifício do cordeiro no Egito prefigurou a morte de Jesus na cruz para cancelar nossos pecados.

Pentecostes veio 50 dias depois.

Voltemos à contagem de dias no livro de Êxodo. Onde estavam os israelitas e o que estava acontecendo 50 dias depois da Páscoa?

Começamos a contar os dias com a Páscoa, no dia 14 do primeiro mês. O resto daquele mês daria mais 16 dias, e o mês seguinte (o segundo no calendário) acrescentaria mais 30 dias, para um total de 46. No dia seguinte, o primeiro dia do terceiro mês, o povo de Israel chegou ao monte Sinai (Êxodo 19:1). Moisés subiu para receber orientações de Deus. Ele mandou que o povo se purificasse, pois no terceiro dia ele desceria sobre o monte Sinai para falar com o povo (19:10-11). Com essa conta, podemos concluir que Deus encontrou os israelitas no monte Sinai sete semanas (49 ou 50 dias) depois da primeira Páscoa. Por esse motivo, os judeus chegaram a atribuir à Festa de Pentecostes o significado da revelação da lei de Deus ao seu povo.

Deus desceu sobre o monte com trovões, relâmpagos, som de trombeta, uma espessa nuvem, fogo, fumaça e terremoto! A voz do Senhor soava como um trovão quando falou para o povo. Foi uma ocasião marcante e extremamente importante. Deus comunicou a sua palavra para separar uma nação santa. Ele revelou os termos da comunhão entre a congregação de Israel e seu Deus. Encontramos o relato em Êxodo 19 e 20.

E o que aconteceu no dia de Pentecostes depois do sacrifício do nosso Cordeiro pascal, Jesus Cristo?

Com o som de um forte vento, o Espírito Santo desceu sobre os apóstolos em Jerusalém. As palavras que ele revelou por meio daqueles homens escolhidos mostraram para os ouvintes as condições da comunhão com Deus. Por meio do evangelho pregado naquele dia, Deus separou uma nação santa, a igreja do Senhor Jesus. As pessoas que se arrependeram e receberam o batismo para a remissão dos pecados foram salvas e entraram em comunhão com Deus (leia o registro desse dia importante em Atos 2). A mensagem que o Senhor revelou no monte Sinai definiu a igreja do Antigo Testamento, o povo de Israel. A mensagem revelada em Jerusalém no dia de Pentecostes definiu a igreja do Novo Testamento.

Pentecostes foi uma data marcante, tanto no Antigo como no Novo Testamento


Texto: por Dennis Allan
Aqui eu Aprendi!

domingo, 24 de setembro de 2017

Rosh HaShaná: comemorando o ano 5.778

Rosh HaShaná: Judeus comemoram o ano de 5.778


Data marca o período de avaliação da vida e arrependimento

A celebração do Ano Novo Judaico, o Rosh HaShaná ("Cabeça do Ano", em Hebraico), teve início ao pôr do sol da quarta-feira, 20 de setembro. Comemorada em todo o mundo, a celebração dura dez dias, e culmina com o dia do Perdão, o Yom Kippur, quando os judeus praticantes fazem jejum de 25 horas, acompanhado de orações nas sinagogas.

Enquanto o mundo segue o calendário cristão e está 2017 depois de Cristo, os judeus comemoram o início do ano 5778 do seu calendário. Segundo a tradição, ele teria se iniciado no dia da criação do homem e do mundo.

Leonardo Alanati, rabino da Congregação Israelita Mineira, ensina que o Ano Novo Judaico difere do tradicional réveillon dos brasileiros. "Na noite do Rosh HaShaná, os judeus vão à sinagoga orar e ouvir o toque do shofar, uma espécie de berrante feita com chifre de carneiro. Depois das orações, as famílias se reúnem para jantar, trocam presente, flores e consomem alimentos simbólicos. Apesar de o significado ser totalmente diferente, o espírito se assemelharia mais ao do Natal em outras culturas", explica.

O rabino Leonardo enfatiza: "O Ano Novo Judaico passa uma dupla mensagem. De um lado, felicidade, paz e saúde. De outro, representa uma reavaliação de cada um e uma oportunidade para pedir perdão e iniciar um novo ciclo".

O Shaná Tová, saudação que significa "um bom ano" marca esse período do ano especial para os judeus, orações são mais longas e são feitos 100 toques do shofar. Os dez dias entre "RoshHaShaná" e o "Yom Kipur", são chamados de "Iamim Noraim" (dias temíveis). Nesse período, os israelitas continuam a fazer o balanço dos atos passados e comprometem-se com a mudança e o arrependimento, explica Marcus Strozberg,  presidente da Sociedade Israelita do Estado do Ceará.

Marcus enfatiza que o calendário judaico é lunar, por isso a data é comemorada em dias diferentes todos os anos, mas sempre na mesma época. Segundo a tradição judaica, Adão e Eva foram criados no primeiro dia do mês de "Tishrei", que foi o sexto dia da Criação.


No calendário judaico existem doze meses no ano, e há doze Tribos em Israel. Cada mês do ano judaico tem sua tribo representativa. O mês de Tishrei é o mês da Tribo de Dã. Isto tem um significado simbólico, pois quando Dã nasceu, sua mãe Lea disse: "Deus julgou-me e também atendeu à minha voz." Dan e Din (Yom HaDin, Dia do Julgamento) são ambos derivados da mesma raiz, simbolizando que Tishrei é a época do Julgamento Divino e do perdão.

Fonte: Gospel Prime


Rosh Hashaná ocorre no primeiro dia do mês de Tishrei, primeiro mês do ano no calendário judaico rabínico, sétimo mês no calendário bíblico e nono mês no calendário gregoriano.

Começa ao pôr do sol na véspera de 1º de Tishrei (20 de setembro de 2017) e termina após o anoitecer em 2 de Tishrei (22 de setembro de 2017).

A Torá refere-se a este dia como o Dia da Aclamação (Yom Truá Levítico 23:24).

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quarta-feira, 29 de junho de 2016

Festa Junina: Cultura popular ou disfarçada Idolatria?

"Portanto, meus amados, fugi da idolatria." 1 Coríntios 10:14

No princípio, a festa era chamada de “Joanina”, pois era realizada em veneração a “São João”. Mais tarde, além de “São João”, outros santos católicos passaram a ser venerados. Assim a expressão mudou para “Festa Junina” em função de junho ser o suposto mês do nascimento dos santos que passaram a ser celebrados juntamente com “São João”.

Embora a festa seja popular e amplamente divulgada, os cristãos são advertidos pelas Escrituras a não participarem de nenhum tipo de festa com intuito de adoração ou veneração de santo algum. Esta prática é condenada pela Bíblia e classificada como pecado de Idolatria: “Mas nem em todos há conhecimento; porque alguns até agora comem, no seu costume para com o ídolo, coisas sacrificadas ao ídolo; e a sua consciência, sendo fraca, fica contaminada” (1Co 8.7). Vejamos alguns elementos de idolatria que revestem esta festa popular.

1. Santos Homenageados
13 Junho: “Santo Antônio”, 24 Junho: “São João” e 29 Junho: “São Pedro”

2. Mastro/Pau de Sebo
O mastro também conhecido como mastro dos Santos Populares, é erguido durante a festa junina para celebrar os três santos ligados a festa junina. No Brasil, no topo de cada mastro são amarradas em geral três bandeirinhas simbolizando as datas de nascimentos dos três santos: “Santo Antônio”, “São João” e “São Pedro”.

3. Comidas Típicas
As comidas típicas da Festa Junina são para venerar “São Pedro”. A tradição católica atribuiu a “São Pedro” a responsabilidade de fazer chover. O mês de junho é o mês da colheita do milho. O milho só pode ser colhido por causa das abundantes chuvas. Assim, “São Pedro” é venerado na festa junina com comidas derivadas do milho. Pamonha, cural, milho cozido, milho assado, canjica, cuzcuz, pipoca e bolo de milho são apenas alguns exemplos da culinária junina.

4. Casamento Caipira
Na Festa Junina é realizado o casamento caipira para venerar “Santo Antônio”. Como “Santo Antônio” é considerado o santo casamenteiro, é comum as simpatias para mulheres solteiras que querem casar. No dia 13 de junho, as igrejas católicas distribuem o “pãozinho de Santo Antônio”. Diz à tradição que o pão bento deve ser colocado junto aos mantimentos da casa e as mulheres que desejam casar devem comê-lo.

5. Fogueira
De origem européia, as fogueiras juninas fazem parte da antiga tradição pagã de celebrar o solstício de verão. Uma lenda católica cristianizando a fogueira pagã afirma que o costume de acender fogueiras no começo do verão europeu tinha suas raízes em um acordo feito pelas primas Maria e Isabel. Para avisar Maria sobre o nascimento de “São João Batista” e assim ter seu auxílio após o parto, Isabel teria de acender uma fogueira sobre um monte. Outro simbolismo é a veneração de uma lamentável lembrança de “São Pedro” aquentando-se na fogueira na noite em que negou Jesus.

Considerações
Em virtude de todos os simbolismos acima relacionados, concluí-se que festejar “os santos” da “Festa Junina” é de acordo com a Bíblia Sagrada praticar idolatria. Deste modo os cristãos autênticos devem abster-se de tais festas.

Fonte: CPAD_News - Pr.Douglas Baptista


Leia também:
  • Festa Junina, o Cristão deve ou não participar?
Aqui eu Aprendi!

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Festa Junina, o Cristão deve ou não participar?

"Que vos abstenhais das coisas sacrificadas aos ídolos, e do sangue, e da carne sufocada, e da fornicação, das quais coisas bem fazeis se vos guardardes..." Atos 15:29

Festa Junina? O que é isso?
Tudo começou quando a Igreja cristã canonizou João Batista, a partir daí foram-lhe conferidas duas honrarias: o título de santo, “São João”, e uma festa, a festa de São João.

Mas o que se celebra nessa festa?
Com base no Evangelho de Lucas 1.26,36, João Batista nasceu seis meses antes de Jesus. Portanto, se o nascimento de Jesus — o Natal — é celebrado em 25 de dezembro, logo o de João Batista deveria ser celebrado seis meses antes, em 24 de junho. Em outras palavras, a festa de São João, ou a festa junina, é o Natal de João Batista — é claro que estas datas são simbólicas, pois não sabemos ao certo a data do nascimento de Jesus, nem do Batista.

Por outro lado, a velha Europa que recebeu o cristianismo já tinha sua própria cultura. Uma das tradições mais conhecidas era o “midsommar”, o costume de acender grandes fogueiras no solstício de verão (21 a 23 de Junho), a época do ano em que o Sol incide com maior intensidade no hemisfério norte. Há registros de que os Druidas e Vikings acendiam fogueiras em seus cultos de adoração e também para espantar maus espíritos.[1]

Pode o cristão protestante participar das comemorações alusivas à festa junina?
Bem, creio que uma pessoa cristã protestante não deve participar das chamadas festas juninas ou “festa dos santos populares”.

Este último nome exprime tudo. A partir do ensino das Escrituras Sagradas os cristãos protestantes não celebram, homenageiam, louvam, cultuam, exaltam ou adoram seus conservos (Cl 4.7), mas unicamente a Deus. Nem mesmo anjos merecem esse tipo de veneração (Ap 19.10; Ap 22.9). Esta comemoração é cristã romana e não envolve o protestantismo. É celebrada por católicos romanos e não por cristãos protestantes. É cultura? Sim, porém, romanizada. A mistura, o sincretismo religioso, é perigoso e danoso.

Comemorada em muitas partes do mundo, tal festa aparentemente pagã foi cristianizada na Idade Média aplicada a São João, por isso, Festa de São João (festejado em 24/06). O conceito cristão romano incorporou ainda São Pedro, São Paulo (ambos celebrados em 29/06, festa litúrgica também chamada “Solenidade dos Santos Pedro e Paulo”) e Santo Antônio (comemorado em 13/06).

A veneração de santos é parte fundamental da teologia católica romana. Protestantes não veneram ou preiteiam santos. Fogem da idolatria disfarçada de homenagem. Seguem os mandamentos de Deus em Ex 20.3-5: “Não terás outros deuses diante de mim. Não farás para ti imagem de escultura, nem semelhança alguma do que há em cima nos céus, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não as adorarás, nem lhes darás culto; porque eu sou o SENHOR, teu Deus, Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até à terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem”.

A festa junina remete a teologia romana dos santos. Protestantes enaltecem Cristo como o único mediador entre Deus e os homens (I Tm 2.5). Como ensinou o Mestre em Lc 4.8, “está escrito: Ao Senhor, teu Deus, adorarás e só a ele darás culto”.

O próprio homenageado nas festas juninas, o conservo Paulo, ao abordar a mistura entre os cristãos de Corinto e as festas pagãs celebradas a outros ídolos, ensinou: “Que digo, pois? Que o sacrificado ao ídolo é alguma coisa? Ou que o próprio ídolo tem algum valor? Antes, digo que as coisas que eles sacrificam, é a demônios que as sacrificam e não a Deus; e eu não quero que vos torneis associados aos demônios. Não podeis beber o cálice do Senhor e o cálice dos demônios; não podeis ser participantes da mesa do Senhor e da mesa dos demônios” (I Co 10.19-22).

Pense! O secularismo tem sido o responsável pela minimização da não-participação de evangélicos nesse “lazer” e/ou pelos chamados “arraiais gospel”. Se é lazer, é desdourado pela teologia romana. Se é “estratégia” não é coerente com o ensino bíblico.

No ambiente familiar os pais devem orientar os filhos sobre o significado desta Festa. Como Protestantes, devem ensinar e não permitir a participação ou participarem desta festa cultural romana. É verdade que as festas juninas pós-modernas não enfatizam tanto a veneração aos santos como antes, todavia, não é mentira que a festa é destinada a venerá-los. Cristãos Protestantes devem fugir destes festejos.

É uma festa caipira? Bom, realizar esta festa nesse tempo criará uma associação com a festa romana. Cristãos Protestantes precisam ser associados aos valores bíblicos eternos e não a festas romanas universais. O ideal é que a festa caipira, como uma festa temática, aconteça em outros meses do ano. Essa é uma posição moderada, prudente.

Fogueiras, pipoca, pé-de-moleque, danças, bolos de fubá, quebra-queixo, canções, canjicão e outros símbolos foram incorporados a festa romana, mas, em si, não são vedados. São resultado da obra criativa de Deus em nós. Devem ser recebidos com ações de graças (I Tm 4.3-4). O único cuidado necessário é recebê-los fora do ambiente das festas juninas.[2]

"Mas nem em todos há conhecimento; porque alguns até agora comem, com consciência do ídolo, coisas sacrificadas ao ídolo; e a sua consciência, sendo fraca, fica contaminada." 1 Coríntios 8:7

Além das festas juninas e dos doces distribuídos no dia de Cosme e Damião, há muitos banquetes consagrados aos deuses das riquezas, às divindades do poder corrupto e corruptor, e aos demônios da permissividade moral e do relativismo ético. Outrossim, cuidado com os restaurantes que, logo na entrada, expõem a sua divindade como se fora um mero folclore. Não é folclore; é demônio mesmo.

Cuidado com a idolatria meu irmão! foge dela!
"Portanto, meus amados, fugi da idolatria." 1 Coríntios 10:14

"Portanto, também nós, uma vez que estamos rodeados por tão grande nuvem de testemunhas, livremo-nos de tudo o que nos atrapalha e do pecado que nos envolve, e corramos com perseverança a corrida que nos é proposta, tendo os olhos fitos em Jesus, autor e consumador da nossa fé. Ele, pela alegria que lhe fora proposta, suportou a cruz, desprezando a vergonha, e assentou-se à direita do trono de Deus." Hebreus 12:1,2

Fonte:
[1]GUIAME, JEAN FRANCESCO 
[2]ULTIMATO, ÂNGELO VIEIRA DA SILVA

Sugestão de leitura:
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segunda-feira, 9 de maio de 2016

Rabinos Israelitas e a chegada do Messias!

PROEMINENTES RABINOS ISRAELITAS ESTÃO CONVENCIDOS QUE A CHEGADA DO MESSIAS ESTÁ IMINENTE...

Dois proeminentes líderes religiosos judeus reuniram-se recentemente para uma conversa muito importante, de facto tão importante que se tornou manchete na imprensa mundial...


O rabino Moshe Sternbuch, vice-presidente do tribunal rabínico e líder dos Edah HaChareidis em Jerusalém, fez uma rara visita ao rabino Chaim Kanievsky, na casa deste, em Bnei Barak.

Estes dois rabinos são das figuras mais proeminentes da Torah (Palavra) nos dias de hoje. As conversas tidas entre esses dois homens têm um enormíssimo significado, e o site hebraico Kikar Shabbat gravou o diálogo entre esses dois famosos rabinos.

A maior parte da conversa girou à volta das expectativas relacionadas com a vinda do Messias. Segundo o registo, ambos claramente acreditam que tal pode acontecer literalmente a qualquer momento...

O rabino Kanievsky afirmou que são esperadas tribulações. "São os dias antes do Messias" - explicou.

O rabino Sternbuch anuiu. "No final dos dias, aqueles que temem a Deus desesperarão e as suas mãos se soltarão de lutarem na guerra de Deus contra os pecadores, e não haverá ninguém em quem confiar, senão em Deus" - disse, acrescentando: "Temos de trazer o Messias."

"NO ANO APÓS O SHEMITAH, O FILHO DE DAVID VIRÁ"

O rabino Kanievsky respondeu que o Messias deverá estar chegando num futuro muito próximo. Citou ainda o Talmude (Megillah 17b), dizendo: "No ano após o shemitah, o Filho de David virá."

O ano depois do shemitah no calendário judaico termina neste próximo Outubro, por isso, as expectativas messiânicas em Israel serão altas até essa altura.

Ao mesmo tempo que estas expectativas são afirmadas pelos rabinos, as convulsões mundiais à volta da Terra de Israel sucedem-se, com o aproximar de uma provável resolução das Nações Unidas "forçando" à divisão da Terra entre judeus e árabes.

A Bíblia diz-nos que os conflitos finais da humanidade girarão à volta de Israel, e é isso que os nossos olhos presenciam diariamente.

Resta-nos esperar em fé e confiança o cumprimento final das promessas de Deus para o Seu povo!

Publicado em Shalom Israel  via Notícias Cristãs 
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domingo, 1 de maio de 2016

Dia do Trabalhador

"Bem-aventurado aquele que teme ao SENHOR e anda nos seus caminhos. Pois comerás do trabalho das tuas mãos; feliz serás, e te irá bem." Salmos 128:1,2



Nossa homenagem aos trabalhadores que cotidianamente exercem suas profissões e que também abraçaram a nossa tarefa de ensinar na Escola Bíblica Dominical. Deus continue abençoando cada um de vocês.

Comemorado no dia 1º de maio, o Dia do Trabalho ou Dia do Trabalhador é uma data comemorativa usada para celebrar as conquistas dos trabalhadores ao longo da história.

Nessa mesma data, em 1886, ocorreu uma grande manifestação de trabalhadores na cidade americana de Chicago.

Milhares de trabalhadores protestavam contra as condições desumanas de trabalho e a enorme carga horária pela qual eram submetidos (13 horas diárias). A greve paralisou os Estados Unidos. No dia 3 de maio, houve vários confrontos dos manifestantes com a polícia. No dia seguinte, esses confrontos se intensificaram, resultando na morte de diversos manifestantes. As manifestações e os protestos realizados pelos trabalhadores ficaram conhecidos como a Revolta de Haymarket.

Em 20 de junho de 1889, em Paris, a central sindical chamada *Segunda Internacional instituiu o mesmo dia das manifestações como data máxima dos trabalhadores organizados, para, assim, lutar pelas 8 horas de trabalho diário. Em 23 de abril de 1919, o senado francês ratificou a jornada de trabalho de 8 horas e proclamou o dia 1° de maio como feriado nacional.

Após a França estabelecer o Dia do Trabalho, a Rússia foi o primeiro país a adotar a data comemorativa, em 1920.

No Brasil, a data foi consolidada em 1924 no governo de Artur Bernardes. Além disso, a partir do governo de Getúlio Vargas, as principais medidas de benefício ao trabalhador passaram a ser anunciadas nessa data. Atualmente, inúmeros países adotam o dia 1° de maio como o Dia do Trabalho, sendo considerado feriado em muitos deles.
(via AtitudedeAprendiz - Sulamita Macedo)

*A Segunda Internacional (1889-1916) ou Internacional Socialista ou ainda Internacional Operária foi uma organização dos partidos socialistas e trabalhistas criada principalmente por iniciativa de Friedrich Engels, por ocasião do Congresso Internacional de Paris, em 14 de julho de 1889. Do congresso participaram delegações de vinte países. [Rubio, José Luis. Las internacionales obreras en América. Madrid: 1971. p.42.] (via Wikipédia)


Fatos importantes anunciados em 1º de maio no Brasil:
- Em 1940, o presidente Getúlio Vargas instituiu o salário mínimo. Este deveria suprir as necessidades básicas de uma família (moradia, alimentação, saúde, vestuário, educação e lazer)

- Em 1941 foi criada a Justiça do Trabalho, destinada a resolver questões judiciais relacionadas, especificamente, as relações de trabalho e aos direitos dos trabalhadores.

- Em 1943 ocorreu a criação da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), por Getúlio Vargas, sendo a principal referencia para a legislação trabalhista.


O 1º de Maio no mundo
O primeiro dia do mês de Maio é considerado feriado em alguns países do mundo. Além do Brasil, Portugal, Rússia, Espanha, França, Japão e cerca de oitenta países consideram o Dia Internacional do Trabalhador um dia de folga.

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sexta-feira, 1 de abril de 2016

1º de Abril Dia da mentira. Por que?

Quem nunca ouviu falar que o dia 1º de Abril é o dia da mentira?

Apesar da "crendice" vale mencionar que não se deve mentir e nem "brincar" com invenções de fatos ou casos mentirosos. A mentira não leva a lugar algum e quem mente só tem prejuízos, além do titulo "lá vem o mentiroso".

Sabemos que o pai da mentira é o diabo e em questão espiritual o assunto é bastante sério. "Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai. Ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira." João 8:44 

Por isso possamos preservar a verdade e nos afastar do engano, da mentira, pois os mentirosos não herdarão o reino de Deus. "Mas, ficarão de fora os cães e os feiticeiros, e os que se prostituem, e os homicidas, e os idólatras, e qualquer que ama e comete a mentira." Apocalipse 22:15

Vamos Aprender um pouco sobre a origem deste dia, desta "comemoração".

Qual a origem?
dia 1º de abril é considerado em vários países ocidentais como o Dia da mentira, uma data em que muitos se aproveitam para “pregar uma peça” em amigos ou mesmo em desconhecidos. Mas como essa data teve origem? E por que ela ocorre justamente em 1º de abril?

Mudança do calendário e as origens do Dia da Mentira, ou “Dia de todos os tolos”
As origens do Dia da Mentira não são plenamente exatas, mas é certo que remontam à França da segunda metade do século XVI. Em 1564, o rei francês Carlos IX tornou oficial nos domínios de seu reinado o novo calendário, definido durante o Concílio de Trento (1545 a 1563). Esse novo calendário ficou conhecido como calendário gregoriano por ter sido proposto pelo Papa Gregório XIII. O calendário gregoriano substituiu o calendário juliano (proposto por Júlio César no século I a.C.), provocando alterações fundamentais, como a mudança de datas comemorativas.

O Ano Novo, por exemplo, era comemorado, no calendário juliano, sempre em 25 de março, quando se iniciava a Primavera no Hemisfério Norte. As comemorações duravam cerca de uma semana, finalizando-se no dia 1º de abril. O calendário gregoriano mudou a comemoração dessa data para o dia 1º de janeiro – vigente até hoje. Carlos IX, sendo o primeiro a adotar o calendário, provocou uma mudança nos hábitos de seus súditos. Grande parte dos franceses, após 1564, ainda comemorava o Ano Novo na passagem do mês de março para o mês de abril. Aqueles que sabiam que o calendário antigo havia sido revogado começaram a zombar dos desavisados, chamando-os de tolos e acusando-os de comemorarem de forma mentirosa a passagem do ano.

O último dia da antiga comemoração, o dia 1º de abril, ficou marcado então como o “Dia da mentira”, isto é, da “comemoração mentirosa da passagem do ano”. Em 1582, o Papa Gregório XIII publicou a bula Inter gravissimas, que instituiu oficialmente o novo calendário em todos os países católicos. Esse fato contribuiu para que o Dia da mentira se propagasse para outras regiões além da França, tornando-se popular em todo o mundo ocidental.

Exemplos de mentiras contadas no dia 1º de abril
Como dissemos no início do texto, o Dia da mentira é frequentemente utilizado para se “pregar uma peça”. Muitos casos de mentiras contadas no dia 1º de abril tornaram-se famosos. 

No Brasil, um dos casos mais notórios ocorreu em 1º de abril de 1848. O periódico pernambucano chamado sugestivamente de “A Mentira” noticiou o falecimento do então imperador do Brasil Dom Pedro II. Como sabemos, Dom Pedro II só morreu em 1891, na França. O jornal teve que desmentir o fato dois dias depois da publicação.

Outro exemplo que podemos dar, mais recente e de âmbito internacional, vem da empresa Google. O site de buscas Google é conhecido por ser um dos mais inovadores do mundo da internet, mas também um dos mais descontraídos.

No dia 1º de abril do ano 2000, o Google disponibilizou ao público uma versão de sua página de buscas chamada MentalPlex. A MentalPlex seria capaz de ler a mente das pessoas, isto é, não era necessário que a pessoa digitasse o que estava a fim de saber na barra de busca. Bastava apenas olhar fixamente em uma bolinha de cristal colorida e com movimentos gráficos hipnóticos, disponível na página, para que o próprio sistema soubesse o que você estava querendo saber. Não é preciso dizer que muitos dos usuários do Google tentaram ter seus pensamentos adivinhados pela MentalPlex.

Por Me. Cláudio Fernandes

"Por isso deixai a mentira, e falai a verdade cada um com o seu próximo; porque somos membros uns dos outros." Efésios 4:25

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sábado, 10 de outubro de 2015

A Criação dos Céus e da Terra - Livro de Gênesis

Pela fé, entendemos que os mundos, pela palavra de Deus, foram criados; de maneira que aquilo que se vê não foi feito do que é aparente” Hb 11.3

“Se Deus criou o mundo, então parte de sua sabedoria e de Sua beleza está refletida na ordem da criação. Vemos a glória do Criador na beleza da criação. A ordem criada é de Deus, não nossa. Temos de aprender a respeitá-la como o lugar onde vivemos e cujo cuidado nos foi confiado” (Alister McGrath, “Criação”).

Hoje vivemos um caos no meio ambiente. Um caos que o apóstolo Paulo já havia exposto nestas linhas: “Porque a criação ficou sujeita à vaidade, não por sua vontade, mas por causa do que a sujeitou, [...] Porque sabemos que toda a criação geme e está juntamente com dores de parto até agora” (Rm 8.20,22). Este caos da criação se deve ao pecado, e não só no sentido dos efeitos diretos da Queda na criação, mas também da falta de cuidado que a humanidade caída tem com a criação de Deus.

Deus é o Criador do mundo e nós, os seres humanos, somos os responsáveis pela destruição do planeta, seja não honrando a Deus como o Supremo Criador do mundo, seja, em outros casos, usando a fé para legitimar uma prática predatória do meio ambiente. Quando estudamos o livro do Gênesis para reconhecer nEle, Deus, o Criador do mundo e do ser humano, isso deve trazer um sentimento de humildade e temor, pois habitamos um mundo criado por Deus pelo qual fomos nomeados seus mordomos e guardadores. De modo que quando não honramos tal condição, pecamos contra Ele e o próximo.

Martinho Lutero compreendeu bem as implicações de reconhecermos Deus como o Autor da Criação: “Creio que Deus me criou, junto com todas as criaturas. Ele me deu corpo e alma, olhos, ouvidos e todas as outras partes do meu corpo, minha mente e todos os meus sentidos, como também os preserva. Ele me deu as roupas e os sapatos, o alimento e a bebida, a casa e a terra, o cônjuge e os filhos, os campos, os animais e tudo que tenho. Todos os dias, Ele provê abundantemente tudo que preciso para alimentar meu corpo e minha vida. Protege-me contra todos os perigos, serve de escudo e defende-me de todo o mal. Faz tudo isso por causa de Sua bondade e misericórdia puras, paternais e divinas, e não porque conquistei ou mereço isso”.

Crer que Deus é o Criador do mundo é aceitar resignadamente a Sua vontade e, invariavelmente, assumir que é da Sua vontade que cuidemos da criação, pois é a partir desta que nos alimentamos, vestimos e vivemos: tudo como bênção de Deus para nós.
Cuidar da terra faz parte do propósito de entender o início do Gênesis. - Revista Ensinador Cristão nº64-pg.37

A primeira grande verdade da Bíblia é que Deus criou os Céus, a Terra e o ser humano.

Durante a redação deste capítulo, recorri diversas vezes  aos dois primeiros capítulos de Gênesis. E, a cada leitura, perguntava-me: “Por que essa passagem é tão combatida?” O referido texto, além de belo e piedoso, é mais lógico que o Big Bang e mais verossímil que Darwin. Não obstante, até mesmo alguns seminários evangélicos, influenciados por uma incredulidade crônica, já não aceitam como verdade histórica os 11 primeiros capítulos da Bíblia. Seus professores, arrogantemente, ensinam que a narrativa da Criação e a História Primeva só podem ser recebidas alegoricamente.
Analisando a redação sagrada do ponto de vista gramatical, verifico não haver aí parábola alguma. E, sim, um relato histórico muito bem elaborado que, sequer, abusa dos adjetivos. Por que um preconceito tão maligno contra o Santo Livro? Embora a História da Criação não seja científica, jamais será contraditada pela verdadeira ciência. Além do mais, é a resposta mais clara e confiável que possuímos à grande pergunta da vida: “Como vieram a existir tudo quanto há no Universo?” Levemos em consideração também que, sem o Criacionismo Bíblico, nenhuma doutrina cristã tem sentido.


I. A COERÊNCIA DO CRIACIONISMO BÍBLICO
Cada religião possui o seu criacionismo. Dos gregos à tribo mais escondida da Amazônia, é possível encontrar uma narrativa da criação do Universo. Algumas fantásticas; outras pueris. Mas todas igualmente absurdas. Tais mitologias são o resultado de uma tradição oral que, transmitida por Adão e Noé a seus filhos, foi corrompida pelo tempo. Em sua base, porém, há um fundo de verdade.

1. Criacionismo Bíblico.
É a doutrina da Bíblia Sagrada, cujo principal objetivo é mostrar como vieram a existir os Céus, a Terra e o ser humano. É uma verdade aceita não somente pela fé, mas também pela razão (Hb 11.3; Rm 1.19,20). O pecado de Adão e Eva, portanto, não conseguiu depravar absolutamente o homem; não impede a criatura de reconhecer o Criador na criação.

2. Os fundamentos do Criacionismo Bíblico.
Três são os fundamentos do Criacionismo Bíblico:
1) a Bíblia Sagrada; 2) a razão; e: 3) o testemunho da Criação.

a) A Bíblia Sagrada. As Sagradas Escrituras afirmam do início ao fim, que Deus é o Criador dos Céus e da Terra (Gn 1.1; Sl 95.6; Ap 10.6). Ora, basta o testemunho da Escritura, para que nos convençamos da verdade. Afinal, ela é a inspirada e inerrante Palavra de Deus. Ora, se a Bíblia não for capaz de convencer-nos, a quem recorreremos? (Lc 16.31).

b) A razão humana. Embora comprometida pelo pecado, a razão ainda é eficiente para conduzir-nos ao Criador, conforme Paulo enfatiza aos romanos: “Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas” (Rm 1.20). Todavia, não ignoramos que Satanás vem entenebrecendo a compreensão do homem moderno (2Co 4.4). Por isso, temos de proclamar a Palavra de Deus a tempo e a fora de tempo.

c) A criação. Finalmente, a própria Criação testemunha do Criador (Sl 19.1). No Salmo 104, o cantor sagrado enaltece a Deus por sua obra, pois esta discorre sobre o Ser que tudo criou e que a tudo preserva.

Salmos 104.1-14
1 -  Bendize, ó minha alma, ao SENHOR! SENHOR, Deus meu, tu és magnificentíssimo; estás vestido de glória e de majestade.
2 - Ele cobre-se de luz como de uma veste, estende os céus como uma cortina.
3 - Põe nas águas os vigamentos das suas câmaras, faz das nuvens o seu carro e anda sobre as asas do vento.
4  - Faz dos ventos seus mensageiros, dos seus ministros, um fogo abrasador.
5 - Lançou os fundamentos da terra, para que não vacile em tempo algum.
6 - Tu a cobriste com o abismo, como com uma veste; as águas estavam sobre os montes;
7 - à tua repreensão, fugiram; à voz do teu trovão, se apressaram.
8 - Subiram aos montes, desceram aos vales, até ao lugar que para elas fundaste.
9 - Limite lhes traçaste, que não ultrapassarão, para que não tornem mais a cobrir a terra.
10 - Tu, que nos vales fazes rebentar nascentes que correm entre os montes.
11 - Dão de beber a todos os animais do campo; os jumentos monteses matam com elas a sua sede.
12 -  Junto delas habitam as aves do céu, cantando entre os ramos.
14 - Ele faz crescer a erva para os animais e a verdura, para o serviço do homem, para que tire da terra o alimento

"Aquele que tem, ele só, a imortalidade, e habita na luz inacessível; a quem nenhum dos homens viu nem pode ver, ao qual seja honra e poder sempiterno. Amém." 1 Timóteo 6:16

II. O MARAVILHOSO PRINCÍPIO DA CRIAÇÃO
O que Deus fazia no princípio? Não é fácil responder a essa pergunta, pois não dispomos de nenhuma informação acerca de suas atividades entre os três primeiros versículos do capítulo um de Gênesis. Todavia, permitam-me algumas conclusões, que acredito serem coerentes e razoáveis. Antes de Deus fazer a Terra, Ele criou o tempo, o espaço e a sua própria morada.

1. O tempo. Deus jamais faria a sua obra na eternidade, porquanto esta é um atributo exclusivamente seu (1Tm 6.16). O Criador é sempiterno; a criação, temporal. Ao contrário dos gregos que acreditavam na eternidade da matéria, os hebreus crêem que tudo quanto existe no tempo, foi criado pelo Eterno (Hb 11.3). Aliás, nem a própria morada de Deus é eterna. Sendo o tempo a duração relativa das coisas, gera-nos a noção de presente, passado e futuro: um período contínuo no qual se sucedem os eventos. Deus, porém, é o que é. Ele não está sujeito a qualquer sucessão de dias ou séculos. Presente, passado e futuro são-lhe a mesma coisa. Logo, somente o Eterno poderia criar o tempo.

2. O espaço. Contrariando o que muita gente supõe, o espaço não é sinônimo de vácuo. Este nenhum tecido possui. Aquele, entretanto, tendo a sua própria tela, não pode avançar além de suas fronteiras. O Senhor o criou, a fim de conter a sua obra que, embora vastíssima, é finita. Logo, o espaço também é finito. O Criador não se acha limitado quer pelo tempo, quer pelo espaço; a criação, sim. Até os mesmos anjos acham-se condicionados temporal e espacialmente, pois não podem estar em dois lugares ao mesmo tempo.

3. Os Céus. Tendo já estabelecido o tempo e o espaço, o Senhor cria, agora, a sua própria morada.
Na verdade, Ele não precisa de habitação alguma, pois nem o céu dos céus pode contê-lo (2Cr 6.18). Mas, Rei do Universo que é, delimita um lugar, para nele situar a sua corte.
Sim, até o próprio céu necessita do tempo e do espaço, pois é um lugar real, e não uma mera parábola. Embora não ocupe a nossa dimensão, a região celeste tem de ser vista como realidade. Para lá são levadas as almas dos que dormem em Cristo (Ap 6.9).

A Nova Jerusalém, a morada eterna dos santos, também é um lugar bem real. Em breve, estaremos ali com o Senhor. Ajuda-nos, Pai.
Já criados os céus, que não podem ser confundidos com os planetas de nosso sistema solar, o Senhor chama os anjos à existência. Assim o salmista descreve a ação divina: “Os céus por sua palavra se fizeram, e, pelo sopro de sua boca, o exército deles” (Sl 33.6). Os seres angelicais também foram criados pelo sopro divino, exatamente como o Senhor procederia com o homem (Gn 2.7). O Criador, pois, dedicou especial atenção às suas criaturas racionais; chamou-as à vida de maneira única e personalizada: cada anjo é um anjo, cada homem é um homem. Semelhantes, sim; iguais, não.

4. A Terra informe. Ainda no princípio, Deus criou a Terra, e pô-la exatamente naquela coordenada espacial, onde se encontra até ao dia de hoje. Nosso planeta, já delimitado pelo tempo e pelo espaço, ainda era vazio e não possuía a forma atual. O autor sagrado assim o descreve: “A terra, porém, estava sem forma e vazia; havia trevas sobre a face do abismo, e o Espírito de Deus pairava por sobre as águas” (Gn 1.2).

O que era a Terra nesse longínquo princípio? Era um todo disforme coberto pelas águas, que escondiam um grande abismo. Por essa razão, fazia-se necessária a presença do Espírito Santo que, pairando por sobre as águas, dava sustentação gravitacional ao nosso planeta. Pois o Sol, a Lua e os demais corpos do Sistema Solar ainda não haviam sido criados, para manter-lhe a gravidade naquele quadrante específico do espaço.


O Espírito Santo pairou sobre as águas (Gn 1.2). Ele esteve presente e desempenhou um papel ativo na obra da criação..

O Espírito Santo na criação. O Espírito Santo pairou sobre as águas (Gn 1.2). Ele esteve presente e desempenhou um papel ativo na obra da criação. O que vemos pelo relato bíblico é que a cada dia, Deus fez uma tarefa diferente, mas ordenada, para que a vida fosse possível em nosso planeta. 


III. A CRIAÇÃO DA LUZ
Deus não precisa de luz, pois a luz e as trevas são-lhe a mesma coisa. Além disso, habita Ele em luz inacessível (Sl 139.12; 1Tm 6.16). Sua obra, porém, dela necessita para subsistir. Por esse motivo, para dar forma à Terra, o Senhor ordenou-lhe o aparecimento: “Haja luz” (Gn 1.3).

1. A luz primeva. Somente o Pai das luzes para dar luz à luz (Tg 1.17). A luz do primeiro dia não era gerada pelo Sol, que só viria a existir no quarto dia da Criação. Alguns a denominam de primeva. Outros, de cósmica. Para mim, simplesmente divina, pois Deus mesmo é a sua fonte.
Na Jerusalém Celeste, não teremos qualquer necessidade do Sol, porque o próprio Criador será a luz da nova criação; a terra e os céus atuais já terão passado (Ap 21.23; 22.5). Eis que tudo se fará novo.
A partir daí, não precisaremos mais da luz primeva; nem da solar viremos a necessitar: a luz eterna, provinda do ser divino, iluminará a cidade que o Pai, em seu inexplicável amor, arquitetou e construiu para acolher-nos na eternidade. Aleluia!

2. Jesus, a luz do mundo. Sim, Deus é luz e, nele, não há treva alguma (1Jo 1.5). Por isso, aprouve-lhe enviar-nos o seu Unigênito como a luz do mundo (Jo 8.12). Em Jesus Cristo, somos recriados para uma nova realidade espiritual.
Sem o Cordeiro, onde estaríamos?
Aprisionados em trevas espirituais até sermos lançados à escuridão mais exterior (Mt 8.12). Mas, hoje, caminhamos na luz e vivemos no reino da luz e, como a luz, resplandecemos (Fp 2.15). Só em Cristo isso é possível.


"O dia da luz, das trevas e das águas divididas"
"Energia é necessidade vital para o habitat do homem, e a luz é energia. Por conseguinte, a primeira ordem de Deus foi: Haja luz. A ênfase na palavra falada de Deus é tão grande que cada dia criativo começa com uma ordem ou expressão da vontade divina. Em seguida, ocorre a execução da ordem e a declaração culminante: Era bom ou equivalente. As águas foram separadas, e acima da terra havia uma expansão. A palavra expansão ou firmamento transmite a ideia de solidez. Contudo, a ênfase na palavra hebraica original ragia não está no material em si, mas no ato de expandir-se ou na condição de estar expandido. Por isso, a palavra 'expansão' é apropriada". Para conhecer mais leia Comentário Bíblico Beacon, CPAD, p. 32. 


SUBSÍDIO BIBLIOLÓGICO
"A palavra hebraica para 'luz' é 'or', e refere-se às ondas iniciais de energia luminosa atuando sobre a terra. Posteriormente, Deus colocou 'luminares' (hb. ma'or, literalmente 'luzeiros', v.14 nos céus como geradores e refletores permanentes das ondas de luz. O propósito principal desses luzeiros é servir de sinais demarcadores das estações, dias e anos (vv. 5-14)" (Bíblia de Estudo Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 1991, p. 30).

IV. O FIRMAMENTO E A PORÇÃO SECA
Tendo já iluminado o espaço com a luz primeva, o Criador passa, agora, a separar as águas que se achavam acima e abaixo do firmamento. Não se pode explicar devidamente como isso aconteceu. Por esse motivo, requeiro a sua licença, querido leitor, para tirar algumas conclusões do texto sagrado.

1. Um planeta disforme e vazio. Até o segundo dia da Criação, a Terra ainda não possuía uma forma definida. Na ausência de atmosfera, suas águas ficavam tanto abaixo como acima do solo. Era um todo confuso e disforme. Era necessário, pois, que o Senhor ordenasse o caos, conforme registra o autor sagrado:
“E disse Deus: Haja firmamento no meio das águas e separação entre águas e águas. Fez, pois, Deus o firmamento e separação entre as águas debaixo do firmamento e as águas sobre o firmamento. E assim se fez. E chamou Deus ao firmamento Céus. Houve tarde e manhã, o segundo dia” (Gn 1.6-8).

2. O firmamento. Não posso definir o firmamento de Gênesis como o espaço sideral, pois este, como já vimos, fora criado logo no “princípio”. Também não posso confundi-lo com a porção seca do terceiro dia. Resta-me, pois, focá-lo como a atmosfera terrestre. Justamente, neste ponto, é que surge uma velha e incômoda pergunta: “Como explicar as águas que se achavam acima do firmamento”?

Penso que o nosso planeta, antes do Dilúvio, era envolvido por um escudo hídrico, que o protegia dos raios ultravioletas do Sol, proporcionando saúde e longevidade aos filhos de Adão. Sob uma atmosfera tão sadia, as feridas eram imediatamente cicatrizadas e a expectativa de vida, mesmo sob o pecado, era quase milenar (Gn 5.27). Depois, foi a existência humana definhando até chegar aos parâmetros atuais (Gn 50.26; Sl 90.10). Aliás, sob aquela atmosfera, o corpo humano bastava para se curar.
Por ocasião do singular cataclismo, porém, “as comportas dos céus se abriram, e houve copiosa chuva sobre a terra durante quarenta dias e quarenta noites” (Gn 7.11,12). A partir de então, a Terra ficou exposta aos raios daninhos do Sol. E, assim, deixou de ser aquele imenso e belo paraíso dos antigos. Enfermando-se, nosso planeta adoenta-nos e rouba-nos a vida. Quando, porém, o Senhor Jesus estabelecer o Milênio, a Terra será curada, mas a morte ainda reinará até a consumação final de todas as coisas.

3. A porção seca. Não era intenção do Senhor criar uma terra encharcada, nem um imenso deserto. Trabalhando harmonicamente a Criação, ideava um lugar com oceanos, mares e rios. E, cada um destes, banhando continentes e ilhas. Por isso, no terceiro dia, separou, de entre as águas, a porção seca, e fê-la aparecer simetricamente por todo o planeta.
A atmosfera, agora, envolvia uma terra que não era sem forma, nem vazia. A essas alturas, nosso planeta já era um globo bem definido. Faltava apenas o aparecimento das placas continentais. Então, ordena o Senhor: “Ajuntem-se as águas debaixo dos céus num só lugar, e apareça a porção seca. E assim se fez. À porção seca Deus chamou Terra e ao ajuntamento das águas, Mares. E viu Deus que isso era bom” (Gn 1.9,10).


SUBSÍDIO BIBLIOLÓGICO
“Deus tinha razões específicas para criar o mundo. Deus criou os céus e a terra como manifestação da sua glória, majestade e poder. Ao olharmos a totalidade do cosmo criado — desde a imensa expansão do universo, à beleza e à ordem da natureza — ficamos tomados de temor reverente ante a majestade do Senhor Deus, nosso Criador. Deus criou os céus e a Terra para receber a glória e a honra que lhe são devidas. Todos os elementos da natureza rendem louvores ao Deus que nos criou. Quanto mais Deus deseja e espera receber glória e louvor dos seres humanos. Deus criou a terra para prover um lugar onde o seu propósito e alvos para a humanidade fossem cumpridos” (Bíblia de Estudo Pentecostal. RJ: CPAD, 1991, p.31).

V. O APARECIMENTO DO REINO VEGETAL
Já havia mares e continentes, mas a porção seca do planeta achava--se despida de árvores e nua de ervas. A vida ainda não era possível no planeta. Para que ela se viabilizasse, Deus torna o reino vegetal uma estonteante realidade.

1. O reino vegetal. O Criador tudo planejou com sabedoria. Quando lemos o oitavo capítulo de Provérbios, maravilhamo-nos com a manifestação da sabedoria divina. Em dado momento, parece mais um monólogo do Cristo que, embora ainda no seio do Pai, descreve como tudo foi chamado à existência. Então, neste momento, decreta o Senhor o surgimento do reino vegetal: “E disse: Produza a terra relva, ervas que dêem semente e árvores frutíferas que dêem fruto segundo a sua espécie, cuja semente esteja nele, sobre a terra. E assim se fez. A terra, pois, produziu relva, ervas que davam semente segundo a sua espécie e árvores que davam fruto, cuja semente estava nele, conforme a sua espécie. E viu Deus que isso era bom” (Gn 1.11,12). Sem dúvida, foi algo maravilhoso. Do solo ainda virgem e casto, brotaram árvores e ervas. Aquele chão, ainda tão jovem, cobria-se agora de verde e, como num grande milagre, acobertava-se de flores. Somente Deus poderia criar tanta maravilha.

2. A fotossíntese. A essa altura, cabe outra indagação: “Como a vegetação poderia vingar sem o processo de fotossíntese, já que o sol só viria a ser criado no quarto dia?” Ora, se ainda não havia o Sol, a luz do primeiro dia já existia. E, provinda ela de Deus, possuía os elementos necessários ao pleno desenvolvimento das árvores e ervas que, por toda a parte, juncavam a Terra.
Não há contradição alguma entre a Bíblia Sagrada e a verdadeira ciência. Afinal, aquele que criou as plantas haveria de esquecer-se de algo tão básico como a fotossíntese?

VI. A CRIAÇÃO DO SISTEMA SOLAR
Até ao quarto dia, o Espírito Santo ainda pairava por sobre a Terra, a fim de emprestar-lhe forma e mantê-la em suas coordenadas. Afinal, nosso planeta depende da força gravitacional do Sol. Doutra forma, seria um astro errante, no qual a vida seria impossível. Por isso, Deus cria o Sistema Solar.

1. A cosmologia bíblica. Nas Sagradas Escrituras, encontramos uma cosmologia superior a qualquer sistema humano. Ao repreender o povo de Judá, o profeta Jeremias descreve o mecanismo com que Deus dotara o Universo: “Assim diz o Senhor, que dá o sol para a luz do dia e as leis fixas à lua e às estrelas para a luz da noite, que agita o mar e faz bramir as suas ondas; Senhor dos Exércitos é o seu nome. Se falharem estas leis fixas diante de mim, diz o Senhor, deixará também a descendência de Israel de ser uma nação diante de mim para sempre” (Jr 31.35,36). Para o pós-modernismo, as leis fixas de que fala o profeta são inaceitáveis, porque tudo haverá de ser absolutamente relativo. Se o Universo está em expansão, como aceitar a cosmologia bíblica? Quanto a mim, sinto-me mais confortável com o Gênesis de Moisés do que com o relativismo de Einstein.

2. A criação do Sol e da Lua. Já de início, podemos afirmar que a Terra é mais velha do que o Sol e a Lua. Logo, jaz sem qualquer sentido a Teoria do Big Bang, segundo a qual os corpos do Sistema Solar e as galáxias vieram a existir em virtude da explosão de uma partícula subatômica incrivelmente densa e quente.
Tal explosão não existiu. De acordo com a Bíblia, o Sistema Solar veio a surgir como resultado desta ordem divina: “Haja luzeiros no firmamento dos céus, para fazer separação entre o dia e a noite; e sejam eles para sinais, para estações, para dias e anos. E sejam para luzeiros no firmamento dos céus, para alumiar a terra. E assim se fez. Fez Deus os dois grandes luzeiros: o maior para governar o dia, e o menor para governar a noite; e fez também as estrelas” (Gn 1.14-16).
Já criado o Sol, a Lua e as estrelas, põe-se a Terra sob a sua influência gravitacional. No Universo, estabelecem-se as quatro grandes forças: gravidade, eletromagnetismo, força nuclear forte e força nuclear fraca.

3. A divisão do tempo. Se até agora, o tempo era contado apenas em dias, a partir da criação do Sol, da Lua e das estrelas, poderá ele ser dividido também em semanas, meses, anos, séculos e milênios. Acrescente-se, ainda, que, a partir de agora, a Terra ganha mais um movimento: a translação, a sua viagem anual em redor do Sol.

VII. O REINO ANIMAL
Estamos no sexto dia da criação. A terra já está devidamente preparada para acolher, nutrir e preservar a vida. Assim, Deus chama à existência o reino animal.


1. Os peixes e as aves. No quinto dia, os peixes enchem os mares, e as aves ocupam os céus (Gn 1.21,22). Todos segundo a sua espécie. Nenhuma espécie evolui de outra nem para outra; ao ambiente natural, adaptam-se naturalmente. Em tudo, Deus é perfeito. Não esqueceu nenhum detalhe. Ele fez desde os peixinhos que encerramos num aquário às enormes baleias e tubarões, que amedrontam os que se fazem ao mar. Quanto às aves, do rouxinol à soberba águia, há uma cadeia ininterrupta de pássaros. Somente um Deus como o nosso para criar tão perfeitamente tudo quanto existe.


2. Os animais selvagens e domésticos. No dia seguinte, vieram os animais domésticos e selvagens (Gn 1.24,25). Na obra divina, não há espaço à teoria de Darwin. Observemos, por exemplo, a cadeia que existe entre os felinos. Do gato mais diminuto ao leão mais orgulhoso, há uma cadeia impressionante de vida.
Nenhuma espécie necessita de outra para evoluir, pois todas já foram chamadas à vida exatamente como as vemos hoje.

"E viu Deus tudo quanto tinha feito, e eis que era muito bom; e foi a tarde e a manhã, o dia sexto." Gênesis 1:31

"Tudo quanto tem fôlego louve ao Senhor. Louvai ao Senhor." Salmos 150:6

CONCLUSÃO
A criação de Deus é perfeita. Não só perfeita, mas belamente sustentável. É o que descobrimos em Gênesis. Por esse motivo, alegramo-nos todas as vezes que voltamos ao primeiro livro da Bíblia Sagrada. As perguntas que a ciência não logrou responder são, em suas páginas, todas elucidadas numa linguagem simples e claríssima. Portanto, voltemos a pregar o Gênesis. Afinal, tudo quanto existe tem, nele, início. Sim, até mesmo as doutrinas que tanto prezamos. No próximo capítulo, veremos como e por que Deus criou o ser humano.

"Assim os céus, a terra e todo o seu exército foram acabados. E havendo Deus acabado no dia sétimo a obra que fizera, descansou no sétimo dia de toda a sua obra, que tinha feito." Gênesis 2:1,2

"E disse-lhes: O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem, por causa do sábado" Marcos 2.27

...até para a morte Deus tem uma solução. A Vida Eterna!

PARA REFLETIR
A respeito do livro de Gênesis:
O que é o Criacionismo Bíblico?
Criacionismo Bíblico é a doutrina segundo a qual Deus criou, a partir de sua palavra, tudo quanto existe: os Céus, a Terra, os reinos vegetal e animal e, finalmente, o ser humano (Hb 11.3).
Em que se fundamenta o Criacionismo?
Criacionismo fundamenta-se na Bíblia Sagrada, na manifestação silenciosa da natureza e nas observações e estudos que dela fazemos (Rm 1.20; Sl 119.1-6).
Segundo a lição, qual foi a primeira coisa que Deus criou?
Embora a Bíblia não o diga, é-nos permitido afirmar que a primeira coisa que Deus criou foi o tempo.
O que é o espaço?
Podemos defini-lo como o tecido cósmico que Deus criou para que, nele, se localizassem os corpos celestes. Portanto, o espaço também é criação divina.
O que Deus criou no sexto dia?
No sexto dia, Deus criou os animais selvagens e os domésticos (Gn 1.24,25).

Fonte:
O começo de todas as coisas - Estudos sobre o Livro de Gênesis - 4ºtrim.2015
O começo de todas as coisas - Estudos sobre o Livro de Gênesis - Claudionor de Andrade (Livro de Apoio)
Revista Ensinador Cristão - CPAD - nº64
Dicionário Bíblico Wycliffe CPAD
Comentário Bíblico Beacon
Manual do Pentateuco-CPAD
Bíblia de Estudo Pentecostal
Bíblia Defesa da Fé
Aqui eu Aprendi!
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