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sexta-feira, 28 de março de 2014

PASCOA uma festa genuinamente Bíblica!

Pessach / Páscoa
A palavra Páscoa vem do hebraico Pessach, significa literalmente “passagem”; “passar além”, pois o Senhor “passou” sobre as casa dos filhos de Israel, poupando-os. Êxodo 12.27

“...Este é o sacrifício da páscoa do Senhor, que passou as casas dos filhos de Israel no Egito, quando feriu os egípcios, e livrou as nossas casas. Então o povo inclinou-se e adorou.”

É uma festa judaica instituída por Deus (Ex 12 1-2) como um memorial para que os filhos de Israel jamais esquecessem de que foram escravos no Egito e que o próprio Deus os libertou com mão poderosa, trazendo juízo sobre os deuses do Egito e sobre Faraó. Êxodo 12

“E este dia vos será por memorial, e celebrá-lo-eis por festa ao Senhor; através das vossas gerações o celebrareis por estatuto perpétuo.” Ex 12.14

A Festa de Pessach (Páscoa) acontece no décimo quarto dia do primeiro mês (Abibe ou Nisã, entre a metade de Março(22) e a metade de Abril(25)). É seguida no décimo quinto dia, pela Festa dos Pães Asmos, Ex 12.6; Ex 13.4; Lv 23:4-8; Dt 16:1-8; com duração de 7 dias, Ex 12.15; aproximadamente no ano 1445 a.C.

Essas duas festas (Páscoa e Pães Asmos) são consideradas uma só festa.

"É necessário não esquecer que os judeus contam o dia de pôr-do-sol a pôr-do-sol, cerca das 18h às 18h. Assim, o dia 14 de Nisã começava ao pôr-do-sol (18h) do dia «treze»."

“No primeiro mês, aos catorze dias do mês, à tarde, comereis pães ázimos até vinte e um do mês à tarde.” Ex 12.18

Pessach é uma Festa de tradição Judaica, conhecida também como “Festa da Libertação”.

Mesmo sendo uma data muito popular, a Páscoa ainda deixa muitas pessoas em dúvida, confundidas com as informações errôneas que a mídia oferece.
Muitos não entendem como surgiu esta festa e qual o seu verdadeiro significado. Infelizmente, o ovo de chocolate invadiu a cerimonia e banaliza um ato tão solene.
Esse costume (ovos de pascoa, presentes) não faz parte da verdadeira festa de Pascoa (Judaica e Cristã), não é citado na Bíblia. Portanto este costume (que muitos insistem em colocar na mente de nossas crianças) é uma alusão aos antigos rituais pagãos, rituais a deuses estranhos.

“Não faz parte da celebração ‘Páscoa’ “
Ovos: A Bíblia não comenta nada a respeito de ovos! A origem é pagã, em rituais oferecidos a Ostera, deusa da primavera. Esta deusa pagã representada na figura de uma mulher que observava um coelho saltitante enquanto segurava um ovo nas mãos. Nesta imagem há a conjunção de três símbolos (a mulher, o ovo e o coelho) que reforçam o ideal de fertilidade comemorado entre os pagãos. Ostera (ou Ostara) equivale, na mitologia grega, a Deméter. Na mitologia romana, Ceres. Ishtar ou Astarte (mitologia Fenícia) é a deusa da fertilidade e do renascimento na mitologia anglo-saxã, na mitologia nórdica e mitologia germânica. Eostre (deusa da aurora), uma deusa germânica.
Os ovos começaram a ser dados como presentes pelos Persas e Egípcios. Os primeiros acreditavam que a terra teria saído de um ovo gigante, e os egípcios costumavam tingir os ovos com cores primaveris, acreditando que isso transmitia boa sorte.

Chocolate: considerado sagrado pelas civilizações Maias e Astecas. “O alimento dos deuses"

Coelho: simbolo de fecundidade. Em alguns estudos podemos ver a relação com Lebres e não coelhos. Adivinhadores (sacerdotes), em rituais pagãos, através das entranhas das "lebres" sacrificadas, se diziam capazes de prever o futuro. Historiadores retratam o surgimento do coelho como simbolo a partir de festividades praticadas anualmente pelos egípcios no inicio da primavera, utilizavam o animal como representação de nascimento e nova vida.

A verdadeira origem e significado da Páscoa
A leitura do Antigo Testamento no livro de Êxodo, capítulo 12, nos mostra a verdadeira origem e significado dessa festa tão importante no calendário judaico e cristão. Depois de o povo de Israel passar mais de quatrocentos anos de escravidão no Egito, Deus decidiu libertá-los. Para isso suscitou um libertador, Moisés, que transmitiu a ordem divina: “Deixa ir o meu povo”. Como Faraó rejeitou a ordem de Deus, este enviou sobre a terra do Egito dez pragas, a fim de quebrantar-lhe o coração. Passando-se as nove pragas, chegou a hora da décima e última praga, aquela que não deixaria aos egípcios nenhuma alternativa senão a de lançar fora os israelitas.

E falou o Senhor a Moises:
“Porque naquela noite passarei pela terra do Egito, e ferirei todos os primogênitos na terra do Egito, tanto dos homens como dos animais; e sobre todos os deuses do Egito executarei juízos; eu sou o Senhor.” Ex 12.12

Visto que os israelitas também habitavam no Egito, como poderiam escapar do que estava para acontecer?

O Senhor emitiu uma ordem específica ao seu povo; a obediência a essa ordem traria proteção divina (garantia de vida e proteção) a cada família dos hebreus, com seus respectivos primogênitos. Cada família deveria tomar um cordeiro (4 dias antes Ex. 12 3;6) macho de um ano de idade, sem defeito e sacrificá-lo; famílias menores poderiam repartir um único cordeiro entre si (4).

“e o guardareis até o décimo quarto dia deste mês; e toda a assembleia da congregação de Israel o matará à tardinha:” Ex 12.6

O mais importante viria a seguir: Parte do sangue do cordeiro sacrificado deveria ser aspergido nas duas ombreiras e na verga da porta de cada casa. (7). Em seguida, recebem a ordem, o cordeiro tinha de ser todo assado e não podia comê-lo cru (8-9), nenhum osso podia ser quebrado (46), quando fosse comer deveria fazê-lo no primeiro dia da festa (6-8)

“Assim pois o comereis: Os vossos lombos cingidos, os vossos sapatos nos pés, e o vosso cajado na mão; e o comereis apressadamente; esta é a páscoa do Senhor.” Ex 12.11
Quando o Senhor passasse pela terra, Ele apenas “passaria por cima” das casas marcadas com o sangue, sem tocar mortalmente nos primogênitos.

“E aconteceu que à meia-noite o Senhor feriu todos os primogênitos na terra do Egito, desde o primogênito de Faraó, que se assentava em seu trono, até o primogênito do cativo que estava no cárcere, e todos os primogênitos dos animais.” Ex 12.29

Daí o termo Páscoa, do hebraico “pessach”, que significa “passar ou saltar por cima”, “pular além da marca” ou “poupar”.

E o que dizer para os nossos filhos?
- Este é o sacrifício da páscoa do Senhor, que passou as casas dos filhos de Israel no Egito, quando feriu os egípcios, e livrou as nossas casas. Ex 12.27

Naquela noite específica, além de marcar as casas com o sangue, os israelitas deveriam também comer ervas amargas e pães asmos (sem fermento). As ervas amargas representariam os anos de sofrimento que o povo havia passado no Egito, enquanto que o pão asmo representava o próprio Jesus, o pão vivo que haveria de descer do céu (Jo. 6.48,51,58) sem o fermento do pecado. Além disso, os israelitas deveriam estar vestidos e preparados para partir apressadamente (12.11), pois esta seria a noite de sua libertação da escravidão do Egito. Tudo aconteceu conforme o Senhor dissera (12.29-36) e a partir daí, o povo de Israel passou a celebrar a Páscoa como uma festa perpétua, um memorial, todos os anos na primavera.

Curiosidade: O grupo dos Salmos 113-118, Hallel (louvor). passou a ser conhecido como o Hallel Egípcio, devido à sua associação com o livramento de Israel da servidão egípcia. Esses Salmos eram usados por ocasião das três principais festividades (Páscoa, Pentecostes e Tabernáculos), e por ocasião da dedicação do Templo. Por ocasião da Páscoa, eram entoados os Salmos 113 e 114, antes da refeição pascal, e os Salmos 115 a 118, após a mesma, conforme foi observado por Jesus e Seus discípulos, na última Ceia (Mat 26.30).

Jesus a nossa Páscoa
Assim, pelo sangue do cordeiro morto, os israelitas foram protegidos da condenação da morte. Deus ordenou o sinal do sangue para mostrar profeticamente ao seu povo o que aconteceria centenas de anos mais tarde, quando Jesus derramaria o seu sangue na cruz do calvário para libertar o mundo do poder do pecado.

O fato de Jesus, muitos anos mais tarde, ter morrido exatamente durante a celebração da festa da Páscoa não aconteceu apenas por coincidência, mas para cumprir um propósito profético de Deus. Jesus foi o nosso “Cordeiro Pascal”, enviado por Deus para tirar o pecado do mundo.

“No dia seguinte João viu a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.” João 1.29

“Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; e o governo estará sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai Eterno, Príncipe da Paz.” Isaías 6.9

“sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver, que por tradição recebestes dos vossos pais, mas com precioso sangue, como de um cordeiro sem defeito e sem mancha, o sangue de Cristo,” I Pedro 1 18-19

Isaías profetizou (700 anos antes) que Cristo seria crucificado e como ovelha ao matadouro, não abriu sua boca (Is 53:7);
“Ele foi oprimido e afligido, mas não abriu a boca; como um cordeiro que é levado ao matadouro, e como a ovelha que é muda perante os seus tosquiadores, assim ele não abriu a boca.”

Nenhum de seus ossos foi quebrado; “Porque isto aconteceu para que se cumprisse a escritura: Nenhum dos seus ossos será quebrado.” João 19.36

Seu Sangue foi totalmente derramado (Hb 9.14) para purificar todo pecado (I João 1 7-9)

“mas, se andarmos na luz, como Ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus seu Filho nos purifica de todo pecado.
Se dissermos que não temos pecado nenhum, enganamo-nos a nós mesmos, e a verdade não está em nós.
Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.”

Toda simbologia da Páscoa aponta para Jesus!
Não podemos, portanto, denegrir a importância de tão grande sacrifício, cujo sangue precioso foi aspergido, não nas portas de algumas casas, mas nos nossos corações, possibilitando-nos desfrutar de uma vida abundante, longe da escravidão do Egito (mundo) e da tirania de faraó (Satanás).

Jesus Cristo deu a aquela comemoração um profundo significado para nos hoje.
Jesus, através de Seu sangue, nos libertou da escravidão do pecado.

O sacrifício vicário de Jesus nos deu acesso ao Pai.

Jesus ofereceu seu sangue para que possamos ser livres do pecado e das cruéis armadilhas de faraó (satanás). Seu sangue nos dá Vida. Ele nos liberta da condenação!

A Páscoa Cristã comemora o sacrifico e a Ressurreição de Jesus Cristo. Jesus é o nosso Cordeiro pascal (1 Co 5.7)

“Expurgai o fermento velho, para que sejais massa nova, assim como sois sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, já foi sacrificado.

Ele nos proporcionou liberdade através de Seu sangue e da Sua vitória na cruz. Que possamos SEMPRE lembrar e comemorar esta Graça que nos é concedida (de graça)!

Aqui eu Aprendi!
Páscoa uma Festa instituída para que Israel jamais esquecesse que a mão poderosa de Deus os livrou da morte e da escravidão. Semelhantemente, nós, que somos discípulos de Cristo, co-herdeiros das promessas e fazendo parte da Nova Aliança com Deus, pois através do Evangelho de Jesus estamos enxertados na videira e somos membros de um mesmo corpo. Somos família de Deus (Efésios 3.6). Assim conforme nos relata o Apostolo Paulo em sua carta aos Corintios, celebremos em memoria do sacrifício vicário de Cristo (1Co 5.8) Jesus o Cordeiro que tira o pecado do mundo (João 1.29) e cujo sangue nos liberta, nos resgata da escravidão do pecado e nos sela como filhos de Deus.
Em Cristo somos novas criaturas, sem fermento!
Páscoa uma Festa genuinamente Bíblica expondo o amor de Deus para com toda a humanidade através do sacrifício vicário do Filho de Deus, nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Endosso com as palavras de João: "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida"

Reitero! Toda simbologia da Páscoa aponta para Jesus!
Não espere chegar a "data" pra aproveitar (na carne) o feriado;
Regozije-se no Espírito!
Celebre o sacrifício de Jesus e não deseje ovos e/ou presentes!
Jesus o perfeito e completo presente para nós!

Celebremos a Ceia com gozo em nossos corações!


Fonte: Wikipedia; BrasilEscola; Estudos Bíblicos Gospel+; chabad.org; Bíblia de Estudo Pentecostal; Bíblia Defesa da Fé; Dicionário Ilustrado da Bíblia-Vida Nova; Esboçando Ideias-André Sanches-Cristianismo Simples; Bíblia Nova Versão Internacional; prime.org/mundoemissão/judaismo; doutrinasbíblicas.com;
Texto extraído do site Estudos Bíblicos Gospel + e Orvalho.com
Grande abraço ao amigo em Cristo Josiel Dias por maravilhosa inspiração concedida através de seu blog Mensagem Edificante para Alma.
Aqui eu Aprendi!

quarta-feira, 26 de março de 2014

Salmo dos Degraus

... ou Salmos de subidas!

Um total de 15 Salmos (120 – 134)

Estes Salmos são chamados de Salmos de Peregrinação, ou Cânticos das Subidas, ou em algumas Bíblias Cânticos de Degraus.

No cabeçalho de cada um destes Salmos encontra-se a expressão shir hama´alot, que significa, literalmente, cânticos ou canção das subidasA expressão “das subidas” está ligada a palavra ma´alot, que tem a raiz verbal na palavra (‘alah), que significa subir. Existem algumas traduções que interpretam o termo shir hama´alotpor “salmos de romaria (ou romagem)”.

Certas canções das subidas receberam acréscimos, como os Salmos 122, 124 e 133 com a expressão ledawid (para Davi) e outra no Salmo 127, com a expressão leShlomon (para Salomão). Essas canções foram usadas no período pós-exílico pelos peregrinos que iam em direção as festas cultuais no reconstruído Templo em Israel, a saber, as celebrações: da Páscoa (Pesach), das Semanas ou Colheita (Shavuot) e dos Tabernáculos (Sucot). Estas são as três festas de peregrinação descritas na Bíblia como mandamento. Cada Israelita deve subir a Jerusalém para ser visto ou ver a Deus no Templo.

O período de escrita dos Salmos de subidas
Muitos estudiosos, teólogos, concordam que os Salmos de degraus estão relacionados ao período pós-exílio, excepcionalmente por volta do ano 350-300 a.C., no contexto dos persas e gregos. Outros pesquisadores também compartilham da mesma hipótese devido à literatura dos Salmos terem algum tipo de semelhança com os textos de Crônicas, Esdras, Neemias e Rute.
Um período de “forte” confiança em Deus (fé).

Confiança, um tema muito presente nos Salmos de degraus.


Os Salmos dos Degraus
por David Posey

Os Salmos 120-134 formam um pequeno livreto, um saltério dentro do Saltério, que poderia ser intitulado:  "Não há nenhum lugar como o lar."  Mas o lar é onde o coração está, e o coração dos verdadeiros adoradores está sempre no lar do Pai celestial.
Cada um destes Salmos tem semelhantemente o título de "Cântico de romagem" ou "Cântico das Subidas," mas o significado de "subidas" não é óbvio.  Pode ser uma progressão gradual, ou "subida," em cada um destes Salmos;  ou, baseado numa nota do Talmude, que os quinze "cânticos das subidas" correspondem aos quinze degraus do Templo, a ideia pode ser de que cada um dos Salmos represente um degrau elevando ao Tribunal dos Homens; ou ainda, poderiam ser cânticos sobre "subir" do cativeiro da Babilônia para Jerusalém (veja Esdras 7:9).  Provavelmente, estes cânticos foram cantados por "peregrinos" subindo para Jerusalém, para uma das festas. (a pascoa; a festa dos tabernáculos; a festa das semanas, etc)
Vem à lembrança o Salmo 84, quando os Filhos de Coré cantam:  "Quão amáveis são os teus tabernáculos, Senhor dos Exércitos!"  O salmista ali está longe da casa de Deus, com muitas saudades dos "átrios do Senhor."  Sua atitude é:  "Bem-aventurado o homem cuja força está em ti, em cujo coração se encontram os caminhos aplanados" (84:5).

Estes quinze Salmos amplificam o tema dos peregrinos saudosos dos pátios de Deus.  Há um desejo intenso por parte dos "sem lar" de estarem "na Casa do Senhor" (134:1), porque é onde mora o Senhor (132:14).  Portanto, o salmista está alegre "quando me disseram: Vamos à Casa do Senhor" (122:1). Mas, antes que pudessem permanecer na casa de Deus, eles tinham que fazer uma viagem, uma viagem cheia de perigos e armadilhas.  Esta viagem ficava deprimente, às vezes:  "A nossa alma está saturada do escárnio dos que estão à sua vontade e do desprezo dos soberbos" (123:4).  Mas continuavam caminhando, sabendo que: "O nosso socorro está em o nome do Senhor, criador do céu e da terra" (124:8).

Cerca do ano 125 d.C., Aristides escreveu numa carta a um amigo, "Se qualquer homem justo entre os cristãos passa deste mundo, eles se regozijam e oferecem graças a Deus, e acompanham o seu corpo com cânticos de agradecimento, como se ele estivesse partindo de um lugar para outro próximo." Mas precisamos fazer peregrinação antes de ficarmos permanentemente na casa do Senhor. Nós, também, precisamos acampar "em Meseque" e habitar "nas tendas de Quedar"! (120:5). Ficamos desiludidos com este mundo e repetimos as palavras daqueles que estão cansados dos lábios mentirosos e da língua enganadora (120:2), fartos de morar tanto tempo com aqueles que odeiam a paz (120:6), enjoados das atitudes arrogantes daqueles que são demasiadamente orgulhosos para confiar em Deus (123:4); exaustos de "sendas tortuosas" (125:5).

Nós, também estamos acostumados a perguntar: "De onde me virá o socorro?"  A resposta: "Do Senhor, que fez o céu e a terra" (121:1-2).  Tentações e provações são a sina dos moradores da terra.  Mas para aqueles cujos corações estão postos na peregrinação, estas mudanças induzem-nos a concentrar nossa atenção diretamente no Senhor que fez o céu e a terra.  Assim, aguardamos o Senhor e temos esperança no Senhor e em sua palavra (130:5, 6), e gozamos a vida simples de um peregrino (131:13).  Um espírito quieto e calmo prevalece, porque, apesar do tumulto à nossa volta, Deus ainda está no céu.  Então:  "Entremos na sua morada, adoremos ante estrado de seus pés" (132:7).

Pagamos o preço por nos tornarmos estrangeiros na terra, mas podemos gozar o preço porque sabemos que grandes cousas o Senhor tem feito; "por isso, estamos alegres" (126:3). Semeamos em lágrimas aqui, mas colheremos em alegria.  "Quem sai andando e chorando, enquanto semeia, voltará com júbilo, trazendo os seus feixes" (126:6).  Nosso propósito, aqui, é semear, às vezes em lágrimas.  A colheita virá mais tarde.  Mas o saber que colheremos alegra-nos agora.  Por isso mesmo agora podemos saborear um pouco do que estaremos fazendo em toda a eternidade:  estar "na Casa do Senhor", erguer nossas "mãos para o santuário", e bendizer ao Senhor (134:1-2)


Fonte: Estudas da Bíblia.net; abíblia.org-resposta de Ivete Holthmam; Bíblia Estudo Pentecostal

Aqui eu Aprendi!

terça-feira, 25 de março de 2014

Abandono da Fé!

APOSTASIA
por C.H.Spurgeon
Cremos que Deus tem um povo escolhido. Essas pessoas são redimidas e a elas será dada vida eterna. Cremos que a graça de Deus produz convicção dos pecados nos corações dessas pessoas. Primeiramente Deus lhes mostra seus pecados. Em seguida, Deus as leva a crerem em Cristo. Pelo fato de que Cristo é justo, Deus vê os Seus filhos que confiam em Cristo como justos também. Cremos ainda que estas pessoas escolhidas e eleitas certamente serão levadas à glória no céu. Essas doutrinas da graça são como uma corrente, cada uma está ligada às outras. Cada elo na corrente, isto é, cada doutrina, necessita das outras.


Existem muitas pessoas que não crêem neste ensinamento. Elas nos dizem que na Bíblia há advertência contra as pessoas que abandonam sua fé. Perguntam: "Por que são dados esses avisos se é realmente verdade que "os justos seguirão firmemente seu caminho?" Se não é possível para os verdadeiros cristãos abandonarem sua fé, qual é a necessidade das advertências sobre perder-se? Será que essas advertências não são utilizadas por Deus para que Seu povo não se afaste dEle?"


Na Epístola aos Hebreus encontramos sérias advertências contra o abandono da fé (apostasia). Mas o autor de Hebreus está certo de que os verdadeiros cristãos a quem ele está escrevendo não estarão entre os que abandonarão sua fé. Ele diz: "Mas de vós, ó amados, esperamos coisas melhores" (Heb. 6:9).

No entanto, aqueles que não gostam do ensinamento de que o verdadeiro cristão não pode em última análise perder sua fé, nos dizem que na Palavra de Deus há aqueles que conheceram de fato a Cristo e mesmo assim abandonaram o caminho cristão. Devemos dizer a eles que isto não é verdadeiro. Devemos lembrá-los de versículos como I João 2:19: "Saíram de nós, mas não eram de nós; porque se fossem de nós, ficariam conosco; mas isto é para que se manifestasse que não são todos de nós".


No Evangelho de João, o Senhor Jesus Cristo fala dos ramos da videira que, por não produzirem nenhum fruto, foram cortados e queimados. Ilustrando-se isso de uma outra maneira, existem muitas pessoas que parecem ser cristãs exteriormente, mas que nos seus corações realmente não são cristãs. Essas pessoas deixarão a companhia dos autênticos cristãos e jamais retornarão. Elas serão como ramos sem frutos que só servem para serem queimados. Isso já não acontece com o cristão autêntico. Ele poderá se desviar, porém voltará. Ele não será como um ramo de árvore que foi cortado. Ele será como um ramo que foi podado, para que mais tarde produza novamente fruto. Em Mateus 7:23, aqueles a quem o Senhor diz: "Nunca vos conheci" - jamais foram Seus seguidores. 

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segunda-feira, 24 de março de 2014

O urso e os dois viajantes

O urso e os dois viajantes

Certo dia, dois homens viajavam juntos através de uma densa floresta, quando, de repente, sem que nenhum deles esperasse, um enorme urso surgiu do meio da vegetação, á frente deles.
Um dos viajantes, de olho em sua própria segurança, não pensou duas vezes, correu e subiu numa árvore.
Ao outro, incapaz de enfrentar aquela enorme fera sozinho, restou deitar-se no chão e permanecer imóvel, susteve a respiração fingindo-se de morto. Ele já escutara que um Urso, e outros animais, não tocam em corpos de mortos.
Isso pareceu ser verdadeiro, pois o Urso se aproximou dele, cheirou sua cabeça de cima para baixo, e então, aparentemente satisfeito e convencido que ele estava de fato morto, foi embora tranquilamente.
Certificando-se que o urso não voltava, o homem que estava em cima árvore então desceu. Curioso com a cena que viu lá de cima, ele perguntou:
"Me pareceu que o Urso estava sussurrando alguma coisa em seu ouvido. Afinal o que é que o urso te segredou? Ele lhe disse algo?"
"De fato, Ele disse sim!" respondeu o outro, "Disse que não é nada sábio e sensato de minha parte, andar na companhia de um amigo, que no primeiro momento de aflição, me deixa na mão!".
Moral da história:  São nos momentos difíceis que se conhecem os verdadeiros amigos.
Texto adaptado - fabulas de Esopo

Esopo: escritor da Grécia Antiga a quem são atribuídas várias fábulas populares.
A ele se atribui a paternidade da fábula como gênero literário.
As fábulas de Esopo serviram como base para recriações de outros escritores ao longo dos séculos, como Fedro e La Fontaine.

Em nosso caminhar, dia a dia, nos deparamos com situações que nos deixam angustiados. Em algumas dessas ocasiões um ombro amigo é sempre bem vindo, mas infelizmente quando o buscamos não o encontramos, cadê, sumiu! Mas o verdadeiro amigo está conosco, conhece o coração (quebrantado) e sempre está a nos socorrer. Nosso Amigo Fiel, Jesus Cristo! O Amigo de todas as horas. O Amigo que sempre nos revela o Seu tão grande Amor!

Jesus nos chama de amigo!
"Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas chamei-vos amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos dei a conhecer." João 15.15


Um amigo não abandona o outro!
Por volta de 65 d.C, o Apostolo Paulo foi novamente preso em Roma, mas com todo o sofrimento e sua morte iminente, sabia que o Verdadeiro Amigo estava com ele naquele tão angustioso momento. O apostolo nos confirma isso quando lemos o que escreveu a Timóteo: "Na minha primeira defesa ninguém me assistiu, antes todos me desampararam. Que isto não lhes seja imputado” 2 Timóteo 4:16

Podemos observar que o apostolo Paulo faz menção do abandono que sofreu por todos, antes o desampararam. No entanto, a despeito de ter sido abandonado na primeira audiência que envolveu seu julgamento por ter sido preso injustamente, por causa do Evangelho de Jesus, Paulo da seu testemunho, expõe que um Amigo não o abandonou: “Mas o Senhor esteve ao meu lado e me fortaleceu, para que por mim fosse cumprida a pregação, e a ouvissem todos os gentios; e fiquei livre da boca do leão,” 2 Timóteo 4:17

Aqui eu Aprendi!
O homem (ser humano) abandona seu amigo na hora mais difícil, mas Jesus não! Jesus é o Amigo Fiel, Ele nunca nos abandona! A fidelidade de Jesus em ser amigo presente dos seus, independente das circunstancias, revela o Seu profundo amor. Ele passa conosco e nos dá o refrigério, o verdadeiro abraço de um amigo que está sempre por perto! Aleluia!

“Perto está o Senhor dos que têm o coração quebrantado, e salva os contritos de espírito”. Salmo 34.18

Acredite, creia, Jesus está tão próximo de nós que, em certas ocasiões podemos fazer semelhante ao que fez João, o discípulo amado, e reclinarmos nossa cabeça no peito de Jesus (João 13.23).

Portanto, não importa a situação que esteja enfrentando, ainda que, neste momento tão difícil, seu amigo te deixou só, te abandonou, Jesus Cristo, o Filho de Deus, nosso grande amigo nunca te abandonará, Ele está bem pertinho de nós.

"Perto está o Senhor de todos os que o invocam, de todos os que o invocam em verdade." Salmo 145.18

Jesus te ama!
Aqui eu Aprendi!

sábado, 22 de março de 2014

Há Esperança para o ser humano?

...e o Tempo está passando / chegando!


Em sua História, a humanidade inteira tem testemunhado que a morte é um fato inevitável e irremediável, e a que todos os seres humanos estão sujeitos, sem exceção. Todos os homens reconhecem a fragilidade e as limitações da vida na carne, e se preparam naturalmente para o fim de sua existência física. Portanto, quanto à realidade da morte, e ao fato de que ela é universal, todos os homens estão de acordo: todos deverão morrer.

Entretanto, há um outro fato a respeito do assunto da morte tanto verdadeiro quanto alarmante. Segundo as Escrituras Sagradas, todos os homens que vêm a este mundo já estão mortos. Trata-se da morte espiritual, a morte no pecado:

Pelo que, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, por isso que todos pecaram (Romanos 5.12). 



Em primeiro lugar, as Escrituras revelam que o estado de morte espiritual é inerente ao homem; ou seja, todo homem nascido neste mundo está espiritualmente morto. Em termos espirituais, a humanidade está decaída e morta no pecado. Logo, todos os participantes desta raça também estão. 

Segundo, a Palavra de Deus descreve a morte espiritual como um estado de permanente separação de Deus. O que isso significa? Que não há homem — um sequer — que possa levantar-se por suas próprias forças e mover-se na direção de Deus. Assim como um corpo morto não pode erguer-se, por si mesmo, para a vida, também uma alma morta não pode levantar- se, por si só, e obter vida espiritual.

Terceiro, as Escrituras afirmam que a conseqüência final da morte espiritual é a morte eterna. Todos os homens, agora mortos espiritualmente, já estão condenados a uma condição eterna neste estado de morte, e a uma perpétua separação de Deus. Há, para o homem, uma condição mais desesperadora do que esta?

Sendo essa a situação de todos os seres humanos, e sendo esse o destino a que já estão condenados, você pode perguntar: “Há esperança para o homem?”

A Palavra de Deus afirma que Jesus Cristo, e somente Ele, pode dar vida aos que estão mortos em pecados: 
Mas Deus, que é riquíssimo em misericórdia, pelo seu muito amor com que nos amou, estando nós ainda mortos em nossas ofensas e pecados, nos vivificou juntamente com Cristo (pela graça sois salvos) (Efésios 2.4).



Aqueles que — mediante o livre-arbítrio — se arrependem de seus pecados e se chegam ao Senhor Jesus Cristo são levantados dentre os mortos e trazidos à vida espiritual. Essa nova vida dada ao homem é a garantia de uma vida num estado de eterna comunhão com Deus. Nosso Senhor Jesus Cristo prometeu: 


Na verdade, na verdade vos digo que quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida (João 5.24). - Fonte: CPAD

Aqui eu Aprendi! 
Falarmos de Esperança nos dias atuais é quase que um desafio! Estamos vivendo em um ambiente hostil e repleto de violência, ódio, falta de amor, falta de paz.

Devemos lutar, enquanto há tempo, e em meio a tantos conflitos, procurar, e com certeza encontrar essa Esperança através da Poderosa Palavra de Deus "a Bíblia". Nela está revelada a Esperança que preenche nosso ser, nos traz paz, alegria e  total satisfação. Essa Esperança é Jesus, o Filho de Deus!

"Ora, o Deus de esperança vos encha de todo o gozo e paz na vossa fé, para que abundeis na esperança pelo poder do Espírito Santo." Romanos 15.13

Aqui eu Aprendi!

sexta-feira, 21 de março de 2014

A Guerra do Yom Kippur


Guerra do Yom Kippur  também conhecida como Guerra Árabe-Israelense de 1973Guerra de OutubroGuerra do Ramadão (Ramadã, na forma brasileira) ou ainda Quarta guerra Árabe-Israelense, foi um conflito militar ocorrido de 6 de Outubro a 26 de Outubro de 1973, entre uma coalizão de estados árabes liderados por Egito e Síria contra Israel.

O motivo principal da Guerra do Yom Kippur foi a anexação de territórios sírios e egípcios por Israel durante a Guerra dos Seis Dias, em julho de 1967. Esses territórios eram a Península do Sinai, uma parte do Canal de Suez, a Faixa de Gaza, a Cisjordânia e as Colinas de Golã.

Quando a Guerra de Seis dias, que aconteceu com os países do Oriente Médio, chegou ao fim, o governo de Israel teve uma nova preocupação pela frente: Proteger as terras que haviam conquistado durante o conflito, e principalmente, manter o controle conquistado sob o canal de Suez.  Para manter esse controle eles construíram a Linha Bar-Lev, que era uma linha de fortificações ligadas por estradas. Porém, enquanto Israel se sentia vitorioso pelas conquistas da guerra, as nações árabes, que haviam sido derrotadas nesse conflito, possuíam um sentimento de inferioridade e desrespeito, e assim começaram a organizar uma resposta contra o governo israelense. O presidente Gamal Abdel Nasser, do Egito, havia falecido em Setembro, no ano de 1970, e coube a seu sucessor Anuar Sadat, conhecido por exercer uma política mais pragmática, tentar recuperar aqueles territórios perdidos na guerra anterior.

O plano do Egito para o ataque de surpresa a Israel, em conjunto com a Síria recebeu o nome de código Operação Badr (palavra árabe que significa "lua cheia"), sugerindo usar a maré (fenômeno da atração gravitacional exercido entre a lua e a terra) para transpor os obstáculos bélicos instalados por israelenses ao longo do canal de Suez.

O Dia do Perdão – Yom Kippur

O Yom Kippur é um grande feriado judaico que também é conhecido como “dia do perdão”.

No dia 6 de outubro de 1973 a maioria da população estava cuidando dos preparativos da festividade, e por uma infeliz coincidência, ou por uma elaborada estratégia, o Egito e a Síria iniciaram um ataque militar surpresa, atingindo os postos israelenses responsáveis por proteger a região de Suez. Foram centenas de granadas lançadas sobre os postos em questão de minutos. Um dia que deveria ser de comemoração viera a se tornar de guerra, o “dia do perdão” de Israel se tornou o “dia da vingança” para os árabes.

O ataque decorreu em duas frentes, a península de Sinai e os Montes Golan.

Os Árabes iniciaram a guerra com uma grande vantagem, afinal, haviam pegado os israelenses de forma inesperada. Utilizando de potentes mangueiras e pontes de assalto, eles conseguiram atravessar o Canal de Suez de maneira mais fácil, o que permitiu a invasão do canal com um número insignificante de baixas entre seus oficiais. Simultaneamente com essa ofensiva, os sírios se organizavam para invadir o território judeu por meio das Colinas de Golã, eles queriam atacar de todas as formas, por todos os lados, de maneira rápida para que o adversário não tivesse tempo de ter uma reação.

O exército do Egito chegou a adentrar 15 quilômetros em território controlado por Israel, na Península do Sinai. Os israelenses sofreram importantes baixas nos confrontos que ocorreram ao longo do Canal de Suez. Entretanto, a contraofensiva israelense deteve os egípcios e adentrou em território sírio, atingindo a capital do país, Damasco.

As forças egípcias atravessaram o canal do Suez destruindo as fortificações israelitas recuperando assim a península de Sinai que Israel havia conquistado no conflito anterior em 1967.
Forças sírias atacaram os Montes Golan avançando 35 quilômetros até serem forçadas a recuar.
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Demonstrando ser superior do ponto de vista de guerrilha, Israel tomou rapidamente uma atitude contra as ações dos países em questão e abafou os dois lados da invasão orquestrada pelos sírios e egípcios. Mesmo pego de surpresa, e estando sozinho contra os dois países, isso não foi suficiente para que Israel saísse derrotada, e a ofensiva fez com que outra vez os árabes saíssem derrotados de mais uma guerra. Com esse acontecimento, a Guerra do Yom Kippur serviu apenas para aumentar ainda mais o ódio existente entre os países árabes e o povo judaico no Oriente Médio.

A guerra teve implicações profundas para muitas nações. O Mundo Árabe, que havia sido humilhado pela derrota desproporcional da aliança Egípcio-Sírio-Jordaniana durante a Guerra dos Seis Dias, se sentiu psicologicamente vingado por seu momento de vitórias no início do conflito, apesar do resultado final. Esse sentimento de vingança pavimentou o caminho para o processo de paz que se seguiu, assim como liberalizações como a política de infitah do Egito. 

Infitah foi um programa de abertura econômica implantado no Egito a partir de 1973 pelo então presidente Anwar Sadat




Os Acordos de Camp David (onde Israel devolveu o Sinai ao Egito), que vieram logo depois, levaram a relações normalizadas entre Egito e Israel - a primeira vez que um país árabe reconheceu o Estado israelense.


O Egito, que já vinha se afastando da União Soviética, então deixou a esfera de influência soviética completamente.




Os dois Acordos de Paz de Camp David, negociados na casa de campo do Presidente dos Estados Unidos em Maryland (chamada Camp David) e assinados na Casa Branca pelo Presidente Anwar Sadat, do Egito, e pelo Primeiro-Ministro Menachem Begin, de Israel, em 17 de setembro de 1978, formam um pactum de contrahendo pelo qual Egito e Israel se comprometiam a negociar em boa fé e a assinar um tratado de paz, conforme os princípios delineados nos Acordos de Paz. O Presidente Jimmy Carter, dos Estados Unidos, foi o patrocinador e anfitrião do encontro, e participou ativamente das negociações.


Sob a interferência dos Estados Unidos, da União Soviética e da ONU, foram feitos acordos de cessar-fogo em 1973, 1974 e 1975. 


O conflito durou 20 dias mas foi só em 26 de Março de 1979 (em Washington.DC) que foi assinado um acordo de paz e as forças israelitas se retiraram da Península de Sinai.


Uma das consequências desta guerra foi a crise do petróleo, já que os estados árabes, membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) boicotaram os Estados Unidos e os países europeus que apoiavam a sobrevivência de Israel. Se a curto prazo a medida agravou a crise econômica mundial, a longo prazo a comunidade internacional aprendeu a usar fontes alternativas de energia, e inclusive algumas áreas do planeta começaram a descobrir que também possuíam petróleo, como foi o caso da região do Mar do Norte, na Europa, do Alasca, nos Estados Unidos, da Venezuela, do México, da África do Sul, da União Soviética e, também no Brasil.

Por outro lado, a guerra deu visibilidade internacional à Questão Palestina, levando ao mundo informações sobre as centenas de milhares de palestinos expulsos de suas terras. Tal situação fortaleceu ainda o papel político de Yasser Arafat e da Organização para a Libertação da Palestina (OLP), que foi reconhecida como membro observador na ONU.


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Em 13 de Setembro de 1983 - assinado Acordo de Oslo
Os acordos de Oslo foram uma série de acordos na cidade de Oslo na Noruega entre o governo de Israel e o Presidente da OLPYasser Arafat mediados pelo presidente dos Estados UnidosBill Clinton. Assinaram acordos que se comprometiam a unir esforços para a realização da paz entre os dois povos. Estes acordos previam o término dos conflitos, a abertura das negociações sobre os territórios ocupados, a retirada de Israel do sul do Líbano e a questão do status de Jerusalém.

OSLO 2
Foi um acordo chave e complexo sobre o futuro da Faixa de Gaza e da Cisjordânia. Primeiramente foi assinado em Taba (na península do SinaiEgipto) por Israel e OLP em 24 de setembro de 1995 e então quatro dias mais tarde em 28 de setembro de 1995 pelo ministro principal Yitzhak Rabin de Israel e pelo presidente Yasser Arafat da OLP (Organização para a Libertação da Palestina) testemunhado pelo presidente Bill Clinton dos Estados Unidos.

Fonte: historiadomundo.com.br; estudopratico.com.br; wikipedia; Brasilescola
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