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domingo, 28 de fevereiro de 2016

Realmente reconheceremos uns aos outros no céu?

Reconheceremos nossos amigos e parentes no céu?

A dúvida é se iremos reconhecer uns aos outros no céu, se iremos ter ciência de que algum ente querido nosso fora condenado, bem como se iremos ter lembranças do que se passou aqui nesta vida. Então, vamos ver o que a Bíblia e a boa razão nos conduzem a crer.

Essa questão realmente é bem interessante, pois diz respeito ao que verdadeiramente existe de mais importante para o ser humano, que é a vida eterna, o nosso destino eterno, o qual jamais se poderá alterar depois de iniciado (Lc 16:26; Ap 3:5,12), bem como envolve outra área muito importante para qualquer ser humano normal, que é o apego, carinho e amor que desprendemos para com pessoas próximas a nós. Notadamente, todos queremos ir morar eternamente no céu, bem como anelamos que nossos entes queridos também.

Para responder a esta questão, vou iniciar com o texto de 1 Ts 4:13-18 que diz:

“Não quero, porém, irmãos, que sejais ignorantes acerca dos que já dormem, para que não vos entristeçais, como os demais, que não têm esperança. Porque, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também aos que em Jesus dormem, Deus os tornará a trazer com ele. Dizemo-vos, pois, isto, pela palavra do Senhor: que nós, os que ficarmos vivos para a vinda do Senhor, não precederemos os que dormem. Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor. Portanto, consolai-vos uns aos outros com estas palavras”.

O texto supra citado é bem esclarecedor para o presente foco. A igreja em Tessalônica era conhecida por sua falta de entendimento em relação à volta de Jesus e a ressurreição dos mortos, tanto é que o apóstolo teve que voltar a tratar do assunto em sua segunda carta aos mesmos. Os tessalonicenses se encontravam tristes, sem esperança, pois pensavam que não voltariam a rever seus entes queridos que já haviam partido desta vida (v. 13); para consolá-los e esclarecê-los, Paulo realiza um paralelo entre a morte e ressurreição de Jesus, com a nossa própria morte e ressurreição “se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também aos que em Jesus dormem, Deus os tornará a trazer com ele”. E o que a ressurreição de Cristo nos ensina para o caso em estudo? Oras, mesmo após a sua ressurreição, Jesus continuou a ser a mesma pessoa, o mesmo Jesus, o qual fora reconhecido por inúmeras pessoas, como, por exemplo, Maria Madalena e outra Maria (Mt 28:9), pelos onze apóstolos (Mt 28:16,17; Lc 24:33-39), por dois discípulos no caminho de Emaús (Lc 24:31), por mais de quinhentos irmãos de uma vez só (1 Co 15:6), e por fim, fora reconhecido por Estevão em ocasião de sua morte (At 7:55,56), o que nos leva a concluir que também seremos reconhecíveis após a nossa ressurreição ou arrebatamento. Destaquemos, ainda no versículo em análise, a parte final que diz “Deus os tornará a trazer com ele”, frase que dá continuidade e reforça o ensino de Paulo de que a ressurreição não será sem sentido, vazia, mas sim terá um valor para nós, onde Deus irá trazer com Jesus os que já morreram e ressuscitaram, o que aponta claramente para uma comunhão consciente e de reconhecimento entre todos os salvos, haja vista que, como já exposto, reconheceremos a Jesus, e se os ressurretos irão vim do mesmo modo como Jesus (O qual é as primícias dos que dormem, cf. 1Co 15:20), logo serão planamente reconhecíveis.

Indo agora para os versos 17 e 18 do texto em análise, que dizem “Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor. Portanto, consolai-vos uns aos outros com estas palavras”. Estes versos encerram o pensamento do apóstolo dos gentios, onde Paulo usa mais elementos para indicar que a ressurreição e o arrebatamento são motivos para se acabar com a tristeza dos tessalonicenses, os enchendo da esperança que lhes faltava, lhes estimulando a crer que o reencontro com seus entes queridos será uma realidade por ocasião destes eventos. Paulo usa as expressões “seremos arrebatados juntamente com eles”, o que denota comunhão entre os ressurretos e os transformados (juntamente), “encontrar o Senhor nos ares”, o que confirma que iremos reconhecer o Senhor Jesus ressurreto e glorificado, “estaremos sempre com o Senhor”, frase que confirma a ideia de comunhão, união e interação entre os salvos no céu, e por fim, Paulo encerra dizendo “Portanto, consolai-vos uns aos outros com estas palavras”, o que nos remete para tudo o que fora exposto nos versos anteriores, notadamente em relação à tristeza que abatia os tessalonicenses em relação aos que já dormem (entes queridos), bem como em relação ao arrebatamento dos vivos e o encontro de ambos (ressurretos e transformados) com o Senhor Jesus (cf. 2 Co 4:14), para assim vivermos eternamente.

Convém aqui transcrever parte da obra A Bíblia RespondeCPAD, com autoria dos escritores Abraão de Almeida, Geremias do Couto, Geziel Gomes, Gustavo Kessler, Hélio René, Mardônio Nogueira, Miguel Vaz e Paulo César Lima:
“Se não nos reconhecêssemos no Céu, isto seria para nós contraproducente, pois o que almejamos é vermo-nos na Glória. Se no Céu houvesse inconsciência do passado, parece-nos que pouco adiantaria estar ali. O grandioso, o sublime é estarmos ali conhecendo o plano de Deus e vendo o cumprimento dele. Lá, sem dúvida, haveremos de conhecer em pessoa todos os heróis da fé que hoje conhecemos pela Bíblia. Lá veremos os nossos irmãos junto aos quais lutamos neste mundo a boa peleja da fé” pg 47.

Outro ponto importante a se destacar é a passagem de Lc 22:29,30“E eu vos destino o reino, como meu Pai mo destinou, para que comais e bebais à minha mesa no meu reino, e vos assenteis sobre tronos, julgando as doze tribos de Israel”. Oras, pela passagem acima fica claro que os apóstolos se reconhecerão um ao outro após a ressurreição, pois se os mesmos irão comer e beber na mesma mesa (cf. Mt 26:29), juntamente com Jesus, com certeza eles se reconhecerão, assim como reconhecerão a Jesus. Destaque-se que a mesa no reino dos céus não está restrita apenas aos apóstolos, mas a todos os salvos, juntamente com os judeus salvos, sempre se reconhecendo as pessoas, cf. Mt 8:11. Não faria o mínimo sentido os apóstolos sentados em uma mesa e os mesmos não se reconhecerem, não se lembrarem do que passaram juntos aqui na terra, da vida que tiveram ao lado de Jesus, dos milagres, das alegrias e das tristezas que compartilharam, perseguições também, afinal de contas, mesmo as lembranças de acontecimentos terrenos nada agradáveis não serão motivo para tristeza no céu, mas pelo contrário, servirão para confirmar o quanto valeu a pena sofrer aqui na terra para se ter alcançado a vida eterna (cf. Rm 8:18; 2 Co 4:17).

Uma passagem também muito pertinente é a parábola do rico e Lázaro, que se encontra em Lc 16:19-31. Ela não deixa dúvidas quanto aos seguintes fatos: quem está no inferno verá e saberá quem está no céu (v. 23,24); quem está no céu verá e saberá quem está no inferno (v. 25); tanto os condenados, quanto os salvos, se lembrarão da vida que tiveram nesta terra (v. 25), incluindo aí até mesmo a lembrança de seus familiares (vs. 27,28). Em relação aos condenados serem reconhecidos pelos salvos, e os salvos reconhecidos pelos condenados, o texto de Dn 12:2 é bem esclarecedor: “e muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para vida eterna, e outros para vergonha e desprezo eterno” (cf. Mt 25:32-46); como os condenados poderão sentir “vergonha” se não for por parte de pessoas que conheceram em terra? Sentiriam vergonha de quem nunca conheceram? Dificilmente. Logo para esta vergonha existir seria necessário não somente os condenados reconhecerem os salvos, mas os salvos também reconhecerem os condenados.

Por fim, cabe destacar que ressurreição não é reencarnação. Os mortos quando ressuscitarem, ressuscitarão no mesmo corpo, embora glorificado (para os salvos), permanecendo, portanto, a mesma pessoa, com as mesmas características (tanto é que Estevão reconheceu Jesus no momento de sua morte).

Mas, como o salvo poderá ter plena alegria e gozo no céu, enquanto sabes que algum ente querido está no tormento eterno? A despeito das palavras de Paulo em 1 Co 7:16, creio que esta resposta foge um pouco a nossa limitação, até mesmo pelo fato da Bíblia não tratar diretamente do assunto, mas creio que as palavras de Jesus em Mt 10:37 e em Mc 12:28-31, talvez sejam o que temos de mais próximo sobre o assunto; a distinção entre o primeiro e o segundo mandamento na referência de Marcos é simples, sutil, mas muito importante. Sem sobra de dúvidas, devemos conceder a Deus a excelência de nosso amor, dedicação, apreço, carinho e obediência, haja vista ser Ele o Deus, O qual nos criou, responsável por tudo que somos e temos, e principalmente O responsável pelo maior de todos os dons, o qual nenhum ser humano seria capaz e desprendido o suficiente para realizá-lo, que foi entregar o seu Filho unigênito para sofrer e morrer em nosso favor, em uma prova de seu infinito amor e cuidado para conosco, que não merecíamos tamanha graça. Sabemos que se algum ente querido não for para o céu, com certeza ele fez por onde, e com certeza desagradou e entristeceu ao nosso Deus, ao qual devemos render nosso amor maior e incondicional. É óbvio, claro e evidente, que queremos que todos se salvem, principalmente nossos familiares e amigos mais próximos, mas, como dito pelo próprio Jesus no já citado Mt 10:37“Quem ama o pai ou a mãe mais do que a mim não é digno de mim; e quem ama o filho ou a filha mais do que a mim não é digno de mim”. Somente será digno da vida eterna aquela pessoa que tiver em mente que o sofrimento de Cristo fora infinitamente mais precioso e caro do que qualquer sofrimento que algum ente querido possa vim a padecer eternamente nas trevas. Não é questão de não amar ou querer bem, é questão de a quem mais amar e querer bem. Ademais, a nossa natureza será uma natureza transformada, glorificada, o que creio que nos fará ter uma visão e senso de justiça mais próximos da divindade, o que concorrerá com o já exposto, para que não venhamos a sofrer no céu por causa de algum ente querido condenado.

Não esqueçamos que o céu, e a vida eterna que nele os salvos irão gozar, como sendo obra “caprichada” do nosso Deus, com certeza será algo infinitamente perfeito, em todos os sentidos. Deus pode que seja assim! Deus quis que seja assim! Deus fará que seja assim!

“E Deus limpará de seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas” Ap 21:4. Amém.

Autor: Anchieta Campos
Fonte: blog do Anchieta 


"Aqui eu Aprendi!"  - Na Jerusalém Celeste, conheceremos os patriarcas, profetas e apóstolos. E não deixaremos de reconhecer nossos irmãos, amigos e parentes que morreram na esperança da vida eterna. (...com certeza será infinitamente perfeito, em todos os sentidos.)
  • Jesus nos ensina a parábola do Rico e Lazaro, onde o rico, mesmo estando no Hades, lembrou-se de seus cinco irmãos (cuidado com a sua família)... "pois tenho cinco irmãos; pra que lhes dê testemunho, a fim de que não venham também para este lugar de tormento" lucas 16.28
  • a passagem Bíblica de Isaías 65.17 "Porque, eis que eu crio novos céus e nova terra; e não haverá mais lembrança das coisas passadas, nem mais se recordarão" nos remete (escatologicamente) notadamente para o milênio, o contexto se refere não ao céu de glória, o estado eterno, mas sim ao governo milenal de Cristo aqui na terra.
Aqui eu Aprendi!

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Salmo 31 - Esforçai-vos...


"Esforçai-vos, 
e ele fortalecerá o vosso coração,
vós todos que esperais no Senhor." 

Salmos 31:24


Salmo de Davi

ASSUNTO 
O salmista em extrema aflição apela ao seu Deus por ajuda com muita confiança e importunação santa, e logo encontra sua mente tão fortalecida que ele magnifica o Senhor pela sua bondade. Alguns opinaram que a ocasião em sua vida atribulada que levou a este salmo foi a perfídia dos homens de Queila, e nós nos sentimos muito inclinados a aceitar essa conjetura, mas, após refletirmos, parece-nos que seu tom muito lamentoso e sua alusão à iniquidade deles pedem uma data mais tardia, e pode ser mais satisfatório ilustrá-lo pelo período quando Absalão se rebelou, e Davi soube que seus cortesãos tinham fugido dele, enquanto lábios mentirosos espalharam mil rumores maliciosos contra ele. Talvez seja até bom não termos a menção de uma época determinada, ou nos preocuparíamos tanto ao aplicá-lo ao caso de Davi que nos esqueceríamos de como se adequa bem à nossa própria experiência. (Spurgeon-cblibrary)

Salmo 31
Como é maravilhoso estar...
"...no secreto da Tua presença..."

Um dos nossos maiores benefícios no estudo dos Salmos é que somos capazes de, através destes belos poemas, aprender quanto Deus significava para Davi.  Especialmente quando estudamos a vida de Davi e então consultamos os Salmos para relacioná-los com suas experiências da vida, os Salmos se tornam uma rica fonte cheia de verdades construtivas e fortalecedoras sobre nosso Criador.

Por exemplo, Davi se achou freqüentemente em sofrimento. Por causa de seu próprio pecado, ou como resultado de um malévolo inimigo, ele sofreu aflições repetidamente.  O modo como reagiu sob pressão se torna um bom estudo para nós.  E o testemunho de Salmos é que Davi estava predisposto a confiar em Deus quando estava sob pressão.  Esta é uma razão pela qual ele chamou Deus sua rocha, sua cidadela, libertador e escudo (Salmo 18:2).  Muitos dos Salmos entram nesta categoria.

O Salmo 31 poderia ser rotulado um salmo de libertação.  A provação de Davi é descrita junto com sua reação.

A provação de Davi.  Ele foi apanhado "no laço", ou seja, na armadilha dos seus inimigos (31:4) e cercado pela idolatria (31:6). Ele estava sofrendo aflição e angústia da alma (31:7) nas mãos de seus inimigos (31:8). Ele estava sendo caluniado e conspiravam contra ele (31:13). Ele disse: "Compadece-te de mim, Senhor, porque me sinto atribulado; de tristeza os meus olhos se consomem, e a minha alma e o meu corpo. Gasta-se a minha vida na tristeza, e os meus anos, em gemidos; debilita-se a minha força, por causa da minha iniquidade, e os meus ossos se consomem. Tornei-me opróbrio para todos os meus adversários, espanto para os meus vizinhos e horror para os meus conhecidos; os que me vêem na rua fogem de mim" (31:9-11).

A reação de Davi a esta provação foi procurar refúgio no senhor. "Em ti, Senhor, me refugio; não seja eu jamais envergonhado; livra-me por tua justiça.  Inclina-me os ouvidos, livra-me depressa; sê o meu castelo forte, cidadela fortíssima que me salve. Porque tu és a minha rocha e a minha fortaleza; por causa do teu nome, tu me conduzirás e me guiarás. Tirar-me-ás do laço que, às ocultas, me armaram, pois tu és a minha fortaleza.  Nas tuas mãos entrego o meu espírito; tu me remiste, Senhor, Deus da verdade" (31:1-5). Por causa de sua predisposição de confiança no Senhor, esta foi a reação de Davi: pregar (31:23-24), louvar (31:19-21) e chorar ao Senhor seu Deus (31:22).


Quando nos encontramos no meio de uma provação desagradável, qual é nossa reação?
Voltamo-nos, quase impulsivamente, para algum recurso mundano? 
Enganamo-nos pensando que temos dentro de nós a capacidade para enfrentar e sermos corajosos (humanismo)? 
Ou nos aproximamos de Deus e fazemos dele nosso refúgio? 

Quando em angústia, não podemos fazer nada melhor do que confiar em Deus e olhar para seu semblante de amor e misericórdia. Precisamos cultivar a mesma predisposição de confiança que observamos em Davi.

Lutero disse que este Salmo "é falado na pessoa de Cristo e seus santos, que são afligidos toda a sua vida, internamente pelo tremor e o alarme, externamente pela perseguição, a calúnia e o desprezo, por amor da palavra de Deus, e mesmo assim são livrados por Deus de todos eles e confortados."  Isto parece ter alguma base boa, desde que o Salvador crucificado usou palavras que começam no versículo 5, no momento de sua morte (veja Lucas 23:46; também, a messiânica interpretação do versículo 10 seria Cristo suportando os pecados do mundo).

O Salmo 31 é um dos muitos salmos de libertação, escritos para nos levar a uma união mais íntima com nosso Deus, para que possamos procurá-lo para nos ajudar e nos segurar.  Paul Earnhart, uma vez, observou a respeito dos Salmos: "Muito filho de Deus têm repousado seu coração nas orações daqueles antigos adoradores. Encontramos neles o eco de algum modo confortante de nosso desespero angustiado e sabemos que não somos os primeiros filhos de Deus a lutar a sós com temores. Nem os primeiros, nesse assunto, a conhecer uma alegria toda absorvente" (veja ainda o Salmo 116).


por Warren Berkley
via Estudos da Bíblia
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Livro "A serva Rainha e o Rei que ela serve" - Rainha Elizabeth II

RAINHA DO REINO UNIDO - ELIZABETH II - 21/04/1926 - LONDRES,INGLATERRA

Christopher Furlong/Pool/Reuters
Reinado: ascendeu ao trono com 25 anos de idade, em 6 fevereiro de 1952 (presente)

Coroação: 02 junho de 1953

Um pouco de sua Biografia
Após a morte de seu pai, rei Jorge 6º., em 1952, Elizabeth Alexandra Mary de Windsor obteve os títulos de chefe de Estado do Reino Unido, da Comunidade Britânica, governante suprema da Igreja da Inglaterra e comandante-chefe das Forças Armadas do Reino Unido.
Sua mãe era a duquesa de York, Elizabeth Bowes-Lyon. Quando Elizabeth nasceu, era a terceira na linha sucessória, atrás de seu pai e tio, o príncipe de Gales, mais tarde rei Eduardo 8º. A jovem princesa foi educada em casa sob a supervisão de sua mãe e da governanta Marion Crawford. Tornou-se herdeira direta em 1936 porque seu pai se tornou rei após a abdicação do Rei Eduardo 8º.
No final da Segunda Guerra, em 1945, ela convenceu o pai de que deveria contribuir nos esforços de guerra e se uniu ao Serviço Territorial Auxiliar como segunda subalterna Elizabeth Windsor, treinada como motorista. Fez sua primeira visita oficial ao exterior em 1947, com os pais, na África do Sul.
Elizabeth casou-se com o príncipe Phillip Mountbatten, duque de Edimburgo, seu primo de terceiro grau. Ambos compartilham a rainha Victoria como trisavó e são descendentes diretos de Cristiano 9º., da Dinamarca. Em 1948, o casal teve Charles, o primogênito de quatro filhos.
Após a coroação, Elizabeth mudou-se para o Palácio de Buckingham, em Londres. Ela é a chefe de Estado que mais viajou na história inglesa: em 1953-1954, ela e Filipe deram a volta ao mundo em seis meses. A rainha já fez visitas oficiais à maioria das nações europeias e de outros continentes, e esteve no Brasil em 1968, quando compareceu à inauguração do Museu de Arte Moderna de São Paulo (Masp).
Em 2002, Elizabeth II comemorou 50 anos de sua ascensão ao trono com um grande tour pelos Reinos da Comunidade Britânica. Em junho, foi feita uma festa cívica, militar e religiosa que reuniu um milhão de pessoas.
Presença assídua nos encontros da Comunidade Britânica das Nações (Commonwealth), Elizabeth é conservadora em questões religiosas, no padrão moral e em questões familiares.
- Prestes a completar 90 anos a Rainha Elizabeth II lançara um livro -
Foto: Chris Jackson/Getty Images
Rainha Elizabeth fala sobre sua fé em Jesus Cristo
A Rainha Elizabeth II irá lançar um livro que expressa a importância central de Jesus Cristo em sua vida. “The Servant Queen and the King She Serves” (“A Serva Rainha e o Rei que Ela Serve”, em tradução livre) será lançado em abril, em comemoração a seu 90º aniversário.
"Eu tenho sido — e continuo sendo — muito grata por suas orações e a Deus por sua benignidade. De fato, tenho visto a Sua fidelidade”, escreveu a monarca britânico no prefácio do livro.
Milhares de igrejas irão distribuir cópias do livro, que será publicado pela Sociedade Bíblica, Hope e pelo Instituto de Londres Para O Cristianismo Contemporâneo (LICC), segundo informações da Igreja da Inglaterra.
"Enquanto escrevia este livro e falava sobre ele aos meus amigos e familiares que não conhecem a Jesus — e ao meu barbeiro judeu —, eu fiquei impressionado em ver como eles se interessaram em descobrir mais sobre a fé da rainha", disse Mark Greene, diretor da LICC e co-autor do livro.
"A rainha tem nos servido em toda sua vida adulta, com incrível consistência de caráter, preocupação com os outros e uma clara dependência em Cristo. Quanto mais eu leio o que ela escreveu e falou para as pessoas que a conhecem, mais claro isso se torna", acrescentou Greene.
Além de sua fé, a rainha também chama a atenção no livro sobre a perseguição contínua aos cristãos no Oriente Médio, um assunto que ela vem tocando em inúmeras ocasiões.
O diretor da Hope, Roy Crowne, disse que o livro será uma oportunidade para os cristãos de "agradecerem a Deus e à rainha por sua vida e exemplo como seguidora de Jesus Cristo."
Paul Woolley, presidente da Sociedade Bíblica, acrescentou: “Chamando a atenção para o papel central da fé da rainha em sua vida e reinado, a ‘Serva Rainha’ será uma publicação original do 90º aniversário. O livro vai informar, surpreender, entreter e desafiar a todos ao mesmo tempo."
Fonte: via GUIAME 
com informações de The Christian Post


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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

A Janela

Hoje venho até os amados amigos e leitores com uma reflexão encaminhada pelo nosso querido amigo Espírito Santo. 

Junto "com a benção" está uma pergunta que o próprio Senhor Jesus vai lhe fazer.

Antes, porém, preciso lhe dizer: - viu só! Deus ouviu tua oração! Quando você pensou que tudo estava perdido e ficou com seus olhos fixados em situações, problemas e angustias, esquecendo-se que há momentos de alegria, gozo, paz e felicidade. O Todo Poderoso Deus vem com Milagre até você. Escute! Hoje uma nova janela se abre para ti, e a pergunta que o Senhor Jesus lhe faz é: Que quereis que vos faça!

"Então Jesus, movido de íntima compaixão, tocou-lhes nos olhos, e logo seus olhos viram; e eles o seguiram." Mateus 20:34

Medite nesta Reflexão

A JANELA

Uma menina debruçada na janela de sua casa chorava pela morte de seu animal de estimação. Com muita tristeza observava o jardineiro enterrar o amigo de tantas brincadeiras. 

O avô que a observava aproximou-se, deu-lhe um abraço e chamou-lhe a atenção para outra realidade. Pegou-lhe pela mão e a conduziu para outra janela.

Abriu as cortinas, mostrou-lhe um jardim florido e disse: - "Está vendo aquele pé de rosas amarelas bem ali à frente? Lembra que você ajudou a plantá-lo? Era apenas um pequeno galho cheio de espinhos e hoje veja como está lindo."

A menina enxugou as lágrimas que ainda corriam e abriu um largo sorriso mostrando as abelhas que pousavam sobre as flores e as borboletas que faziam festa entre as rosas que enfeitavam o jardim.

O avô, satisfeito pôr tê-la ajudado a superar aquele momento difícil disse: - "A vida nos oferece sempre várias janelas. Quando a paisagem de uma delas nos causa tristeza sem que possamos alterar o quadro, voltamo-nos para outra e certamente nos deparamos com uma paisagem diferente." 

Se hoje você está a observar um quadro desolador, lembre-se de que existem tantas outras janelas, com paisagens repletas de promessas de melhores dias!

Não veja somente a janela da dor.

Siga em frente, com ânimo e disposição.

Agindo assim, o gosto amargo do sofrimento logo cede lugar ao sabor agradável de viver e saber que Deus nos ampara em todos os momentos da nossa vida!

Quando você pensa que não há mais solução, que não há mais esperança, mas dentro de você sua confiança no Senhor permanece "firme", ELE vem com Milagres esplendorosos, maravilhados, e escutamos Sua voz a dizer: "Que quereis que vos faça?"
Ore! fale com Jesus! Ele está ai, bem pertinho de você. Ele quer te ajudar.

O milagre vai chegar. Confia e continue a caminhar com Cristo. Não desista!

"Tu conservarás em paz aquele cuja mente está firme em ti; porque ele confia em ti. Confiai no SENHOR perpetuamente; porque o SENHOR DEUS é uma rocha eterna." Isaías 26:3,4

abraço fraterno
Pastor Ismael
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Encontrado inscrições em Aramaico - Arqueologia

ARQUEÓLOGOS DESCOBREM INSCRIÇÕES ANTIGAS "NA LÍNGUA DE JESUS"

Achados no norte de Israel comprovam presença judaica no local no primeiro século d.C.

Se antigamente achados arqueológicos em Israel serviam apenas para ‘comprovar’ muitos relatos bíblicos, nos últimos anos tornaram-se também uma questão política. Afinal, existe uma tentativa contínua da Autoridade Palestina de negar a conexão judaica com a Terra Santa no passado. Mais uma vez ela é comprovada cientificamente.

Nas últimas semanas, escavadores israelenses encontraram inscrições em grego e aramaico em um cemitério nas ruínas de Séforis, antiga cidade da Galileia. Localizada no norte de Israel, distava apenas 6 Km de Nazaré. Os três epitáfios encontrados possuem cerca de 1.700 anos. Eles são mais uma comprovação da presença judaica naquela região no primeiro século depois de Cristo.

As descobertas foram divulgadas pela Autoridade de Antiguidades de Israel. “Séforis foi a primeira capital da Galileia, desde o período da dinastia dos hasmoneus até o estabelecimento de Tiberias, no primeiro século”, explicaram os pesquisadores em um comunicado à imprensa.

Segundo as imagens apresentadas, algumas palavras vão sendo “decodificadas”. O termo grego para “José”, um nome comum entre os judeus na época. Isso comprova que embora o aramaico era a língua principal, alguns judeus eram helenistas, ou seja, adeptos da cultura grega.

Além disso, há três palavras em aramaico. São elas “Tiberiano”, “sempre” e “Mestre”. Os estudiosos sempre defenderam que o aramaico era a língua falada por Jesus.

O professor Moti Aviam, do Instituto de Arqueologia Kineret da Galileia, disse em um comunicado: “Uma das surpresas nas inscrições é que um dos mortos era chamado de ‘o Tiberiano’. Essa descrição é a segundo registro de alguém natural de Tiberíades enterrado no cemitério de Séforis”.

Aviam explica que os investigadores têm duas teorias sobre quem poderia ser esse “Tiberiano”. A principal é que se tratava de um judeu galileu que pode ter sido enterrado no cemitério de Séforis por causa das importantes atividades conduzidas no local pelo rabino Yehuda Ha-Nasi, conhecido por ter compilado por escrito as tradições judaicas pós-bíblicas.

Existe também a possibilidade que o termo significa simplesmente a cidade natal do homem, no caso, Tiberíades, o mesmo nome dado ao local pelo Novo Testamento.

A outra descoberta surpreendente é da palavra aramaica “le-olam”, que significa “para sempre”. Os investigadores afirmam que essa foi a primeira vez que a palavra apareceu em Séforis.

Aviam esclarece: “O termo le-olam é conhecido de inscrições funerárias em Beit She’arim (na Galileia) e em outros lugares, e significa que o enterro do falecido permanecerá seu para sempre e ninguém vai tomá-lo. Ambas as inscrições terminam com a bênção de shalom (termo hebraico para paz)”.

Embora a inscrição em aramaico mencione um “rabino”, os pesquisadores admitem que não têm certeza que seria ele, pois 1700 atrás Séforis era uma cidade conhecida por seus muitos estudiosos da Torá.

Para a Autoridade de Antiguidades de Israel, as novas escavações são mais uma comprovação que a cultura judaica se mantinha forte na antiga Séforis.

“A vida judaica na cidade era rica e diversificada, como indicam numerosos locais de banhos rituais (miqwe’ot) descoberto na escavação. Ao mesmo tempo, a influência da cultura greco-romana era bastante evidente. Isso fica evidenciado no design da cidade, com suas ruas pavimentadas, estradas principais, presença de colunas, teatro e casas de banho”, enfatiza.

Com informações de CBN 
via GospelPrime_Notícias
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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Matrimonio gay, não celebro! Aprovado lei de proteção de Pastor

Parlamentares aprovam lei que protege pastores de obrigação de celebrarem casamentos gays



Legisladores na Câmara dos Representantes da Geórgia aprovaram uma lei que protege pastores de qualquer punição ao se recusarem a celebrar uniões entre pessoas do mesmo sexo.

O projeto, de autoria do político republicano Kevin Tanner, foi aprovado durante uma votação na última semana, de forma unânime, unindo duas linhas rivais de pensamento político. Democratas estavam de acordo com a proposta, e o projeto recebeu 161 votos a favor, e nenhum contra.

Segundo informações do Acontecer Cristiano, a “Lei de Proteção de Pastor” estipula que “o ministro do Evangelho, o clero, ordenado ou praticantes religiosos que são autorizados a realizar casamentos, não serão obrigados a realizar cerimônias ou administrar sacramentos que sejam contra as suas crenças e o livre exercício da religião sob a Constituição deste estado ou dos Estados Unidos”.

Tanner disse que esta lei é uma reafirmação do princípio fundamental da separação entre a Igreja e o Estado: “Ela deixa claro os aspectos que, na Geórgia se homenageia os juramentos sagrados feitos pelos nossos pastores, padres, rabinos e outros clérigos, e o governo não tem intenção de pedir quebrar seus juramentos”, disse.

A lei também protege os templos de igrejas, sinagogas e outros locais das organizações de culto e proíbe o governo de obrigar que se faça um evento que viole a doutrina religiosa.

Representantes da comunidade LGBT criticaram a lei, afirmando que trata-se de uma “licença para discriminar”. No entanto, as críticas não foram suficientes para fazer o projeto ser recusado pelos legisladores.

Enquanto isso, o pastor Daniel Ausbun, da Primeira Igreja Batista em Moreland, comentou a aprovação em uma entrevista a um jornal local: “A liberdade religiosa é a liberdade de crer e praticar a fé sem interferências do governo”, resumiu.

Fonte: Gospel+ Notícias  com informações Acontecer Cristiano
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