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segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Informativo sobre ISRAEL

Texto informativo sobre Israel

A criação do Estado de Israel ocorre em 1948, na Palestina, com o retorno dos judeus ao território de onde tinham sido expulsos 2 mil anos antes. Como idioma, retoma-se o hebraico, até então apenas utilizado em cerimônias religiosas.

A sua fundação gera uma das mais importantes disputas territoriais do mundo, que hoje é motivo de complexas negociações de paz, com os palestinos, habitantes da região, e com os Estados árabes vizinhos.

Apesar do território em grande parte árido, Israel desenvolve uma agricultura moderna, com o apoio de avançada tecnologia, capaz de exportar frutas e verduras. Conta também com uma indústria de ponta. Mas, mesmo dispondo da economia mais desenvolvida do Oriente Médio, Israel depende muito da ajuda financeira e bélica do seu principal aliado, os Estados Unidos.

Fatos Históricos
 O primeiro Estado judeu surge na Palestina com o reinado de Davi, por volta de 1.000 a.C. Alcança o seu apogeu sob as ordens de Salomão, o Justo, que governa de 966 a.C. a 926 a.C. Com a morte deste soberano, um período de crise coloca em cheque a sobrevivência da própria nação judaica, possibilitando a sua conquista por vários povos (babilônios, assírios, persas, gregos e romanos). A última revolta judia contra o domínio de Roma dá-se em 135 da era cristã. Jerusalém é destruída pelo general romano Tito, em 70 d.C. Expulsos do seu território, os judeus dispersam-se pelo mundo (a Diáspora).

Em 636, os árabes ocupam a Palestina e convertem a maioria dos seus habitantes ao Islã. Após sucessivas invasões, que incluem as dos cruzados, a Palestina é dominada pelos turcos e incorporada ao Império Turco-Otomano por um longo período, de 1517 a 1917.

Sionismo
 O atual Estado de Israel tem sua origem no sionismo (de Sion, colina da antiga Jerusalém), movimento surgido na Europa, no século XIX, que prega a criação de um país livre e sem perseguições aos judeus. Seu ideólogo, Theodor Herzl, organiza o primeiro congresso sionista na Basiléia, Suíça, que aprova a formação de um Estado judeu na Palestina, berço do judaísmo. Colonos judeus da Europa Oriental, onde o anti-semitismo é mais intenso, começam a se instalar na região, de população árabe majoritária. E, em 1909, criam o primeiro kibutz (exploração agrícola, de caráter comunitário).

A Palestina é ocupada pelo Reino Unido durante a 1ª Guerra Mundial (1914-1918), com a retirada dos turcos. Em 1917, o chanceler britânico, Arthur Balfour, declara o apoio do seu país ao estabelecimento de um lar nacional dos judeus na Palestina, sob a condição de serem respeitados os direitos das comunidades não-judias ali existentes. Três anos mais tarde, o Reino Unido recebe um mandato da Liga das Nações para administrar a Palestina. Mas, sob a égide britânica, agravam-se os conflitos entre as comunidades árabes e as colônias judias. A razão é simples: boa parte das terras férteis da região encontra-se controlada pelos judeus, à custa de fundos internacionais.

A perseguição aos judeus pelo regime nazista de Adolf Hitler a crise do Canal de Suez na Alemanha, a partir de 1933, intensifica a imigração para a Palestina. A administração britânica tenta conciliar os oponentes, limitando a entrada de judeus. Mas a leva de imigrantes continua, clandestina. No período de 1936 a 1939, uma guerra civil explode entre árabes e judeus, e coloca sob ameaça os interesses britânicos na região.

Durante a 2ª Guerra Mundial (1939-1945), prosseguem as hostilidades na Palestina. Grupos armados sionistas transformam ingleses em alvos de ataques terroristas, uma vingança contra a política do Reino Unido, contrária à imigração dos judeus que tentam escapar ao genocídio nazista. Com o final da guerra, a notícia do extermínio de cerca de 6 milhões de judeus nos campos de concentração nazistas, o Holocausto, aumenta o apoio internacional à criação de um Estado judaico.

Partilha da Palestina
Encerrado o conflito mundial, os ingleses retiram-se e delegam à Organização das Nações Unidas (ONU ) a tarefa de solucionar os problemas da região. Sem uma consulta prévia dos árabes palestinos, em 1947 a ONU vota a favor da divisão da Palestina em dois Estados: um para os judeus e outro para os árabes palestinos. Estes rejeitam o plano de partilha, que favorece territorialmente os judeus.

Em 14 de maio de 1948, é proclamado o Estado de Israel, que conta com David Ben-Gurion como primeiro-ministro. Países árabes (Egito , Iraque , Síria e Jordânia ) enviam tropas para impedir a sua criação. A guerra termina em janeiro de 1949, com a vitória de Israel, que passa a controlar 75% do território da Palestina, um terço a mais do que a área destinada ao Estado judaico no plano da ONU. O restante da área palestina, denominado Cisjordânia, é incorporado à Jordânia. Intimidados, cerca de 800 mil árabes fogem de Israel.

Em janeiro de 1949, eleições parlamentares em Israel conduzem a um governo de coalizão. Chaim Weizmann é eleito presidente e David Ben-Gurion, do Partido Trabalhista, permanece como primeiro-ministro. São aprovadas leis para assegurar o controle religioso e educacional, além do Direito de Retorno a Israel para todos os judeus. Com a chegada maciça de judeus do Leste Europeu, do Oriente Médio e do norte da África, cresce a população do país. A economia floresce com o apoio estrangeiro e remessas particulares de dinheiro.

Em 1956, Israel aproveita a crise do Canal de Suez e alia-se à França e ao Reino Unido para atacar o Egito na Península do Sinai e na Faixa de Gaza. Por intervenção da ONU, e, sob pressão, dos EUA e da URSS, Israel retira-se da região. Ben-Gurion deixa o governo em 1963; é sucedido por Levi Eshkol, também do Partido Trabalhista. Em 1964, uma reunião de chefes de Estado árabes, no Cairo, cria a Organização para a Libertação da Palestina (OLP).

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quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Hora sexta ou Hora nona?

Na parábola dos trabalhadores Jesus deu uma ótima instrução sobre o horário bíblico.

Mateus 20:2 a 12. Noite é noite; dia é dia.

Expressões Idiomáticas de Hora
Os hebreus usavam expressões tanto variadas quanto interessantes para indicar a hora. Elas não só nos dão uma idéia do ambiente e dos costumes locais mas revelam também algo sobre as circunstâncias em torno da ação.

Por exemplo, Gênesis 3:8 diz-nos que foi “por volta da viração do dia” "a tardinha" que o Senhor Deus falou com Adão e Eva no dia em que pecaram. Entende-se que isto seria perto do pôr-do-sol, quando soprariam brisas refrescantes, proporcionando alívio do calor do dia. Em geral, à medida que o dia vai chegando ao fim, é hora de descontração e descanso. No entanto, o Senhor Deus não deixou que um assunto judicial sério fosse deixado para o dia seguinte quando ainda havia tempo para tratar disso.

Por outro lado, Gênesis 18:1, 2 mostra que os anjos foram à tenda de Abraão em Manre “por volta do calor do dia”.

(Depois apareceu o Senhor a Abraão junto aos carvalhos de Manre, estando ele sentado à porta da tenda, no maior calor do dia)

Imagine o sol do meio-dia ardendo a pino nas colinas da Judeia. O calor podia ser sufocante. Essa era a hora em que se costumava comer e descansar. (Veja Gênesis 43:16, 25; 2 Samuel 4:5) Talvez, Abraão estava “sentado à entrada da tenda”, onde talvez houvesse maior circulação de ar, quem sabe descansando depois da refeição (sesta). Podemos sentir ainda mais apreço pela hospitalidade desse homem idoso quando lemos que ele “começou a correr ao encontro” dos visitantes e “foi então apressadamente à tenda” para dizer a Sara que preparasse o pão, após o que “correu ao gado” e rapidamente providenciou que se aprontasse um vitelo. Tudo isto no calor do dia! — Gênesis 18:2-8.


As Horas Noturnas dos Hebreus
Os hebreus evidentemente dividiam a noite em três períodos, chamados de “vigílias”. Cada um abrangia um terço do tempo entre o pôr-do-sol e a alvorada, ou cerca de quatro horas, dependendo da estação. (Salmo 63:6).

Foi “no começo da vigília média da noite”, que ia de aproximadamente as dez da noite a cerca de duas da manhã, que Gideão atacou o acampamento midianita. O valoroso Gideão, orientado por Deus (Juizes 7 vs 9, 10 e 11) encontrou a hora mais estratégica para seu ataque! — Juízes 7:19.


No tempo do Êxodo, nosso Deus fez “o mar retroceder por meio dum forte vento oriental, durante toda aquela noite”, permitindo que os israelitas o atravessassem em terra seca. Quando os egípcios os alcançaram, já era “Na vigília da manhã”, e o Todo-Poderoso passou a lançar o acampamento dos egípcios em confusão, por fim destruindo-os por fazer que a água, ‘ao amanhecer, voltasse a seu estado normal’. (Êxodo 14:21-27) De modo que levou quase uma noite inteira para que o mar fosse dividido e os israelitas o atravessassem.


No Primeiro Século
No primeiro século, os judeus haviam adotado a contagem de 12 horas para o dia. É por isto que em uma de suas ilustrações Jesus disse: “Não há doze horas de luz no dia?” (João 11:9) Estas eram contadas da alvorada ao pôr-do-sol, ou aproximadamente das seis da manhã às seis da tarde. Assim, a terceira hora seria por volta das nove da manhã. Foi a esta hora, no dia de Pentecostes, que se derramou o Espírito Santo. Quando os discípulos foram acusados de estar “cheios de vinho doce”, Pedro rapidamente pôs um ponto final nessa acusação. Certamente ninguém estaria embriagado tão cedo! — Atos 2:13, 15.

Vejamos: a declaração de Jesus, “a minha comida e fazer a vontade daquele que me enviou e completar a sua obra”, assume um novo significado quando consideramos o elemento tempo envolvido. “Era cerca da hora sexta”, de acordo com João 4:6, ou por volta do meio-dia. Depois de viajarem toda a manhã pelo colinoso país de Samaria, Jesus e os discípulos estariam com fome e sede. Foi por isto que, ao retornarem com alimentos, os discípulos o instaram a comer. Eles mal sabiam quanta força e sustento Jesus derivava de fazer a obra do Pai. A declaração de Jesus sem dúvida era muito mais que uma figura de linguagem. Ele era literalmente sustentado por fazer a obra de Deus, embora talvez tivesse passado muitas horas desde sua última refeição. — João 4:31-34.

Visto que a alvorada e o pôr-do-sol variavam conforme a época do ano, geralmente se fornecia apenas a hora aproximada em que determinado evento acontecia. Assim, em geral lemos sobre eventos que ocorreram na terceira, na sexta ou na nona hora — horas aproximadas. (Mateus 20:3, 5; 27:45, 46; Marcos 15:25, 33, 34; Lucas 23:44; João 19:14; Atos 10:3, 9, 30) Contudo, quando o elemento tempo era essencial à narração, faziam-se declarações mais específicas sobre a hora. Por exemplo, ao homem que estava ansioso para saber se seu filho realmente ficara melhor pelo poder de Jesus, os escravos responderam: “Ontem, na hora sétima [por volta das 13:00 horas], a febre o deixou.” — João 4:49-54.


Horas do Dia:
Primeira hora - inicia-se as 6 horas, no levante do Sol
Terceira hora - inicia-se as 9 horas
Sexta hora - inicia-se ao meio-dia
Nona hora - inicia-se 3 da tarde 


Divisões Noturnas
Na época da dominação romana, parece que os judeus adotaram a divisão grega e romana da noite em quatro vigílias, em vez das três que anteriormente usavam.

Em Marcos 13:35, é evidente que Jesus se referia às quatro divisões.

Horas da Noite:
1ª vigília - A vigília “tarde no dia” ia do pôr-do-sol (18h) a cerca das nove da noite (21h).
2ª vigília - A vigília "da meia-noite”, começava por volta das 21 horas e terminava à meia-noite.
3ª vigília - A vigília do “canto do galo” ia da “meia-noite” a cerca das três horas da manhã.
4ª vigília - A vigília “cedo de manhã”, iniciava as três horas da manhã e findava na aurora, por volta das seis horas da manhã.


A vigília do “canto do galo” é de interesse especial por causa das palavras de Jesus a Pedro, em Marcos 14:30: “em verdade te digo que hoje, nesta noite, antes que o galo cante duas vezes, três vezes tu me negarás.” Embora alguns comentaristas sustentem que as “duas vezes” referem-se a pontos específicos de tempo — meia-noite e aurora, respectivamente — A Dictionary of Christ and the Gospels (Dicionário de Cristo e dos Evangelhos), editado por James Hastings, indica que “na verdade, os galos cantam durante a noite, no Oriente como em todo lugar, em horas irregulares a partir da meia-noite”. Pelo visto, Jesus não se referia a uma hora específica em que Pedro o negaria. Em vez disso, ele estava dando um sinal de modo a fazer Pedro prestar atenção a suas palavras, que se cumpriram com precisão naquela mesma noite. — Marcos 14:72.

Foi “no período da quarta vigília da noite” — entre três e seis da manhã — que Jesus, andando sobre as águas do mar da Galiléia, foi ter com seus discípulos, que estavam num barco “a muitas centenas de metros da terra (muitos estádios)”. Talvez seja fácil entender por que os discípulos “ficaram perturbados, dizendo: É uma aparição! (é um fantasma.)” e por que “clamaram de temor (gritaram de medo)”. (Mateus 14:23-26) Por outro lado, isto mostra que Jesus deve ter passado considerável tempo orando sozinho no monte. Visto que isto aconteceu logo depois de João, o Batizador, ser decapitado por Herodes Ântipas e pouco antes da Páscoa, que marcou o início do último ano do ministério terrestre de Jesus, certamente Jesus tinha muito em que meditar em sua oração pessoal ao Pai.

Além das quatro vigílias, também estava em uso uma contagem de 12 horas para a noite.
A fim de escoltar Paulo em segurança a Cesaréia, o comandante militar Cláudio Lísias mandou que seus oficiais aprontassem um destacamento de 470 soldados na “hora terceira da noite”. (Atos 23:23, 24) Assim, Paulo foi levado em segurança, sob o manto da noite, para fora de Jerusalém.



Revisando:
Observando a linguagem / o sábado / as ocasiões
Houve trevas da hora sexta até a hora nona, exatamente no momento que Jesus morria na cruz. (Mt. 27:45-46)

Os discípulos foram batizados com o Espírito Santo, no dia de Pentecostes, à terceira hora do dia. (Atos 2:15)

Pedro e João subiam junto ao templo para a oração à hora nona (Atos 3:1)

A sexta hora que equivale ao meio dia, Pedro em oração foi arrebatado em visão. (Atos 10:9)

Cornélio também teve uma visão a essa mesma hora. (Atos 10:3,30)

Atos 23:23: “...Aprontai para as três horas da noite...”

Observando o sábado
“A grande vantagem da observância do Sábado de acordo com o método bíblico de computar o tempo, isto é, de pôr do Sol a pôr do Sol, sobre a sua observância segundo a contagem romana, ou seja, de meia noite a meia noite, está em que, pelo primeiro método a pessoa está acordada para dar as boas vindas e as despedidas ao dia quando vem e vai, enquanto que pelo método comum, está dormindo quando começa e termina o dia. Os métodos de Deus são sempre os melhores. O pôr do sol é o grande sinal natural para estabelecer a divisão do tempo em dias.” 

Textos Comprobativos:
Levítico 23:32; Deuteronômio 16:6; Deuteronômio 23:11; IReis 22:35 e 36; IICrônicas 18:34; Marcos 1:32; 16:1-2; Lucas 23:54; Mateus 28:1.


Gráfico:                                                                                                                                                     

Noite Pelo Horário Romano:


Noite Pelo Horário Bíblico:


Dia pelo horário Romano:


Dia pelo horário Bíblico:
7 horas da noite
1 hora da noite
7 horas da manhã
1 hora do dia
8 horas da noite
2 horas da noite
8 horas da manhã
2 horas do dia
9 horas da noite
3 horas da noite
9 horas da manhã
3 horas do dia
10 horas da noite
4 horas da noite
10 horas da manhã
4 horas do dia
11 horas da noite
5 horas da noite
11 horas da manhã
5 horas do dia
12 horas da noite
6 horas da noite / meia noite
12 horas do dia
6 horas do dia / meio dia
1 hora da madrugada
7 horas da noite
1 hora da tarde
7 horas do dia
2 horas da madrugada
8 horas da noite
2 horas da tarde
8 horas do dia
3 horas da madrugada
9 horas da noite
3 horas da tarde
9 horas do dia
4 horas da madrugada
10 horas da noite
4 horas da tarde
10 horas do dia
5 horas da manhã
11 horas da noite
5 horas da tarde
11 horas do dia
6 horas da manhã
12 horas da noite
6 horas da tarde
12 horas do dia


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terça-feira, 13 de novembro de 2012

A Fábula do Burrinho!

O texto é para REFLEXÃO e não há nada de pejorativo.
Leia com os "olhos da fé".

SEM JESUS NÃO DÁ!

A fábula que envolve o burrinho que levou o Nosso SENHOR JESUS para a entrada Triunfal de Jerusalém, nos ilustra muito bem a diferença que Jesus faz em nossas vidas, é um momento para pensar!

“Ao entrar em Jerusalém, um jumentinho se deparou com uma grande agitação e alegria, se viu envolto em saudações eufóricas e honradas dignas de um rei. O jumentinho passou a pisar em ramos de árvores especialmente colocados no seu caminho, envolto em muitas glórias.
Sua satisfação era imensa, estava visível seu contentamento.

Ao voltar para casa, já entrou contando o ocorrido a sua mãe:
— Olha, mamãe, eu carreguei um homem para Jerusalém e só vendo o que aconteceu. Havia muita gente na rua gritando e nos saudando com muita alegria, como numa grande festa. Tudo estava muito bonito. Foi algo inesquecível. Muito marcante em minha vida.

Sua mãe lhe pergunta: - Meu filho qual o nome desse homem que carregaste?

O jumentinho responde: - Ah mamãe o nome desse homem é Jesus!

Nisso sua mãe lhe diz: - Querido, assim que puder volte a entrada da cidade, mas agora só.

O jumentinho muito contente afirma que já estava com este pensamento. Passados alguns dias, o jumentinho não se conteve, e lá foi ele novamente para a entrada triunfal de Jerusalém. Mas qual não foi a sua surpresa ao notar que não havia muita gente nas ruas, e as pessoas que passavam se mostravam totalmente indiferentes a ele, inclusive o mal trataram, e alguns até o chutavam dizendo:
- Sai daqui seu animal!

O jumentinho voltou para casa decepcionado e muito triste.
Logo encontrando sua mãe, diz:
- Mamãe, hoje ninguém nem mesmo olhou para mim! As pessoas sequer notaram a minha presença nas ruas da cidade. Os que me viram até me chutaram. O que será que aconteceu mamãe!?

A mãe que entendia tudo, muito sabiamente e com voz amorosa disse:
- É, meu filho querido, sem Jesus você não passa de um jumentinho!”
fábula adaptada.

Esta pequena fábula ilustra apropriadamente a visível realidade de que muitas pessoas tomam para si a glória que pertence unicamente a Jesus.

É preciso compreendermos - Jesus disse"Eu sou a videira; vós sois as varas. Quem permanece em mim e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer." João 15:5

Portanto, não se exalte com algum grande feito, mas faça o que diz a Bíblia: "Aquele que se gloria, glorie-se no Senhor". II Corintios 10:17

Zacarias 9:9 "Alegra-te muito, ó filha de Sião; exulta, ó filha de Jerusalém; eis que vem a ti o teu rei; ele é justo e traz a salvação; ele é humilde e vem montado sobre um jumento, sobre um jumentinho, filho de jumenta."

...preciso de Jesus em minha vida!

um trecho do louvor da Noemi Nonato que "diz muito" sobre a necessidade de JESUS estar em tudo o que vamos fazer...

...Sem Jesus não dá,
Você não vai conseguir,
Não adianta nem tentar
Que você pode se iludir
Ele é a alegria do aflito
Levanta o que está caído
E lhe dá forças pra lutar...
Sem Jesus não dá,...

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sexta-feira, 9 de novembro de 2012

A Morte e o Lenhador

REFLEXÃO

Levanta e anda! Mãos a Obra! 

Ainda há muito trabalho para ser feito!

Segue uma Reflexão curiosa; assunto comentado em nosso Estudo Teológico (obrigado Pastor Jeremias por cada ensinamento).

Antes deixo para os amados leitores a belíssima passagem Bíblica:

O Profeta que se sentiu abandonado 1Reis 19 4 ao 10, atenção ao versículo 11 resposta de Deus.

"...Vem cá fora, e põe-te no monte perante o Senhor:" 

A MORTE e o LENHADOR

       Conta-se que um fazendeiro tinha um velho lenhador, que vivia o dia todo reclamando, dizendo que era melhor morrer do que ficar cortando lenha.

Certo dia, depois de trabalhar o dia todo, ele voltava para casa, cansado, com um feixe de lenha nas costas, quando tropeçou numa pedra e caiu no chão, esparramando lenha para todos os lados.

Desanimado da vida, pediu que a morte o viesse buscar, pois preferia morrer que ficar sofrendo.


E a história diz que a morte atendeu o seu pedido e, num instante, ela estava diante dele em forma de uma caveira, dizendo: "Você me chamou? Estou aqui. O que você quer comigo?" 

E o lenhador, assustado com a presença da morte, respondeu: "Eu te chamei sim. Eu te chamei para me ajudar a colocar esse feixe de lenha nas minhas costas".


Essa história mostra que, na verdade, o homem não queria morrer. O que ele queria era apenas se livrar do sofrimento, do seu trabalho de ajuntar lenha.

Assim como esse lenhador, muitos, quando se encontram em dificuldades, apuros, pedem para morrer, mas passadas as dificuldades e afrontas, fazem de tudo para continuarem vivos.

A morte e o lenhador é uma fábula de Esopo e que foi recontada por La Fontaine.



Amado irmão(ã) em Cristo, não fique assim, não te perturbe e tenha fé, tudo vai passar e você ouvirá a voz do Senhor! ELE sempre esteve contigo e, mais uma vez, te diz:  Não temas!

Por que estás abatida, ó minha alma, e por que te perturbas dentro de mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei pela salvação que há na sua presença.
SALMO 42.5

CONFIE!


Curiosidade:
Esopo foi um escritor da Grécia Antiga a quem são atribuídas várias fábulas populares. A ele se atribui a paternidade da fábula como gênero literário.

La Fontaine (Jean de La Fontaine) um poeta e fabulista francês é considerado o pai da fábula moderna e recontou a fábula de Esopo.


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quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Levantai, ó portas, as vossas cabeças; (que cabeças?)

SALMO 24 - composto (inspirado) pelo rei Davi


Aqui estou novamente com um tema (assunto) para compartilhar com vocês.

Em uma aula de Teologia onde estava eu, minha esposa (Missionária Márcia) e mais alguns amados irmãos, o nosso professor de Teologia (Pastor Jeremias) abordou sobre o texto e comentou sobre este tão interessante assunto.

- Mas o que são as portas e portais e cabeças nos versículos 7 e 9 do Salmo 24?
Vejamos a maravilha da revelação de Deus para nos!

Antes, nasce uma pergunta: Em qual momento foi escrito este Salmo?
Provavelmente a liturgia que está contemplando tal situação seria a seguinte:
O rei Davi comprou um campo (veja II Samuel 24.18-25) em Jerusalém. Este campo era de um homem chamado Araúna, jebuseu. Davi trouxe a arca da aliança para aquele lugar o qual se tornou um lugar de adoração (ainda não havia o templo). O Salmo 24 provavelmente foi escrito quando Davi mandou trazer a arca da casa de Obede-Edom (I Cronicas 15.25-28) para o campo de Araúna, também conhecido como Monte Moriá.

Um cumprimento Profético!
- nos mostra que tudo pertence a Deus; quem subirá o monte do Senhor e que Cristo é o Rei da Glória (cumprimento Profético)

Agora que temos algumas informações importantes, vejamos o que são as portas, portais e cabeças.
Salmo 24 - os versículos 7 e 9 dizem:
"Levantai, ó portas, as vossas cabeças; levantai-vos, ó entradas eternas, e entrará o Rei da Glória. Quem é este Rei da Glória? O SENHOR forte e poderoso, o SENHOR poderoso na guerra. Levantai, ó portas, as vossas cabeças, levantai-vos, ó entradas eternas, e entrará o Rei da Glória. Quem é este Rei da Glória? O SENHOR dos Exércitos, ele é o Rei da Glória."


Bom, o que significa: Levantai, ó portas, as vossas cabeças?
Observe os versos seguintes:
"Seu marido é conhecido nas portas, e assenta-se entre os anciãos da terra" (Pv 31:23); "Quando eu saía para a porta da cidade, e na rua fazia preparar a minha cadeira..." (Jó 29:7);

Quando o Salmista clama: "Levantai, ó portas as vossas cabeças..." (v.7), ele profetizou acerca dos poderosos (príncipes, juízes, magistrados, anciões, nobres etc.) que exercem domínio e juízo entre os homens.

Quando os homens, à época de Jó, viam aproximar-se da "porta" da cidade, ou seja, do lugar próprio aos que exerciam a liderança na antiguidade, eles de pronto preparavam a cadeira (lugar) para Jó se assentar. Os jovens deixavam o recinto, os príncipes nada diziam e os velhos colocavam-se e permaneciam em pé em sinal de reverência (Jó 29:7 -10).

Ao registrar a profecia que sua mãe havia ensinado, o rei Lemuel deixou registrado que a mulher, quando cheia de virtudes, faz com que o seu marido assuma posição de destaque às portas da cidade, assentando-se entre os anciões da terra (Pv 31:23). 

Com o exposto acima, o "assentar-se" à porta em Provérbios 31:23 é o mesmo que a "cadeira preparada" no livro de Jó 29:7.

Observa-se que o lugar onde os magistrados, príncipes, sábios, etc. reuniam na antiguidade era denominado de "portas".
As "portas" eram vetadas as pessoas comum do povo. Somente os que exerciam influência na sociedade é que poderiam ter acesso ao local denominado "portas". Vemos então que o verso 7 do Salmo 24 refere-se ao domínio eterno de Cristo, quando na segunda vinda, como filho de Davi, Rei e Senhor de toda a terra. De igual modo, ele já se assentou na condição de Senhor nos céus. 

"Levantar" é sinal de reverência e admiração, ou seja, quando o salmista profetiza: "Levantai, ó portas, ...", ele diz para que os que exercem domínio levantem-se em reverência Àquele que subiu ao monte do Senhor e que se assentará para reinar no seu Santo monte! 'Levantar' é um sinal de respeito. É uma forma de reconhecimento de que àquele que adentrou é digno de reverência. É um ato semelhante ao recomendado por Davi no salmo segundo: "beijai o Filho". Enquanto que 'beijar o Filho' é um reconhecimento da divindade de Cristo (Sl 2:12), "levantai" refere-se ao ato reverente dos que exercem domínio quando Cristo se assentar para reger as nações com vara de ferro (Sl 2:9). É o mesmo que dizer: Levantem-se e reverenciem o Rei da Glória, pois Ele entrou e se assentou entre as nações para exercer o domínio. O ato de levantar diz da reverência àquele que entrou no lugar próprio, ou que, por direito, exercerá o domínio.

Os homens que exercem o domínio devem levantar, deixando as suas posições, ou seja, levantar "as cabeças".
Porta, portais, ou entradas diz do local que se dá o exercício do poder nos reinos, principados e potestades. Além de Jesus exercer o domínio entre os homens, Ele exercerá o domínio sobre os principados e as potestades celestiais (Ef 3:10), por isso o Salmo diz: "... levantai-vos, ó entradas eternas, e entrará o Rei da Glória" (v.7). As "entradas eternas" (portas) diz de um reino que não é deste mundo onde Cristo exercerá domínio para sempre.

"As portas" diz do governo humano, e os "portais eternos" do governo celestial. 
Cristo é poderoso em batalhas (forte e poderoso) e Ele mesmo conquistará os reinos e o domínio sobre toda a terra com mão poderosa. Ele se assentará para dominar a todos os povos "Quem é esse Rei da Glória? O Senhor forte e poderoso, o Senhor poderoso na guerra" (v. 8).  O rei da Glória é o mesmo que está entronizado entre os serafins, pois Ele é o Senhor dos Exércitos (v. 10).

Para reflexão:
Aquele que é limpo de mãos e puro de coração... 
...todos os homens nasceram de Adão portanto, nenhum nasceu de coração puro, pois em iniquidade foram formados e em pecado foram concebidos.
Somente um é digno: Cristo - o servo do Senhor.

Qual o homem limpo de mãos e puro de coração dentre os nascidos de mulher?
Somente um é digno: Jesus Cristo.

E nós "a Geração"
Nós que "queremos ser a geração" precisamos seguir o Mestre.
Para ser "a geração", que possamos "a cada dia" sermos chamados filhos de Deus gerados em Cristo.
Precisamos nascer da água e do Espírito (Jo 3.5)

"Nisto é perfeito o amor para conosco, para que no dia do juízo tenhamos confiança; porque, qual Ele é, somos nós também neste mundo" (I Jo 4: 17).

Precisamos aprender a andar como Cristo andou:
"Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas" (Mt 11.29). 

Aleluia!
Ele (Jesus) é o Senhor dos Exércitos.
Aqui eu Aprendi!
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